terça, 22 de outubro de 2019
31/05/2019 13:03

Com PIB fraco, Brasil fica na 38ª posição em ranking de 43 países

Das sete nações que apresentaram recuo, o Brasil fica na 2ª posição, seguido de outros cinco países: México, Letônia, Coreia do Sul, Indonésia e Nigéria

Com um recuo de 0,2% em relação ao quarto trimestre de 2018, o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) para o primeiro trimestre deste ano frente ao trimestre imediatamente anterior fez o Brasil ocupar a 38ª posição em um ranking com 43 países, segundo levantamento feito pela agência de classificação de risco Austin Rating.  Dos países da América Latina, o Brasil teve um resultado pior do que Colômbia e Chile, que ocupam o 35º e 36º posição, respectivamente. Dos 43 países analisados pela agência, 36 tiveram resultados positivos. 

Das sete nações que apresentaram recuo, o Brasil fica na 2ª posição, seguido de outros cinco países: México, Letônia, Coreia do Sul, Indonésia e Nigéria. Na primeira posição dos países com resultados negativos, está a Noruega, com -0,1%. 

— O Brasil está num momento bastante crítico, com baixo nível de confiança. Isso reduz o potencial do crescimento e pode ser visto na queda nos investimentos. As economias centrais que cresceram no último ano estão desacelerando e alguns emergentes que são parceiros econômicos do Brasil vão desacelerar também, como o México e Argentina, já estando esse último em recessão. Temos uma perspectiva internacional de PIB negativa, o que reforça a situação medíocre de crescimento do país — explica o economista-chefe da Austin Rating, Alex Agostini.

De acordo com o ranking, a China está na 4ª posição, com crescimento de 1,4%, enquanto o Estados Unidos ocupa o 16º lugar com o resultado de 0,8%. O levantamento não inclui a Rússia, Índia, Peru e Armênia, já que só é possível calcular o PIB desses quatro países de forma anualizada. 

Comparando o resultado do primeiro trimestre deste ano frente ao mesmo trimestre de 2018, o Brasil aparece com 0,5% como penúltimo no ranking, na 42ª posição, somente à frente da Itália, cujo resultado foi de 0,1%.




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