quarta, 22 de abril de 2026
17/02/2023

R$ 12 milhões em sobras serão distribuídos para os mais de 89 mil cooperados da Credifoz



Um dos principais diferenciais entre uma cooperativa de crédito e um banco tradicional são os valores oferecidos ao cooperado, economizando em tarifas e juros em comparação a outras instituições financeiras, além do retorno das sobras, que é o rendimento recebido por utilizar os produtos e serviços da cooperativa. Através dessa rede, é possível conquistar números expressivos que geram a Economia da Cooperação. 
Na Credifoz, em 2022, a Economia da Cooperação chegou a R$ 111,2 milhões. Esse valor representa o que todos os cooperados da Credifoz, juntos, economizaram ao utilizar os serviços da Cooperativa ao invés de contratar os mesmos produtos em outras instituições financeiras. Esse número representa um crescimento de 61% em relação a 2021, o que mostra que os cooperados estão tendo cada vez mais vantagens ao escolher uma cooperativa de crédito.  
No último ano, a Credifoz somou R$ 12 milhões em sobras que serão distribuídos entre os cooperados após a aprovação em Assembleia Geral. Além disso, a cooperativa alcançou R$ 586,6 milhões em ativos, que são os recursos administrados pela instituição, e R$ 451,9 milhões em créditos, ajudando a realizar os sonhos de muitas pessoas. 
            Durante o ano passado, a cooperativa ultrapassou o número de 89 mil cooperados nos seus 19 postos de atendimento em oito municípios, sendo três novas unidades inauguradas em 2022. “Nosso objetivo é sempre levar o cooperativismo mais longe, mostrando que existe uma forma de se fazer economia mais sustentável, auxiliando o micro e pequeno empresário e valorizando o negócio local e a educação. Além dos números expressivos que mostram que estamos no caminho certo, ano passado, a Credifoz recebeu novamente o reconhecimento Great Place to Work, como uma das melhores empresas catarinenses para se trabalhar. Também fomos reconhecidos pelo Instituto FENASBAC em 4 categorias diferentes por nossas iniciativas de Inovação com Propósito; e pelo Selo Social, por cumprir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU)”, diz Silvano Lazarini Junior, diretor executivo da Credifoz. 
            Um dos pontos mais valorizados no cooperativismo é a gestão colaborativa, que é quando as pessoas podem participar dos resultados, ou seja, quanto mais o cooperado movimenta sua conta, mais retorno ele recebe e pode investir na comunidade em que vive, gerando então uma economia solidária. 
                Para 2023, a Credifoz planeja continuar crescendo. No ano em que completa 15 anos, a Cooperativa abrirá 3 novos postos de atendimento, incluindo um em Imbituba, o que amplia sua atuação para o litoral sul de Santa Catarina. Novos produtos também estão previstos para lançamento nesse ano, como a Poupança, modalidade de investimento já conhecida do mercado e que passa a fazer parte do portfólio da Cooperativa em fevereiro. Entre outros números, a Credifoz pretende chegar a mais de 100 mil cooperados em 2023. 

Sobre a Credifoz
Com foco na valorização do cooperado, estímulo da qualidade de vida da comunidade e oferta de serviços financeiros diferenciados, a Credifoz mantém uma gestão apoiada nos princípios e nos valores cooperativistas. Formada pela união de empresários do Litoral-Norte catarinense, tem atuação nas cidades de Balneário Camboriú, Balneário Piçarras, Camboriú, Itajaí, Itapema, Navegantes, Penha e Tijucas. A cooperativa integra o Sistema Ailos.



Blog

Empresa de nanotecnologia investe R$ 11,3 milhões para nova fábrica em Florianópolis

Foto: Divulgação/Nanovetores

A Nanovetores Tecnologia, empresa referência nacional em nanotecnologia aplicada à indústria cosmética, anunciou um investimento de R$ 11,3 milhões para construção de sua nova sede produtiva em Florianópolis. O investimento busca ampliar a produção e o portfólio de produtos, além de aumentar o faturamento anual dos atuais R$ 33 milhões para R$ 85 milhões até a conclusão do projeto – alta de 157%. A companhia é referência no desenvolvimento e produção de ativos nanoencapsulados, ou seja, envase de produtos em escala nanométrica.

Com a nova sede, a expectativa é ampliar o número de funcionários diretos dos atuais 85 para 150. Somando colaboradores diretos e indiretos, a geração de empregos chegará a 350, conforme a empresa. O plano de expansão também prevê o aumento da participação no mercado internacional. Atualmente a Nanovetores tem clientes em 53 países, incluindo Brasil, Suíça, Argentina e México.

“Esse projeto é um marco na trajetória da empresa, possibilitando a ampliação do portfólio de produtos e o avanço contínuo em tecnologias de nanoencapsulação, agregando valor aos clientes e consumidores no Brasil e no exterior”, descreveu a empresa. Conforme a Nanovetores, o investimento vai garantir “o aprimoramento da qualidade dos produtos e a integração dos processos de pesquisa, desenvolvimento e produção, assegurando altos padrões de qualidade e performance”.

O investimento de R$ 11,3 milhões contempla as obras físicas e aparelhagem da nova fábrica. O valor inclui terraplenagem, construção civil e acabamentos, mas também equipamentos específicos para os laboratórios de nanotecnologia. A nova sede será de última geração e terá estrutura sustentável, com captação de água da chuva bem como de energia solar. O projeto, junto ao Sapiens Parque, no Norte da Ilha, deve ser concluído em 2027.

Investimento conta com apoio do Governo de Santa Catarina
O investimento de R$ 11,3 milhões foi contemplado no Programa de Desenvolvimento da Empresa Catarinense (Prodec), uma iniciativa do Governo de Santa Catarina, por meio da Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Serviços (Sicos) e Secretaria da Fazenda (SEF), para incentivar o investimento produtivo. Com a adesão ao Prodec, a Nanovetores investe e gera novos empregos e, como contrapartida, ganha benefício fiscal no recolhimento de ICMS.

“O Programa de Desenvolvimento da Empresa Catarinense (Prodec) é um marco no apoio ao setor produtivo de Santa Catarina. Com incentivos fiscais e estímulo à inovação, ele fortalece sobretudo a competitividade das nossas indústrias, gera empregos de qualidade e impulsiona a economia. Quando poder público e iniciativa privada se unem Santa Catarina só tem a ganhar”, destacou o diretor de Indústria da Sicos, Anderson Anthony Linzmeyer.

 

Recupera Mais: contribuinte tem até 30 de abril para garantir 94% de desconto na multa e juros no pagamento de ICMS atrasado

Ricardo Wolffenbüttel/Arquivo Secom

O contribuinte tem até 30 de abril para aderir ao Recupera Mais – Programa de Recuperação Fiscal de Santa Catarina e garantir o desconto de 94% sobre juros e multas no pagamento à vista de débitos de ICMS. Há outras opções de desconto para quitar dívidas de IPVA (85%) e ITCMD (75%). Dependendo do imposto negociado, é possível parcelar em até 60 vezes (confira os detalhes na tabela abaixo). 

A partir de 1º de maio, o Recupera Mais entra na terceira e última fase para quem tem dívidas de ICMS e ITCMD, com opções de desconto e parcelamento que mudam de acordo com a escolha do contribuinte. O calendário para a quitação do IPVA será estendido até o fim de setembro.

A lógica do Recupera Mais 2 é a mesma do programa anterior: quanto mais cedo o contribuinte realizar a adesão, maiores são os descontos sobre multa/juros e condições de parcelamento disponíveis. 
A negociação envolve débitos de ICMS gerados até 31 de março de 2025. O desconto sobre as multas e os juros se aplicam ao IPVA vencido até 31 de dezembro de 2025. Já para o ITCMD, o programa garante descontos e parcelamentos para débitos constituídos até 31 de dezembro de 2024.

É importante destacar que o atraso no pagamento de três parcelas, sucessivas ou não, resultará no cancelamento do acordo e na reconstituição do saldo devedor, incluindo os juros e multa. O desconto, neste caso, será apenas do valor já pago.

Acesse a página do Recupera Mais para aderir ao programa

Balanço
Lançado em 16 de março pela Secretaria de Estado da Fazenda, o Programa de Recuperação Fiscal de Santa Catarina arrecadou R$ 450,1 milhões até 16 de abril. Desse total, R$ 386,9 milhões foram pagos à vista. Outros R$ 63,1 milhões referem-se a parcelamentos (pagamento da primeira parcela). 

Em praticamente 30 dias de programa, pouco mais de 34,9 mil contribuintes catarinenses renegociaram dívidas de ICMS, IPVA e ITCMD com o Fisco. 

Somente com o pagamento de ICMS atrasado, o Estado recuperou R$ 387 milhões de 6.618 contribuintes que tinham débitos. Já com o ITCMD, o Fisco recuperou R$ 35,9 milhões de 797 contribuintes. 

Mas a grande procura ocorreu com o IPVA: 27.489 proprietários de veículos renegociaram o imposto nestes primeiros 30 dias, o que resultou na recuperação de R$ 27,1 milhões de imposto atrasado.

A meta da Secretaria de Estado da Fazenda é renegociar R$ 1 bilhão em impostos devidos pelos contribuintes somente com o ICMS — o cálculo levou em consideração os resultados obtidos em programas anteriores.

Acesse a página do Recupera Mais para aderir ao programa: https://www.sef.sc.gov.br/saiba-mais/recuperamais

Portonave eleva excelência operacional com investimentos em infraestrutura e pessoas

Líder nacional em satisfação e experiência do cliente pelo Instituto Ibero-Brasileiro de Relacionamento com o Cliente (IBRC), a Portonave, primeiro terminal portuário privado de contêineres do país, executa um plano de investimentos que passa dos R$ 2 bilhões para fortalecer sua competitividade no segmento. O pacote contempla a adequação do cais, a aquisição de novos equipamentos e a inauguração do centro de desenvolvimento operacional mais tecnológico da América do Sul. Com foco em infraestrutura moderna, inovação e valorização das pessoas, a Companhia adota visão de longo prazo alinhada à descarbonização e à sustentabilidade.
A Obra de Adequação do Cais prepara a estrutura para operações com até 17 metros de profundidade e navios de até 400 metros. A segunda etapa segue em andamento, com 1,4 mil profissionais dedicados às atividades no cais e canteiro de obras. De acordo com dados de final de março – último levantamento realizado – 72% da obra total está concluída. Mais do que o ganho operacional, o cais terá infraestrutura para futura instalação do sistema de shore power, que permitirá o fornecimento de energia elétrica aos navios atracados – tecnologia inédita no setor brasileiro.  
Além disso, o Terminal Portuário receberá novos equipamentos portuários: dois guindastes Ship-to-Shore (STS) de maior capacidade, 14 Rubber Tyred Gantry (RTG) eletrificados – previstos para serem recebidos no segundo semestre deste ano. Em 2025, entraram em operação uma Reach Stacker (RS) elétrica e dois Scanners para vistoria de contêineres. Aliado aos investimentos em infraestrutura, a Portonave também investe continuamente na capacitação dos profissionais.
Somados, os aportes privados da empresa vão expandir a capacidade operacional anual de 1,5 milhão para 2 milhões de TEUs (unidade de medida equivalente a um contêiner de 20 pés). Esse crescimento impulsiona o desenvolvimento socioeconômico, com impacto positivo direto na cadeia nacional e local. Nesse contexto, as práticas alinhadas aos princípios de ESG (Ambiental, Social e Governança, em português), com foco em infraestrutura moderna, inovação e valorização das pessoas, tornam-se essenciais ao nortear as ações da Companhia de forma responsável, equilibrada e sustentável, alinhadas à visão de longo prazo

Foco em pessoas
Com foco no desenvolvimento contínuo e na capacitação de seus profissionais, o Centro de Desenvolvimento de Excelência Operacional está em fase de implementação final, com o objetivo de elevar a eficiência e a cultura de segurança da Companhia. Integrado ao Terminal Portuário, o hub conta com quatro simuladores da CM Labs, empresa canadense reconhecida mundialmente pela tecnologia e precisão de seus equipamentos, e tem capacidade para treinar cerca de 300 profissionais por ano, com uma equipe dedicada de instrutores. As capacitações no espaço estão previstas para serem iniciadas em maio. 
Dois dos simuladores são do modelo Master Cab, o mais moderno disponível no mercado para capacitação no segmento e inédito na América do Sul. O equipamento é capaz de reproduzir, com alto grau de realismo, as operações dos guindastes STS e RTG, além das empilhadeiras de grande porte RS e Empty Container Handler (ECH) utilizadas na movimentação de contêineres. O Master Cab conta com 10 telas de LED, assento com sistema de motion, que reproduz as vibrações dos equipamentos reais, e controles idênticos aos das máquinas operacionais. Além disso, permite a troca de componentes, como joysticks e pedais, possibilitando a simulação dos quatro tipos de equipamentos em um único simulador.
O centro conta ainda com dois simuladores do modelo Trainer para a simulação dos Terminal Tractors (TT) no pátio de operações. Em ambos os modelos, é possível recriar condições adversas, como chuva, vento, neblina e baixa visibilidade, além de cenários de risco, como o afastamento do navio do cais ou a queda de contêineres.
Com a estrutura, os profissionais passam a contar com uma formação composta por 16 horas de aulas teóricas, 40 horas em simuladores e 184 horas de prática em campo. A iniciativa não substitui a experiência real, mas prepara os operadores para o desenvolvimento da memória motora e do domínio técnico em um ambiente seguro, além de permitir a análise das aptidões de cada profissional. Também será utilizado para a reciclagem de conhecimentos dos profissionais com maior tempo de experiência.

Sobre a Portonave
A empresa está localizada em Navegantes, no Litoral Norte de Santa Catarina, e iniciou suas atividades em 2007, como o primeiro terminal portuário privado de contêineres do Brasil, controlada pelo grupo suíço Terminal Investment Limited (TiL). No ranking  nacional na movimentação contêineres cheios de longo curso, a empresa é a 4ª colocada, com 9% de participação, de acordo com o Datamar, em 2025. Também é destaque em eficiência, com a maior produtividade do Brasil, com média de 114 Movimentos por Hora (MPH) realizados por navio em 2025, segundo a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ).  Como diferencial, possui uma câmara frigorífica totalmente automatizada que proporciona sinergia para as operações de produtos de temperatura controlada.  Atualmente, gera cerca de 1,4 mil empregos diretos e 5,5 mil indiretos. 

Saiba mais em: www.portonave.com.br

Prefeitura de Itajaí percorre o interior e atualiza cadastro de produtores rurais

O Município de Itajaí, por meio da Secretaria Municipal de Agricultura e Expansão Urbana, percorre o interior e atualiza cadastro de produtores rurais. O trabalho iniciado em janeiro alcançou 43% das propriedades previstas. Mais da metade dos produtores rurais visitados em Itajaí já não está mais ativa.

O dado não vem de estimativa, vem de porta em porta. Desde janeiro de 2026, equipes da Secretaria de Agricultura e Expansão Urbana estão percorrendo as comunidades do interior para atualizar o cadastro dos agricultores e entender o que de fato está acontecendo no campo.

Até a última sexta-feira (10), 159 dos 364 produtores previstos já foram visitados, o equivalente a 43,68%. Desses, 125 tiveram o cadastro atualizado.

Entre os produtores atendidos, 70 foram classificados como inativos, enquanto apenas 55 seguem com cadastro ativo. Um recorte que revela uma transformação silenciosa na atividade rural do município.

Além disso, em 34 casos, os produtores não foram encontrados no momento da visita, o que indica que ainda há uma parte significativa fora do alcance do levantamento.

O trabalho busca entender o que está sendo produzido, como essas propriedades estão estruturadas e quais dificuldades os agricultores enfrentam. Essas informações são o que direcionam decisões práticas, como a compra de tratores, maquinários e outros implementos, garantindo que o recurso público chegue onde realmente precisa.

Durante as visitas, um problema recorrente apareceu: cadastros desatualizados. Endereços incorretos e ausência de telefone têm dificultado o contato com os produtores.

As próximas localidades a receberem as equipes são Baía, Rio do Meio, Rio Novo, Salseiros, Volta de Cima e São Roque. A orientação é que os moradores fiquem atentos às equipes, que estão devidamente identificadas e utilizam veículos oficiais.

Esse é o primeiro levantamento próprio realizado pelo município na zona rural, abrangendo produtores ativos e inativos, suas culturas e capacidade produtiva. O último cadastro disponível era de 2013, feito pela Epagri.
 

Confiança da indústria atinge menor nível desde 2020, mostra pesquisa da CNI

A piora do ambiente internacional e o aumento de custos têm intensificado o pesimismo em 2026, explica em nota Marcelo Azevedo, gerente de Análise Econômica da entidade.
 

A confiança dos empresários da indústria brasileira caiu pelo terceiro mês consecutivo e atingiu, em abril, o menor nível desde junho de 2020. O Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei) recuou 1,4 ponto, chegando a 45,2 pontos, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (15) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

O indicador permanece abaixo da linha de 50 pontos, que separa confiança de falta de confiança, há 16 meses seguidos. Segundo a CNI, isso evidencia um cenário persistente de pessimismo entre os industriais desde o início de 2025.

De acordo com a entidade, a queda recente está associada a fatores como juros elevados, desaceleração da demanda por bens industriais e agravamento do cenário externo. A alta nos preços do petróleo também tem pressionado os custos das empresas.

A piora do ambiente internacional e o aumento de custos têm intensificado o pessimismo em 2026, explica em nota Marcelo Azevedo, gerente de Análise Econômica da entidade.

Os dois principais componentes do Icei apresentaram queda em abril. O índice de condições atuais recuou 1,6 ponto, para 40,5 pontos, indicando avaliação mais negativa sobre a situação das empresas e da economia. O índice de expectativas caiu 1,2 ponto, para 47,6 pontos, sinalizando projeções desfavoráveis para os próximos seis meses.

A pesquisa ouviu 1.070 empresas entre os dias 1º e 8 de abril, incluindo indústrias de pequeno, médio e grande porte.

Governo propõe salário mínimo de R$ 1.717 em 2027

O governo federal propôs um salário mínimo de R$ 1.717 para o ano que vem, com aumento nominal de 5,92%. O valor consta do Projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2027, enviado nesta quarta-feira (15) ao Congresso Nacional.
O reajuste segue a projeção de 3,06% para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) para os 12 meses terminados em novembro mais o crescimento da economia em 2025, limitado ao crescimento de gastos de 2,5% acima da inflação, determinado pelo arcabouço fiscal. A estimativa para o INPC também consta do PLDO.

O projeto também apresentou previsões de R$ 1.812 para o salário mínimo em 2028, de R$ 1.913 para 2029 e de R$ 2.020 para 2030. As projeções são preliminares e serão revistas no PLDO dos próximos anos.

Em 2023, o salário mínimo voltou a ser corrigido pelo INPC do ano anterior mais o crescimento do PIB, soma das riquezas produzidas pelo país, de dois anos antes. Essa fórmula vigorou de 2006 a 2019. Por essa regra, o salário mínimo aumentaria 2,3% acima do INPC.

O pacote de corte de gastos aprovado no fim de 2024, no entanto, limitou o crescimento. Isso porque o salário mínimo entrou nos limites do arcabouço fiscal, que prevê crescimento real (acima da inflação) dos gastos entre 0,6% e 2,5%. Como o crescimento de 2,3% no PIB está abaixo do teto de 2,5%, a expansão da economia em 2025 poderá ser aplicada.

Golpe do falso empréstimo: como identificar e não cair nas fraudes mais comuns

Enquanto a inadimplência segue batendo recordes, com 81,7 milhões de brasileiros com o nome negativado em fevereiro, segundo o Serasa, os criminosos se reinventaram, transformando a promessa de dinheiro rápido em uma indústria bilionária de fraudes. Dados do relatório global da BioCatch revelaram um aumento de 65% nos golpes relatados em todo o mundo entre 2024 e 2025, e destacando o Brasil como o país mais afetado da América Latina.


Mas o dado que acendeu um alerta no sistema financeiro veio das estatísticas do Pix: até novembro de 2025, os golpes realizados por meio desse sistema de pagamento superaram a marca de R$7,2 bilhões. O número expõe a sofisticação de uma nova geração de criminosos que convencem as vítimas a apertarem o botão de transferência por conta própria.
O “golpe do empréstimo” e a arte da engenharia social


Dentre as variações de golpes, a que mais se destaca pela crueldade é o “falso empréstimo”, mecânica que apela para o desespero ou a urgência financeira da vítima. Criminosos se passam por instituições legítimas ou fintechs, oferecendo crédito com condições irreais como juros baixíssimos e sem consulta ao SPC/Serasa.


Se antes os criminosos pediam depósitos em contas de terceiros, hoje a estratégia é mais rápida e difícil de rastrear. O golpe da taxa antecipada é o mais comum: “após convencer a vítima de que o empréstimo foi aprovado, o falso consultor solicita um pagamento via Pix para “liberar o crédito” ou “pagar o IOF”. Assim que o valor é transferido, o criminoso desaparece. A velocidade do Pix permite que o dinheiro seja pulverizado em contas laranjas em segundos, dificultando qualquer bloqueio”, alerta Thaíne Clemente, executiva de Estratégias e Operações da Simplic, fintech de crédito pessoal 100% online.


A dimensão do problema levou o governo federal a lançar, em dezembro de 2025, um plano de ação da Aliança Nacional de Combate a Fraudes Bancárias Digitais, reunindo 23 medidas entre prevenção e repressão. Além disso, novas regras do Banco Central entraram em vigor em fevereiro deste ano, prevendo o bloqueio automático de contas assim que um golpe for denunciado diretamente no aplicativo bancário, criando um mecanismo de rastreio para recuperar os valores antes que desapareçam no ecossistema digital. 


Como não cair na armadilha
Apesar dos avanços regulatórios, a prevenção ainda depende do comportamento do usuário. A pesquisa da BioCatch também mostrou que golpes via SMS aumentaram 14 vezes e o uso de deepfakes cresceu 830% no país, provando que os criminosos estão investindo em tecnologia para enganar até os mais atentos.


Por isso, antes de qualquer negociação, o consumidor deve buscar o canal oficial da instituição, seja pelo aplicativo, site ou telefone registrado no Banco Central, e confirmar se a oferta realmente existe. Segundo Thaíne “Golpistas são mestres na criação de sites e perfis falsos que imitam perfeitamente a identidade visual de bancos conhecidos, e o simples ato de digitar o endereço do portal oficial no navegador, em vez de clicar em links recebidos por mensagem, pode ser a diferença entre a segurança e o prejuízo”.


O segundo ponto é a proteção dos dados pessoais. Nenhum banco legítimo solicita senhas, códigos de verificação, selfies com documentos ou informações cadastrais completas por telefone, WhatsApp ou mensagem de texto. Quando um suposto atendente pressiona a vítima para compartilhar esses dados sob a justificativa de “agilizar a aprovação” ou “desbloquear o valor”, trata-se de um sinal inequívoco de golpe. Resistir a essa pressão e dar-se ao direito de pausar, pesquisar e consultar alguém de confiança é um dos mecanismos de defesa mais eficazes.


Por fim, a especialista reforça que a educação financeira é o antídoto estrutural contra esse tipo de crime. “Conhecer os próprios limites de crédito, entender como as instituições financeiras realmente operam e manter um canal direto com o banco ou fintech de confiança são hábitos que reduzem drasticamente a vulnerabilidade. Com a promessa de crédito fácil sendo a principal porta de entrada para os golpistas, a desconfiança saudável e o hábito da verificação se tornam as ferramentas mais eficazes de defesa”, recomenda.


Sobre a Simplic
Lançada em 2014 no Brasil, a Simplic é a primeira plataforma de crédito pessoal 100% online do País. Inovadora, a ferramenta utiliza inteligência artificial, machine learning e big data para analisar dados dos usuários advindos de mais de 200 variáveis e é capaz de gerar uma resposta em menos de 3 segundos. Oferece empréstimos entre R$500 e R$3.500, que podem ser pagos em 3, 6, 9 ou 12 vezes, tudo de forma prática, rápida, segura e digital. Hoje, analisa mais de 10 mil propostas por dia e já originou mais de dois bilhões de reais desde o início das operações

 

ARTIGO: Novas leis trabalhistas ampliam licença-paternidade e criam folgas obrigatórias para exames preventivos

Duas novas legislações trabalhistas, sancionadas entre o final de março e o início de abril, trazem mudanças significativas para as obrigações das empresas e a rotina dos departamentos de Recursos Humanos no Brasil. As medidas alteram a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) para ampliar a licença-paternidade de forma gradual e estabelecer novas regras rigorosas sobre a promoção da saúde preventiva dos colaboradores.


A primeira mudança decorre da Lei nº 15.371/2026, que institui a ampliação progressiva da licença-paternidade e cria o salário-paternidade, agora um benefício previdenciário pago pelo INSS. O período de afastamento, que atualmente é de 5 dias, passará para 10 dias em 2027, 15 dias em 2028 e chegará a 20 dias a partir de 2029.


Para Karolen Gualda Beber, advogada especialista em Direito do Trabalho, pós-graduada em Direito e Processo do Trabalho e coordenadora da área trabalhista do escritório Natal & Manssur Advogados, a novidade é um avanço social, mas exige cautela dos empregadores.


"A lei traz regras claras que não podem passar despercebidas pelo RH. A contagem dos dias começa logo na data do parto, adoção ou guarda judicial. Além disso, há uma vedação expressa para que o trabalhador não exerça atividades remuneradas durante a licença e a garantia de estabilidade equivalente à da maternidade em casos de ausência da mãe. É um cenário que demanda uma atualização imediata nas políticas internas das companhias", explica a advogada.


O segundo impacto vem com a Lei nº 15.377/2026, que altera o artigo 157 da CLT e foca na saúde ocupacional. A norma obriga as empresas a informarem seus funcionários sobre campanhas oficiais de vacinação e prevenção de doenças, além de garantir até três dias de folga remunerada por ano para a realização de exames preventivos, sem qualquer desconto no salário.


A especialista do Natal & Manssur Advogados alerta que a nova legislação transforma o que antes era apenas uma boa prática corporativa em uma obrigação legal passível de fiscalização.
"O grande ponto de atenção para as empresas é a comprovação legal do cumprimento da lei. Não basta apenas conceder a folga mediante atestado; a lei é específica ao dispor que a empresa detém a obrigação de informar o empregado sobre esse direito. É fundamental implementar e documentar essa comunicação periódica, seja via intranet, murais ou e-mails, e alinhar essas práticas com o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO). Falhas nesse processo de comunicação e registro podem gerar multas em fiscalizações do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) ou até mesmo ações por danos morais coletivos. Ambas as leis já estão em vigor, demandando ações proativas de compliance trabalhista por parte do setor empresarial", finaliza Karolen.
Fonte: Karolen Gualda Beber, advogada especialista do Direito do Trabalho, pós-graduada em Direito e Processo do Trabalho, coordenadora da área trabalhista do escritório Natal & Manssur Advogados.

 

Plenária na ACII aponta caminhos para empresários acessarem o mercado de defesa

O que antes era visto como um nicho restrito a grandes complexos industriais ou à tecnologia de ponta revelou-se um mercado acessível e diversificado para o empresariado itajaiense. Em reunião plenária realizada pela Associação Empresarial de Itajaí na noite de segunda-feira (13), o General de Divisão Robson Santana de Carvalho, do Sistema Defesa, Indústria e Academia (SisDIA), e Marina Mussi, coordenadora do Centro das Indústrias de Santa Catarina (Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina), apresentaram o setor de Defesa como um horizonte estratégico para empresas de todos os portes.

Para a presidente da ACII, Thaísa Nascimento Corrêa, a iniciativa reforça o papel da entidade em aproximar o empresariado de novas oportunidades. Segundo ela, a Associação Empresarial de Itajaí tem como missão conectar conhecimento e desenvolvimento econômico regional, e a realização da plenária contribui diretamente para inserir as empresas locais em um mercado institucional, previsível e de longo prazo.

Um dos pontos centrais do encontro foi a quebra de mitos em torno do setor. Marina Mussi destacou que a área de defesa é, antes de tudo, feita de pessoas, o que amplia significativamente o leque de oportunidades. A demanda do Exército Brasileiro abrange itens essenciais do cotidiano, como alimentação e vestuário, mobiliário e higiene, além de serviços de logística, energia e manutenção. Segundo ela, empresas que já possuem capacidade instalada para atender mercados tradicionais podem, com ajustes estratégicos, tornar-se fornecedoras de uma cadeia robusta e contínua.

O General Robson Santana enfatizou que o Brasil vive um momento de transição, buscando maior autonomia e descentralização da indústria de defesa. Com o aumento global dos investimentos no setor, impulsionado por tensões geopolíticas, a orientação ao empresariado catarinense é clara: este é o momento de se posicionar. O SisDIA atua como elo entre indústria, governo e academia, garantindo que a capacidade produtiva nacional se converta em soluções concretas. Segundo ele, há espaço para todos os perfis de empresa, desde alta tecnologia até o fornecimento de itens básicos.

Para facilitar a entrada de novas empresas no setor, iniciativas como o Condefesa e o Portal da Defesa, da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina, trabalham para reduzir a burocracia e ampliar a transparência nos editais. Outro destaque foi a ExpoDefesa, consolidada como um ambiente de conexão direta e geração de negócios entre fornecedores e as Forças Armadas.

A plenária também contou com a participação de Juliana Bernardi, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, que reforçou que o mercado de defesa não é exclusividade de grandes empresas. Por meio do projeto Economia Azul e Defesa, micro e pequenas empresas da região já começam a acessar mercados internacionais.

Durante o evento, foi anunciado um edital específico para empresas de Itajaí, que irá selecionar negócios para uma jornada de preparação subsidiada. A iniciativa inclui acesso à pré-ExpoDefesa e posiciona o município como um polo emergente no setor de defesa.

Edgard Usuy assume a Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Serviços

Foto: Ricardo Wolffenbüttel/ Arquivo/SecomGOVSC

A Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Serviços (Sicos) tem um novo secretário. Edgard Usuy foi nomeado nesta segunda-feira, 13, para comandar a pasta que lidera as políticas do Governo de Santa Catarina voltadas ao desenvolvimento econômico, como o Prodec, Pronampe SC e Juro Zero, assim como os programas Energia Boa e Peacesc, de fomento ao setor energético.

Edgard Usuy tem vasta experiência no ramo empresarial e de gestão pública. Foi secretário de Estado do Planejamento (2023-2025) e de Ciência, Tecnologia e Inovação (2025-2026). Atuou como consultor da Associação Catarinense de Tecnologia (Acate) e da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de SC (Fecomércio/SC), além de analista de assuntos legislativos e tributários da Federação das Indústrias de SC (Fiesc).

“Santa Catarina é um estado diferenciado. Temos a menor taxa de desemprego do país, a menor desigualdade social e o segundo lugar em competitividade. Nossa missão é seguir incentivando o empreendedorismo, a geração de empregos e a atração de investimentos privados para que Santa Catarina continue acima da média nacional”, destacou o secretário.

Legado no Governo de Santa Catarina
À frente das secretarias de Planejamento (Seplan) e de Ciência, Tecnologia e Inovação (SCTI), Edgard Usuy acumula legado de grandes realizações no Governo do Estado. Na Seplan, liderou o acompanhamento dos projetos previstos no plano de governo, chegando a 70% de execução em pouco mais de dois anos. 

Já na SCTI liderou entregas como o SC Cidades do Futuro, um programa em parceria com as prefeituras para fomentar cidades inteligentes e conectadas. Além disso, comandou o lançamento do SC Fácil, aplicativo que reúne mais de 500 serviços do Governo de Santa Catarina de forma rápida e integrada. 

Sob sua gestão, a secretaria também lançou o SCTEC, voltado à qualificação tecnológica bem como de inteligência artificial. Conforme a SCTI, a iniciativa soma investimento de R$ 22,9 milhões e mais de 50 mil inscritos. 

Atualmente, Usuy é membro do Conselho Deliberativo do Sebrae/SC, do Conselho Superior da Fapesc (Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação de SC) e do Conselho Consultivo dos Institutos Senai de Inovação e Tecnologia.

O secretário tem graduação em Gestão Pública com pós em Direito do Estado e Ciência Política. Tem MBA em Relações Institucionais e XBA – uma especialização voltada sobretudo para inovação – em negócios exponenciais. 

 

Vice-governadora detalha à embaixadora da Austrália no Brasil como Santa Catarina cria oportunidades para garantir desenvolvimento a todo o Estado

Fotos: Richard Casas

A vice-governadora Marilisa Boehm informou à embaixadora da Austrália no Brasil, Sophie Davies, a maneira como o Governo do Estado atua para evitar a litoralização da população catarinense. Durante audiência na manhã desta terça-feira, 14, em Florianópolis, a diplomata se disse surpresa com a estratégia de manter os moradores em suas respectivas regiões para assegurar o desenvolvimento de Santa Catarina.

Marilisa citou os investimentos em Segurança Pública, que tornaram Santa Catarina o estado mais seguro do Brasil; a criação dos programas Universidade Gratuita e Catec na área de educação; o fortalecimento na infraestrutura de rodovias, portos e aeroportos; o incentivo ao turismo nas quatro estações do ano e a internacionalização do estado para atrair investimentos estrangeiros. “Ao criarmos oportunidades para os catarinenses permanecerem em suas regiões nós garantimos o desenvolvimento de todo o Estado. Outro exemplo disso é o fortalecimento de ações voltadas para nossas áreas rurais, como os programas Coopera Agro SC, Terra Boa e SC Rural 2, entre outros, que auxiliam fortemente nossos agricultores”, explicou.

A embaixadora do país da Oceania disse que “é muito importante entender e visitar os estados brasileiros”. “Achei muito curioso e interessante poder entender como o Estado tem desenvolvido programas e formas da população viver nas regiões. Na Austrália, temos o costume de sair das regiões para viver nas cidades grandes e isso traz dificuldades para desenvolver o interior. A vice-governadora me contou que Santa Catarina está enfrentando isso de uma forma muito interessante”, citou.

Para o secretário adjunto de Articulação Internacional e Projetos Estratégicos, Emerson Pereira, a visita da embaixadora é muito importante para Santa Catarina. “A Austrália tem muito a nos ensinar, como a questão da economia Azul, que é uma economia do mar sustentável. Eles são rodeados pelo mar, então têm muito a nos trazer. Acho que esse intercâmbio a gente precisa buscar. A Austrália está no outro lado do mundo, mas está no Hemisfério Sul, então guarda muita similaridade com a nossa região, com o nosso clima, com as nossas paisagens. Então a gente se enxerga lá e eles se enxergam aqui”, avaliou.


Educação e pesquisa

Para a agenda, a delegação australiana incluiu, além do conhecimento das pautas e prioridades do Estado de Santa Catarina, a questão educacional. O conselheiro de Educação e Pesquisa, Peter Nolan, afirmou que é necessário explorar possibilidades de colaboração mútua nas áreas de ensino e pesquisa.

“Podemos criar conexões entre instituições australianas e catarinenses. A Austrália tem muito sucesso no ensino de estrangeiros e no ano passado pelo menos 20 mil foram brasileiros”, informou.
A vice-governadora convidou a embaixadora e o conselheiro a voltarem ao Estado para conhecer instituições de ensino superior catarinenses. Para ela, o tipo de aproximação estabelecida com os australianos começa de forma diplomática e tem tudo para fomentar programas de mobilidade internacional de educação. “Para que, cada vez mais, estudantes de Santa Catarina busquem a Austrália como destino. Mas, também, que venham de lá os talentos australianos para que vivam aqui e contribuam com nossos projetos e programas em Santa Catarina”, concluiu.

Assembleia Legislativa celebra os 70 anos da Grande Loja de Santa Catarina
Foto: Ana Quinto / Agência Alesc
 
Os 70 anos de história da Grande Loja de Santa Catarina foram reconhecidos em sessão especial na noite desta segunda-feira (13) pelo Parlamento catarinense no Palácio Barriga Verde, na Capital.    
 
Destacando a trajetória da instituição e sua contribuição social, política e econômica para o estado, a solenidade reuniu, no Plenário Deputado Osni Régis, autoridades, lideranças maçônicas, representantes de instituições parceiras, familiares e convidados.
 
Proposição reuniu autoridades e lideranças
A sessão foi proposta pelos deputados Napoleão Bernardes (PSD) e Berlanda (PSD) e aprovada por unanimidade pelos parlamentares.
 
A cerimônia foi conduzida por Napoleão Bernardes e contou com a presença de autoridades como:
 
- secretário de Segurança Pública, coronel Flávio Rogério Pereira Graff
- representante do Tribunal de Justiça, desembargador Ricardo José Eslan
- presidente do Tribunal Eleitoral de Santa Catarina, desembargador Carlos Roberto Silva
- grão-mestre da Grande Loja de Santa Catarina, Paulo Augusto Meira de Albuquerque
- grão-mestre da Grande Loja Maçônica do Rio Grande do Sul, João Batista de Carvalho Silveira
- grão mestre Ilson Manoel de Souza
Coautor da homenagem, o deputado Nilson Berlanda estava presente ao evento. 
 
Instituição consolida atuação ao longo de sete décadas
Ao longo de sete décadas, a Grande Loja consolidou-se como uma das principais referências da maçonaria no estado, coordenando diversas lojas e promovendo valores como liberdade, igualdade e fraternidade, além de atuar em ações sociais e comunitárias.
 
Papel social e formador da maçonaria
Autor da homenagem, o deputado Napoleão Bernardes ressaltou a relevância histórica da instituição:
 
“Ao longo desses 70 anos, a Grande Loja tem um papel importante no desenvolvimento de Santa Catarina, especialmente nas ações humanitárias, comunitárias e filantrópicas. Muitas vezes, onde há solidariedade, há também a atuação da maçonaria.”, pontuou.  Deputado Napoleão Bernardes
 
O parlamentar também destacou a influência da instituição nos debates estratégicos do estado: “As grandes reflexões e propostas para impulsionar o desenvolvimento de Santa Catarina passam, direta ou indiretamente, pelas discussões da maçonaria.”
 
O grão-mestre da Grande Loja de Santa Catarina, Paulo Augusto Meira de Albuquerque, enfatizou o caráter formador da instituição:
 
“O grande trabalho da maçonaria é lapidar o ser humano. Transformar pessoas em cidadãos melhores, capazes de levar esse conhecimento em forma de ações para a sociedade.”
 
Ele também destacou a atuação social da entidade. “Temos um trabalho social muito forte, com apoio das famílias, especialmente em ações de assistência a crianças e a movimentos sociais.”
 
Para o ex-grão-mestre João Eduardo Noal Berbigier, a essência da maçonaria está na transformação individual com impacto coletivo:
 
“O objetivo é melhorar o homem para que ele contribua de forma efetiva com a sociedade. Trabalhamos valores como ética, moral e comportamento, refletindo no ambiente social como um todo.”
 
Já o secretário de Segurança Pública, coronel Flávio Rogério Pereira Graff, também ex-grão-mestre, ressaltou os valores difundidos pela instituição:
 
“A Grande Loja representa valores como justiça, verdade e virtude. Esses princípios são levados pelos maçons para a sociedade, contribuindo para um mundo mais justo e seguro.”
 
Homenagens reconhecem lideranças e instituições
Durante a solenidade, foram homenageadas 16 personalidades e instituições que marcaram a história da Grande Loja de Santa Catarina.
 
Entre os destaques, a própria instituição foi homenageada, representada pelo grão-mestre Paulo Augusto Meira de Albuquerque.
 
Ex-grão-mestres homenageados
Também foram reconhecidos ex-grão-mestres que contribuíram para a consolidação da entidade:
 
- Wilson Filomeno (gestões entre 1975 e 2002)
- Airton Edmundo Alves (2002 a 2008)
- João Eduardo Noal Berbigier (2012 a 2017)
- Flávio Rogério Pereira Graff (2017 a 2023)
 
Instituições ligadas à maçonaria também receberam homenagem:
 
- Grande Loja do Estado do Rio Grande do Sul, representada por João Batista de Carvalho Silveira
- Arcotema, presidida por Adairso Laerte Nienkoetter
- Amasol, presidida por Suenon Mafra Pinto
- Amasde, presidida por Rafael Trevisol
- Lojas simbólicas históricas reconhecidas
 
Lojas simbólicas históricas também foram reconhecidas:
 
- Acácia Itajaiense nº 1, representada por Roberval Rodrigues de Almeida
- Presidente Roosevelt nº 2, por Cleber José Baldoni Gomes
- 14 de Julho nº 3, por João Eduardo Noal Berbigier
- Amizade ao Cruzeiro do Sul nº 5, por Giancarlos Buche
- Cruzeiro do Sul nº 5, por Luís Fernando Righi
- Fraternidade Blumenauense nº 6, por Vilson Antonio Vieira Junior
 
Reconhecimento institucional
A homenagem reforça o reconhecimento do Poder Legislativo à importância histórica da Grande Loja de Santa Catarina, destacando sua atuação na promoção de valores e no desenvolvimento de ações voltadas ao bem-estar da sociedade.
Produção industrial catarinense acumula perda de 6,2% no ano, até fevereiro

A produção industrial catarinense registrou recuo de 6,2% no acumulado do ano até fevereiro, na comparação com igual período do ano anterior. O desempenho refletiu o declínio significativo na produção de veículos automotores, reboques e carrocerias (-20,4%) e na fabricação de móveis (-22,6%). Também impactou negativamente o resultado a queda de 16,5% na fabricação de máquinas e equipamentos.

Dos 14 segmentos pesquisados pelo IBGE, apenas dois apresentaram crescimento no primeiro bimestre: fabricação de produtos alimentícios (+1,4%) e fabricação de produtos de borracha e de material plástico (+0,4%).

“O cenário externo ainda incerto, aliado a uma base de comparação anterior ao tarifaço, e também os efeitos da contração do crédito estão entre os fatores que impactaram a produção industrial no primeiro bimestre”, avalia o presidente da Federação das Indústrias de SC (FIESC), Gilberto Seleme.

Variação mensal
Os dados compilados pelo Observatório FIESC mostraram ainda que a produção industrial de Santa Catarina avançou 1% em fevereiro na comparação com janeiro. Na análise comparativa com o mês anterior, oito dos 14 segmentos pesquisados tiveram crescimento. A fabricação de máquinas, aparelhos e materiais elétricos subiu 8,6%, a fabricação de máquinas e equipamentos teve avanço de 5% e a confecção de artigos do vestuário e acessórios cresceu 3,8% em fevereiro frente ao primeiro mês do ano.

Do lado das quedas destacaram-se a fabricação de produtos de borracha e de material plástico, com recuo de 4,4%, a fabricação de veículos automotores, reboques e carrocerias, que caiu 3,5% e a fabricação de celulose, papel e produtos de papel, que perdeu 3% em fevereiro.

Santa Catarina tem um dos maiores salários mínimos regionais do país

Foto: Roberto Zacarias/SecomGOVSC

Santa Catarina é o estado com o segundo maior salário mínimo do país. Com a sanção da nova lei pelo governador Jorginho Mello que atualiza o piso regional, os trabalhadores catarinenses passam a ter remuneração mínima entre R$ 1.842 e R$ 2.106, valores que ficam de 13,6% a 29,9% acima do salário mínimo nacional.

Mesmo na faixa inicial, o salário mínimo regional catarinense já é 13,6% superior ao salário mínimo nacional, atualmente fixado em R$ 1.621. Isso significa R$ 221 a mais no bolso do trabalhador catarinense. Na faixa mais alta essa diferença chega a R$ 485, o que representa 29,9% acima do piso nacional, reforçando o posicionamento de Santa Catarina entre os estados com as melhores remunerações mínimas do país.

“O reajuste de 6,49% aprovado para o salário mínimo regional garante ganho real para os trabalhadores catarinenses, valoriza quem produz e movimenta a nossa economia, o que significa mais dinheiro no bolso de quem trabalha”, disse o governador Jorginho Mello sobre o percentual que ficou 2,23% acima da inflação de 2025.

O piso regional é aplicado a categorias que não possuem salário mínimo definido em lei federal, convenção ou acordo coletivo de trabalho, funcionando como uma garantia de remuneração mínima para diversos setores da economia.

Com a nova lei, os pisos catarinenses ficam distribuídos em quatro faixas, conforme as atividades econômicas:

  • Primeira faixa: passa de R$ 1.730 para R$ 1.842, abrangendo trabalhadores da agricultura, pecuária, indústrias extrativas, pesca e aquicultura, empregados domésticos, construção civil, entre outros.
  • Segunda faixa: passa de R$ 1.792 para R$ 1.908, incluindo trabalhadores das indústrias do vestuário, calçados, papel e papelão, comunicações e telemarketing, entre outros.
  • Terceira faixa: passa de R$ 1.898 para R$ 2.022, abrangendo trabalhadores das indústrias químicas e farmacêuticas, alimentação e comércio em geral.
  • Quarta faixa: passa de R$ 1.978 para R$ 2.106, destinada a setores como indústrias metalúrgicas, mecânicas, gráficas, processamento de dados, motoristas e trabalhadores de serviços de saúde.

Os novos valores passam a valer retroativamente a 1º de janeiro de 2026, conforme estabelece a legislação sancionada pelo governador.

Segundo estimativas do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) divulgadas no fim de 2025, cerca de 61,9 milhões de brasileiros têm seus rendimentos referenciados no salário mínimo nacional. Desse total, 29,3 milhões são aposentados e pensionistas do INSS, 17,7 milhões são empregados, 10,7 milhões trabalhadores autônomos, 3,9 milhões empregados domésticos e 383 mil empregadores.

Santa Catarina abre mais de 45 mil novas empresas no primeiro trimestre

Foto: Ricardo Wolffenbüttel/Arquivo/SecomGOVSC

Santa Catarina iniciou 2026 com aquecimento no empreendedorismo. Dados divulgados pela Junta Comercial do Estado (Jucesc) apontam que o saldo entre empresas abertas e fechadas no primeiro trimestre atingiu 45.350 novas empresas. O número representa, portanto, um crescimento de 6,5% em relação ao primeiro trimestre de 2025, quando o saldo havia sido de 42.584.

No total, foram constituídas 96.397 empresas nos três primeiros meses do ano, contra 51.047 extinções, conforme a Jucesc. O resultado confirma a pujança do ambiente de negócios catarinense e a força do pequeno empreendedor no estado.

“O catarinense não tem medo de arriscar e de empreender. Esses números históricos mostram que o Governo do Estado acertou ao simplificar a abertura de empresas, sendo parceiro de quem gera emprego e renda. Vamos continuar trabalhando para que Santa Catarina seja cada vez mais referência nacional em liberdade econômica”, afirmou o governador Jorginho Mello.

Mulheres representam 58% do quadro societário
Santa Catarina registrou grande participação feminina na abertura de novas empresas. Do total de 96.397 CNPJs abertos no primeiro trimestre, os registros somam 124.656 sócios cadastrados, dos quais 72.626 são mulheres. Ou seja, 58,2% de participação no quadro societário. 

Nesse sentido, destaca-se também a participação de jovens. Os empreendedores entre 21 e 31 anos, por exemplo, somaram 37.648 no período, ou 30,2% do total de sócios cadastrados.  

Transporte, serviços e comércio lideram
Entre os setores que mais impulsionaram a criação de novos negócios, destaque para Transporte e Armazenagem, com saldo de 6.636 empresas. Na sequência, aparecem Atividades Administrativas e Serviços Complementares (5.803), Comércio e Reparação de Veículos (5.041), Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas (4.647), Construção Civil (4.529), bem como Indústria da Transformação (4.212).

O presidente da Jucesc, Fernando Baldissera, celebrou os números e destacou o papel da digitalização dos processos. “A Jucesc vem investindo fortemente na desburocratização assim como na agilidade dos registros empresariais. O saldo de 45 mil novas empresas em apenas três meses é fruto sobretudo de um ambiente de negócios cada vez mais ágil e transparente. O empreendedor catarinense respondeu com confiança e os números comprovam que estamos no caminho certo”, disse Baldissera.


MEIs puxam a criação de novos negócios
Do ponto de vista do porte, o protagonismo fica por conta dos Microempreendedores Individuais (MEIs). Conforme a Jucesc, foram 38.097 novos MEIs no primeiro trimestre. As sociedades limitadas (LTDA) somaram 12.950 novas empresas. O dado também aponta uma redução* de 5.796 no número de Empresários Individuais (EI), enquanto 60 sociedades anônimas (SA) foram constituídas no período.

Joinville e Florianópolis lideram entre os municípios
No ranking das cidades com maior saldo de novas empresas, Joinville aparece em primeiro lugar, com 4.305 novos negócios, seguida de perto por Florianópolis (4.204). Confira o top 10 municípios catarinenses:

1 – Joinville: 4.305

2 – Florianópolis: 4.204

3 – Itajaí: 2.627

4 – Blumenau: 2.410

5 – São José: 2.099

6 – Chapecó: 1.716

7 – Palhoça: 1.565

8 – Criciúma: 1.532

9 – Balneário Camboriú: 1.373

10 – Jaraguá do Sul: 1.349


*A figura jurídica Empresário Individual foi extinta em 2021. Portanto, consta entre as empresas extintas, mas não ocorre mais nas empresas constituídas.

Portonave conquista liderança nacional em indicadores de satisfação e experiência do cliente

Comprometida com serviços portuários de excelência, a Portonave, primeiro terminal portuário privado de contêineres do país, é líder nacional em dois indicadores na Pesquisa de Satisfação de Clientes de Terminais Portuários 2025, realizada pelo Instituto Ibero Brasileiro de Relacionamento com o Cliente (IBRC): o índice de Satisfação Espontânea (SSI) e o indicador de Jornada do Cliente (CJI). O estudo avaliou 13 terminais de contêineres do país, com ano-base 2025. A percepção dos clientes – como exportadores, importadores, armadores, transportadoras e despachantes – foi analisada a partir da experiência nos principais pontos de contato com a empresa.

No indicador de Satisfação Espontânea (SSI), a Companhia alcançou 94 pontos – resultado que representa a percepção espontânea do cliente, ou seja, como a empresa é vista sem indução. No benchmarking entre os terminais, a média foi de 85 no SSI. Na Jornada do Cliente (CJI), obteve 90 pontos – índice que reflete a qualidade da entrega ao longo de todas as etapas da experiência do cliente. No benchmarking entre os terminais, a média foi de 87 no CJI. Esses resultados reforçam o compromisso da Companhia em oferecer excelência no atendimento e consolidam sua posição de destaque no setor.

O Terminal Portuário investe de modo contínuo em iniciativas com foco do cliente, como novas tecnologias, ferramentas digitais, treinamentos da equipe de atendimento e a participação em feiras e eventos do setor. Essas ações contribuem para processos mais eficientes e para o fortalecimento da relação e comunicação com os clientes.

Para aprimorar os serviços prestados e aumentar a capacidade operacional, a Portonave executa um plano de modernização de R$ 2 bilhões, que inclui a obra de adequação do cais para receber operações com até 17 metros de profundidade e navios de até 400 metros, assim como a aquisição de novos equipamentos operacionais e de maior porte – dois guindastes Ship-to-Shore (STS) Cranes e 14 Rubber Tyred Gantry (RTGs), previstos para chegarem no segundo semestre de 2026. No total, passará a contar com oito STS e 32 RTGs. Os investimentos elevarão a capacidade anual de 1,5 milhão de TEUs para 2 milhões de TEUs (unidade de medida equivalente a um contêiner de 20 pés).

A eficiência operacional está entre os principais diferenciais competitivos da Portonave. O Terminal Portuário possui a maior produtividade de navio do país, com média de 110 Movimentos por Hora (MPH) de contêineres na operação dos navios, segundo dados da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ), de janeiro de 2026.

Nos processos de recebimento e retirada de contêineres, a Portonave mantém padrões elevados de eficiência. O tempo médio de permanência dos motoristas no Terminal é de apenas 25 minutos, com cerca de 2 mil atendimentos realizados diariamente. A operação conta com quatro Scanners de inspeção de cargas, cada um com capacidade de examinar aproximadamente 120 caminhões por hora, com tempo médio de análise de 30 segundos por veículo. Dois desses equipamentos entraram em operação em outubro de 2025, reforçando ainda mais a segurança e a agilidade das operações.

Ao investir continuamente em inovação e assegurar padrões de atendimento com excelência e eficiência, a Companhia fortalece a percepção positiva e a satisfação de seus clientes.

Sobre o IBRC
O Instituto Ibero Brasileiro de Relacionamento com o Cliente (IBRC) é uma instituição especializada em estudos, pesquisas e análises sobre a experiência e o relacionamento entre empresas e seus clientes. Avalia indicadores de satisfação, jornada do cliente e qualidade do atendimento em diferentes setores, com base na percepção de clientes que utilizam os serviços analisados. As pesquisas conduzidas pelo IBRC têm como objetivo apoiar a tomada de decisão e o aprimoramento das práticas de relacionamento com o mercado.

Sobre a Portonave
A empresa está localizada em Navegantes, no Litoral Norte de Santa Catarina, e iniciou suas atividades em 2007, como o primeiro terminal portuário privado do Brasil. A Companhia é a 4ª colocada na movimentação de contêineres cheios de longo curso no país, com 10% de participação, de acordo com o Datamar, em janeiro de 2026. Atualmente, gera 1,3 mil empregos diretos e 5,5 mil indiretos.

Daniela Reinehr leva Ministério a Chapecó e impulsiona debate sobre ampliação do aeroporto regional

A deputada federal Daniela Reinehr (PL) dá mais um passo concreto na articulação pela modernização do Aeroporto Regional de Chapecó e promove, no próximo dia 13, no auditório da Acamosc, às 17 horas, uma mesa redonda no município para debater o projeto de reforma e ampliação do terminal. A iniciativa é fruto direto de uma atuação construída ao longo dos últimos anos pela parlamentar, com trabalho técnico, articulações institucionais e diálogo permanente com o setor produtivo.

O encontro contará com a presença de representantes dos governos Federal e Estadual, incluindo coordenador geral de projetos aeroportuários do Ministério de Portos e Aeroportos, Márcio Maffili, além do secretário de Estado de Portos, Aeroportos e Ferrovias de Santa Catarina, Ivan Amaral, e de representantes do LabTrans (Laboratório de Transporte e Logística), responsável pelos estudos de viabilidade técnica. Também participarão prefeitos, vereadores, lideranças regionais, representantes do setor produtivo e associações empresariais, consolidando um momento decisivo para o avanço do projeto.

A mobilização liderada por Daniela já garantiu resultados importantes. O aeroporto de Chapecó passou a ser reconhecido como estratégico para o desenvolvimento regional, incluído no Plano Nacional de Aviação Civil e também na carteira de investimentos do Governo Federal. Como consequência direta, o projeto entrou na fase de estudos técnicos, etapa essencial para viabilizar as obras.

Esse avanço ocorre em um momento de crescimento consistente da demanda. Em 2025, o Aeroporto de Chapecó registrou a maior movimentação da sua história, com quase 648 mil passageiros, superando em 4,7% o volume do ano anterior e consolidando o terminal como um dos mais relevantes do interior da região Sul.

A deputada destaca que a realização da mesa redonda em Chapecó amplia esse movimento, ao trazer o debate para perto de quem vive a realidade da região e depende da infraestrutura aeroportuária para produzir, investir e crescer. O objetivo é permitir que as lideranças e representantes do Oeste catarinense apresentem diretamente ao Ministério a necessidade concreta da ampliação do aeroporto, alinhando as demandas locais com o planejamento técnico do Governo Federal.

A expectativa é que o encontro contribua para acelerar os estudos e aproximar a execução das obras que a região aguarda há anos. “Estamos falando de desenvolvimento, de competitividade e de oportunidades para uma região que produz, exporta e sustenta uma parte importante da economia do país”, reforça Daniela.

O Aeroporto Serafim Enoss Bertaso é um dos principais terminais do interior do Sul do Brasil e atende não apenas Santa Catarina, mas também regiões do Rio Grande do Sul e do Paraná. A ampliação da sua estrutura é considerada estratégica para reduzir custos logísticos, melhorar a conectividade e impulsionar o crescimento do complexo agroindustrial da região.

Confiança do empresário varejista tem pior resultado para março em nove anos no estado

O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC) de Santa Catarina registrou 94,6 pontos em março, o pior resultado para o mês nos últimos nove anos, segundo levantamento do Núcleo de Inteligência Estratégica da Fecomércio SC. O indicador recuou 4,7% em relação a fevereiro e 10,3% na comparação com março de 2025, permanecendo abaixo do nível de otimismo (100 pontos).

O resultado reforça o cenário de pessimismo entre os empresários do varejo catarinense, influenciado pela deterioração das condições atuais e pela piora das expectativas. Na comparação com o período pré-pandemia, em fevereiro de 2020, a queda acumulada chega a 30,5%. Além disso, o indicador está significativamente abaixo da média nacional, que atingiu 107 pontos em março.

O presidente da Fecomércio SC, Hélio Dagnoni, afirma que o empresário varejista catarinense vem adotando uma postura cautelosa desde meados do ano passado. Segundo ele, os juros seguem em patamares elevados, o que limita o consumo e os investimentos. Além disso, o início da guerra no Oriente Médio trouxe preocupações quanto a uma possível retomada da inflação.

“Estávamos em um cenário de queda da inflação, o que é benéfico para a economia como um todo. Agora, com a perspectiva de alta inflacionária por conta da guerra, os empresários veem menos espaço para uma redução significativa dos juros. Com juros elevados, há retração do consumo, pois na economia tudo está interligado. Todo esse contexto pode ter contribuído para a queda da confiança”, diz Dagnoni.

A retração de março do ICEC foi disseminada entre os três componentes do índice. O indicador de Condições Atuais atingiu 63,3 pontos, com queda de 4,4% no mês e recuo de 24% em relação ao mesmo período do ano passado, mantendo-se em patamar significativamente abaixo da neutralidade. A avaliação da economia brasileira foi o principal fator de pressão negativa, seguida pelas percepções sobre o comércio e sobre as próprias empresas.

Apesar de permanecer acima de 100 pontos, o Índice de Expectativas também apresentou recuo relevante, de 4,9% frente a fevereiro, alcançando 120,8 pontos. A queda foi generalizada entre os subcomponentes, indicando perda de confiança em relação ao desempenho futuro da economia, do setor e das empresas.

No componente de Investimentos, o índice caiu 4,5% no mês, chegando a 99,6 pontos e passando a operar ligeiramente abaixo do nível de neutralidade. A intenção de contratação de funcionários registrou a queda mais expressiva, de 9,5%, sinalizando redução no ritmo do mercado de trabalho do varejo. Também houve recuo na recomposição de estoques, enquanto os investimentos nas empresas se mantiveram praticamente estáveis.

O desempenho de março evidencia um ambiente de maior cautela entre os empresários catarinenses e reforça o desafio de recuperação da confiança no setor, que atinge seu nível mais baixo para o período desde 2017.

Exportações de SC alcançam US$ 2,7 bilhões no primeiro trimestre

As exportações de Santa Catarina registraram recuo de 2,6% no primeiro trimestre de 2026 na comparação com igual período do ano anterior e somaram US$ 2,7 bilhões. O desempenho reflete, em parte, os efeitos das tarifas norte-americanas anunciadas a partir de abril de 2025, uma vez que os Estados Unidos estão entre os principais destinos das vendas externas catarinenses. No acumulado do ano até março, as exportações para os Estados Unidos recuaram 44,6% frente a 2025, período pré-tarifas.

Pauta exportadora
As vendas externas de carnes de aves seguem liderando a pauta de exportações catarinense e tiveram alta de 9,1% no primeiro trimestre, para US$ 633,3 milhões. A carne suína é o segundo item mais exportado pelo estado, somando US$ 425 milhões, um incremento de 6,9% no período. De janeiro a março, as vendas de motores elétricos atingiram US$ 128,2 milhões, um aumento de 1,9%. O aumento de 57,1% nas vendas ao exterior de outras máquinas agrícolas foi um dos destaques de alta, juntamente com o incremento de 31,1% de transformadores elétricos.

As vendas de madeira serrada - um dos setores mais afetados pelas tarifas - cederam 6,7% nos três primeiros meses do ano, para US$ 89,4 milhões, enquanto as exportações de partes de motor caíram 22,8%, para US$ 77,4 milhões. Do lado das quedas também destacaram-se outros móveis (-39,7%) e obras de carpintaria para construções (-42,7%), duramente afetados pelo recuo das vendas aos EUA.

Destinos
A China foi o principal destino das exportações de SC no primeiro trimestre, com US$ 246,2 milhões. O resultado, no entanto, foi 4,1% menor do que o realizado no mesmo período de 2025. Entre os fatores estão o crescimento mais lento da economia chinesa e políticas de priorização de produtos chineses no mercado doméstico.

As vendas para o Japão, no entanto, apresentaram incremento de 35,4% no período (US$ 223,1 milhões), muito em decorrência das exportações de carne suína catarinense. O México também comprou mais de SC (+20%), alcançando US$ 150,3 milhões.
Os Estados Unidos compraram 44,6% a menos do estado no acumulado do ano até março e os argentinos importaram 18,1% a menos.

Importações
As importações catarinenses cresceram 0,9%, para US$ 8,8 bilhões. O produto mais comprado pelo estado é o cobre refinado (US$ 457,3 milhões), com crescimento de 26% frente a igual período de 2025. As importações de pneus de borracha aumentaram 83,1%, para US$ 253,4 milhões, e as de partes e acessórios para veículos subiram 15,7%, para US$ 246,3 milhões. Já as compras internacionais de polímeros de etileno recuaram 4%. O quinto principal item da pauta importadora, revestimento de ferros laminados planos, cresceu 21,6%, para US$ 165 milhões.

A China foi a principal origem das compras externas (US$ 3,9 bilhões), com avanço de 0,4% em relação ao acumulado do ano passado. O Chile vem em segundo no ranking das importações, com alta de 7,5%, somando US$ 581,9 milhões. As importações dos Estados Unidos recuaram 20,7%, para US$ 420 milhões, as da Alemanha cederam 3,4% (US$ 384,2 milhões) e das da Argentina caíram 3,1%, para US$ 352,6 milhões.

FIESC apoia manifesto contra possível eliminação da "taxa das blusinhas"

A Federação das Indústrias de SC (FIESC) é uma das signatárias do manifesto articulado por entidades empresariais e federações do setor produtivo e de trabalhadores contra uma possível revisão do imposto sobre remessas internacionais até US$ 50, a chamada “taxa da Blusinha”.

A entidade lembra que a implementação, em agosto de 2024, de mecanismos de tributação sobre essas encomendas buscou corrigir uma distorção histórica. Durante anos, produtos importados ingressaram no País com carga tributária significativamente inferior à aplicada à produção nacional, criando uma disparidade na cobrança de impostos, o que fere os princípios de isonomia e concorrência leal.

Desde agosto de 2023, sites estrangeiros de vendas passaram a recolher tributos no Brasil, iniciando com o ICMS, instituído pelos governos estaduais na ocasião da criação do Programa Remessa Conforme, da Receita Federal e, um ano depois, com o estabelecimento do Imposto de Importação.

Benefícios para a economia
Entre agosto de 2024 e junho de 2025, o varejo de vestuário e calçados cresceu 5,5%, em comparação com a queda de 0,6% registrada no mesmo período entre 2023 e 2024.

Segundo dados do Ministério do Trabalho, o comércio criou, desde 2023 - quando foi lançado o programa Remessa Conforme -, até dezembro de 2025, 860 mil novos empregos diretos e outros 1,5 milhão de novas vagas na cadeia produtiva. Já na indústria, no mesmo período, foram criados 578 mil novos empregos diretos. Indústria e varejo contribuíram para que o Brasil atingisse o menor desemprego da sua história: 5,1%, ao final de 2025, destaca o manifesto.

Santa Catarina tem mais de 9 mil vagas abertas de emprego pelo Sine

Foto: Leo Munhoz/SecomGOVSC

O Sistema Nacional de Emprego de Santa Catarina (Sine/SC) iniciou a semana com 9.058 vagas de emprego abertas em todas as regiões do estado, consolidando um cenário positivo para quem busca inserção ou recolocação no mercado de trabalho. Do total, centenas de oportunidades são destinadas exclusivamente a pessoas com deficiência (PCD).

De acordo com o diretor de Emprego e Renda da Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Serviços (Sicos), Carlos Alberto Arns Filho, o volume de vagas reforça a importância da intermediação realizada pelo Sine. “Santa Catarina mantém um ritmo consistente na geração de oportunidades. O Sine tem um papel fundamental ao aproximar trabalhadores e empregadores, facilitando o acesso às vagas e contribuindo para o desenvolvimento econômico do estado”, destaca.

Os interessados podem acessar as vagas pelo portal Emprega Brasil ou procurar uma unidade do Sine mais próxima para atendimento presencial. As oportunidades são atualizadas diariamente e estão sujeitas a alterações conforme o preenchimento pelas empresas.

Confira a distribuição das vagas por região: 
Grande Florianópolis – 1.580 vagas
Biguaçu: 96
Florianópolis: 608 pcd 12
Palhoça:03
São João Batista: 45 pcd 24
São José: 562 pcd 03
Tijucas: 266
Vale do Itajaí – 2.889 vagas
Balneário Camboriú: 347
Blumenau:577 pcd 03
Brusque: 411 pcd 15
Camboriú: 145
Gaspar:  45
Ibirama: 34
Indaial:610
Itajaí: 88 pcd 13
Itapema: 178 pcd 10
Navegantes: 151
Penha: 113
Pomerode: 143
Rio do Sul: 27
Timbó: 20
Oeste – 1.318 vagas
Abelardo Luz: 59
Chapecó: 314 pcd 01
Concórdia: 256 pcd 41
São Miguel do Oeste: 366 pcd 02
Seara: 308 pcd 100
Xanxerê: 15
Sul – 1.225 vagas 
Araranguá: 89 pcd 02
Braço do Norte: 50
Capivari de Baixo: 04
Cocal do Sul: 24
Criciúma:243
Forquilhinha: 90
Garopaba:  205 pcd 02
Gravatal: 03
Içara: 12 pcd 01
Imbituba: 23
Laguna: 53
Morro da Fumaça: 211
Praia Grande: 13
Tubarão: 202
Turvo: 03
Norte –  1.360 vagas
Araquari: 117 
Garuva: 69                   
Itaiópolis: 177
Joinville: 354 pcd 03
Mafra: 388
Papanduva:05
Porto União: 01
Rio Negrinho:  41
São Bento do Sul: 197   pcd 01
São Francisco do Sul: 11
Meio-Oeste – 505 vagas
Caçador:47
Campos Novos: 95
Capinzal:231
Joaçaba: 66 pcd 02
Videira: 66
Serra Catarinense – 81 vagas
Lages: 16 pcd 01
São Joaquim: 65

Avenida brasileira vira ‘corredor’ imobiliário de alto luxo com imóveis que dobram de valor

Principal ligação entre Itajaí e Balneário Camboriú, no litoral catarinense, duas das cidades mais valorizadas do país, a avenida Osvaldo Reis receberá investimentos urbanísticos que ultrapassam os R$200 milhões. Empreendimentos residenciais já valorizam em torno de 20% ao ano, como é o caso do primeiro prédio do Brasil assinado pela Artefacto e executado pela Construtora CK, que acumula mais de 105% de rentabilidade em menos de 5 anos.

A avenida Osvaldo Reis, principal eixo de ligação entre Itajaí e Balneário Camboriú, no litoral norte de Santa Catarina, virou novo ‘corredor’ imobiliário de luxo em Santa Catarina. O trecho recebe investimentos urbanísticos superiores a R$ 200 milhões em obras de mobilidade, como novos binários e duplicações, que atraem e refletem na valorização de projetos residenciais de alto padrão no entorno da Praia Brava. De acordo com dados da Construtora CK, empreendimentos na via já registram valorização de 20% ao ano, superando os índices nacionais de inflação imobiliária.

O Índice FipeZap aponta que Balneário Camboriú e Itajaí figuram entre os 5 metros quadrados mais caros do país. Com a escassez de terrenos frente-mar na região, o mercado migrou para o eixo da Osvaldo Reis. O Artefacto Towers by CK, primeiro projeto no Brasil com assinatura da grife de mobiliário, atingiu 105,8% de valorização desde seu lançamento em 2021, ou seja, o dobro do valor. O edifício possui Valor Geral de Vendas (VGV) de R$300 milhões e ticket médio de R$3,2 milhões por unidade.

A expansão do ‘corredor’ atrai investidores focados em rentabilidade e ativos reais. O empreendimento Habitah Praia Brava, com VGV de R$267 milhões, acumulou alta de 72,82% em cinco anos. "Quando decidimos investir na Osvaldo Reis já identificamos um potencial imobiliário diferenciado. A localização estratégica e o avanço das obras de infraestrutura intensificaram o interesse pelo endereço, que hoje projeta ganhos consistentes acima da média de mercado, em torno de 20% ao ano", afirma Charles Kan, diretor da Construtora CK.
 
Ambos os empreendimentos têm mais de 90% das unidades comercializadas e ficam localizados no eixo central da avenida Osvaldo Reis, a poucos minutos da orla da Praia Brava e do centro de Itajaí e de Balneário Camboriú. A empresa ainda prepara para a região o lançamento do Levels Praia Brava, projeto de studios com VGV estimado em R$ 422 milhões, previsto para o segundo semestre de 2026.

Sobre a Construtora CK
Sob direção de Charles Kan, a Construtora CK se destaca no mercado catarinense desde 2010. A empresa se consolidou como uma referência no setor devido ao seu sólido landbank e à sua atuação estratégica em três cidades do litoral norte catarinense: Navegantes, Itajaí e Balneário Camboriú. Com 15 anos de experiência, entregou até o momento 15 empreendimentos, totalizando 957 unidades habitacionais e 170 mil metros quadrados construídos. Atualmente, possui 3 obras em andamento, ambas em Itajaí: Artefacto Towers by CK, Urbe Residence e Habitah Praia Brava.

Mais informações: https://www.construtorack.com.br/.

Banco Central impõe sigilo de 8 anos sobre documentos da liquidação do Banco Master

O Banco Central do Brasil (BC) determinou o sigilo de oito anos para os documentos referentes à liquidação extrajudicial do Banco Master. A restrição, que impede a consulta pública aos registros do processo até novembro de 2033, foi confirmada em resposta a um pedido de acesso à informação feito pela CNN Brasil.

A classificação foi formalizada em novembro de 2025, por determinação do presidente da autarquia, Gabriel Galípolo. Segundo o BC, a liberação imediata das informações poderia comprometer o interesse público, afetando a estabilidade financeira, econômica e monetária do país. O BC também alegou que parte do material envolve procedimentos de fiscalização em curso e atividades de inteligência, cuja exposição poderia prejudicar ações de combate a infrações no sistema financeiro.

A decisão de manter o processo confidencial por quase uma década gerou reação no Tribunal de Contas da União (TCU). O ministro Jhonatan de Jesus, relator das apurações sobre a conduta do Banco Central no caso, abriu um procedimento para questionar a necessidade de um sigilo tão extenso.

Em um despacho datado de 24 de março, o magistrado solicitou ao BC esclarecimentos formais sobre o caso. O ministro quer que a autarquia detalhe quais trechos específicos da documentação justificam a restrição de acesso e se existe a viabilidade de uma liberação parcial ou integral dos arquivos, abrindo caminho para uma possível revisão da medida de confidencialidade.

A liquidação extrajudicial do Banco Master foi decretada pelo Banco Central em novembro de 2025. Na ocasião, o regulador justificou a intervenção extrema citando a identificação de “problemas estruturais” na instituição. Em comunicado oficial, o BC destacou a existência de uma “grave crise de liquidez” e o registro de “violações relevantes” às normas que regem o Sistema Financeiro Nacional.

Intenção de consumo das famílias catarinenses recua 2,8% em março, aponta Fecomércio

A Intenção de Consumo das Famílias (ICF) em Santa Catarina registrou queda de 2,8% em março de 2026, interrompendo a sequência de altas observadas nos dois primeiros meses do ano. O índice atingiu 109,7 pontos, mantendo-se, ainda assim, acima da linha de satisfação (100 pontos) e da média nacional, que ficou em 104,6 pontos.

Na comparação com março de 2025, o indicador também apresentou retração de 2,7%, sinalizando perda de dinamismo no consumo ao longo do último ano. O presidente da Fecomércio SC, Hélio Dagnoni, destaca que é preciso analisar o cenário com cautela.

“Vínhamos de duas altas nos primeiros meses do ano, então precisamos ver como será o comportamento do indicador nos próximos meses. Em geral, nossas pesquisas têm apontando um consumidor mais otimista do que os empresários, fenômeno que ocorre desde meados do ano passado”, diz Dagnoni.

A queda em março foi disseminada entre os principais componentes do índice, com destaque para o recuo nas condições de consumo e nas expectativas das famílias. O nível de consumo atual foi o principal fator de pressão negativa, com queda de 5,8%, seguido pela perspectiva profissional (-5,1%) e pela perspectiva de consumo (-3,2%).

Outro ponto de destaque foi a retração de 3,0% na avaliação para compra de bens duráveis, indicando maior cautela dos consumidores. No bloco que mede a percepção do momento atual, a satisfação com a renda caiu 2,2%, enquanto a avaliação sobre o emprego recuou 0,7%.

O único indicador que apresentou resultado positivo foi o acesso ao crédito, com leve alta de 0,2% no mês e avanço de 3,6% na comparação anual, embora insuficiente para compensar as demais quedas.

No campo das expectativas, o cenário também foi de piora generalizada. A perspectiva profissional recuou 5,1% no mês, enquanto a perspectiva de consumo apresentou queda de 3,2% e retração de 6,6% em relação ao mesmo período de 2025.
Apesar do recuo, o índice permanece em patamar considerado positivo, indicando que, embora mais cautelosas, as famílias catarinenses ainda mantêm nível de consumo acima da zona de insatisfação.

Sobre a ICF

A Intenção de Consumo das Famílias (ICF) é um indicador calculado mensalmente pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e analisado em Santa Catarina pelo Núcleo de Inteligência Estratégica da Fecomércio SC. O índice avalia a percepção das famílias em relação às condições atuais e às expectativas de consumo.

Banco do Brasil prorroga até 30 de abril renegociação de dívidas

O Banco do Brasil (BB) decidiu prorrogar até 30 de abril o prazo das condições especiais para renegociação de dívidas, após o bom desempenho das negociações realizadas ao longo de março. No mês passado, a instituição renegociou R$ 1,7 bilhão, resultado de mais de 180 mil acordos firmados com clientes em todo o país.
A extensão da iniciativa ocorre após a adesão ao mutirão nacional do setor bancário e, segundo o BB, reforça o compromisso da instituição com a recuperação da saúde financeira dos clientes e com o estímulo ao uso consciente do crédito. As condições especiais seguem disponíveis para pessoas físicas com pendências financeiras junto ao banco.

As renegociações podem ser feitas por todos os canais de atendimento, sem necessidade de envio de documentos. O cliente pode acessar o serviço pelo aplicativo BB, pelo WhatsApp (61) 40040001, nos terminais de autoatendimento, no site do banco, pela Central de Relacionamento ou diretamente nas agências.

A iniciativa também integra o conjunto de ações do Banco do Brasil voltadas à educação financeira. Entre elas está a ferramenta Minhas Finanças, disponível no aplicativo do banco e utilizada mensalmente por mais de 7 milhões de clientes, que permite acompanhar gastos, planejar o orçamento e organizar compromissos financeiros. Segundo o BB, o objetivo é contribuir para a redução da inadimplência e estimular hábitos financeiros mais saudáveis.

Mercado eleva previsão da inflação para 4,36% este ano

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), referência oficial da inflação no país, passou de 4,31% para 4,36% este ano. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (6), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

Em meio às tensões causadas pela guerra no Oriente Médio, a previsão para a inflação deste ano foi elevada, pela quarta semana seguida, mas ainda se mantém dentro do intervalo da meta que deve ser perseguida pelo BC.

Estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior, 4,5%.

Em fevereiro, a alta dos preços em transportes e educação fez a inflação oficial do mês fechar em 0,7%  aceleração diante do registrado em janeiro (0,33%). No entanto, o IPCA acumulado em 12 meses recuou para 3,81%, abaixo dos 4% pela primeira vez desde maio de 2024.

A inflação de março, já com os possíveis impactos da guerra no Oriente Médio, será divulgada na próxima quinta-feira (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 

Para 2027, a projeção da inflação subiu de 3,84% para 3,85%. Para 2028 e 2029, as estimativas são de 3,6% e 3,5%, respectivamente.

Taxa Selic
Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida atualmente em 14,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. Na última reunião, mês passado, por unanimidade, o colegiado reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual. Antes da escalada do conflito no Irã, a expectativa predominante era de um corte de 0,5 ponto.

Em 15% ao ano, a Selic estava no maior nível desde julho de 2006, fixada em 15,25% ao ano. De setembro de 2024 a junho de 2025, a taxa foi elevada sete vezes seguidas, mas não foi alterada nas quatro reuniões seguintes.

Após esse período prolongado de manutenção da taxa, havia indicação de início de um ciclo de redução, entretanto, diante das incertezas provocado pelo conflito no Oriente Médio, o BC não descarta rever o ciclo de baixa, caso seja necessário. 

O próximo encontro do Copom para definir a Selic será nos dias 28 e 29 de abril.

Nesta edição do Focus, a estimativa dos analistas de mercado para a taxa básica até o fim de 2026 permaneceu em 12,5% ao ano. Para 2027 e 2028, a previsão é que a Selic seja reduzida para 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente. Em 2029, a taxa deve chegar a 9,75% ao ano.

Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida, o que causa reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.

Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Quando a Taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, diminuindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.

PIB e câmbio
Nesta edição do boletim do Banco Central, a estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano permaneceu em 1,85%.

Para 2027, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) ficou em 1,8%. Para 2028 e 2029, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 2% para os dois anos.

Em 2025, a economia brasileira cresceu 2,3%, de acordo com o IBGE. Com expansão em todos os setores e destaque para a agropecuária, o resultado representa o quinto ano seguido de crescimento.

No Focus desta semana, a previsão da cotação do dólar está em R$ 5,40 para o final deste ano. No fim de 2027, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,45.

Redução da jornada deve gerar alta de 6,2% nos preços, revela estudo

Os preços para o consumidor terão alta de 6,2% em média caso o limite semanal de horas de trabalho seja reduzido de 44 para 40 horas semanais, impactando no aumento dos preços de compras em supermercado e de roupas, por exemplo. É o que mostra levantamento inédito da Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgado nesta quarta-feira (1º).

Os dados indicam pressão generalizada sobre os preços em diferentes segmentos da economia. As compras em supermercados podem ficar 5,7% mais caras, com os preços de produtos agropecuários subindo em torno de 4% e os de produtos industrializados podendo registrar alta de 6% em média - no caso de roupas e calçados, por exemplo, a alta de preços pode alcançar 6,6%. No setor de serviços, o reajuste pode alcançar 6,5%, afetando, por exemplo, preços de manicure, cabelereiro e pintura residencial. A conta de internet pode apresentar elevação ainda mais expressiva, de até 7,2%.

A CNI fez uma simulação dos impactos na economia em um cenário em que a redução das horas trabalhadas com o limite semanal seria compensada pela contratação de novos empregados. A projeção estima que as horas trabalhadas não serão integralmente recompostas, ao mesmo tempo em que o custo da hora trabalhada aumentará, gerando elevação de preços ao longo de toda a cadeia produtiva.

Os números mostram, ainda, que a indústria será o segmento mais atingido em termos de diminuição de horas trabalhadas caso o Congresso Nacional aprove a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, com queda de 4,34% das horas trabalhadas. Na sequência, aparecem o comércio, com redução de 4,03%; serviços (-2,44%); construção (-2,04%); e agropecuária (-1,70%).

“A consequência da elevação do custo do trabalho será o aumento generalizado dos preços da Economia e afetará a vida de todos os brasileiros. As empresas não enfrentarão apenas o aumento do custo direto com mão de obra, mas os insumos também deverão ter seus preços reajustados, considerando que a redução do limite das horas trabalhadas afeta toda a cadeia produtiva”, alerta o presidente da CNI, Ricardo Alban.

Debate precisa ser mais aprofundado
A CNI acompanha os projetos no Legislativo que tratam da redução da jornada de trabalho. Segundo Alban, o debate sobre o tema com a sociedade e com os setores da economia precisa ser feito de forma mais aprofundada e transparente, depois das eleições para que não haja interferência do momento político nessa importante discussão.

“A discussão da escala é 6x1 é legítima e necessária, mas qualquer decisão dessa dimensão deve levar em conta a avaliação de impacto e seus efeitos econômicos. A produtividade no Brasil ainda está muito aquém de países semelhantes e há escassez de mão de obra. Por isso, ainda não é hora de reduzir a escala”, destaca o presidente da CNI.

Para o presidente da CNI, além da impertinência de uma discussão tão importante em ano eleitoral, ela se mostra inoportuna no momento em que a economia global enfrenta o aumento da inflação ocasionado pela alta nos preços do petróleo e derivados, decorrente dos conflitos no Oriente Médio. Alban observa que, mesmo se a guerra do Irã terminasse hoje, seria impossível administrar uma volta aos custos anteriores no curto e médio prazo. Por isso, aponta como incoerência que o governo trabalhe pela redução da jornada de trabalho, que impactará em inflação, enquanto busca recursos para a subvenção do custo dos combustíveis a fim de evitar alta de preços em toda a cadeia produtiva.

Dados mostram aumentos dos gastos públicos
Levantamento divulgado no começo de março pela CNI já havia mostrado que os gastos com trabalhadores do setor público poderiam aumentar em até R$ 4 bilhões por ano, dependendo da estratégia adotada para recomposição das horas trabalhadas. Segundo a análise da CNI, o aumento decorreria da necessidade de pagamento de horas extras ou contratação adicional para manutenção da carga horária.

Confira a íntegra da nota técnica: Impacto da redução da escala de trabalho nos preços ao consumidor: https://static.portaldaindustria.com.br/portaldaindustria/noticias/media/filer_public/04/f0/04f04592-0f48-4da1-bd33-7343e8e04706/impacto_da_reducao_da_escala_de_trabalho_nos_precos_ao_consumidor.pdf

Fonte: CNI

Indústria de SC gera 24 mil novos empregos no primeiro bimestre

A indústria de Santa Catarina (FIESC) criou 24 mil vagas no primeiro bimestre do ano. No mesmo período, o estado gerou 41,5 mil novos postos de trabalho, segundo dados do Novo Caged, do Ministério do Trabalho e Emprego.

“A indústria de SC vem se mostrando resiliente mesmo com um cenário adverso, marcado por incertezas no mercado externo, alta taxa de juros e endividamento crescente das famílias”, analisou o presidente da Federação das Indústrias de SC (FIESC), Gilberto Seleme. 

A despeito do saldo positivo no bimestre, a indústria catarinense mostra arrefecimento nas contratações, que ficaram abaixo no mesmo período do ano anterior, explicou Seleme.  

O que explica o desempenho?
O resultado foi puxado pela construção civil, que liderou a criação de empregos no acumulado do ano até fevereiro, com 6,7 mil vagas. A construção civil segue contratando, mesmo em um ambiente de taxa de juros elevada, impulsionada pela atratividade do litoral catarinense. Apesar do resultado positivo, na comparação com o mesmo período do ano passado, a geração de postos de trabalho recuou 18,9%, na análise do Observatório FIESC.

Confira o boletim com a análise 

O segundo setor com maior saldo positivo de vagas foi o têxtil, de confecções, couro e calçados, que registrou 4,6 mil novas oportunidades criadas no acumulado do ano. O desempenho, no entanto, ficou 34,8% abaixo do registrado no mesmo período de 2025. Para o Observatório FIESC, a queda de 6% nas vendas do comércio varejista de tecidos, confecções e calçados no estado ajuda a explicar a perda de ritmo das contratações do segmento.

No caso do ramo de alimentos e bebidas, o incremento de exportações de aves e suínos e também o aquecimento do mercado interno justificam o crescimento de 12,6% nas vagas criadas na comparação com 2025. Foram 2,6 mil novas oportunidades de trabalho no período. Análise do Observatório FIESC mostra que o recuo dos preços ao produtor e o crescimento de vendas nos supermercados e hipermercados contribuíram para o desempenho do emprego no setor.

Outros setores
No primeiro bimestre, o setor de serviços criou 15,5 mil vagas e a agropecuária gerou 4 mil empregos. Já o comércio teve saldo negativo de 1,9 mil postos de trabalho em janeiro e fevereiro.

Desempenho em Fevereiro
Considerando apenas o mês de fevereiro, o estado gerou 21,7 mil empregos, dos quais 11 mil vieram do setor de serviços. Os empregos industriais somaram 8,2 mil, enquanto a agropecuária gerou 2,5 mil postos. O comércio registrou 41 vagas. 
Entre os empregos criados pela indústria, a construção civil liderou com 2,5 mil vagas, seguida pelo segmento têxtil, de confecções, couro e calçados, com 1.060 postos, e alimentos e bebidas, com 1.056.


Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina - FIESC
Gerência de Comunicação

CapacITAPEMA inicia nova turma do curso de manutenção e instalação de ar-condicionado

A Secretaria de Assistência Social de Itapema deu início, nesta quarta-feira (01/04),  uma nova turma do curso de manutenção e instalação de ar-condicionado, dentro da programação do Capacita Itapema. A capacitação conta com carga horária de 40 horas e está sendo realizada no CALAS, localizado na Rua 428, no bairro Morretes.

As aulas seguem ao longo do mês de abril, nos dias 1, 2, 6, 7, 8, 9, 10, 13, 14, 15, 16, 17 e 20. O curso retorna após o sucesso da edição anterior, ampliando as oportunidades de qualificação profissional e geração de renda para os moradores do município.

A secretária de Assistência Social, Íris Bispo, destacou a importância da iniciativa. “O CapacITAPEMA é uma oportunidade de transformação na vida das pessoas. Nosso objetivo é oferecer qualificação, abrir portas para o mercado de trabalho e dar mais autonomia para as famílias do nosso município”, afirmou.

Para participar, os interessados podem procurar o CRAS I, CRAS II ou o CREAS. Também é possível obter mais informações e fazer contato pelo WhatsApp (47) 9919-6466.

Além do curso de ar-condicionado, o programa CapacITAPEMA prevê outras capacitações ao longo do ano, como extensão de cílios, marketing para jovens, manutenção e conserto de celulares e unhas em gel, reforçando o compromisso com a qualificação gratuita e acessível à população.

BC: Contribuintes têm até segunda-feira para aderir ao Regulariza Emasa

Com prazo se encerrando na segunda-feira (6), o Programa de Recuperação Fiscal Regulariza Emasa 2026 entra na reta final. A iniciativa da Empresa Municipal de Água e Saneamento (Emasa) de Balneário Camboriú oferece condições especiais para regularização de dívidas vencidas até 31 de dezembro de 2025, com descontos de até 100% em juros e multas.

O diretor-presidente da Emasa, Auri Pavoni, destaca que esta é a última oportunidade para que os consumidores regularizem sua situação em condições facilitadas. “O programa foi pensado justamente para permitir que o contribuinte quite seus débitos com vantagens reais. Após o prazo, essas condições deixam de existir e a Emasa dará continuidade às medidas de cobrança previstas em lei”, afirma.

Encerrado o período de adesão, os débitos em aberto poderão sofrer penalidades mais rigorosas. Entre elas, a negativação do nome junto ao SPC Brasil e o protesto em cartório, medidas que já vêm sendo aplicadas desde setembro de 2025 para contas com mais de 65 dias de atraso.

O diretor administrativo e financeiro, Sérgio Luis de Souza, reforça que o parcelamento facilitado também deixa de estar disponível após o término do programa. “Hoje o contribuinte pode parcelar em até 48 vezes, com descontos significativos nos encargos. Após o dia 4, as cobranças seguem os critérios normais, sem esses benefícios”, explica.

Durante o período do Regulariza, os descontos variam conforme a forma de pagamento, sendo de 100% em juros e multas para pagamento à vista, e condições escalonadas para parcelamentos de até 48 vezes, com parcelas mínimas de R$ 42,29 para pessoas físicas e R$ 125,40 para pessoas jurídicas.

A adesão deve ser feita presencialmente na sede da Emasa - localizada na Quarta Avenida, nº 250, no Centro -, mediante apresentação de documentos pessoais ou empresariais e comprovação de vínculo com o imóvel.

Espaço do Empreendedor de Navegantes conquista Selo Sebrae Ouro

O Espaço do Empreendedor de Navegantes recebeu o Selo Sebrae na categoria Ouro, concedido a municípios que adotam práticas de gestão e estratégias voltadas ao fortalecimento do ambiente de negócios. A entrega ocorreu na manhã do último dia 30, no Paço Municipal.

A premiação reconhece iniciativas que estimulam o desenvolvimento econômico local, com foco no apoio a micro e pequenos empreendedores. Em Navegantes, o Espaço do Empreendedor integra o programa Cidade Empreendedora e atua oferecendo orientações, serviços e soluções voltadas aos negócios locais, como emissão de alvarás, capacitações e apoio técnico.

O espaço é destinado tanto a quem deseja iniciar uma atividade quanto a empresários que buscam expandir seus negócios, considerando as características e o potencial econômico do município.

O reconhecimento na categoria Ouro marca um avanço em relação a 2024, quando Navegantes havia conquistado o selo na modalidade Prata. À época, o município estabeleceu como meta o aprimoramento dos serviços prestados, com foco na qualificação do atendimento e na ampliação das soluções oferecidas.

De acordo com a gerente de Empreendedorismo da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Receita, Laura Telles, a certificação reflete o fortalecimento do ambiente empreendedor na cidade. “O desafio, a partir de agora, é manter a qualidade do atendimento com ações inovadoras, gestão estratégica e atenção aos empreendedores, que são parte fundamental do desenvolvimento econômico local”, afirma.

Oficina sobre inovação orienta empreendedores em Itajaí

O Espaço do Empreendedor de Itajaí promove a oficina gratuita “Faça a inovação acontecer em sua empresa”, voltada para microempreendedores individuais (MEI) e microempresas (ME) que buscam aplicar inovação de forma prática no dia a dia dos negócios.A capacitação será realizada no dia 16 de abril, das 18h às 22h, no Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Itajaí.

A capacitação terá carga horária de quatro horas e condução do instrutor Ivan Cancelier. As inscrições estão disponíveis pelo Instagram do Espaço do Empreendedor.A oficina apresentará conceitos de inovação aplicados à realidade das pequenas empresas, com conteúdos sobre o que é inovação, mitos, motivos para inovar, o que evitar no processo e exemplos de empresas inovadoras do Brasil e do mundo. A proposta é oferecer ferramentas para que empreendedores identifiquem oportunidades e desenvolvam melhorias em seus próprios negócios.

Cancelierpossui mais de 27 anos de experiência na área comercial, gestão financeira e eficiência operacional, com atuação em estruturação de processos, análise financeira, formação de preços e organização de fluxos de trabalho, além de consultoria empresarial. A capacitação busca levar orientação prática e acessível para empresários que desejam melhorar resultados e ampliar a competitividade.

Editora Bittencourt