
Segunda, 06 de Setembro de 2010 Palestrantes nacionais estarão no Encontro Catarinense da Indústria
FIESC
O Encontro Catarinense da Indústria, que será realizado de 15 a 17 de setembro, em Florianópolis, terá uma série de palestras com grandes nomes do cenário nacional. O painel de abertura, no dia 15, abordará o tema a "arte da negociação intercultural", com um dos melhores headhunters do mundo - Robert Wong.
A programação também prevê palestras sobre "qualidade de vida no mundo contemporâneo" (Nuno Cobra, preparador físico e mental de personalidades); "desafios e oportunidades nas estratégias de comunicação das empresas e na gestão de marcas", (Fernando Martins, do Banco Santander); "grandes tendências e perspectivas da tecnologia para 2015" (Ethevaldo Siqueira, colunista da CBN) e "mais tempo, mais produtividade" (Christian Barbosa, da Triad OS).
Além das palestras principais serão realizados 20 workshops sobre temas como crescimento econômico, energias alternativas, mercado de capitais, gestão de talentos e o desafio das empresas familiares.
O encontro é voltado a industriais, empresários, executivos, fornecedores e prestadores de serviços à indústria. A participação nos painéis é gratuita, mas as vagas são limitadas. As inscrições devem ser feitas antecipadamente pela inernet, no endereço www.fiescnet.com.br/60anos, onde está a programação completa do evento.
Segunda, 06 de Setembro de 2010 Finep recebe propostas para financiamento de projetos de tecnologias de exploração do pré-sal
Carolina Pimentel, da Agência Brasil
A Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), do Ministério da Ciência e Tecnologia, recebe até a próxima quarta-feira (8) as propostas de instituições públicas e privadas sobre novas tecnologias para exploração do petróleo da camada pré-sal.
A agência vai oferecer R$ 130 milhões por meio de dois editais. O prazo vale para os interessados em se candidatar na chamada pública, no valor de R$ 30 milhões, que prevê apoio à criação e adequação de laboratórios de ciência e tecnologia para atender à demanda dos fornecedores de petróleo e gás, como desenvolvimento de produtos de segurança, válvulas e tubulações. Os recursos, não reembolsáveis, são provenientes do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT).
Podem se candidatar os órgãos e as entidades públicas, instituições públicas e particulares de pesquisa científica e tecnológica, sem fins lucrativos. A seleção para os projetos do segundo edital, de R$ 100 milhões, foi dividida em etapas. O objetivo dessa chamada pública é o desenvolvimento de soluções tecnológicas para os desafios que surgirem com a descoberta do pré-sal, a serem desenvolvidos entre empresas e institutos de ciência e tecnologia.
No dia 16 deste mês, será divulgada a lista das entidades aptas, que enviaram carta de interesse em agosto. A partir do dia 5 de outubro, as selecionadas poderão acessar o formulário – disponível na página da Finep (www.finep.gov.br) – para apresentação completa do projeto.
De acordo com a Finep, o objetivo é desenvolver produtos e processos para atender a seis áreas de petróleo e gás: válvulas, conexões e flanges (elemento que une dois componentes de um sistema de tubulação), umbilicais submarinos (cabo de conexão entre o submarino e o navio), caldeiras, construção naval, instrumentação e automação.
Segunda, 06 de Setembro de 2010 BNDES planeja volta ao mercado
Vera Saavedra Durão, Valor Econômico
O BNDES se prepara para voltar ao mercado e se capitalizar em 2011, já que, ao que tudo indica, não contará com novos aportes do Tesouro. O banco planeja o lançamento de debêntures simples entre R$ 1 bilhão a R$ 3 bilhões no mercado doméstico, provavelmente até novembro, e inicia nesta semana um "road show" para investidores europeus, visando a colocação de papéis no exterior. Procurado, o BNDES não quis comentar o assunto.
A operação poderá ser bem recebida em um mercado agora bastante aquecido. Os papéis, na expectativa do mercado, seguiriam os moldes da emissão anterior - parte dos títulos com correção a taxa prefixada e parte corrigida pelo IPCA, com vencimento em cinco anos. A incógnita é se os títulos serão destinados apenas a investidores institucionais e/ou financeiros ou se parte deles será colocada no varejo, para pessoas físicas.
Segunda, 06 de Setembro de 2010 País celebra retomada das exportações
Webtranspo
Dados divulgados nesta semana pelo Mdic (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior) apontam que a alta do preço internacional de bens primários e o aumento do consumo e dos investimentos no País foram fatores determinantes para que as exportações e as importações voltassem aos níveis registrados antes da crise financeira mundial, em 2008.
Segundo os números apresentados, no mês passado, o Brasil exportou US$ 19,236 bilhões e importou US$ 16,796 bilhões, resultando em um saldo comercial de US$ 2,440 bilhões. No período, as importações, cresceram 48,6% em relação ao mesmo mês de 2009, enquanto as exportações aumentaram 32,7%.
Para o secretário de Comércio Exterior da pasta, Welber Barral, o crescimento das vendas externas pode ser explicado pelo aquecimento da economia, principalmente dos países em desenvolvimento. O principal fator que beneficia as exportações, no entanto, é a alta de preço das commodities (bens primários com cotação no exterior) no mercado internacional.
Conforme anunciado, o produto que mais puxou o saldo comercial para cima, em agosto, foi o minério de ferro, cujo valor exportado aumentou 228%. A quantidade vendida aumentou 28,1% no período, mas os preços subiram com maior intensidade: 168,2%.
O fenômeno também ocorreu com a celulose, cujo preço subiu 47,3% e a quantidade manteve-se inalterada no último mês.
Quanto às importações, as compras de bens de capital (máquinas e equipamentos usados na produção) saltaram 71,9% em agosto, na comparação com o mesmo período do ano passado.
Segundo Barral, esse desempenho se deve principalmente à aquisição de maquinário por siderúrgicas que estão se instalando no País. Nos oito primeiros meses de 2010, as importações de bens de capital cresceram 36,4%, em ritmo menor que as compras de bens de consumo, que aumentaram 50,7%.
Segunda, 06 de Setembro de 2010 Área de fundeio de Paranaguá é ampliada
Webtranspo
A Appa (Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina) conseguiu, junto à Capitania dos Portos do Paraná, autorização para ampliar a área de fundeio do terminal portuário de Paranaguá, reservada para os navios ancorados que aguardam para atracar e realizar o embarque ou desembarque de produtos.
Conforme anunciado, a portaria número 31/2010, do dia 30 de agosto, aumenta em 35% o espaço, que passa de 17 para 23 quilômetros quadrados. Com isso, a capacidade da área de fundeio, que era de 21 embarcações ancoradas, agora é de 28 navios.
Para o Mario Lobo Filho, superintendente da companhia, a nova norma deve ampliar a segurança das operações marítimas. “Com área de fundeio maior, os navios não precisam aguardar fora da baía de Paranaguá. Isso significa que as embarcações não vão depender de funções climáticas, que podem fechar o canal de acesso ao porto”, justifica.
Além disso, a atracação e desatracação dos navios deverão ser agilizadas. “A troca dos navios que terminaram de operar e aqueles que aguardam sua vez na fila será mais rápida. Isso vai garantir que nossos usuários ganhem tempo”, explica Admilson Lima, engenheiro do núcleo de assuntos marítimos da Appa.
Segunda, 06 de Setembro de 2010 Sinfra é multada em R$ 1 mi por persistir em rodovia
Intelog
O Ibama multou a Secretaria de Estado de Infraestrutura (Sinfra) em R$ 1 milhão por descumprir o embargo determinado no ano passado para obras de aterro e pavimentação na rodovia MT-040, em Santo Antônio de Leverger (34 Km de Cuiabá), realizadas sem os devidos estudo e relatório de impacto ambiental (EIA/Rima).
As obras orçadas em R$ 24 milhões ligam os distritos de Mimoso e Porto de Fora, região pantaneira, e a falta de licenciamento pode pôr em risco locais como a baía de Chacororé, que já vive uma seca sem precedentes.
A rodovia, segundo o Ibama, corta uma porção da baía em cerca de 10 Km. Por isso, é considerada inadmissível a realização de obras num local tão sensível sem os devidos estudos ambientais.
Em novembro de 2009, a falta de licenciamento ambiental exigida levou o Ibama a embargar as obras, segundo o superintendente do órgão em Mato Grosso, Ramiro Hofmeister Martins. Foi aplicada, na época, uma multa de R$ 2 milhões - ou seja, a Sinfra já acumula R$ 3 milhões em multas por conta da obra irregular. Desde então, portanto, as máquinas estavam paradas. Entretanto, no último dia 30 fiscais do Ibama estiveram no local e constataram o descumprimento do embargo.
Além de nova multa, o Ibama divulgou que foram apreendidos 38 veículos da empresa contratada Dynamo Construtora. Não havia nenhum responsável da Sinfra no momento. As obras, segundo o Ibama, não podem prosseguir enquanto não for providenciado o devido licenciamento ambiental.
Por meio da assessoria de imprensa, a Sinfra informou que desconhecia o embargo das obras na MT-040 porque não foi notificada e que só não realizou EIA/Rima porque não foi solicitado. O órgão enviou um ofício ao Ibama solicitando documentos referentes ao embargo. As alegações foram rebatidas por Hofmeister.
“A Sinfra sabia o que estava fazendo”, enfatiza, mencionando que o órgão estava tão ciente do embargo ambiental – constante nos autos - que paralisou as obras em novembro. Ele estranha o fato de as obras voltarem em pleno período eleitoral.
Hofmeister também questiona a atitude do Estado em começar obras sem licenciamento ambiental numa região como aquela – no caso, as obras da estrada podem acarretar em danos à baía de Chacororé se o aterro e a elevação delas interferirem no fluxo das águas, como observa o professor Rubem Mauro Palma de Moura, da Engenharia Sanitária da UFMT, que denunciou há duas semanas o atual ressecamento anormal e provocado pela ação humana da baía de Chacororé. Já a Sinfra lembra que todas as obras foram paralisadas no final do ano passado devido às chuvas.
Chacororé - A Justiça acatou na quarta-feira a ação civil pública com pedido de liminar proposta pelo Ministério Público Estadual contra a prefeitura de Barão de Melgaço e a Secretaria de Estado de Meio Ambiente visando à recuperação da baía de Chacororé.
O local vive a pior seca em 40 anos devido à degradação das barragens que seguram o nível d’água e à obstrução dos corixos que abastecem a baía. O pedido de liminar, para que o poder público realize os reparos urgentemente, ainda não foi julgado. Entretanto, a Sema, diante da repercussão do desastre ambiental, anunciou que já está trabalhando no local.
Segunda, 06 de Setembro de 2010 Petroleiros fazem greve de advertência por melhores salários e condições de trabalho
Intelog
Os petroleiros de todo o Brasil iniciaram hoje (3) uma greve de advertência, para pressionar a Petrobras a atender às reivindicações dos sindicatos, entre elas, melhores salários para a categoria. Participam do protesto os 17 sindicatos de petroleiros do país.
No Rio de Janeiro, os trabalhadores estão reunidos, desde a manhã, no Terminal Aquaviário da Baía de Guanabara, responsável pelo abastecimento de petróleo e gás natural no estado.
Segundo o secretário-geral do Sindicato dos Petroleiros do Rio de Janeiro, Emanuel Cancella, se não houver um acordo entre as partes, está programada uma greve geral a partir do dia 14 de setembro.
“A categoria já está discutindo uma greve por tempo indeterminado a partir do dia 14. Eu acredito que a Petrobras vai nos chamar para negociar e espero que a empresa apresente uma proposta que atenda ao conjunto da categoria. Caso contrário, poderemos entrar em greve”, afirmou o sindicalista.
Segundo Cancella, as reivindicações não são apenas econômicas. “Além de melhores salários, reivindicamos mais segurança no trabalho, tanto de ordem econômica, quanto de ordem social. Isso gerou um entrave com a Petrobras, que só aceita negociar questões econômicas. Nós queremos ir além da questão econômica”, disse.
Em nota, a Petrobras informou que o movimento dos petroleiros não está afetando a produção e as operações da empresa e reforçou que se mantém aberta ao diálogo. A estatal disse também que já apresentou uma proposta de acordo coletivo aos funcionários.
Segunda, 06 de Setembro de 2010 DP World é terceira maior operadora portuária
Intelog
A DP World, operadora portuária dos Emirados Árabes Unidos, subiu uma posição na lista das maiores operadoras portuárias do mundo do ano passado para este ano, segundo informa o jornal The National, de Abu Dhabi. A empresa, atualmente na terceira posição, abriu novos portos e terminais em 2009 e também teve perdas menores do que outras operadoras em seus terminais já em operação.
A empresa de Dubai, segundo o jornal, movimentou 31,5 milhões de TEUs (unidades equivalentes a um contêiner de vinte pés) no ano passado, o que fez com que superasse a holandesa APM Terminals, que pertence ao grupo AP Moller-Maersk. A companhia da Holanda movimentou 31,1 milhões de TEUs, segundo estudo da Drewry Shipping Consultants divulgado pelo jornal árabe.
No ano passado, a DP World abriu novos terminais na Argélia, Djibuti e Vietnã e ampliou a capacidade de movimento de carga no porto de Jebel Ali, nos Emirados. O movimento total em seus 50 terminais em 31 países caiu 8% no ano passado.
A DP World responde por uma parcela de 6,7% do mercado global, pouco abaixo da Hutchison Port Holdings, das Ilhas Virgens Britânicas, que comanda 6,8% do movimento global. Já a maior operadora portuária, a PSA International, de Cingapura, está em primeiro lugar, com participação de 9,5% do movimento de cargas.
Em seu relatório anual, a Drewry informa que o movimento de cargas já se recuperou bem da crise global e que a falta de capacidade voltou a ser uma preocupação para a próxima década. A organização ampliou até sua estimativa para o movimento global de cargas devido à elevada demanda.
"Sem dúvida, as operadoras portuárias globais sobreviveram bem à crise", declarou o consultor portuário sênior na Drewry, Neil Davidson. “Muitos portos ao redor do mundo podem voltar a ficar congestionados a partir de 2015, caso alguns dos projetos em desenvolvimento não saiam do papel nos próximos três a cinco anos”.
Os terminais da DP World em Jebel Ali passaram por períodos de grande congestionamento, o que resultou em atrasos de vários dias para que embarcações fossem descarregadas.
A proposta de construção de um terceiro terminal em uma ilha artificial pode ajudar a ampliar a capacidade de Jebel Ali para 50 milhões de TEUs nos próximos 30 anos, mas o projeto foi posto em pausa devido à crise global. Segundo a empresa, o projeto está atualmente em fase de revisão.
No ano passado, o frete marítimo caiu pela primeira vez desde o início do uso de contêineres, na década de 1960. Portos ao redor do mundo movimentaram 524 milhões de TEUs no ano passado, 10% a menos do que em 2008. Mas apesar da queda de cerca de 15% no movimento na Europa e Estados Unidos, o Oriente Médio e Norte da África "quase não sentiram" a crise, segundo Drewry.
Segunda, 06 de Setembro de 2010 Sinal verde para a obra entre Jaraguá e São Francisco do Sul
Intelog
Depois de enfrentar um congestionamento burocrático que se arrasta há mais de dois anos, o processo de duplicação da rodovia BR-280, entre São Francisco do Sul e Jaraguá do Sul, faz a primeira ultrapassagem e deixa para trás o entrave que impedia a licitação da obra.
O presidente substituto do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), Américo Tunes, assinou ontem a licença ambiental prévia para o trecho com 71,5 quilômetros de extensão.
O documento definiu a obra como “ambientalmente viável” e dá sinal verde para que o Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte (Dnit), inicie o processo de licitação, que deve custar R$ 1,4 bilhão. A expectativa é de que ele esteja concluído até o final do ano, com a definição das vencedoras da licitação. A obra vai ser dividida em dois lotes.
Segundo o Ibama, a licença conta com agravantes, como o monitoramento arqueológico e da água das regiões por onde passa a rodovia, o cumprimento dos planos diretores de cada município cortado pela BR até a resolução do impasse com os índios que residem no Morro da Palha, em São Francisco do Sul.
O órgão ambiental estabelece ao departamento um prazo de 90 dias para apresentar uma manifestação definitiva da Fundação Nacional do Índio (Funai) a respeito de um contorno exigido pela tribo Guarani Mbyá.
– Sabemos que a fundação pede um contorno para não perder território, mas que, desta forma, a tribo poderia ficar ilhada entre o trecho antigo e o novo da rodovia, o que poderia trazer riscos aos índios. De qualquer forma, vamos respeitar a decisão da Funai – destaca Tunes.
– Assinamos a viabilidade ambiental do projeto com base no traçado apresentado inicialmente, mas sabemos que devem ser feitas alterações. Algumas adequações foram discutidas em audiências públicas e são necessárias para a liberação da licença de instalação, que permite o início das obras – acrescenta.
Segunda, 06 de Setembro de 2010 Usina Costa Pinto paga R$ 4,454 milhões em dividendos
Brasil Econômico
A Usina Costa Pinto Açúcar e Álcool informou que foi aprovada a distribuição de dividendos no valor total de R$ 4,454 milhões, relativos ao exercício social encerrado em 31 de março de 2010.
De acordo com a empresa, a distribuição se dará a partir de 24 de setembro de 2010, a razão de R$ 0,034269 por ação preferencial.
A companhia explica ainda que farão jus aos dividendos os detentores de ações de emissão da empresa em 30 de julho de 2010.
O pagamento dos dividendos não se sujeita ao imposto de renda retido na fonte (IRRF).
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