
O segundo semestre de 2026 será marcado por uma combinação de fatores que tende a influenciar decisões de investidores e empresários: o debate sobre os rumos da economia brasileira, a aproximação do ciclo eleitoral e as incertezas geopolíticas que seguem impactando mercados ao redor do mundo. Em um ambiente que exige análise qualificada e visão de longo prazo, cresce a demanda por informações capazes de ajudar na tomada de decisões estratégicas. Esses temas estarão no centro da 12ª edição da Money Week, que será realizada nos dias 27 e 28 de agosto, no Expocentro, em Balneário Camboriú.
Reconhecida como um dos principais encontros do mercado financeiro do país e o maior do segmento na Região Sul, a Money Week deve reunir mais de 7 mil participantes, entre investidores, executivos, gestores, empreendedores e lideranças empresariais. A edição deste ano contará com dois dias de programação, mais de 60 palestrantes, 40 horas de conteúdo, feira de negócios com estandes parceiros, espaço para networking, experiências exclusivas e uma curadoria voltada ao aprofundamento dos debates.
Entre os confirmados da Money Week 2026 estão: Mansueto Almeida, economista-chefe do BTG Pactual e secretário do Tesouro Nacional (2018-2020); Leandro Karnal, historiador, professor, escritor e um dos intelectuais mais influentes do país; Professor HOC, cientista político e analista de cenários; Silvio Cascione, chefe da Eurasia Group no Brasil; Ernest Scheyder, jornalista da Reuters, autor do livro "The War Below" e especialista em terras raras e geopolítica; Roberto Reis, estrategista eleitoral; Marcos Troyjo, Presidente do BRICS (2020-2023), Secretário Especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais do Ministério da Economia do Brasil (2019-2022); Daniella Marques, ex-presidente da Caixa Econômica Federal e Cofundadora do Pra Elas; Roberto Lee, fundador e CEO da Avenue; Maria Carolina Gontijo, advogada tributarista; além dos jornalistas e comentaristas Caio Coppolla e Augusto Nunes. A mediação ficará a cargo da jornalista Christiane Pelajo.
Além desses nomes, a programação contará ainda com a participação de Paulo Guedes, ex-ministro da Economia e fundador do Banco Pactual, e Gustavo Franco, ex-presidente do Banco Central e sócio-fundador e conselheiro da Rio Bravo, que voltam à Money Week para aprofundar a discussão sobre os desafios da economia brasileira e internacional.
Os painéis abordarão temas como eleições, cenário fiscal, reforma tributária, investimentos internacionais, geopolítica e seus impactos nos investimentos, o papel do Brasil na economia global, estratégias de alocação internacional e os reflexos dos juros e da inflação na composição das carteiras, e ainda setores estratégicos para a economia brasileira como agronegócio e energia.
Para Juliano Custodio, fundador e CEO da EQI Investimentos, o evento foi desenhado para atender a um investidor cada vez mais atento às transformações políticas e econômicas. “Quando o ambiente se torna mais desafiador, a informação ganha ainda mais valor. O investidor precisa compreender os riscos, avaliar oportunidades e evitar decisões baseadas apenas em movimentos de curto prazo.”
Custodio também destaca que a realização da Money Week em Balneário Camboriú simboliza um movimento mais amplo de transformação do setor financeiro nacional. “Durante décadas, as principais discussões e decisões do mercado estiveram concentradas na Faria Lima, em São Paulo. O que estamos fazendo é mostrar que o Sul do Brasil tem capacidade, capital humano, empreendedorismo e relevância econômica para sediar esses debates em alto nível. A Money Week é parte desse movimento de trazer conversas sobre investimentos, economia e negócios para uma região que vem ganhando cada vez mais protagonismo no cenário nacional”, afirma.
Em 2025, a Money Week reuniu cerca de 4,5 mil participantes, além de 30 estandes e mais de 60 palestras. Para 2026, a expectativa é superar 7 mil participantes e ampliar seu papel como um dos principais fóruns de debate sobre os temas que devem influenciar os rumos da economia e dos investimentos no Brasil.
Sobre a EQI Investimentos
Fundada em 2008, em Santa Catarina, a EQI Investimentos foi a primeira do gênero a conquistar licença para operar como corretora no Brasil. Desde sua criação, sempre investiu na formação de seus profissionais e foi com este modelo que cresceu e se tornou uma das líderes do mercado. Atualmente, possui R$ 57 bilhões sob custódia e 100 mil clientes ativos. Com uma média de captação superior a R$ 1 bilhão por mês e mais de duas mil novas contas mensais, a expectativa é que a plataforma alcance R$ 180 bilhões sob custódia em cinco anos. Além da sede na Praia Brava, em Itajaí, na região Sul, a corretora possui escritórios em Chapecó, Florianópolis, Joinville e Curitiba e outras unidades pelo Brasil em Manaus, Recife, Maceió, Sinop, Cuiabá, Brasília, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e São Paulo.