sexta, 19 de julho de 2019
14/05/2018 16:46

SPI de Itajaí é autorizado a vender área fora do Porto Organizado

Os recursos, de R$ 21 milhões, serão aplicados no aumento da área primária

O Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil autorizou a Superintendência do Porto de Itajaí a alienar uma área de propriedade da União fora do Porto Organizado, de 26 mil metros quadrados e avaliada em R$ 21 milhões. A autorização foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) de 08 de maio, após a edição da Resolução 5923, da Agência Nacional dos Transportes Aquaviários (Antaq). No terreno, foi edificado pelo executivo de Itajaí o Centro Integrado de Saúde (CIS), há cerca de dois anos. Agora a área precisa ser transferida para o Município, que deverá adquirir o terreno em parcelas fixas. Os recursos da venda serão aplicados pela Autoridade Portuária em desapropriações de áreas contiguas ao porto, para ampliação da área primária.

Hoje a capacidade estática da retroárea do porto de Itajaí é de 100 mil metros quadrados, insuficiente para atender os navios de maior porte que já trafegam pela costa brasileira, com capacidade de 12 mil a 15 mil TEUs (Tweny-foot Equivalent Unit – unidade internacional equivalente a um contêiner de 20 pés) por navio.

“Precisaremos de retroárea para receber a carga, prontifica-la, opera-la no navio que estiver realizando sua operação, além de atender aos outros navios que estiverem programados”, explica o superintendente do Porto de Itajaí, engenheiro Marcelo Werner Salles. “Há uma necessidade eminente de ampliação da área de 100 para 300 mil metros quadrados.”

Salles explica que a ampliação ocorrerá de acordo com o que prevê o Plano de Desenvolvimento e Zoneamento (PDZ) do porto, que traz todo um planejamento para a ampliação da área primária, dentro do que prevê o Plano Nacional de Logística Portuária (PNLP) e o Plano Mestre. “Há também o planejamento e zoneamento do município, com áreas destinadas à ampliação da área primária, inclusive, toda a parte de procedimentos administrativos, com o decreto de desapropriações das áreas, já estão montados dentro desse planejamento.”




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