
O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) registrou uma aceleração na sua primeira prévia de maio, atingindo 0,18%. O resultado representa um aumento em relação à mesma leitura de abril, quando o índice havia variado positivamente em 0,05%, conforme dados divulgados nesta segunda-feira (12) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).
A análise dos componentes do IGP-M revela que o Índice de Preços ao Produtor Amplo – Mercado (IPA-M) inverteu a tendência de queda observada na primeira prévia de abril (-0,07%), apresentando uma alta de 0,08% nesta leitura de maio. Da mesma forma, o Índice de Preços ao Consumidor – Mercado (IPC-M) também mostrou aceleração, passando de 0,28% em abril para 0,42% em maio.
Em contrapartida, o Índice Nacional da Construção Civil – Mercado (INCC-M) apresentou uma desaceleração na sua taxa de variação. O índice, que havia registrado alta de 0,50% na primeira prévia de abril, avançou 0,38% nesta nova leitura.
Comprometida com serviços portuários de excelência, a Portonave, primeiro terminal portuário privado de contêineres do país, é líder nacional em dois indicadores na Pesquisa de Satisfação de Clientes de Terminais Portuários 2025, realizada pelo Instituto Ibero Brasileiro de Relacionamento com o Cliente (IBRC): o índice de Satisfação Espontânea (SSI) e o indicador de Jornada do Cliente (CJI). O estudo avaliou 13 terminais de contêineres do país, com ano-base 2025. A percepção dos clientes – como exportadores, importadores, armadores, transportadoras e despachantes – foi analisada a partir da experiência nos principais pontos de contato com a empresa.
No indicador de Satisfação Espontânea (SSI), a Companhia alcançou 94 pontos – resultado que representa a percepção espontânea do cliente, ou seja, como a empresa é vista sem indução. No benchmarking entre os terminais, a média foi de 85 no SSI. Na Jornada do Cliente (CJI), obteve 90 pontos – índice que reflete a qualidade da entrega ao longo de todas as etapas da experiência do cliente. No benchmarking entre os terminais, a média foi de 87 no CJI. Esses resultados reforçam o compromisso da Companhia em oferecer excelência no atendimento e consolidam sua posição de destaque no setor.
O Terminal Portuário investe de modo contínuo em iniciativas com foco do cliente, como novas tecnologias, ferramentas digitais, treinamentos da equipe de atendimento e a participação em feiras e eventos do setor. Essas ações contribuem para processos mais eficientes e para o fortalecimento da relação e comunicação com os clientes.
Para aprimorar os serviços prestados e aumentar a capacidade operacional, a Portonave executa um plano de modernização de R$ 2 bilhões, que inclui a obra de adequação do cais para receber operações com até 17 metros de profundidade e navios de até 400 metros, assim como a aquisição de novos equipamentos operacionais e de maior porte – dois guindastes Ship-to-Shore (STS) Cranes e 14 Rubber Tyred Gantry (RTGs), previstos para chegarem no segundo semestre de 2026. No total, passará a contar com oito STS e 32 RTGs. Os investimentos elevarão a capacidade anual de 1,5 milhão de TEUs para 2 milhões de TEUs (unidade de medida equivalente a um contêiner de 20 pés).
A eficiência operacional está entre os principais diferenciais competitivos da Portonave. O Terminal Portuário possui a maior produtividade de navio do país, com média de 110 Movimentos por Hora (MPH) de contêineres na operação dos navios, segundo dados da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ), de janeiro de 2026.
Nos processos de recebimento e retirada de contêineres, a Portonave mantém padrões elevados de eficiência. O tempo médio de permanência dos motoristas no Terminal é de apenas 25 minutos, com cerca de 2 mil atendimentos realizados diariamente. A operação conta com quatro Scanners de inspeção de cargas, cada um com capacidade de examinar aproximadamente 120 caminhões por hora, com tempo médio de análise de 30 segundos por veículo. Dois desses equipamentos entraram em operação em outubro de 2025, reforçando ainda mais a segurança e a agilidade das operações.
Ao investir continuamente em inovação e assegurar padrões de atendimento com excelência e eficiência, a Companhia fortalece a percepção positiva e a satisfação de seus clientes.
Sobre o IBRC
O Instituto Ibero Brasileiro de Relacionamento com o Cliente (IBRC) é uma instituição especializada em estudos, pesquisas e análises sobre a experiência e o relacionamento entre empresas e seus clientes. Avalia indicadores de satisfação, jornada do cliente e qualidade do atendimento em diferentes setores, com base na percepção de clientes que utilizam os serviços analisados. As pesquisas conduzidas pelo IBRC têm como objetivo apoiar a tomada de decisão e o aprimoramento das práticas de relacionamento com o mercado.
Sobre a Portonave
A empresa está localizada em Navegantes, no Litoral Norte de Santa Catarina, e iniciou suas atividades em 2007, como o primeiro terminal portuário privado do Brasil. A Companhia é a 4ª colocada na movimentação de contêineres cheios de longo curso no país, com 10% de participação, de acordo com o Datamar, em janeiro de 2026. Atualmente, gera 1,3 mil empregos diretos e 5,5 mil indiretos.


A deputada federal Daniela Reinehr (PL) dá mais um passo concreto na articulação pela modernização do Aeroporto Regional de Chapecó e promove, no próximo dia 13, no auditório da Acamosc, às 17 horas, uma mesa redonda no município para debater o projeto de reforma e ampliação do terminal. A iniciativa é fruto direto de uma atuação construída ao longo dos últimos anos pela parlamentar, com trabalho técnico, articulações institucionais e diálogo permanente com o setor produtivo.
O encontro contará com a presença de representantes dos governos Federal e Estadual, incluindo coordenador geral de projetos aeroportuários do Ministério de Portos e Aeroportos, Márcio Maffili, além do secretário de Estado de Portos, Aeroportos e Ferrovias de Santa Catarina, Ivan Amaral, e de representantes do LabTrans (Laboratório de Transporte e Logística), responsável pelos estudos de viabilidade técnica. Também participarão prefeitos, vereadores, lideranças regionais, representantes do setor produtivo e associações empresariais, consolidando um momento decisivo para o avanço do projeto.
A mobilização liderada por Daniela já garantiu resultados importantes. O aeroporto de Chapecó passou a ser reconhecido como estratégico para o desenvolvimento regional, incluído no Plano Nacional de Aviação Civil e também na carteira de investimentos do Governo Federal. Como consequência direta, o projeto entrou na fase de estudos técnicos, etapa essencial para viabilizar as obras.
Esse avanço ocorre em um momento de crescimento consistente da demanda. Em 2025, o Aeroporto de Chapecó registrou a maior movimentação da sua história, com quase 648 mil passageiros, superando em 4,7% o volume do ano anterior e consolidando o terminal como um dos mais relevantes do interior da região Sul.
A deputada destaca que a realização da mesa redonda em Chapecó amplia esse movimento, ao trazer o debate para perto de quem vive a realidade da região e depende da infraestrutura aeroportuária para produzir, investir e crescer. O objetivo é permitir que as lideranças e representantes do Oeste catarinense apresentem diretamente ao Ministério a necessidade concreta da ampliação do aeroporto, alinhando as demandas locais com o planejamento técnico do Governo Federal.
A expectativa é que o encontro contribua para acelerar os estudos e aproximar a execução das obras que a região aguarda há anos. “Estamos falando de desenvolvimento, de competitividade e de oportunidades para uma região que produz, exporta e sustenta uma parte importante da economia do país”, reforça Daniela.
O Aeroporto Serafim Enoss Bertaso é um dos principais terminais do interior do Sul do Brasil e atende não apenas Santa Catarina, mas também regiões do Rio Grande do Sul e do Paraná. A ampliação da sua estrutura é considerada estratégica para reduzir custos logísticos, melhorar a conectividade e impulsionar o crescimento do complexo agroindustrial da região.
O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC) de Santa Catarina registrou 94,6 pontos em março, o pior resultado para o mês nos últimos nove anos, segundo levantamento do Núcleo de Inteligência Estratégica da Fecomércio SC. O indicador recuou 4,7% em relação a fevereiro e 10,3% na comparação com março de 2025, permanecendo abaixo do nível de otimismo (100 pontos).
O resultado reforça o cenário de pessimismo entre os empresários do varejo catarinense, influenciado pela deterioração das condições atuais e pela piora das expectativas. Na comparação com o período pré-pandemia, em fevereiro de 2020, a queda acumulada chega a 30,5%. Além disso, o indicador está significativamente abaixo da média nacional, que atingiu 107 pontos em março.
O presidente da Fecomércio SC, Hélio Dagnoni, afirma que o empresário varejista catarinense vem adotando uma postura cautelosa desde meados do ano passado. Segundo ele, os juros seguem em patamares elevados, o que limita o consumo e os investimentos. Além disso, o início da guerra no Oriente Médio trouxe preocupações quanto a uma possível retomada da inflação.
“Estávamos em um cenário de queda da inflação, o que é benéfico para a economia como um todo. Agora, com a perspectiva de alta inflacionária por conta da guerra, os empresários veem menos espaço para uma redução significativa dos juros. Com juros elevados, há retração do consumo, pois na economia tudo está interligado. Todo esse contexto pode ter contribuído para a queda da confiança”, diz Dagnoni.
A retração de março do ICEC foi disseminada entre os três componentes do índice. O indicador de Condições Atuais atingiu 63,3 pontos, com queda de 4,4% no mês e recuo de 24% em relação ao mesmo período do ano passado, mantendo-se em patamar significativamente abaixo da neutralidade. A avaliação da economia brasileira foi o principal fator de pressão negativa, seguida pelas percepções sobre o comércio e sobre as próprias empresas.
Apesar de permanecer acima de 100 pontos, o Índice de Expectativas também apresentou recuo relevante, de 4,9% frente a fevereiro, alcançando 120,8 pontos. A queda foi generalizada entre os subcomponentes, indicando perda de confiança em relação ao desempenho futuro da economia, do setor e das empresas.
No componente de Investimentos, o índice caiu 4,5% no mês, chegando a 99,6 pontos e passando a operar ligeiramente abaixo do nível de neutralidade. A intenção de contratação de funcionários registrou a queda mais expressiva, de 9,5%, sinalizando redução no ritmo do mercado de trabalho do varejo. Também houve recuo na recomposição de estoques, enquanto os investimentos nas empresas se mantiveram praticamente estáveis.
O desempenho de março evidencia um ambiente de maior cautela entre os empresários catarinenses e reforça o desafio de recuperação da confiança no setor, que atinge seu nível mais baixo para o período desde 2017.


As exportações de Santa Catarina registraram recuo de 2,6% no primeiro trimestre de 2026 na comparação com igual período do ano anterior e somaram US$ 2,7 bilhões. O desempenho reflete, em parte, os efeitos das tarifas norte-americanas anunciadas a partir de abril de 2025, uma vez que os Estados Unidos estão entre os principais destinos das vendas externas catarinenses. No acumulado do ano até março, as exportações para os Estados Unidos recuaram 44,6% frente a 2025, período pré-tarifas.
Pauta exportadora
As vendas externas de carnes de aves seguem liderando a pauta de exportações catarinense e tiveram alta de 9,1% no primeiro trimestre, para US$ 633,3 milhões. A carne suína é o segundo item mais exportado pelo estado, somando US$ 425 milhões, um incremento de 6,9% no período. De janeiro a março, as vendas de motores elétricos atingiram US$ 128,2 milhões, um aumento de 1,9%. O aumento de 57,1% nas vendas ao exterior de outras máquinas agrícolas foi um dos destaques de alta, juntamente com o incremento de 31,1% de transformadores elétricos.
As vendas de madeira serrada - um dos setores mais afetados pelas tarifas - cederam 6,7% nos três primeiros meses do ano, para US$ 89,4 milhões, enquanto as exportações de partes de motor caíram 22,8%, para US$ 77,4 milhões. Do lado das quedas também destacaram-se outros móveis (-39,7%) e obras de carpintaria para construções (-42,7%), duramente afetados pelo recuo das vendas aos EUA.
Destinos
A China foi o principal destino das exportações de SC no primeiro trimestre, com US$ 246,2 milhões. O resultado, no entanto, foi 4,1% menor do que o realizado no mesmo período de 2025. Entre os fatores estão o crescimento mais lento da economia chinesa e políticas de priorização de produtos chineses no mercado doméstico.
As vendas para o Japão, no entanto, apresentaram incremento de 35,4% no período (US$ 223,1 milhões), muito em decorrência das exportações de carne suína catarinense. O México também comprou mais de SC (+20%), alcançando US$ 150,3 milhões.
Os Estados Unidos compraram 44,6% a menos do estado no acumulado do ano até março e os argentinos importaram 18,1% a menos.
Importações
As importações catarinenses cresceram 0,9%, para US$ 8,8 bilhões. O produto mais comprado pelo estado é o cobre refinado (US$ 457,3 milhões), com crescimento de 26% frente a igual período de 2025. As importações de pneus de borracha aumentaram 83,1%, para US$ 253,4 milhões, e as de partes e acessórios para veículos subiram 15,7%, para US$ 246,3 milhões. Já as compras internacionais de polímeros de etileno recuaram 4%. O quinto principal item da pauta importadora, revestimento de ferros laminados planos, cresceu 21,6%, para US$ 165 milhões.
A China foi a principal origem das compras externas (US$ 3,9 bilhões), com avanço de 0,4% em relação ao acumulado do ano passado. O Chile vem em segundo no ranking das importações, com alta de 7,5%, somando US$ 581,9 milhões. As importações dos Estados Unidos recuaram 20,7%, para US$ 420 milhões, as da Alemanha cederam 3,4% (US$ 384,2 milhões) e das da Argentina caíram 3,1%, para US$ 352,6 milhões.
A Federação das Indústrias de SC (FIESC) é uma das signatárias do manifesto articulado por entidades empresariais e federações do setor produtivo e de trabalhadores contra uma possível revisão do imposto sobre remessas internacionais até US$ 50, a chamada “taxa da Blusinha”.
A entidade lembra que a implementação, em agosto de 2024, de mecanismos de tributação sobre essas encomendas buscou corrigir uma distorção histórica. Durante anos, produtos importados ingressaram no País com carga tributária significativamente inferior à aplicada à produção nacional, criando uma disparidade na cobrança de impostos, o que fere os princípios de isonomia e concorrência leal.
Desde agosto de 2023, sites estrangeiros de vendas passaram a recolher tributos no Brasil, iniciando com o ICMS, instituído pelos governos estaduais na ocasião da criação do Programa Remessa Conforme, da Receita Federal e, um ano depois, com o estabelecimento do Imposto de Importação.
Benefícios para a economia
Entre agosto de 2024 e junho de 2025, o varejo de vestuário e calçados cresceu 5,5%, em comparação com a queda de 0,6% registrada no mesmo período entre 2023 e 2024.
Segundo dados do Ministério do Trabalho, o comércio criou, desde 2023 - quando foi lançado o programa Remessa Conforme -, até dezembro de 2025, 860 mil novos empregos diretos e outros 1,5 milhão de novas vagas na cadeia produtiva. Já na indústria, no mesmo período, foram criados 578 mil novos empregos diretos. Indústria e varejo contribuíram para que o Brasil atingisse o menor desemprego da sua história: 5,1%, ao final de 2025, destaca o manifesto.


Foto: Leo Munhoz/SecomGOVSC
O Sistema Nacional de Emprego de Santa Catarina (Sine/SC) iniciou a semana com 9.058 vagas de emprego abertas em todas as regiões do estado, consolidando um cenário positivo para quem busca inserção ou recolocação no mercado de trabalho. Do total, centenas de oportunidades são destinadas exclusivamente a pessoas com deficiência (PCD).
De acordo com o diretor de Emprego e Renda da Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Serviços (Sicos), Carlos Alberto Arns Filho, o volume de vagas reforça a importância da intermediação realizada pelo Sine. “Santa Catarina mantém um ritmo consistente na geração de oportunidades. O Sine tem um papel fundamental ao aproximar trabalhadores e empregadores, facilitando o acesso às vagas e contribuindo para o desenvolvimento econômico do estado”, destaca.
Os interessados podem acessar as vagas pelo portal Emprega Brasil ou procurar uma unidade do Sine mais próxima para atendimento presencial. As oportunidades são atualizadas diariamente e estão sujeitas a alterações conforme o preenchimento pelas empresas.
Confira a distribuição das vagas por região:
Grande Florianópolis – 1.580 vagas
Biguaçu: 96
Florianópolis: 608 pcd 12
Palhoça:03
São João Batista: 45 pcd 24
São José: 562 pcd 03
Tijucas: 266
Vale do Itajaí – 2.889 vagas
Balneário Camboriú: 347
Blumenau:577 pcd 03
Brusque: 411 pcd 15
Camboriú: 145
Gaspar: 45
Ibirama: 34
Indaial:610
Itajaí: 88 pcd 13
Itapema: 178 pcd 10
Navegantes: 151
Penha: 113
Pomerode: 143
Rio do Sul: 27
Timbó: 20
Oeste – 1.318 vagas
Abelardo Luz: 59
Chapecó: 314 pcd 01
Concórdia: 256 pcd 41
São Miguel do Oeste: 366 pcd 02
Seara: 308 pcd 100
Xanxerê: 15
Sul – 1.225 vagas
Araranguá: 89 pcd 02
Braço do Norte: 50
Capivari de Baixo: 04
Cocal do Sul: 24
Criciúma:243
Forquilhinha: 90
Garopaba: 205 pcd 02
Gravatal: 03
Içara: 12 pcd 01
Imbituba: 23
Laguna: 53
Morro da Fumaça: 211
Praia Grande: 13
Tubarão: 202
Turvo: 03
Norte – 1.360 vagas
Araquari: 117
Garuva: 69
Itaiópolis: 177
Joinville: 354 pcd 03
Mafra: 388
Papanduva:05
Porto União: 01
Rio Negrinho: 41
São Bento do Sul: 197 pcd 01
São Francisco do Sul: 11
Meio-Oeste – 505 vagas
Caçador:47
Campos Novos: 95
Capinzal:231
Joaçaba: 66 pcd 02
Videira: 66
Serra Catarinense – 81 vagas
Lages: 16 pcd 01
São Joaquim: 65
Principal ligação entre Itajaí e Balneário Camboriú, no litoral catarinense, duas das cidades mais valorizadas do país, a avenida Osvaldo Reis receberá investimentos urbanísticos que ultrapassam os R$200 milhões. Empreendimentos residenciais já valorizam em torno de 20% ao ano, como é o caso do primeiro prédio do Brasil assinado pela Artefacto e executado pela Construtora CK, que acumula mais de 105% de rentabilidade em menos de 5 anos.
A avenida Osvaldo Reis, principal eixo de ligação entre Itajaí e Balneário Camboriú, no litoral norte de Santa Catarina, virou novo ‘corredor’ imobiliário de luxo em Santa Catarina. O trecho recebe investimentos urbanísticos superiores a R$ 200 milhões em obras de mobilidade, como novos binários e duplicações, que atraem e refletem na valorização de projetos residenciais de alto padrão no entorno da Praia Brava. De acordo com dados da Construtora CK, empreendimentos na via já registram valorização de 20% ao ano, superando os índices nacionais de inflação imobiliária.
O Índice FipeZap aponta que Balneário Camboriú e Itajaí figuram entre os 5 metros quadrados mais caros do país. Com a escassez de terrenos frente-mar na região, o mercado migrou para o eixo da Osvaldo Reis. O Artefacto Towers by CK, primeiro projeto no Brasil com assinatura da grife de mobiliário, atingiu 105,8% de valorização desde seu lançamento em 2021, ou seja, o dobro do valor. O edifício possui Valor Geral de Vendas (VGV) de R$300 milhões e ticket médio de R$3,2 milhões por unidade.
A expansão do ‘corredor’ atrai investidores focados em rentabilidade e ativos reais. O empreendimento Habitah Praia Brava, com VGV de R$267 milhões, acumulou alta de 72,82% em cinco anos. "Quando decidimos investir na Osvaldo Reis já identificamos um potencial imobiliário diferenciado. A localização estratégica e o avanço das obras de infraestrutura intensificaram o interesse pelo endereço, que hoje projeta ganhos consistentes acima da média de mercado, em torno de 20% ao ano", afirma Charles Kan, diretor da Construtora CK.
Ambos os empreendimentos têm mais de 90% das unidades comercializadas e ficam localizados no eixo central da avenida Osvaldo Reis, a poucos minutos da orla da Praia Brava e do centro de Itajaí e de Balneário Camboriú. A empresa ainda prepara para a região o lançamento do Levels Praia Brava, projeto de studios com VGV estimado em R$ 422 milhões, previsto para o segundo semestre de 2026.
Sobre a Construtora CK
Sob direção de Charles Kan, a Construtora CK se destaca no mercado catarinense desde 2010. A empresa se consolidou como uma referência no setor devido ao seu sólido landbank e à sua atuação estratégica em três cidades do litoral norte catarinense: Navegantes, Itajaí e Balneário Camboriú. Com 15 anos de experiência, entregou até o momento 15 empreendimentos, totalizando 957 unidades habitacionais e 170 mil metros quadrados construídos. Atualmente, possui 3 obras em andamento, ambas em Itajaí: Artefacto Towers by CK, Urbe Residence e Habitah Praia Brava.
Mais informações: https://www.construtorack.com.br/.


O Banco Central do Brasil (BC) determinou o sigilo de oito anos para os documentos referentes à liquidação extrajudicial do Banco Master. A restrição, que impede a consulta pública aos registros do processo até novembro de 2033, foi confirmada em resposta a um pedido de acesso à informação feito pela CNN Brasil.
A classificação foi formalizada em novembro de 2025, por determinação do presidente da autarquia, Gabriel Galípolo. Segundo o BC, a liberação imediata das informações poderia comprometer o interesse público, afetando a estabilidade financeira, econômica e monetária do país. O BC também alegou que parte do material envolve procedimentos de fiscalização em curso e atividades de inteligência, cuja exposição poderia prejudicar ações de combate a infrações no sistema financeiro.
A decisão de manter o processo confidencial por quase uma década gerou reação no Tribunal de Contas da União (TCU). O ministro Jhonatan de Jesus, relator das apurações sobre a conduta do Banco Central no caso, abriu um procedimento para questionar a necessidade de um sigilo tão extenso.
Em um despacho datado de 24 de março, o magistrado solicitou ao BC esclarecimentos formais sobre o caso. O ministro quer que a autarquia detalhe quais trechos específicos da documentação justificam a restrição de acesso e se existe a viabilidade de uma liberação parcial ou integral dos arquivos, abrindo caminho para uma possível revisão da medida de confidencialidade.
A liquidação extrajudicial do Banco Master foi decretada pelo Banco Central em novembro de 2025. Na ocasião, o regulador justificou a intervenção extrema citando a identificação de “problemas estruturais” na instituição. Em comunicado oficial, o BC destacou a existência de uma “grave crise de liquidez” e o registro de “violações relevantes” às normas que regem o Sistema Financeiro Nacional.
A Intenção de Consumo das Famílias (ICF) em Santa Catarina registrou queda de 2,8% em março de 2026, interrompendo a sequência de altas observadas nos dois primeiros meses do ano. O índice atingiu 109,7 pontos, mantendo-se, ainda assim, acima da linha de satisfação (100 pontos) e da média nacional, que ficou em 104,6 pontos.
Na comparação com março de 2025, o indicador também apresentou retração de 2,7%, sinalizando perda de dinamismo no consumo ao longo do último ano. O presidente da Fecomércio SC, Hélio Dagnoni, destaca que é preciso analisar o cenário com cautela.
“Vínhamos de duas altas nos primeiros meses do ano, então precisamos ver como será o comportamento do indicador nos próximos meses. Em geral, nossas pesquisas têm apontando um consumidor mais otimista do que os empresários, fenômeno que ocorre desde meados do ano passado”, diz Dagnoni.
A queda em março foi disseminada entre os principais componentes do índice, com destaque para o recuo nas condições de consumo e nas expectativas das famílias. O nível de consumo atual foi o principal fator de pressão negativa, com queda de 5,8%, seguido pela perspectiva profissional (-5,1%) e pela perspectiva de consumo (-3,2%).
Outro ponto de destaque foi a retração de 3,0% na avaliação para compra de bens duráveis, indicando maior cautela dos consumidores. No bloco que mede a percepção do momento atual, a satisfação com a renda caiu 2,2%, enquanto a avaliação sobre o emprego recuou 0,7%.
O único indicador que apresentou resultado positivo foi o acesso ao crédito, com leve alta de 0,2% no mês e avanço de 3,6% na comparação anual, embora insuficiente para compensar as demais quedas.
No campo das expectativas, o cenário também foi de piora generalizada. A perspectiva profissional recuou 5,1% no mês, enquanto a perspectiva de consumo apresentou queda de 3,2% e retração de 6,6% em relação ao mesmo período de 2025.
Apesar do recuo, o índice permanece em patamar considerado positivo, indicando que, embora mais cautelosas, as famílias catarinenses ainda mantêm nível de consumo acima da zona de insatisfação.
Sobre a ICF
A Intenção de Consumo das Famílias (ICF) é um indicador calculado mensalmente pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e analisado em Santa Catarina pelo Núcleo de Inteligência Estratégica da Fecomércio SC. O índice avalia a percepção das famílias em relação às condições atuais e às expectativas de consumo.


O Banco do Brasil (BB) decidiu prorrogar até 30 de abril o prazo das condições especiais para renegociação de dívidas, após o bom desempenho das negociações realizadas ao longo de março. No mês passado, a instituição renegociou R$ 1,7 bilhão, resultado de mais de 180 mil acordos firmados com clientes em todo o país.
A extensão da iniciativa ocorre após a adesão ao mutirão nacional do setor bancário e, segundo o BB, reforça o compromisso da instituição com a recuperação da saúde financeira dos clientes e com o estímulo ao uso consciente do crédito. As condições especiais seguem disponíveis para pessoas físicas com pendências financeiras junto ao banco.
As renegociações podem ser feitas por todos os canais de atendimento, sem necessidade de envio de documentos. O cliente pode acessar o serviço pelo aplicativo BB, pelo WhatsApp (61) 40040001, nos terminais de autoatendimento, no site do banco, pela Central de Relacionamento ou diretamente nas agências.
A iniciativa também integra o conjunto de ações do Banco do Brasil voltadas à educação financeira. Entre elas está a ferramenta Minhas Finanças, disponível no aplicativo do banco e utilizada mensalmente por mais de 7 milhões de clientes, que permite acompanhar gastos, planejar o orçamento e organizar compromissos financeiros. Segundo o BB, o objetivo é contribuir para a redução da inadimplência e estimular hábitos financeiros mais saudáveis.
A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), referência oficial da inflação no país, passou de 4,31% para 4,36% este ano. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (6), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.
Em meio às tensões causadas pela guerra no Oriente Médio, a previsão para a inflação deste ano foi elevada, pela quarta semana seguida, mas ainda se mantém dentro do intervalo da meta que deve ser perseguida pelo BC.
Estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior, 4,5%.
Em fevereiro, a alta dos preços em transportes e educação fez a inflação oficial do mês fechar em 0,7% aceleração diante do registrado em janeiro (0,33%). No entanto, o IPCA acumulado em 12 meses recuou para 3,81%, abaixo dos 4% pela primeira vez desde maio de 2024.
A inflação de março, já com os possíveis impactos da guerra no Oriente Médio, será divulgada na próxima quinta-feira (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Para 2027, a projeção da inflação subiu de 3,84% para 3,85%. Para 2028 e 2029, as estimativas são de 3,6% e 3,5%, respectivamente.
Taxa Selic
Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida atualmente em 14,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. Na última reunião, mês passado, por unanimidade, o colegiado reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual. Antes da escalada do conflito no Irã, a expectativa predominante era de um corte de 0,5 ponto.
Em 15% ao ano, a Selic estava no maior nível desde julho de 2006, fixada em 15,25% ao ano. De setembro de 2024 a junho de 2025, a taxa foi elevada sete vezes seguidas, mas não foi alterada nas quatro reuniões seguintes.
Após esse período prolongado de manutenção da taxa, havia indicação de início de um ciclo de redução, entretanto, diante das incertezas provocado pelo conflito no Oriente Médio, o BC não descarta rever o ciclo de baixa, caso seja necessário.
O próximo encontro do Copom para definir a Selic será nos dias 28 e 29 de abril.
Nesta edição do Focus, a estimativa dos analistas de mercado para a taxa básica até o fim de 2026 permaneceu em 12,5% ao ano. Para 2027 e 2028, a previsão é que a Selic seja reduzida para 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente. Em 2029, a taxa deve chegar a 9,75% ao ano.
Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida, o que causa reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.
Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.
Quando a Taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, diminuindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.
PIB e câmbio
Nesta edição do boletim do Banco Central, a estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano permaneceu em 1,85%.
Para 2027, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) ficou em 1,8%. Para 2028 e 2029, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 2% para os dois anos.
Em 2025, a economia brasileira cresceu 2,3%, de acordo com o IBGE. Com expansão em todos os setores e destaque para a agropecuária, o resultado representa o quinto ano seguido de crescimento.
No Focus desta semana, a previsão da cotação do dólar está em R$ 5,40 para o final deste ano. No fim de 2027, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,45.


Os preços para o consumidor terão alta de 6,2% em média caso o limite semanal de horas de trabalho seja reduzido de 44 para 40 horas semanais, impactando no aumento dos preços de compras em supermercado e de roupas, por exemplo. É o que mostra levantamento inédito da Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgado nesta quarta-feira (1º).
Os dados indicam pressão generalizada sobre os preços em diferentes segmentos da economia. As compras em supermercados podem ficar 5,7% mais caras, com os preços de produtos agropecuários subindo em torno de 4% e os de produtos industrializados podendo registrar alta de 6% em média - no caso de roupas e calçados, por exemplo, a alta de preços pode alcançar 6,6%. No setor de serviços, o reajuste pode alcançar 6,5%, afetando, por exemplo, preços de manicure, cabelereiro e pintura residencial. A conta de internet pode apresentar elevação ainda mais expressiva, de até 7,2%.
A CNI fez uma simulação dos impactos na economia em um cenário em que a redução das horas trabalhadas com o limite semanal seria compensada pela contratação de novos empregados. A projeção estima que as horas trabalhadas não serão integralmente recompostas, ao mesmo tempo em que o custo da hora trabalhada aumentará, gerando elevação de preços ao longo de toda a cadeia produtiva.
Os números mostram, ainda, que a indústria será o segmento mais atingido em termos de diminuição de horas trabalhadas caso o Congresso Nacional aprove a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, com queda de 4,34% das horas trabalhadas. Na sequência, aparecem o comércio, com redução de 4,03%; serviços (-2,44%); construção (-2,04%); e agropecuária (-1,70%).
“A consequência da elevação do custo do trabalho será o aumento generalizado dos preços da Economia e afetará a vida de todos os brasileiros. As empresas não enfrentarão apenas o aumento do custo direto com mão de obra, mas os insumos também deverão ter seus preços reajustados, considerando que a redução do limite das horas trabalhadas afeta toda a cadeia produtiva”, alerta o presidente da CNI, Ricardo Alban.
Debate precisa ser mais aprofundado
A CNI acompanha os projetos no Legislativo que tratam da redução da jornada de trabalho. Segundo Alban, o debate sobre o tema com a sociedade e com os setores da economia precisa ser feito de forma mais aprofundada e transparente, depois das eleições para que não haja interferência do momento político nessa importante discussão.
“A discussão da escala é 6x1 é legítima e necessária, mas qualquer decisão dessa dimensão deve levar em conta a avaliação de impacto e seus efeitos econômicos. A produtividade no Brasil ainda está muito aquém de países semelhantes e há escassez de mão de obra. Por isso, ainda não é hora de reduzir a escala”, destaca o presidente da CNI.
Para o presidente da CNI, além da impertinência de uma discussão tão importante em ano eleitoral, ela se mostra inoportuna no momento em que a economia global enfrenta o aumento da inflação ocasionado pela alta nos preços do petróleo e derivados, decorrente dos conflitos no Oriente Médio. Alban observa que, mesmo se a guerra do Irã terminasse hoje, seria impossível administrar uma volta aos custos anteriores no curto e médio prazo. Por isso, aponta como incoerência que o governo trabalhe pela redução da jornada de trabalho, que impactará em inflação, enquanto busca recursos para a subvenção do custo dos combustíveis a fim de evitar alta de preços em toda a cadeia produtiva.
Dados mostram aumentos dos gastos públicos
Levantamento divulgado no começo de março pela CNI já havia mostrado que os gastos com trabalhadores do setor público poderiam aumentar em até R$ 4 bilhões por ano, dependendo da estratégia adotada para recomposição das horas trabalhadas. Segundo a análise da CNI, o aumento decorreria da necessidade de pagamento de horas extras ou contratação adicional para manutenção da carga horária.
Confira a íntegra da nota técnica: Impacto da redução da escala de trabalho nos preços ao consumidor: https://static.portaldaindustria.com.br/portaldaindustria/noticias/media/filer_public/04/f0/04f04592-0f48-4da1-bd33-7343e8e04706/impacto_da_reducao_da_escala_de_trabalho_nos_precos_ao_consumidor.pdf
Fonte: CNI
A indústria de Santa Catarina (FIESC) criou 24 mil vagas no primeiro bimestre do ano. No mesmo período, o estado gerou 41,5 mil novos postos de trabalho, segundo dados do Novo Caged, do Ministério do Trabalho e Emprego.
“A indústria de SC vem se mostrando resiliente mesmo com um cenário adverso, marcado por incertezas no mercado externo, alta taxa de juros e endividamento crescente das famílias”, analisou o presidente da Federação das Indústrias de SC (FIESC), Gilberto Seleme.
A despeito do saldo positivo no bimestre, a indústria catarinense mostra arrefecimento nas contratações, que ficaram abaixo no mesmo período do ano anterior, explicou Seleme.
O que explica o desempenho?
O resultado foi puxado pela construção civil, que liderou a criação de empregos no acumulado do ano até fevereiro, com 6,7 mil vagas. A construção civil segue contratando, mesmo em um ambiente de taxa de juros elevada, impulsionada pela atratividade do litoral catarinense. Apesar do resultado positivo, na comparação com o mesmo período do ano passado, a geração de postos de trabalho recuou 18,9%, na análise do Observatório FIESC.
Confira o boletim com a análise
O segundo setor com maior saldo positivo de vagas foi o têxtil, de confecções, couro e calçados, que registrou 4,6 mil novas oportunidades criadas no acumulado do ano. O desempenho, no entanto, ficou 34,8% abaixo do registrado no mesmo período de 2025. Para o Observatório FIESC, a queda de 6% nas vendas do comércio varejista de tecidos, confecções e calçados no estado ajuda a explicar a perda de ritmo das contratações do segmento.
No caso do ramo de alimentos e bebidas, o incremento de exportações de aves e suínos e também o aquecimento do mercado interno justificam o crescimento de 12,6% nas vagas criadas na comparação com 2025. Foram 2,6 mil novas oportunidades de trabalho no período. Análise do Observatório FIESC mostra que o recuo dos preços ao produtor e o crescimento de vendas nos supermercados e hipermercados contribuíram para o desempenho do emprego no setor.
Outros setores
No primeiro bimestre, o setor de serviços criou 15,5 mil vagas e a agropecuária gerou 4 mil empregos. Já o comércio teve saldo negativo de 1,9 mil postos de trabalho em janeiro e fevereiro.
Desempenho em Fevereiro
Considerando apenas o mês de fevereiro, o estado gerou 21,7 mil empregos, dos quais 11 mil vieram do setor de serviços. Os empregos industriais somaram 8,2 mil, enquanto a agropecuária gerou 2,5 mil postos. O comércio registrou 41 vagas.
Entre os empregos criados pela indústria, a construção civil liderou com 2,5 mil vagas, seguida pelo segmento têxtil, de confecções, couro e calçados, com 1.060 postos, e alimentos e bebidas, com 1.056.
Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina - FIESC
Gerência de Comunicação


A Secretaria de Assistência Social de Itapema deu início, nesta quarta-feira (01/04), uma nova turma do curso de manutenção e instalação de ar-condicionado, dentro da programação do Capacita Itapema. A capacitação conta com carga horária de 40 horas e está sendo realizada no CALAS, localizado na Rua 428, no bairro Morretes.
As aulas seguem ao longo do mês de abril, nos dias 1, 2, 6, 7, 8, 9, 10, 13, 14, 15, 16, 17 e 20. O curso retorna após o sucesso da edição anterior, ampliando as oportunidades de qualificação profissional e geração de renda para os moradores do município.
A secretária de Assistência Social, Íris Bispo, destacou a importância da iniciativa. “O CapacITAPEMA é uma oportunidade de transformação na vida das pessoas. Nosso objetivo é oferecer qualificação, abrir portas para o mercado de trabalho e dar mais autonomia para as famílias do nosso município”, afirmou.
Para participar, os interessados podem procurar o CRAS I, CRAS II ou o CREAS. Também é possível obter mais informações e fazer contato pelo WhatsApp (47) 9919-6466.
Além do curso de ar-condicionado, o programa CapacITAPEMA prevê outras capacitações ao longo do ano, como extensão de cílios, marketing para jovens, manutenção e conserto de celulares e unhas em gel, reforçando o compromisso com a qualificação gratuita e acessível à população.
Com prazo se encerrando na segunda-feira (6), o Programa de Recuperação Fiscal Regulariza Emasa 2026 entra na reta final. A iniciativa da Empresa Municipal de Água e Saneamento (Emasa) de Balneário Camboriú oferece condições especiais para regularização de dívidas vencidas até 31 de dezembro de 2025, com descontos de até 100% em juros e multas.
O diretor-presidente da Emasa, Auri Pavoni, destaca que esta é a última oportunidade para que os consumidores regularizem sua situação em condições facilitadas. “O programa foi pensado justamente para permitir que o contribuinte quite seus débitos com vantagens reais. Após o prazo, essas condições deixam de existir e a Emasa dará continuidade às medidas de cobrança previstas em lei”, afirma.
Encerrado o período de adesão, os débitos em aberto poderão sofrer penalidades mais rigorosas. Entre elas, a negativação do nome junto ao SPC Brasil e o protesto em cartório, medidas que já vêm sendo aplicadas desde setembro de 2025 para contas com mais de 65 dias de atraso.
O diretor administrativo e financeiro, Sérgio Luis de Souza, reforça que o parcelamento facilitado também deixa de estar disponível após o término do programa. “Hoje o contribuinte pode parcelar em até 48 vezes, com descontos significativos nos encargos. Após o dia 4, as cobranças seguem os critérios normais, sem esses benefícios”, explica.
Durante o período do Regulariza, os descontos variam conforme a forma de pagamento, sendo de 100% em juros e multas para pagamento à vista, e condições escalonadas para parcelamentos de até 48 vezes, com parcelas mínimas de R$ 42,29 para pessoas físicas e R$ 125,40 para pessoas jurídicas.
A adesão deve ser feita presencialmente na sede da Emasa - localizada na Quarta Avenida, nº 250, no Centro -, mediante apresentação de documentos pessoais ou empresariais e comprovação de vínculo com o imóvel.


O Espaço do Empreendedor de Navegantes recebeu o Selo Sebrae na categoria Ouro, concedido a municípios que adotam práticas de gestão e estratégias voltadas ao fortalecimento do ambiente de negócios. A entrega ocorreu na manhã do último dia 30, no Paço Municipal.
A premiação reconhece iniciativas que estimulam o desenvolvimento econômico local, com foco no apoio a micro e pequenos empreendedores. Em Navegantes, o Espaço do Empreendedor integra o programa Cidade Empreendedora e atua oferecendo orientações, serviços e soluções voltadas aos negócios locais, como emissão de alvarás, capacitações e apoio técnico.
O espaço é destinado tanto a quem deseja iniciar uma atividade quanto a empresários que buscam expandir seus negócios, considerando as características e o potencial econômico do município.
O reconhecimento na categoria Ouro marca um avanço em relação a 2024, quando Navegantes havia conquistado o selo na modalidade Prata. À época, o município estabeleceu como meta o aprimoramento dos serviços prestados, com foco na qualificação do atendimento e na ampliação das soluções oferecidas.
De acordo com a gerente de Empreendedorismo da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Receita, Laura Telles, a certificação reflete o fortalecimento do ambiente empreendedor na cidade. “O desafio, a partir de agora, é manter a qualidade do atendimento com ações inovadoras, gestão estratégica e atenção aos empreendedores, que são parte fundamental do desenvolvimento econômico local”, afirma.
O Espaço do Empreendedor de Itajaí promove a oficina gratuita “Faça a inovação acontecer em sua empresa”, voltada para microempreendedores individuais (MEI) e microempresas (ME) que buscam aplicar inovação de forma prática no dia a dia dos negócios.A capacitação será realizada no dia 16 de abril, das 18h às 22h, no Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Itajaí.
A capacitação terá carga horária de quatro horas e condução do instrutor Ivan Cancelier. As inscrições estão disponíveis pelo Instagram do Espaço do Empreendedor.A oficina apresentará conceitos de inovação aplicados à realidade das pequenas empresas, com conteúdos sobre o que é inovação, mitos, motivos para inovar, o que evitar no processo e exemplos de empresas inovadoras do Brasil e do mundo. A proposta é oferecer ferramentas para que empreendedores identifiquem oportunidades e desenvolvam melhorias em seus próprios negócios.
Cancelierpossui mais de 27 anos de experiência na área comercial, gestão financeira e eficiência operacional, com atuação em estruturação de processos, análise financeira, formação de preços e organização de fluxos de trabalho, além de consultoria empresarial. A capacitação busca levar orientação prática e acessível para empresários que desejam melhorar resultados e ampliar a competitividade.
