quarta, 01 de dezembro de 2021
13/09/2021 17:54

Importações pelo Porto de Suape batem recorde e ultrapassam US$ 900 milhões em agosto

A arrecadação também bate recorde e representa mais do que o dobro do observado em agosto de 2020 e quase 70% a mais do que foi arrecadado em agosto de 2019, antes do início da pandemia do novo coronavírus

As importações realizadas pelo Porto de Suape batem mais uma vez o recorde de volume em dólares e também de arrecadação. No mês de agosto, as importações atingiram a marca de 900,6 milhões de dólares, número 27% maior que no mês anterior (que já havia sido um recorde, com US$ 706 milhões),e mais do que o dobro do importado no último agosto antes da pandemia (agosto de 2019), quando foram registradas US$ 380 milhões em importações. Os dados foram divulgados, nesta sexta-feira (9) pela Superintendência Regional da Receita Federal na 4ª Região Fiscal, que compreende os Estados de Pernambuco, Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte.

Esse número também traz um forte impacto na arrecadação federal em decorrência das importações realizadas por Pernambuco (além do Porto de Suape, pelo Porto do Recife e aeroportos de Petrolina e do Recife). Só em agosto desse ano R$ 710 milhões foram arrecadados, dos quais as importações pelo Porto de Suape representam 95% do total importado por Pernambuco.

Para se ter uma ideia, em agosto de 2020, a Alfândega da Receita Federal arrecadou em Pernambuco, decorrentes das importações realizados pelos portos e aeroportos já mencionados, R$ 338 milhões. Já em agosto de 2019, antes do início da pandemia, o montante arrecadação foi de R$ 421 milhões.

Destaques na importação - Nessas importações se destacam as indústrias automotivas e de petróleo e gás, sendo os três principais produtos importados: 1º, combustíveis (42% das importações); 2º veículos e partes/peças de veículos (14% das importações); 3º máquinas e aparelhos elétricos (6,7% das importações). Já em relação à origem dos produtos, os países que mais exportam para Pernambuco foram: Estados Unidos (35%), Arábia Saudita (9,3%) e Itália (8,6%).




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