sábado, 11 de julho de 2020
03/06/2020

CNI identifica 17 novas barreiras comerciais a produtos brasileiros


Levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) identificou 17 novas barreiras comerciais no exterior para produtos brasileiros entre março e maio deste ano. Desse total, dez foram impostas pela China, duas pela Argentina, duas pela Índia e as demais pelo México, pela Arábia Saudita e União Europeia.

De acordo com a CNI, as informações são do Sistema Eletrônico de Monitoramento de Barreiras às Exportações (SEM Barreiras) do governo federal, que é alimentado pelo setor privado. A entidade atualiza esse levantamento periodicamente, em parceria com associações e federações estaduais da indústria, e contabiliza até agora 70 barreiras identificadas no exterior para produtos brasileiros desde maio de 2018, quando o sistema foi criado.

No caso da China, todas as barreiras dizem respeito a subsídios e impactam a produção de itens como borracha, materiais elétricos e produtos metalúrgicos. A CNI explicou que, na prática, com os subsídios, esses bens circulam com preço abaixo do praticado no mercado, numa “concorrência desleal” com a produção de outros países, incluindo o Brasil.

Pela Argentina, são duas barreiras impostas para veículos automotores e plásticos. O México e a Índia, por sua vez, cobram imposto de importação para a carne de frango do Brasil. A Índia também implementou medidas sanitárias e fitossanitárias para o couro brasileiro.

A Arábia Saudita exige licenciamento de importação para a carne de frango. A União Europeia levantou barreiras para serviços brasileiros na área de tecnologia da informação.

Para a CNI, “embora o Brasil seja o único país na América Latina com uma ferramenta tão moderna de monitoramento de barreiras, os órgãos governamentais ainda não usam esse sistema de forma plena” para definir estratégias para resolução dos problemas. Além disso, o percentual de barreiras resolvidas ainda é baixo. Do total de 70 identificadas até agora pela entidade, apenas 10% foram solucionadas.

Dados da pesquisa Desafios à Competitividade das Exportações Brasileiras de 2018, realizada pela CNI em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV), mostram ainda que quase um terço das empresas exportadoras (31%) considera baixa a eficiência do governo para a superação de barreiras em terceiros mercados. Para os industriais, o governo deve ser mais ativo na contestação dessas medidas impostas por outros países, já que, com a crise desencadeada pela pandemia de covid-19, a tendência é de aumento do protecionismo no mundo em um cenário de recessão global e desemprego.

A própria CNI lançou, em 2018, a Coalizão Empresarial para Facilitação de Comércio e Barreiras, que busca atacar barreiras comerciais estabelecidas e também enfrentar problemas internos no Brasil. “Um dos objetivos é reduzir tempos e custos dos processos de exportação e importação e, com isso, promover a agenda de facilitação do comércio exterior do país”, informou a entidade.



Blog

Trabalhadores portuários recebem medicamento Ivermectina

A prefeitura de Itajaí iniciou nesta semana a distribuição do medicamento Ivermectina para todos os moradores da cidade como alternativa de prevenção ao Covid-19.

 

Para desafogar as filas no Centro de Eventos do munícipio, facilitando o acesso e também evitando aglomerações, foi realizada a distribuição do medicamento Ivermectina aos trabalhadores portuários no Órgão Gestor de Mão de Obra do Porto de Itajaí (OGMO), localizado em frente ao portão (gate) 01 do Porto de Itajaí.

 

O medicamento Ivermectina foi disponibilizado a todos os trabalhadores do Porto de Itajaí que tivessem interesse no medicamento. A ação aconteceu durante todo o dia, nesta quinta (09) e sexta (10). Os colaboradores recebiam um formulário para que fosse preenchido com seus dados, junto havia também um termo de consentimento para assinar, após isso todos passavam por uma consulta médica para orientação de como consumir o medicamento e só depois desse processo o trabalhador recebia o remédio:

 

“A procura está sendo bem grande, as pessoas estão bem gratas por estarem recebendo essa atenção”, conta Rômulo Fernandes, representante da Secretaria Municipal de Saúde de Itajaí.

 

A distribuição foi consequência da disposição conjunta da Prefeitura de Itajaí, Superintendência do Porto de Itajaí (SPI) e do Sindicato dos Conferentes:

 

“Esta ação facilitou muito a nossa operação, e demonstra sim o respeito que a municipalidade tem por essa importante atividade que representa muito para o nosso município” ressaltou o Superintendente do Porto de Itajaí, Engº Marcelo Werner Salles.

 

Márcio Aurélio Guapiano, presidente do Sindicato dos Conferentes e vice-presidente da Intersindical Portuária, fala sobre a expectativa dos trabalhadores no recebimento do Ivermectina como uma das formas de prevenir o Covid-19:

“Os portuários estavam ansiosos por este medicamento, houve uma grande adesão de todos e muitos agradeceram por esta preocupação com eles”, conclui Guapiano.

Inflação oficial sobe para 0,26% em junho

A inflação oficial do país, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), ficou em 0,26% em junho.

Ela é maior que as registradas em maio deste ano (-0,38%) e em junho de 2019 (0,01%).

Com o resultado de junho, o IPCA acumula inflação de 0,10% no ano e de 2,13% em 12 meses.

Os dados foram divulgados hoje (10), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A inflação em junho veio depois de duas quedas de preços consecutivas: em maio (-0,38%) e em abril (-0,31%).

Alimentos e bebidas puxam inflação

Os principais responsáveis pela inflação em junho foram os alimentos e bebidas, que tiveram alta de preços de 0,38%, em razão da inflação de produtos como as carnes (1,19%), leite longa vida (2,33%), arroz (2,74%), feijão-carioca (4,96%) e queijo (2,48%). A refeição fora de casa também teve alta de preços (0,22%).

Os transportes também tiveram impacto importante no IPCA de junho, ao registrarem inflação de 0,31%, devido a altas de preços de itens como gasolina (3,24%), etanol (5,74%), gás veicular (1,01%) e óleo diesel (0,04%).

Outros grupos de despesas com inflação em junho foram habitação (0,04%), artigos de residência (1,30%), saúde e cuidados pessoais (0,35%), educação (0,05%) e comunicação (0,75%). Ao mesmo tempo, dois grupos de despesas tiveram queda de preços (deflação): vestuário (-0,46%) e despesas pessoais (-0,05%).

 

Publicado em 10/07/2020 - 09:21 Por Vitor Abdala - Repórter da Agência Brasil - Rio de Janeiro

 
 
INPC fica em 0,30% em junho, diz IBGE

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que mede a inflação para famílias com renda até cinco salários mínimos, registrou inflação de 0,30% em junho deste ano. A taxa veio depois de uma deflação (queda de preços) de 0,25% em maio.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o INPC acumula taxas de inflação de 0,36% no ano e de 2,35% em 12 meses.

Portanto, o INPC ficou acima da inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que ficou em 0,26% em junho e que acumula taxas de 0,10% no ano e 2,13% em 12 meses.

Em junho, segundo o INPC, os produtos alimentícios tiveram alta de preços de 0,37%, enquanto os não alimentícios registraram inflação de 0,28%.

 

Publicado em 10/07/2020 - 10:22 Por Vitor Abdala - Repórter da Agência Brasil - Rio de Janeiro

 
 
Confira pagamentos e tributos adiados ou suspensos durante pandemia

Terminar o mês escolhendo quais boletos pagar. Essa virou a rotina de milhões de brasileiros que passaram a ganhar menos ou perderam a fonte de renda por causa da pandemia do novo coronavírus. Para reduzir o prejuízo, o governo adiou e até suspendeu diversos pagamentos esse período. Tributos e obrigações, como o recolhimento das contribuições para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), ficarão para depois.

Em alguns casos, também é possível renegociar. Graças a resoluções do Conselho Monetário Nacional (CMN), os principais bancos estão negociando a prorrogação de dívidas. Os agricultores e pecuaristas também poderão pedir o adiamento de parcelas do crédito rural.

Além do governo federal, diversos estados estão tomando ações para adiar o pagamento de tributos locais e proibir o corte de água, luz e gás de consumidores inadimplentes. No entanto, consumidores de baixa renda estão isentos de contas de luz por 150 dias em todo o país. Em alguns casos, a Justiça tentou agir. No início de abril, liminares da 12ª Vara Cível Federal em São Paulo proibiram o corte de serviços de telefonia de clientes com contas em atraso, mas a decisão foi revertida dias depois.

Alguns acordos já expiraram, como o acerto entre Agência Nacional de Saúde (ANS) e algumas operadoras para que os planos não interrompessem o atendimento a pacientes inadimplentes até o fim de junho. Outras medidas foram renovadas, como a proibição de cortes de luz, prorrogada até o fim de julho pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Pagamentos adiados

Os adiamentos não valem apenas para os consumidores. O Congresso aprovou uma lei que suspende o pagamento da dívida dos estados com a União de março a dezembro e autoriza os governos locais a renegociarem débitos com bancos públicos e organismos internacionais.

Confira as principais medidas temporárias para aliviar o bolso em tempos de crise:

Empresas

•        Adiamento do pagamento da contribuição patronal ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e dos Programas de Integração Social (PIS) e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep). Os pagamentos de abril serão quitados em agosto. Os pagamentos de maio, em outubro. A medida antecipará R$ 80 bilhões para o fluxo de caixa das empresas.

•        Adiamento da Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF) do 15º dia útil de abril, maio e junho para o 15º dia útil de julho.

•        Parcelamento, em até 12 vezes, de multas administrativas aplicadas a fornecedores do governo federal.

Micro e pequenas empresas

•        Adiamento, por seis meses, da parte federal do Simples Nacional. Os pagamentos de abril, maio e junho passaram para outubro, novembro e dezembro.

•        Adiamento, por três meses, da parte estadual e municipal do Simples Nacional. Os pagamentos do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS, pertencente aos estados) do Imposto sobre Serviços (ISS, dos municípios) de abril, maio e junho passaram para julho, agosto e setembro.

•        Adiamento dos parcelamentos das micro e pequenas empresas devedoras do Simples Nacional. As parcelas de maio passaram para agosto, as de junho para outubro, e as de julho para dezembro.

Microempreendedores individuais (MEI)

•        Adiamento das parcelas por seis meses. Os pagamentos de abril, maio e junho passaram para outubro, novembro e dezembro. A medida vale tanto para a parte federal como para parte estadual e municipal (ICMS e ISS) do programa.

•        Adiamento dos parcelamentos das micro e pequenas empresas devedoras do Simples Nacional. As parcelas de maio passaram para agosto, as de junho para outubro, e as de julho para dezembro.

Pessoas físicas

•       O cronograma de restituições do Imposto de Renda, de maio a setembro, está mantido. Prazo da declaração, que acabaria em 30 de abril, foi adiado por dois meses e acabou no fim de junho.

Empresas e pessoas físicas

•        Suspensão, por 180 dias, do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para empréstimos. Imposto deixará de ser cobrado de abril a outubro, injetando R$ 14 bilhões na economia. Medida acabaria no fim de junho, mas foi prorrogada por 90 dias.

•        Suspensão, até 31 de julho, de procedimentos de cobrança e de intimação pela Receita Federal. Medida acabaria no fim de junho, mas foi estendida em um mês.

•        Prorrogação das parcelas de renegociações com a Receita Federal e a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) que venceriam em maio, junho e julho. Vencimento foi estendido para agosto, outubro e dezembro, respectivamente.

Empresas e empregadores domésticos

•        Suspensão das contribuições para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) por três meses, inclusive para empregadores domésticos. Valores de abril a junho serão pagos de julho a dezembro, em seis parcelas, sem multas ou encargos.

Compra de materiais médicos

•        Redução a zero das alíquotas de importação para produtos de uso médico-hospitalar

•        Desoneração temporária de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para bens necessários ao combate ao Covid-19

Contas de luz

•        Proibição de cortes de energia de consumidores inadimplentes até 31 de julho. Medida acabaria no fim de junho, mas foi estendida pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

•       Consumidores de baixa renda, que gastam até 220 quilowatts-hora (kWh) por mês, estarão isentos de pagarem a conta de energia até o fim de agosto. Medida acabaria no fim de junho, mas foi prorrogada por 60 dias. O valor que as distribuidoras deixarão de receber será coberto com R$ 1,5 bilhão de subsídio da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE).

Contas de telefone

•        Apesar de liminar da Justiça Federal em São Paulo ter proibido o corte de serviço de clientes com contas em atraso, Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) recorreu e conseguiu reverter a decisão. Os clientes de telefonia continuarão a ter a linha cortada caso deixem de pagar as contas. Segundo o presidente do Tribunal Regional Federal da 3ª Região, desembargador Mairan Maia, as operadoras precisam de recursos para manterem a infraestrutura e financiarem a crescente demanda por serviços de telecomunicação durante a pandemia”, afirmou, no texto.

Dívidas em bancos

•        Autorizados por uma resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN), os cinco principais bancos do país – Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Itaú Unibanco e Santander – abriram renegociações para prorrogarem vencimentos de dívidas por até 60 dias.

•        Renegociação não vale para cheque especial e cartão de crédito.

•        Clientes precisam estar atentos para juros e multas. Segundo o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), é preciso verificar se o banco está propondo uma pausa no contrato, sem cobrança de juros durante a suspensão, ter cuidado com o acúmulo de parcelas vencidas e a vencer e perguntar se haverá impacto na pontuação de crédito do cliente.

Financiamentos imobiliários da Caixa

•        Caixa Econômica Federal ampliou, de 90 para 120 dias, a pausa nos contratos de financiamento habitacional para clientes adimplentes ou com até duas parcelas em atraso, incluindo os contratos em obra. Quem tinha pedido três meses de prorrogação terá a medida ampliada automaticamente para quatro meses.

•        Clientes que usam o FGTS para pagar parte das parcelas do financiamento poderão pedir a suspensão do pagamento da parte da prestação não coberta pelo fundo por 120 dias.

•        Clientes adimplentes ou com até duas prestações em atraso podem pedir a redução do valor da parcela por 120 dias.

•        Carência de 180 dias para contratos de financiamento de imóveis novos.

Fies

•        Congresso aprovou suspensão de pagamentos do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) até o fim do ano. Primeira versão da lei sobre o tema, sancionada em maio, isentava os financiamentos apenas durante a pandemia.

Produtores rurais

•        CMN autorizou a renegociação e a prorrogação de pagamento de crédito rural para produtores afetados por secas e pela pandemia de coronavírus. Bancos podem adiar, para 15 de agosto, o vencimento das parcelas de crédito rural, de custeio e investimento, vencidas desde 1º de janeiro ou a vencer.

Inscritos na Dívida Ativa da União

•        Devedores impactados pela pandemia podem pedir parcelamento especial de dívidas com a União. Adesão vai até 31 de dezembro.

•        Suspensão, até 31 de julho, de procedimentos de cobrança e de intimação pela PGFN. Medida acabaria no fim de junho, mas foi estendida em um mês.

Estados devedores da União

•        Congresso aprovou suspensão dos débitos dos estados com o governo federal e com bancos públicos de março a dezembro. A medida injetará R$ 35 bilhões nos cofres estaduais para enfrentarem a pandemia.

•        A nova lei também autoriza a renegociação de débitos dos estados e dos municípios com bancos públicos e organismos internacionais, deixando de pagar R$ 24 bilhões.

Cais público do Porto do Rio de Janeiro será alfandegado este ano

O “realfandegamento” de parte do cais público do Porto do Rio de Janeiro, solicitado pela Companhia Docas do Rio de Janeiro (CDRJ) à Receita Federal em fevereiro deste ano, está previsto para acontecer em breve.

 

Segundo informações do superintendente de Gestão Portuária do Rio de Janeiro e Niterói, Leandro Lima, no atual momento do processo, a CDRJ contratou uma empresa de consultoria e auditoria para verificar a eficiência e a segurança dos sistemas informatizados de controle de acesso ao porto.

 

“O laudo dessa análise será entregue à Receita Federal, junto com documentos complementares que o órgão exigiu em adição aos que já foram entregues por ocasião da solicitação de anuência”, explicou Leandro.

 

Posteriormente, a CDRJ aguardará o parecer da Receita Federal, que poderá ser favorável ou gerar em nova exigência de apresentação de outros documentos que o órgão considerar pertinentes.

 

O diretor-presidente da CDRJ, Francisco Antonio de Magalhães Laranjeira ressaltou a importância dessa medida: “Com a recuperação do alfandegamento do cais público do Porto do Rio de Janeiro, a CDRJ passará a ter mais recursos próprios para investir na infraestrutura portuária”.

 

O alfandegamento da área, tornando-a sob controle aduaneiro, significa que a Alfândega terá que autorizar qualquer movimentação, armazenagem e despacho aduaneiro de mercadorias procedentes do exterior ou a ele destinadas.

 

Relembre os fatos – A primeira etapa do processo de “realfandegamento” do cais público do Porto do Rio de Janeiro foi a obtenção da Certidão Positiva com efeitos de negativa dos tributos federais, depois de 15 anos em situação irregular. A Certidão Negativa de Débitos (CND) era uma exigência indispensável da Receita Federal para a recuperação do alfandegamento, perdido há mais de cinco anos.

SC terá 29 equipes em desafio nacional de robótica contra o coronavírus

Santa Catarina terá mais de cem estudantes da educação básica participando do desafio nacional de robótica promovido pelo SESI. As soluções devem ter como foco a prevenção, o diagnóstico ou o combate à pandemia causada pelo coronavírus. O novo desafio será todo realizado de forma virtual e premiará os três primeiros colocados e os times que se destacaram em cada um dos critérios de avaliação. Participam alunos de Blumenau, Brusque, Concórdia, Criciúma, Florianópolis, Itajaí, Joaçaba, Joinville, Lages, Pomerode, Pouso Redondo, Rio do Sul, Seara, Tubarão e Videira.

São quatro critérios de avaliação: criatividade e inovação, pesquisa, empreendedorismo e impacto social. “Envolver jovens estudantes da educação básica em uma questão séria como esta desafia-os a pensar coletivamente em soluções que podem, de fato, beneficiar a sociedade. Estamos enfrentando uma pandemia que tem impactos na saúde, na economia e até mesmo na educação. Por meio do desafio de robótica, eles podem protagonizar ações que amenizem os efeitos dessa crise”, observa o diretor de educação e tecnologia da FIESC, Fabrizio Machado Pereira. A rede SESI SENAI, que integra a Federação das Indústrias, está participando do desafio com 20 equipes. 

No dia 18 de agosto, serão divulgadas as 30 equipes que foram aprovadas para participar da segunda fase. Elas terão até 4 de setembro para submeter mais informações sobre o projeto, demonstrando e detalhando da sugestão proposta. A divulgação do resultado final será feita em 25 de setembro, quando serão conhecidos os times vencedores e os que se destacaram em cada um dos quatro critérios de avaliação. Os prêmios não são cumulativos, ou seja, cada equipe selecionada só poderá ser premiada em uma categoria. 

Além disso, as três primeiras colocadas participam do próximo Festival SESI de Robótica, previsto para ocorrer em março de 2021.
 

Ibovespa sobe com ajuda de dados econômicos e fecha semana em alta de 3%

A bolsa brasileira fechou em alta nesta sexta-feira, 3, com ajuda de dados econômicos que voltaram a surpreender positivamente os investidores. Contudo, com o mercado americano fechado devido ao feriado, o pregão foi marcado pela baixa volatilidade, com o Ibovespa, principal índice de ações, operando próximo da estabilidade pela maior parte do dia. O Ibovespa subiu 0,55% e encerrou em 96.764,85 pontos. Com isso, o índice encerrou a semana em alta de 3,1%.

“O movimento segue ilustrando a ponderação de investidores entre a visão de uma recuperação em ‘V’ e a preocupação com novos surtos da Covid-19 que passaram a atrasar a reabertura dos negócios ao redor do mundo”, afirmam analistas da Guide em nota a clientes.

Na véspera, os Estados Unidos voltaram a apresentar recorde de casos diários, reportando mais de 50.000 novos infectados. Conforme os números da doença seguem aumentando na maior economia do mundo, reduzem as expectativas de uma recuperação intensa no segundo semestre. Em estados do sul e oeste do país, onde o ritmo de contaminação segue acelerado, processos de reabertura foram retardados.

“O temor com o crescimento de novos casos nos EUA começou a ganhar maior força e deve passar para o fim de semana. Há preocupação sobre retrocessos nos processos de abertura”, comentou Gustavo Bertotti, economista da Messem Investimentos.

Por outro lado, dados de algumas das principais economias do mundo voltaram a sair acima do esperado. Na zona do euro, o índice de gerente de compras (PMI, na sigla em inglês) composto de junho ficou em 48,5 pontos. Embora tenha saído abaixo dos 50 pontos que delimitam a expansão da contração da atividade econômica, o número ficou acima dos 47,5 pontos projetados pelo mercado. O PMI composto do Reino Unido também superou as expectativas, ficando em 47,7 pontos ante os 47,6 pontos esperados.

Já na China, que foi um dos primeiros países a deixar para trás a pior fase do coronavírus, os dados econômicos já apontam para a melhora econômica. Por lá, o PMI composto, divulgado na noite de ontem, ficou em 55,7 pontos.

“Os dados econômicos mostram alguma retomada, o que favorece o preço do minério de ferro e frigoríficos brasileiros, que têm uma relação muito forte com a China”, disse Bertotti.

No radar do mercado também seguem os desdobramentos sobre a lei de segurança nacional imposta pela China sobre o território de Hong Kong. Na última quinta-feira, 2, o gigante asiático ameaçou retaliar o Reino Unido por ter se colocado disposto à receber refugiados de sua ex-colônia. Estados Unidos, Taiwan e Austrália também avaliam acolher refugiados de Hong Kong.

“Essa tensão acaba pesando nos mercados. É uma questão que vai e vem, mas afeta a diplomacia e até o livre tráfego de mercadorias e serviços. Mas o mercado segue olhando mais para a recuperação da atividade econômica e para o coronavírus”, afirmou Marcel Zambello, analista da Necton Investimentos.

Entidades combatem emendas que inviabilizam a reforma da Previdência e pedem urgência no corte de gastos

É impensável que, em meio à pior crise da história, o governo de Santa Catarina aumente ainda mais os gastos públicos, e o Legislativo não tenha uma  postura firme para uma reforma da Previdência que reduza o custo do Estado. Emendas que garantem aposentadorias especiais e o afrouxamento das regras de transição para alguns setores fogem completamente de uma proposta condizente com as necessidades dos catarinenses. Pelo contrário, seguem na contramão do real objetivo – enxugar a máquina estatal e garantir mais verbas para a saúde, a educação e a segurança da população.

 As entidades signatárias desta nota alertam para o déficit da Previdência catarinense, que cresceu quase 400% nos últimos 10 anos, chegando a R$ 4 bilhões em 2019. Portanto, propõem a isonomia entre os trabalhadores do serviço público e do setor privado. Também consideram um acinte o gasto de mais R$ 3,8 milhões mensais na recente contratação de 107 novos auditores e procuradores, somente para citar um exemplo. Deixar de lado a discussão, em um verdadeiro ‘jogo de empurra’ entre o Legislativo e o Executivo é tudo o que a sociedade não precisa neste momento crítico.

 

Florianópolis, 03 de julho de 2020

 

Assinam as entidades:

ABIH-SC Associação Brasileira de Indústria de Hotéis Santa Catarina

ABIH-SC Associação Brasileira de Indústria de Hotéis Santa Catarina

ABRAPE - Associação Brasileira de Promotores de Eventos

ABRASEL – SC

ABRES - Associação de Bares e Restaurantes de Balneário Camboriú

ACATE – Associação Catarinense de Tecnologia

ACATMAR - Associação Náutica Brasileira

ACATS – Associação Catarinense de Supermercados

ACEPA/CDL - Associação Comercial e Empresarial de Palma Sola

ACIAX - Xaxim

ACIB - Associação Empresarial de Blumenau

ACIBALC - Associação Empresarial de Balneário Camboriú e Camboriú

ACIBIG - Associação Empresarial e Cultural de Biguaçu

ACIBr - Associação Empresarial de Brusque, Guabiruba e Botuverá

ACIC - Associação Comercial e Industrial de Chapecó

ACIC – Associação Empresarial de Canoinhas

ACIC – Associação Empresarial de Criciúma

ACID - Associação Comercial e Industrial de Descanso

ACIF – Associação Empresarial De Florianópolis

ACIG - associação comercial e industrial de Garopaba

ACIG - Associação Empresarial de Gaspar

ACII - Associação Comercial e Industrial de Itajaí

ACIIO - Associação do Comércio e Indústria de Iporã do Oeste

ACIIO - Associação Comercial e Industrial de Iporã do Oeste

ACIJ - Associação Empresarial de Joinville

ACIL – Associação Comercial e Industrial de Lages

ACIM - Associação Empresarial de Mondaí

ACIM – Associação Empresarial de Mafra

ACIMO - Associação industrial de modelo

ACIOC - Associação Comercial e Industrial do Oeste Catarinense

ACIP - Associação Comercial e Industrial de Palmitos

ACIP - Associação Empresarial de Palhoça

ACIP - Associação Empresarial de Pomerode

ACIP – Associação Comercial e Industrial de Pinhalzinho

ACIPG - Associação Empresarial de Presidente Getúlio

ACIRS – Associação Empresarial de Rio do Sul

ACIS - Associação Comercial e Industrial de Seara

ACIS - Associação Comercial e Industrial de Sertãozinho

ACISA-CP - Associação Comercial e Industrial de Cunha Porã

ACISC - Associação Comercial e Industrial de Saudades e Cunhataí

ACISJO - Associação Comercial e Industrial de São João do Oeste

ACISLO – Associação Comercial e Industrial de São Lourenço do Oeste

ACISMO - Associação Empresarial de São Miguel do Oeste

ACIT - Associação Comercial e Industrial de Tijucas

ACITA - ASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL DE ITAPEMA

ACITA – Associação Comercial e Industrial de Itá

ACITC – Associação Comercial e Industrial de Trombudo Central

ACIUR - Associação Empresarial de Urubici

ACIVALE – Braço do Norte

ACIX - Associação Comercial e Industrial de Xavantina

ADAC - Associação de Distribuidores e Atacadistas Catarinenses

ADVB - SC                                 

AEA - Associação Empresarial de Agrolândia

AECF - Associação Empresarial de Coronel Freitas

AEI - Associação Empresarial de Itaiopolis

AEM - Associação Empresarial de Maravilha

AEMFLO - CDL / SÃO JOSÉ

AETTUSC - Associação das Empresas de Turismo e Fretamento de SC

AJORPEME - Associação de Joinville e Região da Pequena, Micro e Média Empresa

AMI - Associação do Município de Iraceminha

AMPE Blumenau - Associação das Micro e Pequenas Empresas e Empreendedores Individuais de Blumenau

ASSEMIT - Associação dos Empresários de Itapiranga

ASSOCIAÇÃO BENEFICENTE LAR MENINO DEUS

ASSOCIAÇÃO COMERCIAL E EMPRESARIAL DE PALMA SOLA

AVIP - Associação Visite Pomerode

CDL - LAGES

CDL - RIO DO SUL

CDL - Brusque

CDL - Câmara de Dirigentes Lojistas de Salete

CDL - Florianópolis

CDL - Gaspar

CDL - Joaçaba

CDL - Nova Trento

CDL – Chapecó

CDL – Concórdia

CDL Blumenau - Câmara de Dirigentes Lojistas de Blumenau

CDL Guabiruba

CEC – Centro Empresarial de Chapecó

CORE SC - Conselho Regional dos Representantes Comerciais no Estado De Santa Catarina

FACISC – Federação das Associações Empresariais de SC

Fampesc - Federação das Associações de Micro e Pequenas Empresas e dos Empreendedores Individuais

FECOMERCIO – Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Santa Catarina

FLORIPA SUSTENTÁVEL

FORTUR – Fórum de Turismo de Florianópolis

NCD-Núcleo Catarinense de Decoração

SEBRAE – SC

SEINFLO - Sindicato das Empresas de Informática e Processamento de Dados da Região Metropolitana de Florianópolis

SIACADESC - Sindicato das Academias de SC

SIESC - Sindicato da Indústria de Informática de Santa Catarina

SIESE-SC - Sindicato das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança do Estado de Santa Catarina

SIFITEC - Sindicato das Indústrias de Fiação, Tecelagem, Tinturaria e Malharia de Brusque, Botuverá e Guabiruba

Sindicato da indústria de reparação e Acessórios de Santa Catarina

Sindicato do Comércio Varejista de Criciúma - Sindilojas

Sindicato do Comércio Varejista de Itajaí

Sindicato do Comercio Varejista e Atacadista de Brusque, Botuverá e Guabiruba

SINDICATO DOS REPRESENTANTES COMERCIAS DE BLUMENAU E REGIÃO

SINDISOL - Sindicato dos Hotéis, Bares, Restaurantes e Similares de Balneário Camboriú e Região

SINDIVEST - Sindicato das Indústrias do Vestuário de Brusque, Botuverá, Guabiruba e Nova Trento

VIVABEM - Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Joinville e Região

Epagri gera R$6,24 para cada real investido pelo Governo do Estado

O retorno que a sociedade recebeu para cada real investido pelo Governo do Estado na Epagri, alcançou R$ 6,24 em 2019. O resultado faz parte do Balanço Social, cujos cálculos avaliaram 114 tecnologias e cultivares desenvolvidos, lançados e difundidos pela Empresa. O retorno global gerado pelas tecnologias e ações da Epagri, considerando a contribuição de parceiros e outras instituições, somou R$ 5,13 bilhões – e a participação da Empresa nesse retorno é de R$ 2,18 bilhões. O documento está sendo lançado nesta sexta-feira, 3 de julho.


“Esses índices significam que a renda e a qualidade de vida das famílias rurais e pesqueiras estão melhorando ano a ano. A produção de alimentos está mais limpa e sustentável, graças ao esforço da Epagri e dos produtores dentro do Programa AgroConsciente, do Governo do Estado. Na outra ponta, o consumidor tem acesso a alimentos de qualidade e produzidos de forma responsável”, resume Edilene Steinwandter, presidente da Epagri.

Benefícios para toda a sociedade


As tecnologias e ações da Epagri se convertem em melhorias na forma como se produz alimentos em Santa Catarina. “É com essa questão que a Epagri trabalha diariamente junto às famílias rurais e pesqueiras. É o ‘como’ que vai fazer diferença na saúde, na segurança alimentar, no meio ambiente, na qualidade de vida e na geração de riquezas de toda a sociedade”, diz Edilene.

A Epagri publica o Balanço Social anualmente, desde 2009, para prestar contas à sociedade do dinheiro investido pelo Governo do Estado de Santa Catarina. Esta edição também revela que em 2019 a Empresa atendeu 121 mil famílias, 3,5 mil entidades e 19,6 mil jovens rurais. Ao longo do ano, foram executados 355 projetos de pesquisa e 20 tecnologias foram lançadas.

O documento também traz reportagens com casos de sucesso pelo Estado em diferentes áreas de atuação da Empresa, como pecuária, produção de grãos, fruticultura, olericultura, aquicultura e pesca, gestão de negócios, políticas públicas e ações nas áreas social e ambiental. “Essas histórias que são exemplos da transformação que nosso trabalho é capaz de operar no Estado”, comenta Edilene.

Para baixar o Balanço Social 2019 da Epagri, clique aqui 

 
Epagri em números

 R$6,24

Retorno que a sociedade recebeu para cada real investido na Epagri

R$2,18 bilhões

Participação da Epagri no retorno que suas tecnologias e ações da geraram para a sociedade

R$5,13 bilhões

Retorno global das tecnologias e ações da Epagri, considerando a contribuição de parceiros e outras instituições

Colheita do ano

– 114 tecnologias produzidas e difundidas pela Empresa avaliadas nos cálculos
– 355 projetos de pesquisa executados
– 20 tecnologias lançadas
– 26,5 mil famílias capacitadas
– 121 mil famílias atendidas
– 3,5 mil entidades atendidas
– 19,6 mil jovens assistidos

Prestação de serviços

– 55,5 mil análises de solo
– 79,2 mil atendimentos em escritório
– 3,8 milhões de acessos à página de previsão do tempo
– 73% das Declarações de Aptidão ao Pronaf (DAPs) emitidas no Estado

Acesso ao crédito

– 5,2 mil propostas elaboradas
– 4,4 mil beneficiários
– 283 municípios contemplados
– R$203 milhões em recursos viabilizados pelos projetos

Informação técnica e científica

– 801 publicações técnico-científicas
– 12,9 milhões de visualizações no canal da Epagri no Youtube
– 175 vídeos técnicos
– 260 programas de rádio veiculados em 125 emissoras

Capital Humano

– 173 pesquisadores
– 635 extensionistas
– 925 profissionais de suporte a pesquisa e extensão
– 51 jovens aprendizes

Mais informações: Edilene Steinwandter, presidente da Epagri (solicitar entrevista com a assessoria de imprensa)

Dólar fecha em alta com temores sobre aumento de casos de Covid nos EUA

Em mais uma sessão de altíssima volatilidade, o dólar fechou em alta, nesta quinta-feira, 2, com os investidores repercutindo o aumento do número de casos de coronavírus nos Estados Unidos, o que é visto como uma ameaça à recuperação da maior economia do mundo. Com isso, o dólar comercial subiu 0,6% e encerrou sendo vendido por 5,350 reais, enquanto o dólar turismo, com menor liquidez, caiu 1,4%, cotado a 5,65 reais.

Pela manhã, no entanto, o clima de euforia no mercado predominou, após a divulgação do relatório oficial sobre o mercado de trabalho americano, o payroll, que apontou para o crescimento de 4,8 milhões de empregos não agrícolas, em, junho, ante a expectativa de um saldo positivo de 3 milhões de vagas. Também foi revisado para cima o payroll de maio, de criação de 2,509 milhões para 2,699 milhões de empregos. Com isso, a taxa de desemprego americana caiu de 13,3% para 11,1%.

Logo após sua divulgação, os dados ajudaram a impulsionar os mercados do mundo inteiro. Nos Estados Unidos, os índices americanos que já estavam em alta, ainda repercutindo o otimismo com a vacina do coronavírus que vem sendo desenvolvida pela Pfizer, subiram ainda mais, enquanto o dólar aprofundou suas perdas contra pares desenvolvidos e moedas emergentes.

“Os números vieram bem acima do esperado. Isso gerou uma expectativa de melhora generalizada. Os cenários mais fatalistas estão começando a perder força”, afirmou Jason Vieira, economista-chefe da Infinity Asset

Apesar do otimismo com os dados americanos, os temores com o aumento do número de infectados  por Covid-19 passou a ganhar força no início da tarde, após o estado da Flórida apresentar recorde de novos casos. Em apenas 24h, foram registrados 10.109 novos infectados na Flórida, que vem atravessando a pior fase da doença, assim como alguns estados do oeste americano. O aumento do número de casos tem retardado processos de reabertura em locais do Texas, Califórnia e na própria Flórida.

“Se não tivessem dados positivos, o mercado teria reagido de forma muito pior. Eles amenizaram a preocupação com a recuperação econômica, mas não tiraram. Até porque o que derrubou a economia foi o coronavírus e a gente está voltando a ver aumento de casos até maiores do que antes”, afirmou Jefferson Laatus, estrategista-chefe do Grupo Laatus.

Segundo Laatus, a queda do dólar de mais de 2% registrada no pregão anterior contribuiu para a realização de lucros no mercado de câmbio local, tendo em vista que sexta-feira, 3, será feriado nos Estados Unidos, o que deve reduzir o volume de dólares negociados no mundo.

No radar do mercado também estão os protestos em Hong Kong, desencadeados após a China aprovar a lei de segurança nacional sobre o território autônomo. Os investidores temem que os Estados Unidos, contrários à medida, façam duras retaliações comerciais. Na véspera, a Câmara americana aprovou um projeto de lei que penaliza bancos que façam negócios com autoridades chinesas que apoiaram a lei de segurança nacional.

EXAME

Governo estuda formas de contratação com menos custo para empresas

O secretário especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues, disse que o governo está trabalhando em um novo marco do trabalho, com redução de custos para contratação.

Nas últimas semanas, o ministro da Economia, Paulo Gu

Ele afirmou que o governo vem trabalhando em uma reforma tributária com “redução de complexidade” e citou como parte da agenda marcos legais para o setor de petróleo e gás, ferrovia, cabotagem e energia, além da lei de falências e autonomia do Banco Central.

De acordo com o secretário, o governo ainda está discutindo a prorrogação no benefício emergencial, programa que permite suspensão e redução de contratos de trabalho, e que o impacto no déficit primário será divulgado quando os detalhes forem fechados.

Nesta quinta-feira, o ministério divulgou novas projeções que estimam déficit primário do setor público neste ano de 826,6 bilhões de reais, o equivalente a 12% do PIB. As projeções já consideram a prorrogação do auxílio emergencial de 600 reais por mais dois meses, como anunciado nesta semana.

EXAME

edes, tem dito que quer retomar o projeto da “Carteira Verde e Amarela”, regime com menor incidência de encargos trabalhistas. “Medidas para o emprego ainda estão sendo desenhadas e serão comunicadas brevemente”, afirmou.

Em coletiva virtual nesta quinta-feira, o secretário disse que o governo retomará a agenda de reformas assim que a pandemia sair da “parte mais aguda.”

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