quinta, 29 de outubro de 2026
29/10/2026 07:00

Construção civil: alta no custo da mão de obra impulsiona o uso da argamassa projetada

Dificuldade para contratar profissionais e aumento dos custos levam empresas a buscar processos mais eficientes nos canteiros de obras

A construção civil tem ampliado a atenção à projeção mecanizada de argamassa como alternativa para melhorar a eficiência das operações nos canteiros de obras. O movimento ocorre em um cenário de aumento dos custos com mão de obra e dificuldade para contratar profissionais, fatores que têm levado as empresas a rever processos e buscar formas de aproveitar melhor os recursos disponíveis.

Segundo dados da Fundação Getulio Vargas (FGV IBRE), o custo da mão de obra na construção civil subiu 9,23% em 2025, enquanto os materiais e equipamentos registraram alta de 3,75%, conforme o Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M). Além da pressão sobre os custos, a disponibilidade de profissionais também representa um desafio para o setor. Pesquisa divulgada pela instituição em janeiro de 2026 apontou que 69,1% das empresas da construção civil tiveram dificuldades para contratar ou reter trabalhadores em 2025.
Diante desse cenário, a revisão dos processos construtivos ganha importância. O objetivo é organizar melhor as etapas de execução, reduzir movimentações desnecessárias e permitir que as equipes aproveitem o tempo de trabalho com mais eficiência. Nesse contexto, a mecanização da aplicação de argamassa surge como uma alternativa para integrar atividades que tradicionalmente dependem de diferentes etapas de preparo e aplicação do material.

Equipamentos que realizam a mistura, o bombeamento e a projeção de argamassa em um único processo ajudam a simplificar a rotina no canteiro. Com o fluxo de trabalho mais integrado, é possível facilitar o abastecimento do material e a organização das frentes de serviço. Recursos voltados à limpeza e à prevenção de obstruções também contribuem para a continuidade da operação, reduzindo interrupções durante a execução.

A Projetora de Argamassa MPA 150, da Menegotti, fabricante de equipamentos para a construção civil, reúne essas funções em um único equipamento. O modelo conta com tremonha de 115 litros, vazão máxima de 30 litros por minuto e capacidade para trabalhar com argamassas de granulometria de até 4 milímetros. O sistema também permite o fluxo reverso, recurso que auxilia na prevenção de entupimentos nas mangueiras, além de dispor de recursos e acessórios que facilitam a limpeza do equipamento.

A mecanização, no entanto, não se resume à adoção de máquinas. A eficiência depende também do planejamento da obra, da organização do abastecimento de materiais e da capacitação das equipes para operar os equipamentos. Quando esses fatores são considerados em conjunto, a tecnologia pode contribuir para tornar a aplicação de argamassa mais organizada e compatível com as demandas atuais da construção civil.

Sobre o Grupo Menegotti
Fundado em 1940, o Grupo Menegotti é referência nacional e internacional no mercado da construção civil. A empresa conta com unidades nas cidades de Jaraguá do Sul, Corupá e, ainda, em Atlanta, nos Estados Unidos. O Grupo é gestor das marcas Menegotti Construção, Menegotti Movimentação, Menegotti Casa e Menegotti Campo, além de uma unidade internacional com a marca Menegotti North America. Para saber mais, acesse www.grupomenegotti.com.

 




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