segunda, 27 de maio de 2019
06/01/2016 00:00

Empresas dão início aos serviços de importação de pescado no Brasil para a Páscoa

Pescado nacional pesa no bolso de consumidores e comerciantes, sendo substituído pelas espécies da Ásia e Europa

A Páscoa já movimenta o mercado de importação de pescados no Brasil. Mesmo no início do ano, a empresas trabalham com números crescentes para a Quaresma, período de 40 dias que antecede a Páscoa. A ideia é atender a demanda dentro do prazo e os empresários deram início aos serviços de compra, transporte e desembaraço de cargas congeladas.

Os pescados vêm de diferentes partes do mundo, como Chile, China, Europa, entre outros. De acordo com o pricing and procurement manager da DC, Jailson Souza, os pedidos para a Páscoa são negociados entre novembro e dezembro, embarcados no final ou início do próximo ano.

É necessário se apressar para suprir as demandas do mercado. O transporte de peixes vindos da Ásia leva cerca de 30 a 40 dias, já os pescados da Europa podem chegar em até 20 dias. As cargas são transportadas em contêiner reefer, com temperatura controlada e possibilidade de embarque do peixe em natura ou processado.

A importação supera o produto nacional, sendo que o Brasil possui 13,7% da água doce do mundo, além de uma área costeira com 8,5 mil quilômetros. O mar de oportunidades na produção pesqueira não é significativo na produção nacional, tendo em vista que 60% dos peixes consumidos pelos brasileiros são importados da Ásia e Europa.

O pescado nacional acaba se tornando caro para a compra e venda ao consumidor final, que opta pelo produto mais barato. As explicações são diversas, entre elas a dificuldade e os altos custos do processamento e transporte do produto no país. 




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