sábado, 17 de novembro de 2018
12/07/2018 17:33

Trade Turístico de SC se une para exigir o cumprimento do calendário de ações de promoção e divulgação do destino

A elaboração deste documento foi realizada em Foz do Iguaçu, após a demora do Estado em confirmar sua presença no Festival de Turismo das Cataratas

Nesta quarta-feira, 11, vários representantes do trade turístico de Santa Catarina estiveram em reunião com o Secretário de Turismo de SC, Tufi Michreff Neto, para a entrega da Carta de Foz, um documento que recolheu assinaturas de representantes de diversos segmentos do trade do Estado. A carta reitera a importância de cumprir o planejamento anual das ações de promoção e divulgação turística no mercado nacional e internacional realizadas pela SANTUR, com garantia de liberação de orçamento para cumprimento das ações planejadas e validadas pelo Conselho Estadual de Turismo.

A elaboração deste documento foi realizada em Foz do Iguaçu, após a demora do Estado em confirmar sua presença no Festival de Turismo das Cataratas. Rosi Dedekind, Conselheira Estadual de Turismo, explica que esta demora gerou insegurança e insatisfação do trade. “A divulgação institucional é muito importante e os empresários e entidades que participam dos eventos precisam se organizar com passagens, hospedagens e até a sua própria agenda, então não podemos estar há poucos dias de um evento com a indefinição se participaremos ou não”, explica.

A carta, entregue na reunião, também foi endereçada ao governador. O que o trade solicita no momento é uma reunião com Eduardo Pinho Moreira, para que essas demandas possam ser discutidas e alinhadas. Segundo Margot Rosenbrock Libório, Vice-Presidente do Balneário Camboriú Convention & Visitors Bureau, o secretário foi receptivo ao apelo e se comprometeu com os eventos prioritários e já validados do segundo semestre. “Ressaltamos que para darmos passos maiores em relação à divulgação turística do Estado, precisamos ter a garantia da agenda mínima. Agora esperamos poder conversar com o Governador sobre o assunto. Não nos parece correto que o setor responsável por 13% do PIB do Estado tenha que conviver com situações de indefinição deste tipo”, finaliza.




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