As dores de cabeça da oposição
27/09/2007
Qualquer que seja o governo, todos, em qualquer parte do mundo, têm suas insatisfações, unanimidade na alegria ou no descontentamento, não existe. Entretanto, a oposição ao Governo do Lula, sofre demais. Primeiro, porque é primária e pouco inteligente, e depois, sofre de um complexo de inveja doentio muito grande.
Embora não se possa, nem devemos nos iludir que seja Lula, um governo popular, dentro das linhas do programa de seu próprio partido, a verdade é que a oposição não consegue se conformar, que não são eles, que se reunem com o Presidente dos EE.UU. não são eles a freqüentar importantes encontros em nível mundial.
Sofrem, também os opositores, porque, como país capitalista, tudo está dando certo, como nunca antes havia ocorrido. Nem durante o Governo liberal de FHC, tantas conquistas foram alcançadas. E ainda consegue distribuir mensalmente mais de 8.5 milhões de bolsa família.
A quitação da dívida do Brasil para o FMI e para com as Nações Unidas era uma velha aspiração do Brasil, especialmente depois que nosso país se arvorou como candidato a uma das vagas permanentes do Conselho de Segurança. Isto tudo é demais para a oposição, funciona quase como uma dose letal.
E temos ainda, os resultados excepcionais da balança comercial que quebra recorde após recorde no governo Lula da Silva e que levou o país a reservas cambiais da ordem de US$67 bilhões, mesmo depois da quitação com o FMI.
Essa mesma oposição, que tem como grandes aliados, os renegados Senadores Arthur Virgílio, a destemperada da Heloisa Helena, o “galinho garnisé”, Deputado Federal Magalhães Neto, todos, extremamente úteis à tropa de choque da oposição, esquecendo que a dívida pública brasileira quintuplicou ao longo dos dois mandatos de FHC.
E diziam que o dinheiro arrecadado com as privatizações, que foram realizadas a revelia do povo, e cheias de vícios, seria para pagar a dívida pública, o que em verdade não ocorreu.
No atual governo a divida vem caindo na relação dívida/PIB, e já caiu até agora 4,5%. E isto incomoda a oposição e seus parceiros do PSOL & Cia., que deveriam nos informar como conseguiram "evaporar" o dinheiro das privatizações de empresas públicas, ou seja, a alienação do patrimônio público, que não contribuiu para a diminuição da dívida pública, enquanto agora, sem privatizações, com a preservação do que resta do patrimônio público, o governo federal consegue quitar dívidas e reduzir a dívida pública.
E isso tudo, traz fortes dores de cabeça nos inimigos do Governo Federal, pois, querem, a qualquer custo, voltar ao poder.
(*) Advogado/economista – carlos@priess.com.br
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