quarta, 28 de julho de 2021
21/07/2021

Família precursora do EAD no Brasil quer revolucionar o mercado imobiliário


A holding T2 Participações, acionista em diversos negócios e administrada pelos sucessores nos negócios da Família Tafner, precursora do ensino à distância no país, acaba de se unir à Sort Investimentos, empresa que atua no mercado imobiliário, para o lançamento da startup Fast Sale. Criada em Balneário Camboriú, SC, a plataforma digital, que deve atingir todo o país e América Latina, já conta com mais de 600 corretores cadastrados e é dona de um amplo marketplace com cerca de R$ 150 milhões em imóveis já captados em sua fase inicial. Mesmo antes do lançamento, durante os testes e em meio à pandemia, a plataforma já contribuiu para a venda de uma mansão em menos de 23h após o cadastro no sistema.

A tecnologia teve investimento inicial de R$ 4 milhões e será lançada no próximo semestre, inicialmente com opções de imóveis na cidade catarinense de Balneário Camboriú e municípios do Vale do Itajaí com altos índices de valorização imobiliária e, portanto, também indicados como investimentos rentáveis. Até o final do ano, a intenção é cadastrar 5 mil corretores e integrar imóveis de outros estados brasileiros, especialmente as capitais paulista e carioca. Nos próximos anos, a intenção é também abranger outros países da América Latina. 

De acordo com o idealizador e sócio da startup, Renato Monteiro, a Fast Sale já entra no mercado com a expertise da Família Tafner, precursora no ensino à distância no Brasil, para inovar o setor imobiliário, já que muitas vendas ainda são realizadas de forma analógica no Brasil.

“Em 2006 minha família viu a necessidade de inovações na educação para oportunizar o acesso ao ensino superior em cidades do interior e alcançar um número maior de pessoas. Na época, sentimos que esse setor estava atrasado em comparação com outros mercados e criamos um projeto de expansão que se concretizou, tornando-se precursora do ensino à distância no Brasil”, relembra Matheus Leonardo Tafner, sócio diretor da T2 Participações e da Fast Sale.

“Hoje, vemos que o mercado imobiliário passa pela mesma fase de necessidade de inovação e vimos a oportunidade do desenvolvimento que ainda não acompanha os avanços tecnológicos que tivemos nos últimos anos em vários setores”, avalia Tafner.

Em fase de finalização, a Fast Sale já concentra uma equipe de mais de 20 pessoas, ocupa um escritório de quase 300 m² com estúdio próprio, living place e estúdio para treinamentos de vendas e gravação de poadcasts.  Em termos de faturamento, a projeção é de valer mais de R$ R$ 100 milhões em menos de dois anos

Saiba como vai funcionar a plataforma Fast Sale

A Fast Sale deverá digitalizar, profissionalizar e agilizar a comercialização de imóveis, conectando donos a centenas de corretores imobiliários de diversas partes do país, diferentemente de uma venda tradicional que, geralmente, é direcionada a uma ou poucas imobiliárias. Dessa forma, a Fast Sale é um acelerador de vendas inédito no Brasil que promete efetivar a comercialização em até 60 dias. Além disso, ao cadastrar o imóvel, o proprietário tem acesso a uma série de recursos que, normalmente, levariam tempo e investimento para a execução. É o caso da avaliação do imóvel que é feita pela equipe de profissionais da Fast Sale por meio de inteligência artificial que certifica o preço de mercado. A plataforma também cria uma vitrine digital do imóvel com tour virtual 360° e foto aérea 360° para conhecer a vizinhança sem precisar sair de casa, sem falar da disponibilização do produto para milhares de corretores cadastrados e certificados.

Por outro lado, os corretores de imóveis que aderirem à plataforma terão acesso a um banco de imóveis amplo e profissional aumentando as possibilidades de negócios.

“A Fast Sale promete revolucionar o modo como os imóveis são vendidos no Brasil. A plataforma é gratuita para os corretores e traz inúmeros benefícios para os profissionais que, inclusive, vão perder menos tempo captando imóveis, já que eles passam a ter uma carteira de imóveis à disposição com imagens em alta qualidade e que vão resultar em um maior número de vendas”, explica Monteiro.

Mais informações: https://fastsaleimoveis.com.br/



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Afrouxados os cintos

Esse aumento na arrecadação fez com que a administração optasse por suspender o decreto de emergência financeira, válido desde junho do ano passado e que determinava a redução dos gastos públicos em Itajaí. No entanto, duas ações, fundamentais para o enxugamento da máquina pública, não foram cumpridas: a reforma administrativa e a revisão no número de comissionados.

Em contrapartida, segundo analistas da comunidade “Itajaí em Números”, 2017 foi o pior ano da história de Itajaí com relação a investimentos. O estudo foi feito com base nos dados do Portal da Transparência da Prefeitura de Itajaí.

No total do ano, as despesas foram de R$ 1.015.259.281,45 (um bilhão, quinze milhões, duzentos e cinquenta e nove mil, duzentos e oitenta e um reais e quarenta e cinco centavos). Deste total, foram destinados a investimentos na cidade apenas R$ 27.281.328,82 (vinte e sete milhões, duzentos e oitenta e um mil, trezentos e vinte e oito reais e oitenta e dois centavos), o que equivale a apenas 2,69% de tudo o que a Prefeitura pagou no ano passado.

É o menor nível de investimentos da história, mesmo com o aumento de receita. Em compensação, os gastos com pessoal e encargos sociais explodiram e já chegam a 55% de tudo o que o município gasta.

 

 

 

Cresce a arrecadação de Itajaí

A administração municipal comemora o aumento de 13% na arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) em 2017. Os índices foram divulgados pela Secretaria da Fazenda de Itajaí na última semana e representam um avanço significativo depois de dois anos de baixa arrecadação. Em 2015, quando o porto perdeu metade da movimentação a partir do segundo semestre, o imposto fechou com redução de 0,8%. Já em 2016, com a economia em baixa, o crescimento de apenas 2,5%.

O retorno da Linha Ásia – que havia migrado para Navegantes – para o Porto de Itajaí, o avanço nas exportações que passaram pela cadeia logística local e uma maior disposição para os gastos no comércio alavancaram esse aumento na arrecadação do ICMS, corresponde a 35% da arrecadação municipal.

A arrecadação total do município também cresceu dois dígitos: 16%. Isso pode ser creditado também à arrecadação do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), cuja inadimplência passou de 50%, em 2016, para 28% em 2017.

O contribuinte que tinha dívidas com o município também buscou regularizar sua situação. O Refis, que termina em fevereiro, já arrecadou R$ 28 milhões. A meta, que era de R$ 20 milhões, foi alcançada no início de dezembro.

 

Secretaria da Infraestrutura se manifesta sobre o aditivo para a continuidade das obras dos novos acessos aquaviários do Complexo Portuário do Itajaí

Em nota, a Secretaria de Estado da Infraestrutura se manifesta sobre a possível paralisação da sobras dos acessos aquaviários do Complexo Portuário do Itajaí:

“Em relação às obras dos novos acessos aquaviários (nova bacia de evolução e adequações nos canais interno e externo) do Complexo Portuário do Itajaí, a Secretaria de Estado da Infraestrutura informa que o termo aditivo proposto, no valor de R$ 25 milhões para a conclusão do projeto, continua em análise pelo Governo do Estado. Não existe decisão tomada pela paralisação das obras em razão da não assinatura do aditivo até o final deste mês. O assunto está sendo tratado pelo governo com a máxima atenção, de modo que seja encaminhada em breve uma solução para o caso.”

Com a palavra o fiscal da obra, engenheiro Ivan Amaral, do quadro da Secretaria de Estado da Infraestrutura.

Obras da bacia de evolução podem parar

Passada a parada de final e ano e agora com as atividades em dia, o Blog da Redação volta com força total. E abrimos o ano de 2018 com uma notícia nada boa para a atividade portuária de Itajaí e região e o tema é recorrente: os novos acessos do Complexo Portuário do Itajaí.

Como este blog já publicou em primeira mão no ano passado, a continuidade das obras dos novos acessos aquaviários (nova bacia de evolução e adequações nos canais interno e externo) do Complexo Portuário do Itajaí está vinculada a assinatura de um termo aditivo no valor de R$ 25 milhões pelo Governo do Estado. Os recursos já estão autorizados pelo Banco de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) desde o segundo semestre de 2018. No entanto, a aplicação destes recursos na obra dependem da vontade política do governador Raimundo Colombo.

O engenheiro Ivan Amaral, do quadro da Secretaria de Estado da Infraestrutura e fiscal da execução da obra, é enfático ao afirmar que, ou o governo do Estado assina o aditivo ainda neste mês, ou a obra paralisa, ou seja, Raimundo Colombo tem dez dias para resolver um problema que se arrasta há meses.

O valor a ser aditivado é pertinente às condicionantes ambientais exigidas pela Fundação do Meio Ambiente (Fatma), que engloba os molhes dos pescadores e da Marina de Itajaí. Isso porque o governo federal não liberou os recursos para a segunda fase da obra, que seria realizada simultaneamente à primeira e alargaria o canal para 200 metros e prolongaria a extensão do molhe.

A assessoria de Colombo foi acionada, mas ainda não se manifestou com relação ao assunto.

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