segunda, 22 de julho de 2024
19/07/2024

Confiança da indústria cai em julho e índice é o menor desde 2023


Empresários industriais estão descontentes com as condições atuais da economia brasileira e apontaram menos confiança em julho. O resultado aparece no Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI), da Confederação Nacional da Indústria (CNI), que recuou de 51,4 pontos para 50,1 pontos. A queda do índice para um patamar praticamente sobre a linha divisória de 50 pontos indica a transição de um estado de confiança para um estado neutro. A pesquisa ouviu 1.271 indústrias por todo país, entre os dias 1º e 5 de julho.

“A descontinuação de cortes na taxa Selic e as mudanças no câmbio são pontos que, certamente, abalaram a confiança dos empresários industriais. Ao analisar os componentes do ICEI, vemos com clareza que a queda foi causada pela avaliação dos empresários sobre a economia brasileira, tanto atualmente quanto para os próximos meses”, contextualiza o gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo.

O resultado de julho (50,1 pontos) é o menor índice de confiança registrado pela indústria desde maio de 2023, quando foi registrado um ICEI de 49,2 pontos.

Dados por componentes do ICEI
O Índice de Condições Atuais recuou 1,8 ponto para 44,4 pontos. Nesse índice, o componente que retrata a avaliação das condições atuais relativa à empresa recuou 0,7 ponto, enquanto o índice relativo à economia brasileira recuou quatro pontos, de 41,6 pontos para 37,6 pontos.

Dessa forma, a percepção dos empresários é que as condições atuais estão piores em comparação com os seis meses anteriores, especialmente para a economia brasileira, e, em menor grau, para as próprias empresas.

O Índice de Expectativas também recuou, com queda de 1,1 ponto, para 52,9 pontos. Quando analisado o componente deste índice que reflete as expectativas relativas à economia brasileira nota-se um recuo de 2,9 pontos, de 47,1 pontos para 44,2 pontos. De acordo com a análise da CNI, há uma deterioração das expectativas da indústria para os próximos seis meses da economia brasileira.

Entretanto, o índice que mensura a expectativa dos empresários em relação ao desempenho de suas próprias empresas nos próximos seis meses registrou 57,2 pontos e segue positivo.

Sobre o ICEI
O ICEI consulta empresários industriais para prever o desempenho e sinalizar as mudanças de tendência da atividade industrial. A pesquisa é mensal e coleta as informações necessárias para a construção do ICEI, da Sondagem Industrial e da Sondagem Indústria da Construção.



Blog

75% a mais na gasolina e 21% no etanol; veja como deve ser a reoneração dos combustíveis

O ministro Fernando Haddad tem uma coletiva de imprensa marcada para 19h desta terça-feira (28) para anunciar a reoneração dos impostos federais para gasolina e etanol.

Segundo Valdo Cruz, comentarista da GloboNews, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, decidiu junto com a equipe econômica e do Ministério de Minas e Energia, voltar com a cobrança de 75% de tributos sobre a gasolina e de 21% sobre etanol a partir de amanhã.

O mercado vinha se questionando a forma como seria feita a retomada dos impostos do PIS, Cofins e Cide. Entre as opções, estavam a recomposição integral, uma retomada diferenciada entre gasolina e etanol para beneficiar o biocombustível e uma volta gradual.

O governo parece ter optado pela segunda opção. Além disso, Lula usou a Petrobras (PETR3; PETR4) como um coringa para minimizar o impacto dos impostos no bolso do consumidor.

Mais cedo, a estatal anunciou a redução do preço médio de venda de gasolina e do diesel para as distribuidoras. A partir de amanhã, o litro da gasolina passa de R$ 3,31 para R$ 3,18. Para o diesel, o litro passa de R$ 4,10 para R$ 4,02.

Desoneração dos combustíveis
No começo do ano, Lula assinou uma Medida Provisória que mantinha a desoneração dos combustíveis promovida pelo governo de Jair Bolsonaro.

A redução dos impostos estava prevista para acabar no dia 1º de janeiro, mas Lula manteve a isenção até o fim de fevereiro para a gasolina e o álcool, e até o final do ano para o diesel, biodiesel, gás natural e de cozinha.

A equipe do Ministério da Fazenda calcula que a reoneração vai garantir R$ 28,9 bilhões aos cofres públicos em 2023.

Em live da ATP, Antaq convoca portos privados a enviarem informações para Índice de Desempenho Ambiental

Em live realizada pela Associação de Terminais Portuários Privados (ATP) nesta segunda-feira (27/2), a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) informou que aguarda informações de 51 Terminais de Uso Privado (TUPs) sobre a avaliação do Índice de Desempenho Ambiental (IDA) 2022. As respostas ao questionário on-line podem ser enviadas até o dia 15 de março.

O diretor-presidente da ATP, Murillo Barbosa, disse que a associação está sensibilizando os gestores dos TUPs para que o resultado, ao final deste ano, “seja muito mais expressivo”. O indicador é uma ferramenta oficial que auxilia no aperfeiçoamento da gestão de portos públicos e privados no Brasil. “Queremos crescer muito no IDA, principalmente com os TUPs associados”.

Clique aqui e veja a íntegra da live direto no Youtube
 
Durante a live, realizada pelo Comitê de Sustentabilidade da ATP (Sustentar), o gerente de Sustentabilidade da Antaq, Uirá Oliveira, ressaltou que “o objetivo do IDA é ser referência para o setor portuário buscar evolução”. “Não é instrumento de fiscalização ou algo similar, mas voltado para o aperfeiçoamento da gestão do setor portuário”, afirmou.
 
A coordenadora do Sustentar, Carol Brandl, e o seu vice, Ulisses Oliveira, que são do Porto do Açu e do Porto Sudeste, respectivamente, também destacaram a importância do índice. Eles ressaltaram que o indicador apresenta possibilidade para os portos aliarem eficiência à responsabilidade socioambiental. Para acesso ao sistema, é obrigatório cadastro prévio.
 
Gerente substituto de Meio Ambiente e Sustentabilidade da Antaq, Alessandro Max Barros Bearzi, disse que cada estabelecimento pode realizar comparação de seus dados dentro do sistema do IDA, que é considerado seguro. O fornecimento de informações à agência e a análise delas seguem a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).
 
“A gente vê proatividade muito grande de muitos participantes dos TUPs”, afirmou Bearzi, referindo-se ao sistema do IDA. “O painel do IDA pode ser incorporado [pelos portos] como ferramenta de própria gestão”, acrescentou. Segundo ele, o objetivo é avaliar 120 terminais de uso privado neste ano.
 
Além de sensibilizar os gestores dos portos sobre a importância de preencherem o formulário, a ATP também deve continuar colaborando, de outras formas, para que o sistema on-line do IDA seja aprimorado. De acordo com a Antaq, há previsão de se iniciar uma nova fase de ajustes e aperfeiçoamento no painel do indicador. A data ainda não foi divulgada.
 
*O que é IDA*
Disponibilizado para as instalações portuárias, o IDA avalia, por meio de indicadores, a eficiência e a qualidade da gestão ambiental delas a partir do preenchimento do questionário oficial. O índice permite quantificar e simplificar informações para facilitar o entendimento do público e de tomadores de decisão acerca das questões ambientais portuárias.
 
Os indicadores avaliados pelo IDA analisam, entre outros pontos, a situação do licenciamento ambiental, a qualidade dos técnicos, a prevenção de riscos e atendimento a emergências, auditoria ambiental e o gerenciamento de resíduos dos portos. A ferramenta também avalia a qualidade e a eficiência no uso de energia, o monitoramento da fauna e flora e os planos de contingência de saúde.
 
Um painel, dinâmico e oficial, apresenta os resultados das avaliações anteriores no portal da agência reguladora. Nele, é possível verificar informações sobre o ranking, análise por atributos e por instalações portuárias, entre outras informações.

CCR Aeroportos apresenta estratégia para o setor de cargas aéreas na Intermodal

A CCR Aeroportos, que administra 20 aeroportos no Brasil e na América Latina, participa da 27ª edição do Intermodal South America, maior e mais completo evento do continente dos setores de logística, intralogística e comércio exterior. A feira acontece entre os dias 28 de fevereiro a 02 de março no São Paulo Expo, na capital paulista. A empresa vai apresentar sua estrutura e oportunidades de novos negócios no setor de transporte aéreo de cargas.
 
A participação no evento marca um momento especial, quando a CCR Aeroportos investe em uma estratégia que busca ampliar a malha de voos cargueiros internacionais nos aeroportos internacionais que administra, a partir da análise do potencial de cada um dos ativos. 
 
“O objetivo da CCR Aeroportos é proporcionar maior agilidade ao transporte de cargas, trazendo iniciativas para ampliar a malha aérea cargueira num país de dimensões continentais, quebrando paradigmas num setor que ainda tem muito a crescer. Na Intermodal, vamos conversar com os vários elos da cadeia logística para a criação de novas rotas, conexões e oportunidades”, afirma Maria Fan, Gerente Executiva de Cargas, da CCR Aeroportos. 
 
A CCR Aeroportos opera com terminais de carga aérea internacional em Curitiba e Foz do Iguaçu, no Paraná; Navegantes e Joinville, em Santa Catarina; Goiânia, no estado de Goiás; São Luís, no Maranhão; Teresina, no Piauí; e Petrolina em Pernambuco. Já a carga nacional é movimentada em 15 aeroportos do grupo pelas próprias empresas aéreas que neles operam. Esta capilaridade permite à empresa dialogar com todo o trade e planejar o aumento da malha cargueira no país. 
 
Hoje, para se ter uma ideia, cerca de 70% dos processos de liberação aduaneira de cargas aéreas que chegam do exterior, destinadas aos Estados do Paraná, Santa Catarina, Goiás e Maranhão, ocorrem em São Paulo, o que gera um elevado tráfego rodoviário e tempo adicional para levar essas mercadorias até o destino, o que por si só reduz drasticamente as vantagens de agilidade de uma importação por via aérea. Sem contar o risco de acidentes, assaltos e roubos de cargas nas rodovias. 
 
Por outro lado, grande parte das cargas possuem dimensões e peso incompatíveis com as dos porões dos aviões de passageiros domésticos, que atendem atualmente as conexões entre os aeroportos paulistas e os dos estados de destino. A chave para esses problemas é viabilizar rotas de voos cargueiros que incluam os aeroportos administrados pela CCR como escalas ou destinos finais. 
 
A redução do tempo de trânsito e do excesso de manuseio da carga nas conexões aéreas e rodoviárias são benefícios valiosos para produtos e equipamentos destinados a linhas de produção, pesquisas, projetos especiais, ou mesmo de consumo imediato. 
 
Indústria beneficiada 
A CCR Aeroportos acredita que a descentralização do transporte de cargas para vários aeroportos trará muitos benefícios para a indústria. “Temos como uma de nossas diretrizes o desenvolvimento da economia das regiões onde atuamos, bem como a geração de renda e emprego”, afirma Maria Fan. E acrescenta: “Ampliar, conectar e qualificar o transporte de cargas nestas áreas integram esse compromisso.”
Demanda há nos mercados onde os terminais de cargas alfandegados operados pela empresa estão inseridos.
 
Curitiba é um exemplo - Com capacidade para receber os cargueiros de maior porte, o Aeroporto Internacional de Curitiba está operando seis voos cargueiros semanais, incluindo Boeing 747F e o Boeing 777F, que ligam a cidade diretamente à Europa e aos Estados Unidos, mas tem potencial de demanda imediata para receber o dobro disso, se considerado o volume de importações do setor automotivo, maquinário e eletrônico destinadas ao estado do Paraná e que são nacionalizadas em São Paulo, embora exista um importante incentivo tributário naquele estado para cargas nacionalizadas nos seus aeroportos. 
 
Esta demanda já poderia ser absorvida pela atual infraestrutura do aeroporto de Curitiba. E com as obras da terceira pista de pouso e decolagem, com 3 mil metros de comprimento, a serem iniciadas neste ano, a ampliação da capacidade para mais voos cargueiros trará ainda mais conveniência para a indústria da região.
 
Santa Catarina - Os dois aeroportos catarinenses de Joinville e Navegantes também contam com estrutura para a expansão do tráfego de cargas, por conta da pujança da indústria na região norte do estado, onde ambos estão localizados. Navegantes, porta de entrada para a região do Vale do Itajaí, que, composta por 12 municípios, responde por mais de 15% do Produto Interno Bruto (PIB) do estado de Santa Catarina, já conta com um novo terminal de cargas recém-inaugurado, com capacidade de expansão para até 100 mil m2. E Joinville, maior cidade catarinense e terceira maior economia da Região Sul, com indústrias relevantes, especialmente o metalomecânico, ganhará também um novo terminal de cargas no aeroporto em breve.
 
Juntos, os aeroportos de Curitiba, Navegantes e Joinville movimentam 82% da demanda de importações e exportações aéreas da Região Sul.
 
São Luís - Em São Luís, a solução de conectividade por meio de voos cargueiros já está implementada. Com cinco frequências semanais de voo cargueiro doméstico conectando o Aeroporto de Guarulhos ao Aeroporto de São Luís, as importações de cargas mais pesadas para o Maranhão podem ganhar em média cinco dias no tempo de trânsito em comparação com o rodoviário, que ainda é o modal costumeiro. Isto beneficia as empresas maranhenses, onde é crescente a demanda por importações para o setor de infraestrutura e energia. Cargas marítimas também já são liberadas no terminal de cargas daquele aeroporto, com maior agilidade em relação aos portos. 
 
Petrolina - O Aeroporto de Petrolina, por sua vez, conta com uma pista de pouso e decolagem com 3.700m, uma das maiores do país, pronta para operar qualquer tamanho de aeronave. E o terminal de cargas possui oito câmaras frias para armazenamento de frutas da região para exportação, que tem a Europa como principal destino. Atualmente, esses produtos tão perecíveis viajam por via rodoviária até São Paulo, para embarque em voos de passageiros internacionais. A CCR Aeroportos divulgou neste mês um programa de incentivos às empresas aéreas visando a retomada das operações aéreas cargueiras regulares naquele aeroporto, o que reduzirá entre dois a três dias o tempo de transporte. 
 
Goiânia - E o Aeroporto Internacional de Goiânia ganhará um novo terminal de cargas dedicado às importações de produtos farmacêuticos. O projeto inclui o planejamento de voos cargueiros internacionais procedentes da Europa, Ásia e Estados Unidos, como mais uma importante iniciativa disruptiva da CCR Aeroportos, tendo em vista a atual logística rodoviária para translado dessas cargas de São Paulo até Goiás. 
Além de ampliação da malha cargueira, a CCR Aeroportos apresenta oportunidades para novos armazéns de carga em seus aeroportos, a fim de torná-los importantes centros logísticos com fácil acesso aos modais aéreo e rodoviário na distribuição de cargas pelo país. 
 
A 27ª Intermodal South America
A Intermodal South America, o maior e mais completo evento das Américas para o setor de transporte de carga, logística, intralogística e comércio exterior, é o principal ponto de encontro para as mais importantes empresas de toda a cadeia de valor. Serão três dias de evento presencial, de 28 de fevereiro a 02 de março de 2023, no São Paulo Expo, que representam um momento único para todos os players e profissionais destes mercados. A Intermodal é uma plataforma de negócios completa, que visa proporcionar ambientes propícios, ao longo dos 365 dias do ano, para networking, relacionamento, atualização profissional, debates, discussões, articulações e novos contratos.
 
Agenda 
Intermodal South America - 27ª Edição
Data: 28 de fevereiro a 2 de março de 2023.
Local: São Paulo Expo - São Paulo / SP
Estande CCR Aeroportos -- A013
 
Sobre a CCR Aeroportos
A CCR Aeroportos, Negócio do Grupo CCR, opera 20 aeroportos no mundo, firmando sua presença em quatro países e nove estados brasileiros. Com a recente expansão a empresa se consolidou como uma das maiores operadoras em número de aeroportos no Brasil. Ao todo administra 17 aeroportos brasileiros: São Luís e Imperatriz, no Maranhão; Palmas, no Tocantins; Teresina, no Piauí; Petrolina, em Pernambuco; Goiânia, em Goiás; o Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, por meio da BH Airport, e o Aeroporto da Pampulha, em Minas Gerais; Curitiba, Bacacheri, Londrina e Foz do Iguaçu, no Paraná; Navegantes e Joinville, em Santa Catarina; e Pelotas, Uruguaiana e Bagé, no Rio Grande do Sul. No exterior, a empresa opera os aeroportos de Juan Santamaria (Costa Rica), Quito (Equador) e Curaçao (Antilhas Holandesas). Em todas estas operações, a CCR Aeroportos movimenta cerca de 42 milhões de passageiros/ano. Portal CCR Aeroportos - Link 

 

Prosegur expõe maior caminhão blindado do mundo durante a Intermodal 2023

Pela décima vez, a Prosegur participa da Intermodal South América. A companhia irá expor na área externa do pavilhão, seu rodotrem com capacidade para transporte de até 48 palets, sendo o maior caminhão blindado do mundo. Já no estande D14, em uma estrutura que simula um caminhão em tamanho real, os visitantes poderão saber mais sobre a frota especializada, tecnologias embarcadas, além de seu Armazém de Cargas Especiais, e a entrada da multinacional no transporte internacional de cargas.
 
Instalado em Cajamar, interior de São Paulo, o Armazém de Cargas Especiais é gerenciado pela Prosegur Log, e conta com segurança especializada e dedicada para operações de pequeno, médio e grande porte, além de câmara fria para medicamentos, vacinas e produtos de saúde humana e animal com necessidade de controle de temperatura. São mais de 10 mil m² com capacidade para 14 mil posições-paletes, 23 docas equipadas com plataforma elevatória, portaria exclusiva com eclusa, guaritas blindadas e elevadas dentro do CD, portas monitoradas eletronicamente e cofres em áreas segregadas, o que a torna diferenciada e promove mais inovações no setor prezando a qualidade do serviço ao cliente.
 
Além disso, em 2023, a companhia passou a oferecer o transporte internacional de cargas via aérea, marítima e terrestre no Brasil, com habilitação para realizar toda gestão de moeda estrangeira, metais e pedras preciosas, cartões de crédito e artigos de moda e luxo, ampliando ainda mais sua expertise no transporte e armazenagem de Cargas Especiais.
 
“Nos últimos anos, ampliamos nosso portfólio para além do serviço logístico terrestre de norte a sul do país. Nossa capilaridade e know how em segurança permitem oferecer soluções diferenciadas para diversos segmentos, são exemplos disso o armazenamento de cargas especiais e a nossa recente entrada no mercado de logística internacional”, comenta Sérgio França, diretor Comercial e de Estratégia da Prosegur Cash Brasil. 
 
A Prosegur possui 1760 veículos blindados, com atuação em todos os estados da Federação e chega a 4.456 municípios brasileiros. Todos os veículos são equipados com fechaduras randômicas, sistema de videomonitoramento, sensores que podem ser aferidos em tempo real pela CMCV - Central de Monitoramento de Cargas Valiosas, entre outros sistemas.
 
Sobre o Grupo Prosegur
 
O Grupo Prosegur é referência mundial no setor de segurança privada. Através de suas linhas de negócios, Prosegur Security, Prosegur Cash, Prosegur Alarms, Prosegur AVOS e Cipher, oferece às empresas e aos domicílios uma segurança confiável baseada nas soluções mais avançadas do mercado. Com uma presença global, a Prosegur teve um faturamento de 3.498 milhões de euros em 2021, está listada nas bolsas de valores espanholas sob o indicador PSG e conta atualmente com uma equipe de cerca de 150 mil funcionários.
 
A Prosegur atua de acordo com as melhores práticas ambientais, sociais e de boa governança. A empresa configurou a sustentabilidade como um pilar estratégico em todas as suas ações, com o objetivo de ser a referência do setor. Além disso, a Prosegur canaliza sua ação solidária através da Fundação Prosegur, que trabalha em quatro áreas de ação: educação, inclusão trabalhista de pessoas com deficiência intelectual, voluntariado empresarial e promoção da cultura.

 

Santa Catarina unida para evitar a entrada da Influenza Aviária
         A notícia de focos recentes de Influenza Aviária (IA) em vários países da América do Sul – especialmente no Uruguai e na Argentina – deixou Santa Catarina em alerta. Considerado o segundo maior produtor e exportador de aves do Brasil, o Estado une forças para impedir a entrada da doença em território barriga-verde. A preocupação ocorre porque, além de estar cercado por países que apresentam a doença, a Influenza Aviária é disseminada por meio de aves migratórias, o que aumenta os riscos. Apesar disso, Santa Catarina segue livre da doença. 
Também conhecida como Gripe Aviária, a IA é uma doença provocada por um vírus muito contagioso. É mortal para as aves e pode causar grandes prejuízos econômicos e pode afetar a saúde de aves domésticas e silvestres. 
A Associação Catarinense de Avicultura (ACAV), o Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados no Estado de Santa Catarina (Sindicarne) e o Instituto Catarinense de Sanidade Agropecuária (ICASA) somam esforços junto ao Governo do Estado, aos produtores rurais e demais entidades de defesa da sanidade avícola catarinense para trabalhar na prevenção da doença.
A AÇÃO DO VÍRUS
Causada por vírus que apresentam diferentes subtipos (H5N1, H5N2, H5N3, H5N6, H5N8, etc.), a IA consegue mudar geneticamente com rapidez. Nas aves, o vírus tem poder de ampla disseminação e resulta em mortalidade elevada. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) orienta aos produtores de aves que fiquem atentos aos principais sinais observados em aves contaminadas: falta de coordenação motora, torcicolo, dificuldade em respirar, intensa diarreia.
“O vírus pode permanecer por até oito meses no ambiente, por isso, é importante evitar áreas frequentadas por aves silvestres. Essa e outras medidas de biosseguridade são importantes para evitar a entrada do vírus em uma propriedade”, orienta o presidente da ACAV, Ricardo Castellar de Faria. 
DEFESA SANITÁRIA
O Brasil possui um laboratório de referência para Influenza Aviária que conta com o mais alto nível de biossegurança. Em 2022 quase 40 mil amostras laboratoriais foram analisadas somente nos Laboratórios Federais de Defesa Agropecuária, de acordo com dados do MAPA.  
Santa Catarina possui um status sanitário que é referência para o mundo. O presidente do Sindicarne, José Antônio Ribas Jr, considera que é a adoção de boas práticas que promove a sanidade da agricultura catarinense e nacional, além de ser uma estratégia para o desenvolvimento efeito da cadeia produtiva.  
“Os plantéis avícolas do Brasil são livres da Influenza Aviária, mas a presença da doença em países vizinhos desperta nossa atenção para a intensificação da vigilância e a identificação de possíveis suspeitas da aproximação da IA ao território brasileiro, principalmente o catarinense dada a sua importância produtiva para o País”, comenta Ribas. 
O presidente da ACAV ressalta que a defesa agropecuária precisa manter um robusto plano de vigilância ativa e passiva com capacidade de diagnóstico rápido, além disso, pontua que Santa Catarina deve se preparar para ter uma resposta eficaz a qualquer evento sanitário e esse é um trabalho de muitas mãos.
Faria cita a importância do setor privado em proteger as granjas reduzindo as chances de contato entre aves de produção e animais silvestres, mas lembra que essa é uma responsabilidade de todos os envolvidos na cadeia avícola. 
 “A Educação Sanitária tem que ser o alicerce para uma boa implantação das políticas públicas de qualidade. O sucesso de toda a cadeia produtiva avícola se dá graças à participação de todos os representantes do setor, incluindo não apenas os grandes produtores, as grandes empresas integradoras, os produtores de grãos, de rações, de suplementos e medicamentos, mas também os avicultores de pequena escala e, certamente, a agricultura familiar”, acrescenta. 
EVITE A TRANSMISSÃO DA INFLUENZA AVIÁRIA
Para prevenir a entrada e o alastramento da doença em Santa Catarina, a Chapecó Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) recomenda:
•        Evite o contato de pessoas estranhas com as aves da sua propriedade;
•        Evite o contato das suas aves com as aves de vida livre;
•        Mantenha suas aves em área restrita, deixando a comida e a água em local protegido, sem acesso de aves de vida livre;
•        Comunique a Cidasc caso perceba sinais nervosos, respiratórios e digestivos em suas aves, ou ainda o aumento de mortalidade nas suas aves ou nas aves de vida livre;
•        Em caso de dúvidas, procure a Cidasc do seu município ou ligue 0800 643 9300.
 
Combustíveis: Veja o que está em jogo e por que o governo está dividido

Desoneração dos combustíveis
No começo do ano, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou uma Medida Provisória que mantinha a desoneração dos combustíveis promovida pelo governo de Jair Bolsonaro.

A redução dos impostos estava prevista para acabar no dia 1º de janeiro, mas Lula manteve a isenção até o fim de fevereiro para a gasolina e o álcool, e até o final do ano para o diesel, biodiesel, gás natural e de cozinha.

No caso de retomada dos impostos, o consumidor verá um impacto direto nas bombas de combustíveis. O litro do álcool terá um aumento de R$ 0,23, enquanto o litro da gasolina subirá R$ 0,69.

Além disso, o fim da isenção dos impostos vai pesar no Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que estava buscando um ritmo de desaceleração.

“A inflação teria um repique de mais de 60bps [0,60%] caso seja repassado integralmente, o que significa dizer que nossa perspectiva de IPCA em 2023 saltaria de 6,2% para 6,8%”, afirma Étore Sanchez, economista-chefe da Ativa Investimentos.

Ala econômica x Ala política
A equipe do Ministério da Fazenda, por outro lado, luta com unhas e dentes pela volta dos impostos. Pelos cálculos da pasta, a reoneração vai garantir R$ 28,9 bilhões aos cofres públicos em 2023.

No entanto, o aumento nos preços da gasolina e do etanol não é visto com bons olhos pela ala política do governo. A preocupação é de que a medida pressione a inflação e derrube a avaliação popular sobre o presidente.

Segundo a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, uma discussão sobre a retomada dos impostos sobre combustíveis só pode ser feita após a mudança na política de preço da Petrobras (PETR3;PETR4), o que só deve acontecer em abril.

“Antes de falar em retomar tributos sobre combustíveis, é preciso definir uma nova política de preços para a Petrobras. Isso será possível a partir de abril, quando o Conselho de Administração for renovado, com pessoas comprometidas com a reconstrução da empresa e de seu papel para o país”, escreveu em sua conta no Twitter.

“Não somos contra taxar combustíveis, mas fazer isso agora é penalizar o consumidor, gerar mais inflação e descumprir compromisso de campanha.”

Capacitação do Programa Selo Social acontece nos dias 02 e 06 de março

A Secretaria de Promoção da Cidadania juntamente com a Comissão do Programa Selo Social promove de 02 a 06 de março a capacitação para as empresas e instituições participantes do Programa Selo Social edição 2022/2023. Neste ano, o treinamento acontece em duas datas, no dia 2 de março, das 8h às 12h, e no dia 6 de março, das 13h às 18h. Os encontros serão realizados no Espaço de Conhecimento Compartilhado da UNIVALI, localizado no bloco B6.

A recomendação é que as organizações escolham uma das datas para participar da capacitação com, no máximo, dois integrantes por empresa. No encontro de quarta-feira (02), os participantes poderão realizar as inscrições até as 18h de terça-feira (01). Na segunda-feira (06), o link estará disponível até as 12h para o evento que acontece no mesmo dia, das 13h às 18h. As inscrições para ambos os encontros devem ser feitas através do link

“A comissão do Programa Selo Social está empenhada no desenvolvimento da capacitação. Esse treinamento é importante para garantirmos uma boa instrução às empresas e instituições sobre o cadastramento dos seus projetos no sistema”, ressalta a Secretária de Promoção da Cidadania, Hilda Deola.

Sobre o Selo Social

O Selo Social tem como objetivo estimular as organizações a aderirem aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) e suas metas, por meio do reconhecimento de entes públicos, empresas e organizações públicas e privadas, as quais realizam ações internas e externas em prol da sociedade. O programa possibilita a participação do setor privado, através das empresas, e do terceiro setor (ONG’s) por meio de entidades e afins de Itajaí.

A certificação representa um importante diferencial empresarial na criação de vínculo entre a marca, produto ou serviço, com seus projetos sociais e a comunidade. O reconhecimento como empresa socialmente responsável também é fator de peso cada vez mais valorizado pelos consumidores.

Já para as entidades sem fins lucrativos e organizações não governamentais, representa a possibilidade de dar visibilidade aos projetos sociais desenvolvidos. Além disso, auxilia a despertar o interesse das empresas cadastradas a participarem como parceiros na promoção, no apoio e na manutenção destas ações sociais.

Conheça as cinco equipes de velejadores da The Ocean Race 2023

Cinco times disputam a maior regata transoceânica do mundo, a The Ocean Race 2023, que estará em Itajaí entre os meses de março e abril. Os velejadores percorrerão quase 32 mil milhas náuticas e enfrentarão ondas gigantes, zonas perigosas e ventos fortes ao redor do mundo.

Nesta edição, os barcos que virão ao Brasil são da classe IMOCA 60. Estas modernas embarcações possuem pouco mais de 18 metros de comprimento, são mais rápidas e podem tirar todo o casco da água. Para disputar as etapas da regata de volta ao mundo, os times contam com equipes mistas, com cinco velejadores cada.

Conheça as equipes que disputam a The Ocean Race 2023:

11th Hour Racing Team – Estados Unidos
Charlie Enright (Capitão), Justine Mettraux (Membro da tripulação), Simon Fisher (Membro da tripulação), Jack Bouttell (Membro da tripulação) e Amory Ross (Repórter a bordo).

Team Malizia – Alemanha
Boris Herrmann (Capitão), Will Harris (Membro da tripulação), Nicolas Lunven (Membro da tripulação), Axelle Pillain (Membro da tripulação) e Antoine Auriol (Repórter a bordo).

Guyot Environnement - Team Europe – França e Alemanha
Benjamim Dutreux (Capitão), Robert Stanjek (Membro da tripulação), Annie Lush (Membro da tripulação), Sébastien Simon (Membro da tripulação) e Charles Drapeau (Repórter a bordo)

Biotherm Team – França
Paulo Meilhat (Capitão), Anthony Marchand (Membro da tripulação), Damien Seguin (Membro da tripulação), Sam Davies (Membro da tripulação) e Ronan Gladu (Repórter a bordo).

Team Holcim - PRB – Suíça
Kevin Escoffier (Capitão), Abby Ehler (Membro da tripulação), Sam Goodchild (Membro da tripulação), Tom Laperche (Membro da tripulação) e Julien Champolion (Repórter a bordo) 

Cenário positivo para exportações brasileiras atraem agentes de carga para o país

Com um cenário favorável às relações comerciais do Brasil com o mundo, agentes de cargas, transitários, tradings e empresas de logística veem no país uma possibilidade de acelerar conexões e negócios para 2023.

Algumas dessas empresas se reunirão para participar da Intermodal, o maior encontro internacional do setor de logística, transporte de carga, tecnologia e comércio exterior da América do Sul, que acontecerá de 28 de fevereiro a 2 de março, no São Paulo Expo. Serão mais de 50 agentes de carga dos cinco continentes se reúnem em um espaço multiuso para reuniões e network em um único espaço de 300m2. Uma oportunidade para transformar ações em oportunidades de negócios de forma ampla e global.

Sua participação no Brasil é considerada estratégica com base nos crescentes números de exportações que, em janeiro de 2023, viu o volume crescer 3,3% segundo dados do Ministério da Economia, em relação a toda série histórica (atualmente contando com 301 meses), o volume total exportado alcançou o 4 º maior resultado.

Importantes mercados de destino foram responsáveis pelo aumento do volume total exportado, destacando-se os crescimentos do volume exportado para América do Sul (4,9 %), Oceania (4,5 %), América do Norte (3,1 %), África ( 2,9 %) e Ásia (Exclusive Oriente Médio) (2,2 %).

O fato é que a expectativa de crescimento é otimista. Análises mais recentes do Ministério da Economia apontam para um bom avanço nas exportações brasileiras, chegando a cerca de 20% em relação a 2021, com o agronegócio liderando e destaque sobre os principais segmentos. O relatório aponta para uma alta de 37% nos embarques realizados.

Assim, as empresas que estarão no Brasil no grupo da United Nations Freight Trading Logistics (UN) podem oferecer as empresas brasileiras possibilidades reais para exportações seguras de produtos e que atendam vários mercados uma vez que no estande localizado na Intermodal haverá mais de 50 agentes de 40 países representados. O diferencial desse espaço é oferecer aos clientes o maior número possível de fornecedores, otimizando tempo e abrindo novas possibilidades.

Essa é 3ª vez que a UN participa da Intermodal no Brasil e a expectativa é superar o número de reuniões feitas em 2022 e os negócios concretizados ao longo do ano.

O idealizador do grupo, Vittorio De Vena, destaca: “quando criamos o grupo, o primeiro pensamento era atuar de forma globalizada, organizada e prática para os agentes de cargas e clientes. Atuamos criando uma agenda, não só de reuniões produtivas e objetivas, mas também divulgando as empresas do grupo em todo o mundo. Essa ação possibilita negócios confiáveis com maior rentabilidade e amplia oportunidades para novos mercados”.

Já para Ana Quirino, CEO da National Freight, membro do grupo e representante do Brasil: “estamos otimistas para a edição de 2023. O mercado está aquecido e estarmos juntos em único espaço favorece novas oportunidades de negócio. Além disso, podemos garantir qualidade e uma rede ampla de atuação”

Nesse cenário de possibilidades de crescimento para 2023, as empresas interessadas em comercializar produtos de forma internacional poderão encontrar no grupo opções ideais para atender o negócio.

O perfil de cada membro do grupo está disponível na página do Instagram @un_freight.trading.logistics ou no site https://www.unftl.com/

Já para agendar reuniões com eles durante a Intermodal 2023 é necessário se cadastrar no link: https://app.one2onescheduler.com/UNatINTERMODAL/guest/

Construção civil projeta crescimento de 2,5% em 2023

A construção civil deve chegar ao seu terceiro ano consecutivo de crescimento. Segundo a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), as projeções apontam um aumento de 2,5% no setor em 2023, considerando o ritmo de expansão acima da economia nacional.
 
De acordo com a especialista Tatiana Fasolari, vice-presidente da Fast Engenharia, maior empresa da América Latina especializada em overlays, o número de construções e projetos ampliados no último ano foi imenso. 
 
“O setor cresce em demanda e em responsabilidade, conforme as necessidades da sociedade e do mercado. É um ambiente de investimento econômico altíssimo, com grande representatividade na economia nacional”, afirma Fasolari.
 
O número de trabalhadores e vagas em aberto foi um dos fatores que contribuíram para o aumento dos últimos anos. Em 2022, o número total de trabalhadores na área chegou a 2,5 milhões e o número de vagas totalizaram 288 mil. 
 
“O setor mostrou resiliência durante o período de isolamento imposto pela pandemia de covid-19 e tem apresentado uma recuperação vigorosa no setor de empregos”, avalia a especialista.
 
Para 2023, existe uma expectativa de investimento público em programas habitacionais, beneficiando ainda mais o setor e fortalecendo a cadeia produtiva. Além disso, tendências como construções provisórias, construtechs e cidades inteligentes devem seguir em alta.

 

Balneário Camboriú sediará Convenção de Vendas 2023 da CVC

A Convenção de Vendas 2023 da CVC, maior operadora de viagens do Brasil, realizada anualmente para franqueados, master franqueados, gerentes de lojas, executivos da empresa e parceiros, acaba de ter o destino definido para a edição 2023: Balneário Camboriú, em Santa Catarina, que receberá o evento no início de junho.
O acordo foi oficialmente firmado ontem, quinta-feira (23/2), em reunião na sede do Governo Estadual, em Florianópolis (SC), representada por Leonel Andrade, presidente da CVC Corp, que participou virtualmente do encontro, Jeanine Pires, diretora de Alianças Estratégicas da companhia, e Bruno Heleno, diretor de Produtos Nacionais da CVC, que foram presencialmente ao destino. Eles foram recebidos pelo governador do Estado de Santa Catarina, Jorginho Mello, o prefeito de Balneário Camboriú, Fabrício Oliveira, a senadora catarinense Ivete da Silveira, o deputado estadual de Santa Catarina, Carlos Humberto, e membros do Conselho Estadual de Turismo de Santa Catarina, que representam os empresários da região.
“As Convenções da CVC são eventos grandiosos e os destinos escolhidos para receber esses encontros são aqueles em que enxergamos grande potencial de vendas, como é o caso de Balneário Camboriú. O destino está entre os top 10 na preferência do viajante brasileiro. Para se ter ideia, embarcamos mais de 110 mil pessoas para o Estado de SC em 2022, sendo que 30% desse público viajou para Balneário Camboriú. Isso mostra que é um destino querido pelos brasileiros e pelos nossos clientes. Estamos ansiosos pela Convenção desse ano, que marca de forma definitiva a retomada do turismo”, afirma Leonel Andrade.
"Vem aí mais uma super Convenção de Vendas CVC 2023! A lindíssima cidade de Balneário Camboriú sediará o nosso evento e já estamos trabalhando intensamente para trazer muitas novidades e tendências para o nosso negócio. Estamos ansiosos para mais um grande evento junto com os nossos masters, franqueados e líderes de vendas. Vamos fazer desta a melhor Convenção de Vendas da CVC", adianta Tulio Oliveira, diretor executivo do B2C da CVC Corp.
O governador Jorginho Mello ressaltou a importância do time CVC conhecer o destino para também divulgar aos clientes. “Essa é uma oportunidade não só para Balneário Camboriú, mas para todo o Estado de Santa Catarina, que poderá mostrar toda a sua receptividade e se apresentar como diversidade de destino turístico para a rede de franquias da CVC”, celebrou o governador.
Já Fabrício Oliveira, prefeito de Balneário Camboriú, destacou que a cidade está pronta para sediar o evento. “Vamos nos preparar de forma inovadora e acolhedora para receber o time CVC e mobilizar todo o setor empresarial, envolvendo por completo o nosso município na realização de um evento tão importante para nós e para o turismo”, garante Fabrício.
No total, serão mais de 1 mil participantes, que virão de todo o Brasil para a Convenção de Vendas da CVC. Na pauta do evento, destaque para as novidades e negócios da CVC direcionado às franquias, estratégias de marketing e trade, tendências e novidades do mercado do turismo e economia, premiação dos melhores resultados e performances de sua rede de franqueados, além de promover a confraternização entre os líderes das lojas e o time corporativo da CVC, aproximando a força de vendas da operadora com os principais parceiros e fornecedores do trade turístico.
Na programação, ocorrerá ainda maior famtour da história de Balneário Camboriú, com os líderes realizando em suas chegadas visitas técnicas de familiarização às principais atrações turísticas. Esse tipo de viagem favorece o conhecimento dos líderes, para melhores recomendações aos clientes, em viagens à cidade.
O evento também contará com cerimônia e coquetel de abertura, plenárias com ativação de patrocinadores, jantar de premiação e show de encerramento. As convenções anteriores foram realizadas em Atibaia/SP (2015), Costa do Sauípe/BA (2016), Foz do Iguaçu/PR (2017), Dubai/EAU (2018), Porto de Galinhas/PE (2019) e Maceió/AL (2022). Em 2021, ocorreu a primeira versão 100% virtual da Convenção, possibilitando a extensão do evento, além dos franqueados, aos mais de 5 mil vendedores das lojas e equipe corporativa CVC.
A Convenção de Vendas CVC 2023 tem o apoio do Governo do Estado de Santa Catarina e da Prefeitura Municipal de Balneário Camboriú, e está sendo projetada de forma a refletir as prioridades estratégicas da empresa, como experiência do cliente, modernização e sustentabilidade. Nesse último item, inclusive, a produção do evento seguirá as premissas sustentáveis já implementadas na última edição, como contratação de mão de obra local e utilização de materiais biodegradáveis em toda a produção do evento.
Sobre a CVC
A CVC opera no mercado brasileiro há 50 anos e é a maior operadora de viagens e líder na preferência do consumidor brasileiro. 
Tem transformado o mercado de turismo brasileiro através de estratégias inovadoras, tendo sido a primeira operadora brasileira a fretar aeronaves, a adotar um modelo de distribuição de produtos no varejo, a parcelar a venda de pacotes e a oferecer produtos acessíveis para consumidores de todos os perfis de bolsos e gostos. 
Possui a maior rede de distribuição de produtos e serviços de turismo do Brasil, com mais de 1.100 lojas franqueadas, além de agências de viagens multimarcas credenciadas em todo o País, plataforma online cvc.com.br e o app CVC. 
A CVC Brasil é uma das marcas da CVC Corp, um dos maiores grupos de viagens da América Latina, formado por marcas que atuam no Brasil, Argentina e EUA, nos segmentos de viagem de lazer, negócios, locação de casas de férias e educação (intercâmbio cultural no exterior).

 

Carlos Humberto, dep. est. SC, Jeanine Pires, dir. Alianças Estratégicas CVC Corp, Jorginho Mello, gov SC, Bruno Heleno, dir Prod. Nac. CVC Corp, e Fabrício Oliveira, pref Balneário Camboriú
Roberto Zacarias/SECOM Governo do Estado de Santa Catarina

 

Famílias catarinenses atingem novo recorde de endividados

O endividamento de famílias catarinenses atingiu novo recorde pelo 13º mês consecutivo. Segundo a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Santa Catarina (Fecomércio), 65,4% das famílias encerraram o mês de dezembro com alguma dívida.
 
O resultado de dezembro é 4,3% superior ao de novembro, que atingiu 62,7%. Com a adição dos 2,7 pontos percentuais o resultado atingiu novo pico da série histórica, sendo o maior percentual desde maio de 2017.
 
Para o especialista Fernando Lamounier, diretor de novos negócios da Multimarcas Consórcios, a educação financeira é a solução. “É necessário que a educação financeira seja cada vez mais incentivada. A consciência de gastos e o planejamento para realização de grandes projetos beneficia não apenas o detentor do dinheiro, mas todos ao seu redor.”
 
No resultado de inadimplentes, dezembro atingiu 18,6%, crescimento de 6,8% em comparação a novembro, tornando-se o maior desde março de 2020. Embora o índice esteja longe do pico da série de 2019, a distância é de apenas 4,6 pontos percentuais.
 
Lamounier alerta para a importância de acompanhar de perto as receitas e as despesas para poder se manter sempre no azul. “Identificar os pontos de melhoria, analisar o mercado e traçar os seus objetivos é o básico para o planejamento anual, assim você estará preparado para longos períodos e evitará endividamentos”, analisa o especialista.

 

R$ 12 milhões em sobras serão distribuídos para os mais de 89 mil cooperados da Credifoz


Um dos principais diferenciais entre uma cooperativa de crédito e um banco tradicional são os valores oferecidos ao cooperado, economizando em tarifas e juros em comparação a outras instituições financeiras, além do retorno das sobras, que é o rendimento recebido por utilizar os produtos e serviços da cooperativa. Através dessa rede, é possível conquistar números expressivos que geram a Economia da Cooperação. 
Na Credifoz, em 2022, a Economia da Cooperação chegou a R$ 111,2 milhões. Esse valor representa o que todos os cooperados da Credifoz, juntos, economizaram ao utilizar os serviços da Cooperativa ao invés de contratar os mesmos produtos em outras instituições financeiras. Esse número representa um crescimento de 61% em relação a 2021, o que mostra que os cooperados estão tendo cada vez mais vantagens ao escolher uma cooperativa de crédito.  
No último ano, a Credifoz somou R$ 12 milhões em sobras que serão distribuídos entre os cooperados após a aprovação em Assembleia Geral. Além disso, a cooperativa alcançou R$ 586,6 milhões em ativos, que são os recursos administrados pela instituição, e R$ 451,9 milhões em créditos, ajudando a realizar os sonhos de muitas pessoas. 
            Durante o ano passado, a cooperativa ultrapassou o número de 89 mil cooperados nos seus 19 postos de atendimento em oito municípios, sendo três novas unidades inauguradas em 2022. “Nosso objetivo é sempre levar o cooperativismo mais longe, mostrando que existe uma forma de se fazer economia mais sustentável, auxiliando o micro e pequeno empresário e valorizando o negócio local e a educação. Além dos números expressivos que mostram que estamos no caminho certo, ano passado, a Credifoz recebeu novamente o reconhecimento Great Place to Work, como uma das melhores empresas catarinenses para se trabalhar. Também fomos reconhecidos pelo Instituto FENASBAC em 4 categorias diferentes por nossas iniciativas de Inovação com Propósito; e pelo Selo Social, por cumprir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU)”, diz Silvano Lazarini Junior, diretor executivo da Credifoz. 
            Um dos pontos mais valorizados no cooperativismo é a gestão colaborativa, que é quando as pessoas podem participar dos resultados, ou seja, quanto mais o cooperado movimenta sua conta, mais retorno ele recebe e pode investir na comunidade em que vive, gerando então uma economia solidária. 
                Para 2023, a Credifoz planeja continuar crescendo. No ano em que completa 15 anos, a Cooperativa abrirá 3 novos postos de atendimento, incluindo um em Imbituba, o que amplia sua atuação para o litoral sul de Santa Catarina. Novos produtos também estão previstos para lançamento nesse ano, como a Poupança, modalidade de investimento já conhecida do mercado e que passa a fazer parte do portfólio da Cooperativa em fevereiro. Entre outros números, a Credifoz pretende chegar a mais de 100 mil cooperados em 2023. 

Sobre a Credifoz
Com foco na valorização do cooperado, estímulo da qualidade de vida da comunidade e oferta de serviços financeiros diferenciados, a Credifoz mantém uma gestão apoiada nos princípios e nos valores cooperativistas. Formada pela união de empresários do Litoral-Norte catarinense, tem atuação nas cidades de Balneário Camboriú, Balneário Piçarras, Camboriú, Itajaí, Itapema, Navegantes, Penha e Tijucas. A cooperativa integra o Sistema Ailos.

Dólar vai abaixo de R$ 5,20 em dia mais calmo, antes de Campos Neto na TV

O dólar teve forte queda frente ao real nesta segunda-feira, com investidores desfazendo posições defensivas conforme aguardam entrevista do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, e reunião do Conselho Monetário Nacional (CMN), refletindo ainda um ambiente de apetite a risco no exterior.

A moeda norte-americana à vista caiu 0,86%, a 5,1772 reais na venda, patamar de encerramento mais baixo em uma semana.

Vendas de novos imóveis crescem 12,2% de janeiro a novembro de 2022

As vendas de novos imóveis cresceram 12,2% de janeiro a novembro do ano passado. Ao todo, 146.412 novas unidades foram comercializadas no período. Os dados fazem parte do levantamento realizado com 18 empresas associadas à Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (ABRAINC) em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE).
 

Apesar de contabilizar apenas 11 dos 12 meses do ano passado, o resultado já foi suficiente para estabelecer um novo recorde anual da série histórica dos indicadores ABRAINC-FIPE, ao superar em 1,9% os 143.576 empreendimentos negociados durante todo o ano de 2021, e já implica em um crescimento nas vendas do setor no ano passado, independentemente dos resultados de dezembro.
 

Nos 11 meses, os empreendimentos do programa Casa Verde Amarela (CVA) representaram a maior parte do mercado residencial comercializado no Brasil (67,7%) com um total de 99.244 unidades vendidas. Ao tempo, as 43.636 unidades do segmento de Médio e Alto Padrão (MAP) corresponderam a 29,8% das vendas. Os demais 3.532 (3,5%) são de outros segmentos.
 

Ainda de janeiro a novembro de 2022, a entrega de novos imóveis teve uma elevação de 4,5% e 74.319 foram entregues no período. Deste total, 64.629 foram de imóveis do CVA, 8.726 de MAP e 1.004 de diferentes tipos.
 

Distratos - A baixa relação entre distratos e vendas de unidades é outro ponto a se destacar. Nos 11 meses de 2022, essa relação atingiu o menor patamar da série histórica e foi de foi de 9,3%, o que representou uma queda de 2,1 pontos percentuais em relação ao mesmo período de 2021. Para efeito de comparação, no fim de 2018, quando foi publicada a Lei nº 13.786/18 (Lei do distrato imobiliário), que estabeleceu parâmetros para a resolução de contrato de compra e venda de imóveis por desistência e por inadimplemento das partes, a relação distratos/vendas entre os imóveis de Médio e Alto Padrão era próxima dos 50% e garante segurança para todos, especialmente aos compradores do empreendimento que terão seu imóvel entregue.
 

O presidente da ABRAINC, Luiz França, avalia que o setor deve continuar com um bom desempenho, gerando empregos e contribuindo para que muitos brasileiros possam realizar o sonho da casa própria. Ele lembra que o consumidor brasileiro segue em busca de um novo imóvel, seja para sair do aluguel ou para investir. Um levantamento feito pela Brain Inteligência Estratégica com 1.200 pessoas, em todo o Brasil, retrata isso e indica que 31% dos entrevistados desejam adquirir um novo imóvel. "O Brasil tem uma pirâmide etária ainda jovem se comprado a outros países, o que implica em uma alta taxa de formação de famílias nos próximos anos, cerca de 1,1 milhão por ano, e tudo isso reflete em uma forte demanda ao setor. Esperamos, inclusive, que o retorno do programa Minha Casa Minha Vida amplie o acesso a moradia as famílias mais carentes, contribuindo no combate ao déficit habitacional e na inclusão social para a população de menor renda”, finaliza o executivo.
 

Banco Central vê com preocupação piora das expectativas de inflação

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) indicou preocupação com a deterioração das expectativas de inflação de prazos mais longos e não descartou a possibilidade de novas elevações da taxa Selic, juros básicos da economia, caso o processo de desinflação não transcorra como esperado.

As informações foram divulgadas hoje (7) na ata da última reunião do Copom, que aconteceu semana passada. Na ocasião, o colegiado manteve a Selic em 13,75%. A taxa está no maior nível desde janeiro de 2017, quando também estava nesse patamar.

“Não obstante a desaceleração na margem [nos últimos meses], a inflação ao consumidor continua elevada. Os componentes mais sensíveis ao ciclo econômico e à política monetária, que apresentam maior inércia inflacionária, mantêm-se acima do intervalo compatível com o cumprimento da meta para a inflação, ainda que tenham apresentado alguma moderação na margem”, diz o documento.

As projeções de inflação do Copom são de 5,6% para 2023 e 3,4% para 2024. As projeções para a inflação de preços administrados são de 10,6% para 2023 e 5% para 2024. No horizonte de seis trimestres à frente, referente ao terceiro trimestre de 2024, a projeção de inflação acumulada em 12 meses situa-se em 3,6%. “O comitê julga que a incerteza em torno das suas premissas e projeções atualmente é maior do que o usual”.

Por isso, o Copom adotou uma hipótese de bandeira tarifária “amarela” em dezembro de 2023 e 2024, além de taxa de câmbio partindo de R$ 5,15 e preço do petróleo seguindo a curva de alta pelos próximos seis meses e aumentando 2% ao ano posteriormente.

A previsão para 2023 está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3,25% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é de 1,75% e o superior de 4,75%.

Já a projeção do BC para a inflação de 2024 está acima do centro da meta prevista – 3%, mas ainda dentro do intervalos de tolerância de 1,5 ponto percentual.

“O Copom optou pela manutenção da taxa de juros, reforçando a necessidade de avaliação, ao longo do tempo, dos impactos acumulados a serem observados do intenso e tempestivo ciclo de política monetária já empreendido. Assim, o comitê avaliou que, diante dos dados divulgados, projeções e expectativas de inflação, balanço de riscos e defasagens dos efeitos da política monetária já em território significativamente contracionista, era apropriado manter a taxa de juros no patamar de 13,75% ao ano”, diz a ata.

Em 2022, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial, fechou com uma taxa de 5,79% acumulada no ano. A meta estava em 3,5%, com a mesma margem de tolerância, e podia variar entre 2% e 5%.

Política fiscal

Na ata, o Copom mostrou, novamente, preocupação com o aumento de gastos públicos e seus efeitos para a inflação. Por outro lado, acrescentou que o pacote anunciado pelo Ministério da Fazenda para melhorar as contas, com aumento de arrecadação, pode atenuar os riscos.

“A conjuntura, particularmente incerta no âmbito fiscal e com expectativas de inflação se distanciando da meta em horizontes mais longos, demanda maior atenção na condução da política monetária. O comitê avalia que tal conjuntura eleva o custo da desinflação necessária para atingir as metas estabelecidas pelo Conselho Monetário Nacional”, diz a ata.

“Alguns membros notaram que a execução do pacote apresentado pelo Ministério da Fazenda deveria atenuar o risco fiscal e que será importante acompanhar os desafios na sua implementação”, completou o BC.

Para o órgão, o cenário básico para a inflação envolve fatores de risco em ambas as direções. Entre os riscos de alta, além da elevada incerteza sobre o futuro do arcabouço fiscal do país e estímulos fiscais, está uma maior persistência das pressões inflacionárias globais e um hiato do produto (diferença entre o atual e o potencial) mais estreito que o utilizado atualmente pelo comitê em seu cenário de referência, em particular no mercado de trabalho.

Entre os riscos de baixa, o Copom destaca uma queda adicional dos preços das commodities (produtos primários) internacionais em moeda local, uma desaceleração da atividade econômica global mais acentuada do que a projetada e a manutenção dos cortes de impostos projetados para serem revertidos em 2023.

Para o Banco Central, no âmbito doméstico, o conjunto de indicadores econômicos continua corroborando o cenário de desaceleração do crescimento esperado pelo comitê, com queda nos indicadores de confiança e arrefecimento nos indicadores de produção industrial, de comércio e de serviços.

“O mercado de trabalho, que surpreendeu positivamente ao longo de 2022, continua mostrando sinais de desaceleração, com queda nas admissões líquidas do Novo Caged e relativa estabilidade na taxa de desemprego, proveniente de recuos na população ocupada e na força de trabalho”, diz a ata.

O Copom acrescentou ainda que a estratégia de convergência da inflação para a meta, “sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços”, também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego.

Piora das expectativas

O BC destacou três razões que podem ter contribuído para a piora das expectativas de inflação. A primeira delas é uma possível percepção de leniência do próprio Banco Central com as metas estipuladas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Nesse sentido, o BC avaliou que “é necessário se manter ainda mais atento na condução da política monetária para reancorar as expectativas e assim reduzir o custo futuro da desinflação”.

Além disso, uma política fiscal expansionista pode pressionar a demanda agregada ao longo do horizonte de projeções. “O comitê pondera que estímulos de demanda devem ser avaliados considerando o estágio do ciclo econômico e o grau de ociosidade na economia, sendo a política monetária a variável de ajuste macroeconômico utilizada para mitigar os efeitos porventura inflacionários da política fiscal”, avaliou.

Por fim, o BC avaliou a possibilidade de alteração das metas de inflação já definidas, que estaria sendo considerada pela equipe econômica. Entretanto, avaliou que conduz sua política com base no que está estipulado.

“Mais importante do que a análise das motivações para a elevação das expectativas, o comitê enfatiza que irá atuar para garantir que a inflação convirja para as metas”, completou.

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.

Além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Quando o Copom diminui a Selic, a tendência é de que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.

Anfavea prevê queda de 3,5% das vendas de máquinas agrícolas em 2023

A Anfavea, entidade que representa as montadoras, apresentou nesta terça-feira, 7, previsões de queda para as vendas de máquinas agrícolas e de construção neste ano.

A expectativa para as máquinas agrícolas é de que sejam entregues 65 mil unidades, entre tratores e colheitadeiras de grãos, o que representa uma redução de 3,5% do volume registrado no ano passado.

Já para as máquinas de construção, como retroescavadeiras, pás-carregadeiras e motoniveladoras, a Anfavea prevê vendas de 36 mil unidades, 4,7% a menos do que o número de 2022.

Em relação às exportações de máquinas, as projeções da Anfavea são de redução de 13,1% dos embarques de tratores e colheitadeiras, para 9,52 mil unidades neste ano, e crescimento de 11,3% das vendas ao exterior de máquinas de construção, que, se confirmado o prognóstico, chegarão a 13,2 mil unidades.

Conforme os dados levados pela Anfavea à apresentação de resultados à imprensa, as vendas de máquinas agrícolas subiram 19,4% em 2022, totalizando 67,4 mil unidades. Já as entregas de máquinas de construção, um total de 37,8 mil unidades no ano passado, subiram 29,2% no ano passado.

 

Os números são de levantamentos realizados por outras duas entidades: a Fenabrave, que representa as concessionárias e divulga mensalmente as vendas de máquinas agrícolas; e a Abimaq, entidade da indústria de bens de capital, que acompanha os resultados das máquinas de construção. Eles têm defasagem de um mês em relação às estatísticas de veículos divulgadas nesta terça pela Anfavea, já referentes a janeiro.

Só em dezembro, 6 mil máquinas agrícolas foram vendidas no Brasil, 5,6% acima do volume registrado no mesmo mês de 2021. Na comparação com novembro, o crescimento foi de 17%.

As vendas de máquinas de construção, por sua vez, somaram 2,8 mil unidades no último mês de 2022, com leve aumento de 1,2% em relação a dezembro do ano anterior. Frente a novembro, as vendas de máquinas de construção tiveram alta de 5,4%.

Dólar fica cada vez mais longe dos R$ 5,00; veja a quanto fechou

O dólar teve alta nesta terça-feira e fechou acima de 5,20 reais, após trocar de sinal várias vezes em sessão volátil e com vários catalisadores, entre eles novos atritos entre governo e Banco Central, a ata do último encontro do Comitê de Política Monetária (Copom) e falas do chair do Federal Reserve, Jerome Powell.

No mercado à vista, o dólar fechou em alta de 0,51%, a 5,2013 reais na venda, registrando o maior patamar desde 20 de janeiro (5,2086) e engatando um terceiro pregão consecutivo de ganhos, acumulando no período valorização de mais de 3%.

A moeda norte-americana encerrou o pregão acima de sua média móvel diária de 200 dias pela primeira vez desde 23 de janeiro.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta terça-feira que não quer confusão com o BC, mas destacou que o chefe da autoridade monetária, Roberto Campos Neto, deve explicação ao Congresso Nacional sobre sua conduta e que o Senado deve ser “vigilante”. O petista e membros de sua administração e de seu partido têm criticado de forma recorrente a taxa de juros elevada, atualmente em 13,75%, e a independência do BC.

Contribuindo para os ruídos recentes envolvendo Executivo e BC, que têm aumentado receios de investidores sobre possível tentativa de intervenção do governo na autoridade monetária, o serviço de notícias Broadcast noticiou, citando técnicos do governo, que Lula quer indicar para diretorias da autarquia nomes que se contraponham ao presidente da autarquia, Roberto Campos Neto, citando técnicos do governo.

 

Enquanto era alvo de novos ataques de Lula, Campos Neto destacou nesta terça-feira que a independência da instituição é importante porque desconecta o ciclo da política monetária do ciclo político.

Segundo Luciano Rostagno, estrategista-chefe do Banco Mizuho, o mais recente “coro” contra o Banco Central teve efeito negativo no câmbio, bem como acenos do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, ao reajuste salarial de servidores públicos.

 

O estrategista acrescentou que parte dos mercados pode ter interpretado o tom da ata do Copom, divulgada nesta manhã, como um pouco mais “ameno” em relação à política fiscal do governo, o que pode ter ajudado a impulsionar o dólar. No documento, o BC reafirmou preocupação com o quadro das contas públicas, mas fez um aceno ao pacote de medidas fiscais apresentado recentemente por Haddad.

“Da mesma forma que o tom duro do comunicado limitou as perdas do real na semana passada, hoje o tom um pouco mais moderado favoreceu uma desvalorização do real”, disse Rostagno.

No entanto, há quem tenha interpretado a ata como ainda dura no que diz respeito ao fiscal e ao combate à inflação. Mauricio Oreng, superintendente de pesquisa macroeconômica do Santander disse em nota que o documento “confirma a intenção do BCB de seguir mantendo a Selic no atual patamar de 13,75%, nas condições atuais de incertezas fiscais e expectativas de inflação pressionadas”.

 

Colaborando para a volatilidade na sessão, o chair do Federal Reserve, Jerome Powell, disse nesta terça-feira que o mais recente relatório de emprego dos Estados Unidos mostrou que o processo para trazer a inflação de volta para perto da meta de 2% do banco central norte-americano levará “bastante tempo”, embora haja indicações de que as pressões de custo estão em queda, pelo menos para bens.

“O mercado inicialmente entendeu que o relatório de emprego não teria mudado a visão de Powell (sobre a política monetária)”, disse Rostagno, do Mizuho, destacando que houve uma melhora pontual acentuada no sentimento de risco dos mercados globais durante os primeiros momentos da fala do chair do Fed. No Brasil, o dólar chegou a cair para a faixa de 5,15 reais, antes de reverter completamente as perdas e fechar em alta.

“O mercado está piorando, as taxas (norte-americanas) estão voltando aos patamares pré-entrevista do Powell, então tem também um componente externo favorecendo essa alta do dólar”, explicou Rostagno.

A indicação de Powell de que os juros norte-americanos permanecerão elevados por mais tempo tendem a atrair recursos para o mercado de renda fixa dos EUA, que ficaria mais rentável sob taxas mais altas. Isso, por sua vez, impulsiona o valor do dólar globalmente.

(Atualizada às 17:48)

Portugal é opção para empresário brasileiro que deseja atuar no exterior

Com a economia cada vez mais digital e global, o empresário tem encontrado mais espaço para atuar internacionalmente. Mas como começar a investir no exterior? Para o presidente da Fenacon (Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas), Daniel Coêlho, é importante estudar o país onde se deseja trabalhar e trocar experiências com quem está familiarizado com esse tipo de negócio.

“Hoje, vivemos um cenário econômico que facilita a atuação internacional. A troca de informações e de experiências ganhou força com a internet, e ainda há empresas especializadas nesse ramo. Mas é importante que o investidor conheça onde quer injetar capital. Visite o país, entenda as suas possibilidades mercadológicas e converse com quem já realiza essas transações. O relacionamento e a troca de informações são etapas essenciais numa expansão ao exterior”, ressalta.

Para quem não sabe por onde começar, Coêlho dá uma dica: Portugal. “Portugal é um país com relações bem próximas com o Brasil, muito pela sua história. Mas há ainda outros fatores que privilegiam a chegada do investidor brasileiro: a comunicação facilitada, já que ambos os países possuem a mesma língua, mesmo com diferenciações. E também a sua localização, centralizada na economia europeia."

Por já fazer negócios com o Brasil há décadas, existe já uma confiança com os empreendedores do país. “A relação comercial Brasil-Portugal é bem próxima. Os executivos do país conhecem nosso potencial econômico e isso é essencial, pois já rompe barreiras de desconfiança, naturais em relações entre executivos de culturas distintas", complementa o especialista.

Evento visa difundir relações econômicas entre Brasil e Portugal

Para ajudar neste processo, a Fenacon também está realizando um evento que visa integrar quem deseja investir no exterior com as oportunidades presentes. Trata-se da Missão Brasil-Portugal:

“Será uma programação especial entre os dias 5 e 11 de fevereiro. O empresário vai com a gente até Portugal para conhecer as opções de investimentos e atuação. Estamos organizando um calendário bem amplo, que integre diferentes cidades e possibilidades”, explica o presidente da Fenacon.

Entre os destaques estão a visita ao World Trade Center Lisboa, além das cidades de Porto e Praga. As atividades incluirão diversos eventos com empresários, estruturados com temáticas específicas de negócios: Portugal Tech, Como fazer negócios em Portugal, O ecossistema Tripeiro e Brasil em Portugal.

A abertura da Missão Brasil-Portugal acontecerá no dia 05 de fevereiro (domingo) e contará com as presenças confirmadas do Embaixador do Brasil em Portugal, Raimundo Carreiro, e do secretário de Estado da Internacionalização de Portugal, Bernardo Ivo Cruz.

“É um evento especificamente focado no processo de formação e consultoria para negócios internacionais. A finalidade da missão é fomentar relações entre Brasil e Portugal por meio do know-how e da troca entre os empresários portugueses e os brasileiros que desejam investir”, conclui.

Mais informações e as inscrições para o evento estão disponíveis em formulário especial: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSd3sLlfZgUXjjSKLA67VOgX9zXnAZnv2ih1akD28aNTK__j1g/viewform

Sobre a Fenacon

Criada em 1991, a Fenacon (Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas) nasceu da necessidade de empresários do setor de serviços de se ter uma entidade que os representasse nacionalmente.

Filiada à Confederação Nacional do Comércio (CNC), a Fenacon conta com 38 entidades empresariais, que representam, aproximadamente, 400 mil empresas distribuídas nos 26 estados e no Distrito Federal.

© Copyright 2000-2014 Editora Bittencourt