
Com foco na geração de renda e incentivo ao empreendedorismo, o Instituto Portonave acaba de viabilizar o projeto Padaria Artesanal em Navegantes. A iniciativa, voltada especialmente para a população em vulnerabilidade social de baixa renda, oferece capacitação prática em panificação, com técnicas simples para a produção de 10 receitas de pães nutritivos, além de noções sobre formalização de negócios.
As aulas ocorrem aos sábados na Paróquia Santa Luzia, no bairro Machados. Elas são ministradas por voluntárias da própria paróquia e supervisionadas por instrutoras capacitadas pelo do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) de Itajaí. O grupo de mulheres participou de um treinamento específico em Joinville, que as tornou “multiplicadoras” para auxiliar no desenvolvimento e na sustentação da iniciativa no município. O Instituto Portonave patrocinou todos os equipamentos e utensílios necessários para a produção dos pães, bem como os insumos e as adequações necessárias no local. O total investido foi cerca de R$40 mil.
A previsão é de que o projeto, lançado no último sábado (20), siga em execução até o mês de dezembro. O evento de lançamento contou com a presença de lideranças das instituições envolvidas, entre elas o prefeito de Navegantes, Ricardo Ventura; a presidente do Instituto Brasileiro Infraestrutura (IBI) Social, Eliane Samarco; o diretor-superintendente administrativo da Portonave, Osmari de Castilho Ribas; a diretora presidente do Instituto Portonave, Mariana de Souza Viel; o representante da Paróquia Santa Luzia, diácono Mário Laurenço; a coordenadora de Educação Profissional do Senai da Foz do Rio Itajaí, Fabiana Cerato; e a secretária de Inclusão e Desenvolvimento Social de Navegantes, Luciane Bittencourt.
As turmas, todas preenchidas, são formadas por 15 alunos. A capacitação tem carga horária de 8 horas, realizada em um único dia, sempre no último sábado de cada mês. Ao longo do treinamento, os participantes aprendem técnicas de produção e também conceitos básicos de empreendedorismo, como forma de incentivar a criação do próprio negócio.
Sobre o projeto Padaria Artesanal
O programa foi idealizado em 2000 por Maria Lúcia Guimarães Ribeiro Alckmin, Lu Alckmin, esposa do vice-presidente do Brasil, com extensa atuação em projetos sociais e educacionais. A iniciativa se sustenta por meio de parcerias voluntárias e solidárias da Arquidiocese de Brasília, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Sistema S e demais apoiadores da sociedade civil. No setor portuário, o projeto é desenvolvido pelo IBI Social, braço social do Instituto Brasileiro de Infraestrutura (IBI).
Sobre o Instituto Portonave
Há 11 anos o Instituto Portonave impulsiona o desenvolvimento sustentável das comunidades nas quais a empresa está inserida e apoia a transformação positiva dos territórios com foco na redução das desigualdades sociais (ODS 10). Em 2025, foram 71 projetos apoiados em Navegantes e região, que impactaram 242.725 pessoas em todas as áreas, com investimento direto de R$ 1,6 milhão.


A emissão forte de títulos vinculados à Taxa Selic (juros básicos da economia), fez a Dívida Pública Federal (DPF) subir em maio e superar a barreira dos R$ 9 trilhões. Segundo números divulgados nesta sexta-feira (26) pelo Tesouro Nacional, a DPF passou de R$ 8,798 trilhões em abril para R$ 9,033 trilhões no mês passado, alta de 2,66%.
Em agosto do ano passado, o indicador havia superado a barreira de R$ 8 trilhões. Apesar da alta, a dívida pública está dentro do previsto. De acordo com o Plano Anual de Financiamento (PAF), apresentado em janeiro, o estoque da DPF deve encerrar 2026 entre R$ 9,7 trilhões e R$ 10,3 trilhões.
A Dívida Pública Mobiliária (em títulos) interna (DPMFi) avançou 2,72%, passando de R$ 8,462 trilhões em abril para R$ 8,692 trilhões em maio. No mês passado, o Tesouro emitiu R$ 135,61 bilhões em títulos a mais do que resgatou, principalmente em papéis ligados à Selic. A alta foi reforçada pela apropriação de R$ 94,17 bilhões em juros.
Por meio da apropriação de juros, o governo reconhece, mês a mês, a correção dos juros que incide sobre os títulos e incorpora o valor ao estoque da dívida pública. Com a Taxa Selic (juros básicos da economia) em 14,25% ao ano, a apropriação de juros pressiona o endividamento do governo.
No mês passado, o Tesouro emitiu R$ 166,23 bilhões em títulos da DPMFi, volume recorde para todos os meses desde o início da série histórica. O principal fator foi a substituição de títulos vinculados à Selic que venceram em março, mais o lançamento que atende à demanda dos investidores em maio.
Os resgates em maio somaram R$ 30,62 bilhões, baixo para os padrões do Tesouro Nacional. Isso porque tradicionalmente o segundo mês de cada trimestre concentra pouco vencimento de títulos.
A Dívida Pública Federal externa (DPFe) subiu 1,28%, passando de R$ 335,88 bilhões em abril para R$ 340,49 bilhões em maio. O principal fator foi a alta de 1,37% do dólar no mês passado.
Colchão
Após quedas nos últimos meses, o colchão da dívida pública (reserva financeira usada em momentos de turbulência ou de forte concentração de vencimentos) subiu. Essa reserva passou de R$ 1,091 trilhão em abril para R$ 1,211 trilhão em maio, o maior nível desde novembro de 2025. O principal motivo, segundo o Tesouro Nacional, foram as emissões superiores aos resgates no mês passado.
Atualmente, o colchão cobre 9,14 meses de vencimentos da dívida pública. Nos próximos 12 meses, está previsto o vencimento de R$ 1,804 trilhão em títulos federais.
Composição
Com a forte emissão de títulos vinculados à Selic, a composição da DPF variou da seguinte forma de abril para maio:
Títulos vinculados a Selic: 48,59% para 48,99%;
Títulos corrigidos pela inflação: 26,76% para 26,26%;
Títulos prefixados: 20,85% para 21%;
Títulos vinculados ao câmbio: 3,8% para 3,75%.
O PAF prevê que os títulos encerrarão o ano nos seguintes intervalos
Títulos vinculados a Selic: 46% a 50%;
Títulos corrigidos pela inflação: 23% a 27%;
Títulos prefixados: 21% a 25%;
Títulos vinculados ao câmbio: 3% a 7%.
Normalmente, os papéis prefixados (com taxas definidas no momento da emissão) indicam mais previsibilidade para a dívida pública, porque as taxas são definidas com antecedência. No entanto, em momentos de instabilidade no mercado financeiro, as emissões caem porque os investidores pedem juros muito altos, que comprometeria a administração da dívida do governo.
Em relação aos papéis vinculados à Selic (juros básicos da economia), esses títulos estão atraindo o interesse dos compradores por causa dos juros altos definidos pelo Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom). A dívida cambial é composta por antigos títulos da dívida interna corrigidos em dólar e pela dívida externa.
Prazo
O prazo médio da DPF caiu de 4,12 para 4,07 anos. O Tesouro só fornece a estimativa em anos, não em meses. Esse é o intervalo médio em que o governo leva para renovar (refinanciar) a dívida pública. Prazos maiores indicam mais confiança dos investidores na capacidade do governo de honrar os compromissos.
Detentores
A composição dos detentores da Dívida Pública Federal interna ficou a seguinte:
Instituições financeiras: 31,54% do estoque;
Fundos de pensão: 22,92%;
Fundos de investimentos: 21,74%;
Não-residentes (estrangeiros): 10,14%
Demais grupos: 13,67%.
Com a maior tensão no mercado financeiro em maio, com a guerra no Oriente Médio, a participação dos não residentes (estrangeiros) caiu em relação a abril, quando estava em 10,38%. Quanto maior a fatia de estrangeiros na dívida interna, maior a confiança no Brasil.
Por meio da dívida pública, o governo pega dinheiro emprestado dos investidores para honrar compromissos financeiros. Em troca, compromete-se a devolver os recursos depois de alguns anos, com alguma correção, que pode seguir a taxa Selic (juros básicos da economia), a inflação, o dólar ou ser prefixada (definida com antecedência).








O mercado imobiliário de alto padrão e ultra luxo vive um momento de forte expansão no Brasil. Mesmo diante de oscilações econômicas e juros elevados, empreendimentos exclusivos seguem registrando alta demanda, impulsionados por um público que busca mais do que metragem ampla ou acabamentos sofisticados. Privacidade, localização estratégica, serviços personalizados, segurança e experiências diferenciadas passaram a ser fatores decisivos na escolha de um imóvel.
De acordo com especialistas do setor, o perfil do comprador também evoluiu. Hoje, investidores, empresários e famílias de alta renda procuram imóveis que combinem qualidade construtiva, potencial de valorização e uma experiência de moradia alinhada ao seu estilo de vida.
Segundo Henry Fuckner, diretor da Zireh, o conceito de luxo no mercado imobiliário deixou de estar associado apenas à ostentação e passou a refletir aspectos mais subjetivos e personalizados. “O cliente de alto padrão está cada vez mais criterioso. Ele busca exclusividade, conforto, localização privilegiada e, principalmente, empreendimentos que proporcionem qualidade de vida. O luxo contemporâneo está relacionado à experiência de morar bem, com serviços, conveniência e soluções que atendam às necessidades da rotina”, afirma.
Entre as características mais valorizadas estão projetos arquitetônicos assinados, áreas de lazer completas, plantas inteligentes, automação residencial, eficiência energética, serviços de hospitalidade e vistas privilegiadas. Nos empreendimentos classificados como ultra luxo, a escassez também desempenha papel fundamental na valorização.
“Os imóveis de ultra luxo possuem um componente importante de exclusividade. São produtos únicos, muitas vezes localizados em regiões consolidadas e com oferta limitada de terrenos. Isso contribui para a preservação de valor e para o interesse constante de compradores que procuram diferenciação”, destaca Fuckner.
Crescimento sustentado pela busca por patrimônio seguro
Além do desejo por uma moradia de excelência, o segmento tem atraído investidores em busca de proteção patrimonial. Imóveis de alto padrão costumam apresentar maior resiliência diante das oscilações econômicas, especialmente quando estão inseridos em mercados consolidados e regiões com restrição de oferta.
Outro fator que impulsiona o setor é a mudança de comportamento observada após a pandemia. O lar passou a assumir papel central na vida das pessoas, aumentando a procura por espaços mais amplos, ambientes integrados, áreas de convivência e soluções voltadas ao bem-estar.
“Percebemos que os compradores passaram a valorizar ainda mais aspectos ligados à qualidade de vida. Ambientes confortáveis para trabalho remoto, áreas verdes, espaços de lazer e serviços agregados ganharam protagonismo no processo de decisão”, explica o diretor.
Apesar do potencial de valorização e da atratividade do segmento, especialistas alertam que a aquisição de um imóvel de alto padrão exige uma análise criteriosa.
Entre os principais cuidados estão a avaliação da reputação da incorporadora, a qualidade do projeto arquitetônico, o padrão construtivo, a infraestrutura da região, o histórico de valorização do endereço e o modelo de gestão do empreendimento.
Também é importante analisar os custos de manutenção, as taxas condominiais e os diferenciais que efetivamente agregam valor ao imóvel no longo prazo. “É fundamental que o comprador vá além da estética. Um imóvel de alto padrão deve reunir atributos que garantam conforto, funcionalidade, segurança e potencial de valorização. A escolha precisa considerar não apenas o momento da compra, mas a sustentabilidade do investimento ao longo dos anos”, orienta Henry Fuckner.
A expectativa do mercado é de que o segmento de alto padrão e ultra luxo continue crescendo nos próximos anos, especialmente em cidades com forte desenvolvimento econômico e oferta limitada de terrenos nobres.
Com consumidores cada vez mais exigentes e atentos à qualidade da experiência de morar, o setor segue ampliando investimentos em inovação, hospitalidade, sustentabilidade e personalização, consolidando um novo conceito de luxo: menos baseado na ostentação e mais focado em exclusividade, bem-estar e legado patrimonial.
Com foco na geração de renda e incentivo ao empreendedorismo, o Instituto Portonave acaba de viabilizar o projeto Padaria Artesanal em Navegantes. A iniciativa, voltada especialmente para a população em vulnerabilidade social de baixa renda, oferece capacitação prática em panificação, com técnicas simples para a produção de 10 receitas de pães nutritivos, além de noções sobre formalização de negócios.
As aulas ocorrem aos sábados na Paróquia Santa Luzia, no bairro Machados. Elas são ministradas por voluntárias da própria paróquia e supervisionadas por instrutoras capacitadas pelo do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) de Itajaí. O grupo de mulheres participou de um treinamento específico em Joinville, que as tornou “multiplicadoras” para auxiliar no desenvolvimento e na sustentação da iniciativa no município. O Instituto Portonave patrocinou todos os equipamentos e utensílios necessários para a produção dos pães, bem como os insumos e as adequações necessárias no local. O total investido foi cerca de R$40 mil.
A previsão é de que o projeto, lançado no último sábado (20), siga em execução até o mês de dezembro. O evento de lançamento contou com a presença de lideranças das instituições envolvidas, entre elas o prefeito de Navegantes, Ricardo Ventura; a presidente do Instituto Brasileiro Infraestrutura (IBI) Social, Eliane Samarco; o diretor-superintendente administrativo da Portonave, Osmari de Castilho Ribas; a diretora presidente do Instituto Portonave, Mariana de Souza Viel; o representante da Paróquia Santa Luzia, diácono Mário Laurenço; a coordenadora de Educação Profissional do Senai da Foz do Rio Itajaí, Fabiana Cerato; e a secretária de Inclusão e Desenvolvimento Social de Navegantes, Luciane Bittencourt.
As turmas, todas preenchidas, são formadas por 15 alunos. A capacitação tem carga horária de 8 horas, realizada em um único dia, sempre no último sábado de cada mês. Ao longo do treinamento, os participantes aprendem técnicas de produção e também conceitos básicos de empreendedorismo, como forma de incentivar a criação do próprio negócio.
Sobre o projeto Padaria Artesanal
O programa foi idealizado em 2000 por Maria Lúcia Guimarães Ribeiro Alckmin, Lu Alckmin, esposa do vice-presidente do Brasil, com extensa atuação em projetos sociais e educacionais. A iniciativa se sustenta por meio de parcerias voluntárias e solidárias da Arquidiocese de Brasília, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Sistema S e demais apoiadores da sociedade civil. No setor portuário, o projeto é desenvolvido pelo IBI Social, braço social do Instituto Brasileiro de Infraestrutura (IBI).
Sobre o Instituto Portonave
Há 11 anos o Instituto Portonave impulsiona o desenvolvimento sustentável das comunidades nas quais a empresa está inserida e apoia a transformação positiva dos territórios com foco na redução das desigualdades sociais (ODS 10). Em 2025, foram 71 projetos apoiados em Navegantes e região, que impactaram 242.725 pessoas em todas as áreas, com investimento direto de R$ 1,6 milhão.


A Dalpet, indústria brasileira especializada em nutrição animal, dá mais um passo em sua trajetória de crescimento e posicionamento ao anunciar uma parceria com o ex-jogador Zé Roberto e seu cão Apollo. A iniciativa reforça o propósito da marca de promover saúde, vitalidade e bem-estar por meio de uma alimentação de alta qualidade.
Reconhecido por sua disciplina, longevidade no esporte e dedicação a um estilo de vida saudável, Zé Roberto construiu uma carreira marcada pela consistência e pela busca constante por performance. Esses mesmos valores estão no DNA da Dalpet, que investe continuamente em pesquisa, tecnologia e ingredientes de alto valor biológico para desenvolver soluções nutricionais completas para pets.
A conexão entre o atleta e a marca acontece de forma natural: assim como o cuidado com o corpo foi essencial para o desempenho de Zé Roberto ao longo dos anos, a alimentação equilibrada é um dos pilares fundamentais para garantir saúde e qualidade de vida aos animais de estimação. Esse olhar se conecta diretamente ao conceito da marca “Amor se prova todo dia”, que traduz o compromisso diário com escolhas que impactam positivamente a vida dos pets.
A parceria nasce com o objetivo de ampliar a conscientização sobre a importância da nutrição de qualidade na rotina dos pets, além de aproximar ainda mais a marca de tutores que valorizam escolhas responsáveis e informadas. “Acreditamos que saúde é resultado de consistência, cuidado e boas escolhas.
Ter ao nosso lado alguém que representa isso de forma tão genuína fortalece ainda mais a nossa missão”, destaca Guilherme Dalçoquio, Analista Comercial da Dalpet. Com essa iniciativa, a empresa reforça seu posicionamento como uma marca que vai além da alimentação, atuando como parceira dos tutores na construção de uma vida mais saudável e equilibrada para seus pets. A campanha foi desenvolvida em parceria com a agência NOMADS360. Sobre a Dalpet Fundada em 2003, a Dalpet é uma indústria brasileira especializada em nutrição animal, com sede em Três Barras e em Itajaí (SC). A empresa desenvolve alimentos com proteínas de alto valor biológico, priorizando saúde, energia e bem-estar dos pets.
Com rigoroso controle de qualidade, investimento contínuo em tecnologia e pesquisa, e presença internacional em mais de nove países, a Dalpet se destaca por oferecer soluções nutricionais que aliam ciência, cuidado e respeito ao meio ambiente.


A proposta da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) para conceder trechos das BRs 153, 282, 470 e 480 em Santa Catarina à iniciativa privada abriu uma nova frente de pressão entre entidades empresariais do Oeste. Em audiência pública realizada em Chapecó, a CDL Chapecó e as entidades coirmãs (CEC, SICOM e ACIC) criticaram o reduzido alcance das obras previstas e defenderam a duplicação integral da BR-282, principal eixo de ligação da região com o litoral e com os corredores de exportação.
Os projetos em debate tratam dos lotes 1 e 3 das rodovias federais catarinenses. O Lote 1 abrange cerca de 515,6 quilômetros das BRs 153, 282 e 470. O Lote 3 inclui aproximadamente 166 quilômetros das BRs 153, 282 e 480. Juntos, somam mais de 680 quilômetros em concessão, com prazo previsto de 30 anos. A ANTT informa que o modelo está em fase de audiência pública, com contribuições da sociedade para subsidiar a versão final dos estudos, edital e contrato.
Para o presidente da CDL Chapecó, Roni Tasca, o projeto apresentado frustrou a expectativa das entidades. Segundo ele, o ponto central da divergência está na diferença entre o custo que será imposto aos usuários e o volume de duplicações previsto no projeto.
“A audiência pública nos causou espanto e indignação. Primeiro, porque deixou claro que o governo não vai colocar dinheiro público na duplicação. Segundo, do total proposto para ser concessionado, percebemos que menos de 30% terá duplicação e o restante receberá apenas terceiras faixas, trevos e passarelas. O nosso maior problema hoje é a duplicação. Terceiras faixas ajudam, mas não resolvem o problema da BR-282”, afirmou Tasca.
PEDÁGIOS
A tarifa estimada pela ANTT varia conforme o lote. No Lote 1, o projeto prevê tarifa de R$ 0,14992 por quilômetro em pista simples e R$ 0,19489 por quilômetro em pista dupla, com data-base de julho de 2024. No Lote 3, os valores indicados são de R$ 0,16280 por quilômetro em pista simples e R$ 0,21164 por quilômetro em pista dupla.
Na avaliação da CDL, a cobrança cria um novo custo para empresas, transportadores e consumidores sem entregar a solução esperada para a logística regional. Tasca estima que o deslocamento de Chapecó ao litoral poderia custar cerca de R$ 70 em pedágios para um automóvel, enquanto caminhões pagariam valores superiores, de acordo com o número de eixos.
“O setor produtivo não é contra pagar pedágio se essa é a única forma de tirarmos a obra do papel e, principalmente, se houver uma estrada compatível com a necessidade de Santa Catarina. O problema é pagar por 30 anos e receber uma rodovia praticamente igual, com trechos pontuais duplicados e muitas terceiras faixas”, disse.
Um dos exemplos citados pelo presidente da CDL é o trecho da BR 282 entre Chapecó e o trevo de Irani. Segundo Tasca, dos cerca de 98 quilômetros desse corredor, apenas 29 quilômetros teriam duplicação prevista na proposta atual. Para ele, esse recorte mostra que a concessão não enfrenta o gargalo mais sensível para o Oeste.
A BR-282 é tratada pelas entidades empresariais como uma infraestrutura estratégica para o escoamento da produção agroindustrial, para o transporte de mercadorias e para a integração regional. A rodovia também concentra preocupações ligadas à segurança viária, já que o trecho é considerado um dos mais violentos do Estado. Para os empresários, porém, ganhos de segurança dependem de obras mais amplas na rodovia catarinense.
O projeto da ANTT indica o uso de pórticos de cobrança no sistema free flow. São 13 pontos previstos no Lote 1 e outros cinco no Lote 3, além da previsão de desconto de 50% no valor do pedágio no primeiro ano de concessão e início de cobrança no quarto mês de contrato. A CDL avalia que o desconto inicial não compensa uma obra considerada insuficiente.
“Cobrar metade no primeiro ano não resolve. O contrato é de 30 anos. O essencial é saber que tipo de estrada Santa Catarina terá até o fim desse período”, destacou Tasca.
CRONOGRAMA
Outro ponto de crítica é o cronograma. Segundo o presidente da CDL, se o processo avançar nos termos atuais, a concessão começaria em 2028, mas as obras de maior porte só ganhariam ritmo a partir de 2030. A previsão de conclusão, segundo ele, poderia chegar a 2037, com cobrança ativa durante todo o período contratual.
A posição das entidades não se limita à BR-282 entre Chapecó e Irani. O setor produtivo também cobra a inclusão efetiva do trecho entre São Miguel do Oeste e Chapecó e a revisão de pontos de pedágio próximos a áreas urbanas. Para Tasca, o projeto deveria olhar para a demanda das próximas décadas, e não apenas para intervenções pontuais.
O tema, segundo o dirigente, atravessa gerações no Oeste catarinense. Ele afirma que a duplicação da BR-282 é uma reivindicação antiga, repetida há mais de três décadas, sem resposta concreta do poder público.
“São mais de 30 anos pedindo isso. Meu pai hoje tem 82 anos, e eu já ouvia ele falar da duplicação da BR-282. Hoje eu tenho 45 anos e estou com o mesmo problema. Tenho duas filhas e não quero passar isso para elas. Da forma como está, se nós aceitarmos, infelizmente minhas filhas também vão estar numa estrada igual”, disse.
Para o presidente da CDL Chapecó, a proposta apresentada pela ANTT não corresponde ao peso econômico de Santa Catarina nem à contribuição do Estado para a arrecadação federal. Ele defende que a infraestrutura rodoviária deveria acompanhar a relevância produtiva catarinense.
“Santa Catarina é a sexta maior economia do país, entre 27 unidades da federação, incluindo o Distrito Federal. Também somos o quinto maior arrecadador. O Estado nunca deixou de mandar menos de R$ 100 bilhões por ano para o governo federal, mas não recebe nem R$ 20 bilhões de volta. Não estamos pedindo privilégio. Estamos pedindo infraestrutura compatível com o que Santa Catarina produz e representa para o Brasil”, salientou.
ARTICULAÇÃO
As entidades empresariais já estão em contato com representantes políticos de Santa Catarina para pressionar por mudanças antes da consolidação do edital.
“Não tem como aceitar uma proposta como essa. Defendemos que a duplicação de 100% da BR-282 entre Chapecó e Irani seja tratada como condição mínima para a concessão, além da inclusão das principais obras já no edital e no contrato”, sublinhou.
Para o presidente da CDL, o debate envolve competitividade, segurança, logística e capacidade de crescimento do Oeste. “Todos precisam da BR-282: o comércio, a indústria, o transporte, o turismo e a população. Não podemos pagar um preço alto por um baixo desenvolvimento nos próximos 30 anos”, declarou.
PONTOS CONTESTADOS PELAS ENTIDADES
Duplicação limitada
Projeto prevê duplicação em menos de 30% dos trechos concedidos
Pedágio sem obra integral
Cobrança por 30 anos sem garantia de duplicação completa
Pontos de pedágio
Locais precisam ser revistos para evitar impacto em áreas urbanas
Chapecó-Irani
Apenas 29 dos cerca de 98 quilômetros teriam duplicação prevista
Cronograma longo
Obras só avançariam a partir de 2030, com conclusão estimada para 2037, sem duplicação integral
Trechos estratégicos
Não está prevista a inclusão do trecho São Miguel do Oeste-Chapecó
A Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC) estará presente na Expomar 2026, evento que reúne as cadeias produtivas e de negócios que atendem à pesca, à maricultura e à logística da região. A feira, de 24 a 26 de junho, no Centreventos, em Itajaí (SC), será uma oportunidade de fortalecer o papel institucional da FIESC, divulgar serviços e se aproximar das demandas da região.
Entre as atividades que serão divulgadas no evento, destaca-se o curso técnico em Construção Naval, realizado pelo SENAI em Itajaí, que forma profissionais para controlar e inspecionar o processo de construção naval, supervisionar instalações e montagem de estruturas, além de desenvolver projetos. A formação é presencial, e o início da próxima turma está previsto para agosto.
As equipes também estarão disponíveis para tirar dúvidas sobre a Escola SESI de Referência, localizada em Itajaí, que oferece aos estudantes uma jornada completa de educação básica - do infantil ao ensino médio. A escola apresenta uma proposta pedagógica alinhada às diretrizes do Novo Ensino Médio, baseada no movimento STEAM – Ciência, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática.
“Eventos como a Expomar precisam ser incentivados. São uma grande oportunidade de fortalecer o setor e de estarmos cada vez mais perto das demandas da comunidade”, afirma a gerente do SESI, SENAI e IEL na região, Silvana Meneghini.
IA e Segurança do Trabalhador
Quem visitar a FIESC na Expomar também poderá ter acesso a mais informações sobre o SCTEC, um programa do Governo de Santa Catarina, em parceria com o SENAI/SC. A iniciativa visa impulsionar a inovação e o desenvolvimento tecnológico no estado e capacita o participante para o uso da Inteligência Artificial, preparando-o para construir ou aprimorar sua carreira em tecnologia.
Também será possível conhecer mais detalhes dos serviços de Saúde e Segurança do Trabalho. Por meio deles, o SESI Saúde apoia as empresas no cuidado com os trabalhadores, na promoção de ambientes de trabalho mais seguros e produtivos, no fortalecimento da cultura de segurança e no atendimento às Normas Regulamentadoras. Entre as soluções oferecidas, estão Gestão de Laudos e Programas, Gestão de Absenteísmo, Assessorias e Consultorias, Medicina do Trabalho, Ergonomia, Audiometria Ocupacional e Cursos de NRs.
Fórum Empresarial
No dia 26/06, acontece o Fórum Empresarial FIESC x Expomar, um encontro que debaterá temas importantes para o setor, como reforma tributária, expansão das áreas marinhas protegidas, gestão sustentável e saúde mental em alto-mar. O presidente da FIESC, Gilberto Seleme, participará da abertura do evento. Dentro da programação, também acontecerá a reunião do Conselho da Indústria de Alimentos e Bebidas da FIESC. Será o primeiro encontro presidido por Rosemeri Francener, que também é CEO da DR Aromas & Ingredientes.


Promessas de dinheiro fácil vindas de marcas conhecidas com pagamentos instantâneos via Pix se tornaram a combinação mais frequente usada pelos golpistas online do Brasil. É o que aponta a segunda edição do relatório A Jornada dos Golpes, divulgado nesta quarta-feira (17).
O estudo do Observatório Lupa, núcleo de pesquisa da Agência Lupa, tomou por base 115 conteúdos fraudulentos virais que circularam pelo país entre maio de 2024 e abril de 2026. Foi constatado que cerca de um terço dos golpes exigia pagamentos exclusivamente via Pix. Outros 71% dos golpes prometiam algum tipo de vantagem financeira e 74% exploravam a credibilidade de empresas ou personalidades conhecidas para dar às fraudes uma aparência de legitimidade.
A pesquisa identificou que boa parte dos golpes utiliza estratégias repetitivas que são, por essa razão, previsíveis. Entre as estratégias que reaparecem ao longo do ano com pequenas adaptações se incluem promoções falsas, indenizações inexistentes, vagas de emprego fraudulentas, benefícios sociais fictícios e brindes supostamente gratuitos. E sempre acompanhando datas sazonais e temas em evidência no noticiário.
A pesquisadora responsável pelo estudo, Beatriz Farrugia, indicou que os criminosos não precisam criar golpes completamente novos para continuar fazendo vítimas.
Eles reutilizam estruturas que já funcionaram, adaptam a narrativa ao contexto do momento e se aproveitam da confiança que as pessoas depositam em marcas conhecidas, instituições e figuras públicas.
Como isso torna as fraudes cada vez mais previsíveis, Beatriz afirmou que acaba abrindo espaço para ações preventivas mais eficazes.
Distorção
Para aumentar a taxa de sucesso das fraudes, os criminosos exploram especialmente contextos de vulnerabilidade econômica e a expectativa de obtenção de dinheiro fácil ou descontos significativos.
Os pesquisadores identificaram que uma das principais estratégias é a distorção de fatos reais. Em 66% dos golpes analisados, criminosos partiram de informações verdadeiras para construir narrativas enganosas.
Isso inclui manipulação de reportagens jornalísticas, comunicados oficiais, campanhas legítimas, decisões judiciais, programas governamentais e páginas institucionais, visando criar conteúdos que parecem autênticos à primeira vista. No período anterior, esse índice era de 55%.
Segundo Beatriz, o uso de elementos reais torna os golpes mais difíceis de serem identificados.
Muitas vezes, a fraude não nasce de uma informação totalmente inventada, mas da adulteração de fatos verdadeiros, marcas reconhecidas ou notícias que já circulam na imprensa.
De acordo com o relatório, mais de 15 empresas de varejo, bancos, marketplaces e plataformas digitais tiveram suas marcas utilizadas indevidamente por criminosos para conferir legitimidade às fraudes.
Entre as marcas mais exploradas, destaque para Mercado Livre e Nubank, com quatro ocorrências cada. Shopee, Serasa e Rede Globo aparecem também entre os nomes mais utilizados pelos golpistas.
Além de empresas, personalidades públicas, jornalistas, médicos e influenciadores foram frequentemente usados para dar veracidade às mensagens fraudulentas.
Redes sociais
A pesquisa evidencia que a maior parte das fraudes é iniciada em redes sociais abertas, como Facebook, Instagram e TikTok, migrando depois para ambientes mais privados, especialmente formulários online, onde ocorre a coleta de dados pessoais, e aplicativos de mensagens.
O WhatsApp apareceu em quase 65% dos golpes analisados entre maio de 2025 e abril de 2026, consolidando-se como o principal canal de circulação desse tipo de conteúdo no país.
Nesse ambiente, os pagamentos instantâneos tornaram-se uma ferramenta importante para os criminosos. As transferências por Pix costumam ser apresentadas como forma única de arcar com taxas supostamente necessárias para liberar benefícios, promoções, brindes ou indenizações inexistentes.
Responsabilidade
O relatório chama a atenção para o papel das plataformas digitais na monetização e circulação de conteúdos fraudulentos. Em novembro de 2025, documentos internos da Meta revelados pela imprensa indicaram que a empresa teria arrecadado em 2024 cerca de US$ 16 bilhões com anúncios relacionados a golpes e produtos proibidos. Esse valor equivale a cerca de 10% da receita anual da empresa.
O Observatório Lupa informou que o caso ampliou o debate internacional sobre os mecanismos de fiscalização de anúncios e a responsabilidade das plataformas na prevenção de fraudes.
Beatriz Farrugia sinalizou para a necessidade de uma atuação coordenada entre empresas de tecnologia, instituições financeiras, órgãos públicos, veículos de imprensa e usuários para que ocorra o enfrentamento dos golpes online.
A pesquisadora destacou que o relatório mostra que os golpes digitais não são aleatórios. Reforçou que eles seguem padrões relativamente estáveis de narrativa, distribuição e monetização. Quanto melhor entendermos esses padrões, maiores serão as chances de antecipar ameaças, reduzir vulnerabilidades e proteger os usuários, concluiu.
A redução de 0,25% ponto percentual na taxa básica de juros da economia, a Selic, foi considerada insuficiente por entidades como a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Central Única dos Trabalhadores (CUT).
Para as representações da indústria e dos trabalhadores, o corte nos juros é incapaz de reverter o quadro de estagnação dos investimentos e não atende às necessidades urgentes do país e do povo brasileiro.
A decisão de reduzir a Selic de 14,50% para 14,25% ao ano foi anunciada nesta quarta-feira (17) pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC).
Para a CNI, a redução não contribui para a reversão da asfixia financeira das empresas e das famílias.
Enquanto os juros reais continuarem tão elevados, beneficiando diretamente o capital especulativo, o custo do crédito vai seguir inviabilizando os planos de produção e expansão da indústria. Da mesma forma, a medida se mostra ineficaz em aliviar o orçamento das famílias, das empresas e do próprio governo, que seguirão estrangulados pelo serviço da dívida, adiando a retomada do consumo e do investimento e a superação do fantasma da inadimplência, disse o presidente da CNI, Ricardo Alban.
A CNI avalia que, diante do acordo entre Estados Unidos e Irã para o fim da guerra, haveria espaço para o Banco Central intensificar o ciclo de cortes da Selic na próxima reunião.
O provável fim do conflito já impacta na queda do preço do petróleo elemento que vinha pressionando os custos das cadeias produtivas globais. Ao retirar o principal componente de pressão sobre a expectativa de preços e juros, há um ambiente mais favorável para uma flexibilização monetária, completou Alban.
Redução tímida
Para a CUT, principal central sindical do país, a redução é tímida e não atende às necessidades urgentes do país e do povo brasileiro. Segundo a entidade, a política monetária do BC ignora os sinais positivos da economia brasileira e de alívio no cenário internacional, como a recente queda no preço do petróleo.
Manter os juros nesse patamar absurdo continua sufocando o setor produtivo, encarecendo o crédito e penalizando diretamente a classe trabalhadora, que segue pagando a conta da lógica do rentismo, diz comunicado da central.
A CUT disse ainda que a redução de apenas 0,25% pontos na taxa de juros expõe os limites e os perigos do atual modelo de autonomia do Banco Central, que mantém o país refém da especulação financeira .
Taxas de juros reais tão elevadas drenam recursos públicos que deveriam financiar a saúde, a educação e a infraestrutura, destinando-os para o pagamento da dívida com os grandes detentores de capital. O desenvolvimento nacional e a geração de empregos de qualidade exigem um corte contundente da taxa de juros, e não mais uma concessão ao mercado, disse a CUT.
Continuidade
A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) considera positiva a redução da taxa Selic, mas diz que é necessário que o movimento tenha continuidade.
Segundo a entidade, o nível dos juros ainda impõe desafios relevantes à atividade econômica e à retomada dos investimentos.
A continuidade do processo de flexibilização monetária é uma sinalização positiva para a economia. No entanto, a Selic ainda permanece em um patamar restritivo, o que encarece o crédito, adia decisões de investimento e dificulta um crescimento econômico mais consistente, afirmou a economista-chefe da CBIC, Ieda Vasconcelos.


Fotos: Leo Munhoz/Secom GOVSC
O governador Jorginho Mello participou nesta terça-feira, 17, em Bom Jardim da Serra, da abertura oficial da Estação Inverno 2026. Ao lado da secretária de Estado do Turismo, Catiane Seif, o governador apresentou as ações do Governo de Santa Catarina para fortalecer o turismo, impulsionar a economia e ampliar os investimentos em segurança, mobilidade e infraestrutura durante a temporada mais fria do ano.
A quarta edição da Estação Inverno integra a estratégia do Governo do Estado de promover Santa Catarina ao longo de todo o ano, valorizando os atrativos das diferentes regiões e consolidando o Estado como um dos principais destinos turísticos do Brasil em todas as estações.
“Santa Catarina vive as quatro estações e tem potencial turístico o ano inteiro. Estamos fortalecendo essa vocação e ampliando a promoção do Estado para atrair visitantes do Brasil e do exterior. A Serra se destaca com gastronomia, vinhos de altitude e turismo de experiência. Isso movimenta a economia e gera emprego e renda nos municípios. Também seguimos investindo em infraestrutura e mobilidade, como as obras na Serra do Corvo Branco, além do reforço na segurança para garantir que o turista seja bem recebido e tenha tranquilidade durante sua estadia”, afirmou o governador Jorginho Mello.
Turismo impulsiona desenvolvimento regional
Com paisagens naturais, cultura, gastronomia, vinhos de altitude, turismo rural e experiências ligadas à natureza, Santa Catarina oferece opções para visitantes durante todo o ano. No inverno, a Serra Catarinense ganha protagonismo e se consolida como um dos destinos mais procurados do país.
A Estação Inverno reúne ações de promoção turística, divulgação dos destinos catarinenses e fortalecimento da cadeia produtiva do setor, contribuindo para a geração de emprego e renda nos municípios.
Os resultados já refletem o fortalecimento do turismo na região. Dados da Fecomércio-SC apontam que a Serra Catarinense registrou, em 2025, o maior gasto médio por grupo de visitantes da série histórica iniciada em 2017, passando de R$ 2.824 para R$ 3.550.
Entre a edição de 2025 e a temporada de 2026, o Governo do Estado investiu R$ 25,5 milhões em ações voltadas ao turismo na Serra Catarinense, contemplando infraestrutura turística, sinalização viária, qualificação de destinos e apoio a eventos regionais. Os investimentos públicos contribuíram para impulsionar mais de R$ 500 milhões em investimentos privados na região.
A promoção dos destinos catarinenses também foi ampliada por meio da participação em feiras e eventos nacionais e internacionais do setor, fortalecendo a presença de Santa Catarina em mercados estratégicos.
Além disso, o Estado tem investido em inteligência de mercado para qualificar a promoção turística e consolidar uma marca mais competitiva ao longo de todo o ano.
“A Estação Inverno já se consolidou como uma das principais ações de promoção do turismo de Santa Catarina porque integra regiões, estrutura o setor e fortalece toda a cadeia produtiva. O Estado tem trabalhado para posicionar Santa Catarina como um destino de experiências durante todo o ano, valorizando a Serra. Quando o turismo cresce, toda a economia cresce junto. A hotelaria, a gastronomia, o comércio e os serviços são diretamente impactados, gerando emprego, renda e desenvolvimento regional”, destacou a secretária de Estado do Turismo, Catiane Seif.
Segurança integrada para a temporada
O Governo do Estado também apresentou as ações das forças de segurança para o período. O secretário-adjunto da Segurança Pública, coronel Sinval Santos da Silveira Júnior, ressaltou a integração entre turismo e segurança e o reforço das operações para a temporada.
“Turismo e segurança caminham juntos. Santa Catarina é o estado mais seguro do Brasil. Nossas forças estão preparadas com capacitação, redistribuição de efetivo e reforço tecnológico para atender moradores e visitantes durante a temporada”, afirmou.
A Polícia Militar já está atuando com a Operação Inverno 2026, intensificando o policiamento ostensivo em áreas turísticas, rodovias e locais de grande circulação, com foco em prevenção e presença ativa.
A Polícia Civil ampliará o atendimento e as operações especiais em municípios com maior fluxo de turistas, reforçando investigações, plantões e a atuação em ocorrências de maior complexidade, garantindo resposta mais ágil durante a temporada.
A Polícia Científica reforça sua atuação com suporte técnico-científico às forças de segurança, ampliando o atendimento pericial, a identificação humana e os serviços de medicina legal nas regiões de maior demanda, assegurando apoio rápido e qualificado às ocorrências.
Já o Corpo de Bombeiros Militar mantém reforço operacional com 18 quartéis na Serra Catarinense, ampliando ações preventivas da campanha Alerta Vermelho, monitoramento de áreas de risco e atuação no combate a incêndios florestais, além do atendimento a ocorrências típicas do período de inverno.
Infraestrutura fortalece o turismo catarinense
Os investimentos em infraestrutura e mobilidade também fazem parte da estratégia do Governo do Estado para fortalecer o turismo e melhorar a experiência de moradores e visitantes.
Por meio do Programa Estrada Boa, Santa Catarina vem promovendo melhorias na malha rodoviária estadual, ampliando a segurança viária e fortalecendo a conexão entre as regiões turísticas.
Obras em importantes acessos da Serra Catarinense, como as serras do Corvo Branco e do Faxinal, contribuem para melhorar o deslocamento de turistas e moradores. Atualmente, 95% das rodovias estaduais da região estão classificadas em condição boa ou ótima.
A conectividade aérea também avançou, com crescimento de 30% na movimentação de passageiros no Aeroporto Regional da Serra Catarinense, fortalecendo o turismo e a economia regional.
Revitalização da SC-110
Durante o evento, o Governo do Estado destacou a revitalização da SC-110, no trecho entre a BR-282 e o município de Urubici. A obra contemplou 24 quilômetros de extensão e recebeu investimento de R$ 5,7 milhões.
O ato marcou a entrega oficial da obra e reforçou o compromisso do Governo do Estado com a melhoria da infraestrutura e da mobilidade na Serra Catarinense.
Foto: Leo Munhoz / SecomGOVSC
O governador Jorginho Mello participou, nesta terça-feira, 16, da cerimônia de abertura da 37ª edição da ExpoSuper, em Balneário Camboriú. Promovido pela Associação Catarinense de Supermercados (Acats), o evento é considerado um dos principais do setor supermercadista do Brasil e tem expectativa de receber cerca de 25 mil profissionais do varejo nesta edição.
O governador destacou a importância do segmento para a economia catarinense. O setor reúne mais de 2,5 mil contribuintes e é responsável pela geração de aproximadamente 230 mil empregos. “Eu sempre que posso venho prestigiar quem trabalha, quem paga boleto em Santa Catarina. Esse é um evento que serve para esse setor, em que nossas empresas catarinenses são referências nacionais, continuar se modernizando, inovando e se aperfeiçoando. O mercado exige que ele se aperfeiçoe e eles fazem isso com muita propriedade. Então é por isso que esse setor vai muito bem em Santa Catarina e a gente vem aqui para reconhecer esse protagonismo”, afirmou Jorginho Mello, que também participou das edições anteriores da convenção.
Com mais de 300 expositores de diferentes segmentos, a ExpoSuper ocorre entre os dias 16 e 18 de junho, reunindo indústrias, distribuidores, fornecedores de tecnologia, equipamentos, serviços e soluções voltadas ao setor supermercadista e ao varejo alimentar. Durante o evento, os participantes poderão acompanhar palestras, workshops e painéis sobre gestão, inovação, liderança, inteligência artificial, comportamento do consumidor e reforma tributária.
Agricultura familiar também está representada
A agricultura familiar de Santa Catarina também estará representada no evento. Com apoio da Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (Sape), em parceria com a Epagri, Cidasc e Ceasa-SC, o Espaço Agricultura Familiar vai reunir produtores, agroindústrias, cooperativas e instituições do setor em uma ampla vitrine para promoção dos alimentos catarinenses e ampliação de oportunidades de mercado.
Neste ano, o Espaço Agricultura Familiar contará com 40 estandes coordenados pela Sape, Epagri, Cidasc e Ceasa-SC. O tema da participação será “Saúde Única, Alimentos Seguros”, reforçando a importância da integração entre saúde humana, animal e ambiental para a produção de alimentos de qualidade, com sanidade e e segurança para os consumidores.
A ExpoSuper
Na edição de 2025, a ExpoSuper movimentou mais de R$ 1 bilhão em negócios. O presidente da Acats, Alexandre Simioni, destacou a importância do evento diante do atual cenário do setor. “Estamos vivendo mudanças importantes que exigem preparação, atualização e capacidade de adaptação. A ExpoSuper foi planejada para reunir conhecimento, negócios e soluções que possam contribuir para enfrentar os desafios vividos diariamente pelos supermercadistas e varejistas”, pontuou.
A programação completa está disponível no site oficial da ExpoSuper: www.exposuper.com.br.


A Tecmar Transporte & Logística, empresa do Grupo Log-In, anuncia a chegada de Clóvis Severino como novo diretor executivo da companhia. Com 26 anos de experiência no setor de logística e transporte, o executivo assume o cargo com uma agenda voltada à ampliação da carteira de clientes e ao fortalecimento da atuação da Tecmar no mercado.
Severino é bacharel em Administração de Empresas pela Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul) e MBA em Gestão de Negócios pela Universidade de São Paulo (USP), com experiência profissional em posições de gerência e diretoria nas áreas operacional e comercial de empresas do segmento logístico.
A mudança ocorre num contexto de ampliação da integração entre o transporte rodoviário e a cabotagem, bem como de avanço estratégico dos negócios e do relacionamento com clientes, englobando a otimização da malha logística e a eficiência operacional. Atualmente, a Tecmar, que registrou receita liquida de R$ 550,9 milhões em 2025, conta com 23 unidades no Brasil, além de 52 filiais e 750 rotas, permitindo coletas e entregas em todas as regiões.
Desde 2022, a companhia tem expandido sua infraestrutura por meio de aquisições e novos investimentos. Entre as iniciativas, destacam-se a incorporação da transportadora Oliva Pinto (atual Tecmar Norte), especializada em transporte, armazenagem e movimentação de contêineres na região Norte do país, aos ativos estratégicos da Tecmar, assim como a aquisição de um imóvel com 30 mil m² em Manaus (AM), aumentando a capacidade da companhia na região, e a consolidação do modelo de negócios que integra o rodoviário com a cabotagem (rodo-cabotagem). Em 2025, o volume de rodo-cabotagem da Tecmar registrou recorde histórico anual, com 5,2 mil TEUs, um avanço de 39% em comparação ao ano anterior.
Segundo o executivo, essa sinergia é fundamental para que o setor logístico se torne cada vez mais eficiente. “A integração entre cabotagem e transporte rodoviário transforma a operação em uma solução porta a porta, o que vem se provando mais aderente às necessidades reais dos clientes e do mercado como um todo. Essa combinação fortalece a cadeia logística ao unir a capilaridade das estradas à eficiência do transporte marítimo, criando operações mais inteligentes e otimizadas”, esclarece.
O novo diretor avalia que o setor logístico enfrenta um cenário pulverizado e aponta as diferenças de margens relevantes quando se separa o armazenamento do transporte. “O mercado de transporte é transacional, enquanto o de armazenagem é mais consultivo e conta com contratos de longo prazo. Nesse sentido, o segmento tem sido desafiado a buscar investimentos, adequações e melhorias nos processos de atendimento às áreas que já contempla e expandir a participação para outros mercados”, pontua Severino.
Prioridades da gestão
Com o objetivo de alcançar novos patamares para a empresa durante sua gestão, Severino indica que os pilares para este propósito serão o aprimoramento da atuação comercial e o fortalecimento do relacionamento com clientes de diferentes mercados. “Atualmente, a organização atende clientes de diversas áreas de atuação, e enxergamos um grande potencial para aprimorar ainda mais a segmentação dessas carteiras, considerando a estrutura que a Tecmar já possui, tornando nossa atuação mais estratégica e alinhada às demandas de cada mercado”, detalha.
O executivo também afirma que priorizará questões relacionadas à eficiência operacional e ao crescimento sustentável, além de fortalecer as áreas de inteligência de negócio e de mercado. “Neste período em que buscamos integrar cada vez mais os modais rodoviário e de cabotagem, otimizar a eficiência operacional utilizando a inteligência de mercado como ferramenta será uma ação fundamental para aumentar a competitividade, identificar oportunidades e sustentar o crescimento da companhia no longo prazo”, salienta.
Neste contexto, tecnologia e inovação seguirão como importantes aliadas para a Tecmar, de acordo com o diretor. “A inovação é um dos principais propulsores para elevar a eficiência operacional no transporte rodoviário. A integração de tecnologia e recursos digitais é essencial para garantir operações mais seguras, ágeis, sustentáveis e alinhadas às novas demandas do mercado”, conclui.
Sobre a Tecmar Transportes & Logística, parte do Grupo Log-In Logística Integrada
A Log-In Logística Integrada oferece soluções logísticas customizadas, movimentação portuária e navegação costeira integrada a outros modais e serviços, conectando, por terra e mar, o Brasil e o Mercosul. Atualmente, a empresa possui uma frota de nove navios porta-contêineres, com capacidade total de 24.366 TEUs e que oferecem serviços de navegação com rotas regulares integrando os principais portos do país à Argentina, Paraguai e Uruguai.
Compondo a torre de negócios do Transporte Rodoviário de Cargas, a Tecmar é uma empresa do Grupo Log-In especializada no transporte rodoviário: Less than Truckload (LTL), Full Truckload (FTL), Gestão de Armazenagem e Transporte de Contêineres, que complementa, também, o transporte marítimo de Cabotagem, de Importação e Exportação. Com uma rede de mais de 50 armazéns estrategicamente distribuídos, uma frota robusta com mais de 1.300 veículos próprios, a Tecmar oferece soluções logísticas de Norte a Sul do Brasil.
Essa estrutura completa possibilita a união de uma ampla malha rodoviária de distribuição de cargas fracionadas à malha de Navegação Costeira da Log-In, criando assim um serviço logístico único no mercado nacional, a Rodo-Cabotagem, produto focado no transporte de cargas fracionadas e que soma as melhores características do modal rodoviário e da navegação.
A Log-In também administra e opera o Terminal de Vila Velha (TVV), localizado no estado do Espírito Santo, além de um terminal intermodal em Itajaí (SC) com operações dedicadas.
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Durante encontro com jornalistas realizado nesta segunda-feira (15), no Centro de Operações Integradas da Celesc, a Companhia apresentou um panorama de suas atividades, investimentos e desafios, além de esclarecer o processo de Revisão Tarifária Periódica de 2026 conduzido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).
Na ocasião, também foram apresentados os resultados do maior ciclo de investimentos da história recente da empresa. Entre 2023 e 2026, a Celesc aplicou mais de R$ 5 bilhões na expansão e modernização do sistema elétrico catarinense, com obras em todas as regiões do Estado, ampliação de subestações, reforço de redes, implantação do Programa Trifásico e modernização tecnológica.
A proposta preliminar da ANEEL indica um efeito médio estimado de 11,77% para a revisão tarifária da Celesc. O percentual, porém, ainda poderá sofrer alterações durante a consulta pública e a análise das contribuições recebidas pela agência. A definição final está prevista para agosto.
A Companhia reforça que a revisão tarifária é um processo técnico conduzido pela ANEEL, com metodologia aplicada a todas as distribuidoras de energia do país.
Apenas 17% da conta permanecem com a Celesc
Um dos principais pontos apresentados foi a composição da tarifa de energia. Atualmente, apenas cerca de 17% do valor pago pelos consumidores permanece com a Celesc Distribuição.
Os demais recursos são destinados à geração e transmissão de energia, tributos, encargos setoriais e políticas públicas do setor elétrico.
A composição média da tarifa é a seguinte:
29% – Geração de energia;
22% – Encargos setoriais e políticas públicas;
22% – Tributos;
10% – Transmissão de energia;
17% – Celesc Distribuição.
Na prática, de cada R$ 100 pagos na conta de luz, aproximadamente R$ 17 permanecem com a distribuidora para operar, manter, modernizar e expandir o sistema elétrico catarinense.
Encargos já superam a parcela da distribuição
Entre os itens que mais impactam a tarifa estão os encargos setoriais, especialmente a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), utilizada para financiar políticas públicas e subsídios do setor elétrico.
Entre as iniciativas custeadas por esses recursos estão a Tarifa Social de Energia Elétrica, incentivos a determinadas fontes de geração, subsídios previstos em legislação federal e outros programas definidos nacionalmente.
Atualmente, a parcela destinada aos encargos e subsídios já supera a fatia da tarifa destinada à atividade de distribuição.
Transparência para a sociedade
Para o presidente da Celesc, Edson Moritz, é fundamental que os consumidores compreendam como a tarifa é formada.
“É importante que a sociedade catarinense compreenda como a conta de energia é composta. Muitas vezes o consumidor acredita que todo o valor pago fica com a Celesc, quando a realidade é exatamente o contrário. De cada R$ 100 pagos na conta de energia, aproximadamente R$ 16 permanecem com a distribuidora para operar o sistema elétrico, realizar manutenção da rede, investir em novas obras, ampliar a infraestrutura e atender mais de 3,6 milhões de unidades consumidoras. Os outros R$ 84 são destinados à geração, transmissão, tributos e encargos setoriais definidos nacionalmente.”
Moritz destaca ainda a importância da transparência no debate sobre o setor elétrico.
“Nosso compromisso é com a transparência. O consumidor tem o direito de saber como a tarifa é formada, quem recebe cada parcela dos recursos arrecadados e como esses recursos retornam para a sociedade na forma de investimentos, qualidade do serviço e desenvolvimento para Santa Catarina. Ao mesmo tempo, seguimos trabalhando para oferecer um serviço cada vez melhor, mais confiável e mais próximo das necessidades dos nossos clientes.”
Processo técnico conduzido pela ANEEL
A diretora de Regulação da Celesc, Pilar Sabino, reforçou que a revisão tarifária segue critérios técnicos definidos pela regulação federal.
“A Revisão Tarifária Periódica é um processo técnico conduzido pela ANEEL, com metodologia aplicada a todas as distribuidoras brasileiras. A proposta apresentada até o momento é preliminar e ainda será debatida em consulta pública. Também é importante destacar que apenas uma pequena parcela da tarifa corresponde à atividade de distribuição. A maior parte dos valores cobrados na conta de energia está relacionada à compra de energia, transmissão, tributos, encargos setoriais e políticas públicas definidas nacionalmente.”
Investimentos recordes
Durante o encontro, a Celesc também destacou os investimentos realizados para acompanhar o crescimento de Santa Catarina. Entre 2023 e 2026, foram mais de R$ 5 bilhões aplicados na ampliação de subestações, expansão da rede trifásica rural, implantação de tecnologias inteligentes, reforço da rede de distribuição e modernização dos sistemas da Companhia.
A Celesc reafirma seu compromisso com a transparência, a qualidade dos serviços prestados e a continuidade dos investimentos para atender às demandas de um setor elétrico em constante transformação.


Foto: Arquivo / Sape
A agricultura familiar catarinense será um dos destaques da ExpoSuper 2026, um dos maiores eventos de geração de negócios do varejo de Santa Catarina, que acontece de 16 a 18 de junho, no Expocentro, em Balneário Camboriú. Com apoio da Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (Sape), em parceria com a Epagri, Cidasc e Ceasa-SC, o Espaço Agricultura Familiar vai reunir produtores, agroindústrias, cooperativas e instituições do setor em uma ampla vitrine para promoção dos alimentos catarinenses e ampliação de oportunidades de mercado.
Promovida pela Associação Catarinense de Supermercados (Acats), a ExpoSuper reúne empresários, gestores, compradores e fornecedores de diversas regiões do país, consolidando-se como um dos principais ambientes para geração de negócios e fortalecimento das cadeias produtivas.
Neste ano, o Espaço Agricultura Familiar contará com 40 estandes coordenados pela Sape, Epagri, Cidasc e Ceasa-SC. O tema da participação será “Saúde Única, Alimentos Seguros”, reforçando a importância da integração entre saúde humana, animal e ambiental para a produção de alimentos de qualidade, com sanidade e e segurança para os consumidores.
“A ExpoSuper é uma importante vitrine para a agricultura familiar catarinense. O espaço permite que produtores e agroindústrias apresentem seus produtos diretamente aos compradores, ampliem mercados e fortaleçam seus negócios, valorizando a qualidade e a diversidade dos alimentos produzidos em Santa Catarina”, ressalta o secretário de Estado da Agricultura e Pecuária, Admir Dalla Cort
Além da exposição e negociação de produtos, o espaço será utilizado para divulgar ações e programas desenvolvidos pela Sape, Epagri, Cidasc e Ceasa-SC.
Epagri impulsiona inovação e agregação de valor no campo
Os alimentos apresentados pela agricultura familiar mostram a diversidade produtiva presente em todas as regiões de Santa Catarina. Os empreendimentos são de 21 municípios: Balneário Gaivota, Benedito Novo, Campo Alegre, Canoinhas, Corupá, Criciúma, Gaspar, Guaraciaba, Iraceminha, Jaraguá do Sul, Massaranduba, Nova Veneza, Orleans, Petrolândia, Pinheiro Preto, Pouso Redondo, Rodeio, Seara, São Joaquim, Timbó e Treze Tílias.
O presidente da Epagri, Dirceu Leite, destaca que a empresa acompanha muitos desses empreendimentos desde os primeiros passos. São famílias que receberam apoio para estruturar suas agroindústrias, adequar processos, conquistar certificações, desenvolver novos produtos e acessar mercados.
“A ExpoSuper representa a consolidação desse trabalho. É uma oportunidade para mostrar ao setor supermercadista a qualidade, a diversidade e o potencial da agricultura familiar catarinense. Quando ajudamos um produtor a transformar sua matéria-prima em um produto de valor agregado e competitivo, estamos gerando renda no campo, fortalecendo a economia regional e criando perspectivas para as novas gerações permanecerem no meio rural”, afirma Dirceu.
Cidasc: segurança e qualidade dos alimentos
Hortifruti, laticínios, embutidos, pescados processados, doces, bebidas, méis e conservas serão alguns dos produtos apresentados, mostrando a diversidade e excelência da produção familiar catarinense. A segurança e a qualidade dos alimentos ofertados — muitos deles premiados em concursos nacionais e internacionais — também são diferenciais do Espaço da Agricultura Familiar.
Em Santa Catarina, a Cidasc é responsável pelo Serviço de Inspeção Estadual (SIE), que assegura a qualidade sanitária dos produtos de origem animal, como linguiças, salames, queijos e méis, em todas as etapas da cadeia produtiva, da criação dos animais à industrialização dos alimentos. Na área de produtos de origem vegetal, o Selo de Conformidade Cidasc oferece suporte às agroindústrias que atuam na produção, processamento e comercialização de alimentos. A Companhia também é responsável pela concessão do Selo ARTE, instituído pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) para valorizar produtos artesanais elaborados com métodos tradicionais, sem abrir mão dos requisitos de segurança sanitária.
Todos os produtos expostos no Espaço da Agricultura Familiar possuem algum tipo de certificação ou registro oficial, como o Serviço de Inspeção Municipal (SIM), o Serviço de Inspeção Estadual (SIE), o Serviço de Inspeção Federal (SIF), o Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sisbi-POA), o Selo de Conformidade Cidasc ou registro junto ao Ministério da Agricultura. Além disso, pelo menos 14 empreendimentos participantes trazem produtos certificados com o Selo ARTE, reunindo tradição, identidade regional e qualidade sanitária reconhecida.
“A inspeção e certificação conferida pela Cidasc aos estabelecimentos permite ampliar a oferta desses produtos em todo o Brasil. A Exposuper é a vitrine que a agroindústria familiar precisa e ainda oferece ao consumidor, alternativas de alimento afetivamente rico, culturalmente surpreendente e, sobretudo, seguro para o consumidor”, afirma a presidente da Cidasc, Celles Regina de Matos.
Ceasa SC: fortalecimento e ampliação de mercados
A participação da Ceasa/SC na ExpoSuper 2026 reforça o compromisso da instituição com o fortalecimento da agricultura familiar catarinense e com a ampliação das oportunidades de comercialização para os produtores rurais do estado.
Como principal central de abastecimento de Santa Catarina, a Ceasa/SC atua na aproximação entre produtores e mercados, contribuindo para a valorização da produção local, a geração de renda no campo e o abastecimento da população com alimentos de qualidade. “A presença no Espaço Agricultura Familiar evidencia a importância da integração entre os diversos atores da cadeia produtiva, promovendo o acesso a novos mercados e fortalecendo a competitividade dos empreendimentos rurais”, afirma o presidente da Ceasa/SC, Sandro Vidal.


A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), reguladora do setor no país, realizou 2.111 fiscalizações em postos de combustíveis, transportadoras e distribuidoras nos últimos três meses. As ações terminaram com 21 autos de infração por indícios de elevação abusiva de preços. Isso representa uma em cada 100 vistorias.
De acordo com os dados divulgados nesta sexta-feira (12) pela ANP, de 9 de março e 3 de junho, os autos por preço abusivo foram emitidos contra 16 distribuidoras de combustíveis localizadas em São Paulo, no Distrito Federal, Paraná e Rio de Janeiro; e cinco contra revendas de gás liquefeito de petróleo (GLP), conhecido como gás de cozinha no Ceará e no Pará.
Desde o estouro do conflito no Oriente Médio no fim de fevereiro, que causou aumento no preço de derivados de petróleo em praticamente todo o mundo, a ANP recebeu a incumbência de fiscalizar os preços praticados nos postos brasileiros.
O receio do governo era de que revendedores se utilizassem do cenário global conturbado para aumentar os preços de forma abusiva. A atribuição de responsabilidade à ANP consta na Medida Provisória 1.340/2026.
Olho nas notas fiscais
Nas ações de fiscalização, presenciais e remotas, os agentes coletam informações sobre os preços praticados, e notas fiscais de aquisição de combustíveis referentes a períodos específicos.
A agência compara os custos de compra dos produtos com os preços efetivamente praticados nas vendas para perceber se há indício de aumento abusivo.
Em caso positivo, os estabelecimentos são notificados a apresentar documentação complementar para aprofundamento da análise. Segundo a ANP, é assegurada ampla defesa.
Aumento de fiscalização
Também nesta sexta-feira, a diretoria da ANP aprovou intensificação nas ações de fiscalização com foco no combate à abusividade de preços no mercado de combustíveis.
No período de julho a setembro, a agência reguladora projeta realizar 3 mil vistorias, o que representa 40% a mais que no trimestre anterior.
O plano aprovado prevê ações ostensivas, educativas e coercitivas para coibir práticas oportunistas no mercado.
Subsídios
A ampliação da atividade de fiscalização da ANP faz parte de um pacote do governo para impedir um choque de preços de derivados no país.
Entre outras medidas, o governo adotou a política de subvenção, uma espécie de reembolso para que produtores e importadores de derivados como diesel, gasolina e gás natural não repassem o aumento de custos ao consumidor final.
No caso da gasolina, por exemplo, a subvenção atualmente é de R$ 0,44 por litro. Para o diesel, R$ 1,12.
As medidas não são permanentes, têm prazos determinados e são reavaliadas à medida que o conflito no Oriente Médio se redesenha.
A SCGÁS está executando, em 2026, um conjunto de obras de ampliação da rede de gás natural em Lages. As intervenções fazem parte do plano de expansão da Companhia no município, somando investimento superior a R$ 3,5 milhões na construção da nova infraestrutura de distribuição voltada especialmente para o setor industrial.
Ao longo do ano, serão implantados mais de 10.7 km de rede, permitindo a conexão de indústrias e estabelecimentos comerciais, ampliando o acesso do setor produtivo a uma fonte de energia segura, eficiente e com menor impacto ambiental.
As obras estão distribuídas em três fases: a Fase 1 está praticamente concluída; na Fase 2 restam cerca de 600 metros para finalizar o assentamento da rede; e a Fase 3 possui aproximadamente 3,5 km de tubulações ainda em execução. A previsão é de que todas as frentes de trabalho sejam finalizadas até setembro de 2026.
Todas as obras estão licenciadas. As frentes de trabalho ocupam apenas parte das vias, sem obstruir totalmente ruas, garagens ou acessos, e seguem rigorosamente os padrões de sinalização e segurança exigidos para este tipo de serviço.
Para minimizar transtornos, são utilizadas técnicas de construção de baixo impacto, reduzindo a necessidade de abertura de valas e acelerando a implantação da rede, especialmente em trechos críticos. Entre os métodos empregados está o Método Não Destrutivo (MND), que permite a perfuração guiada por sondas, limitando a abertura de valas aos pontos de início e fim de cada segmento e ampliando a distância entre perfurações sempre que o solo permite, promovendo avanço mais rápido e eficiente.
A expansão da rede permitirá levar o gás natural a novas áreas industriais da cidade, oferecendo praticidade, economia, segurança e menor impacto ambiental em comparação a outros combustíveis, contribuindo diretamente para o fortalecimento da economia local.
Para entrar em contato ou registrar qualquer solicitação ou reclamação relacionada às obras, a comunidade pode utilizar a área “Fale Conosco” no site da SCGÁS, ligar para o 0800 048 5050 ou enviar mensagem via WhatsApp para (48) 3229-1100.


Fotos: Leo Munhoz/Secom GovSC
O Governo de Santa Catarina realizou neste domingo, 14, uma série de entregas e anúncios para infraestrutura e educação no Oeste catarinense. Em São Lourenço do Oeste, o governador Jorginho Mello inaugurou a restauração com aumento de capacidade da SC-305, trecho até Campo Erê, entregou a pavimentação do Contorno Leste do município, autorizou a licitação de uma nova obra do programa Estrada Boa Rural e anunciou um pacote de investimentos de quase R$ 18 milhões para escolas da região.
A principal entrega do dia foi a restauração com aumento de capacidade da SC-305, uma das mais importantes ligações rodoviárias do Oeste catarinense. A obra fortalece a mobilidade regional, amplia a segurança dos usuários e melhora as condições para o transporte de cargas e o escoamento da produção. Também foi inaugurado o Contorno Leste de São Lourenço do Oeste, que retira o tráfego pesado do perímetro urbano e contribui para a melhoria da qualidade de vida da população.
Durante o evento, o governador também autorizou a licitação da pavimentação da Estrada Municipal Rural São Caetano, ligando as comunidades de Santa Clara, São João e São Caetano. A obra integra o programa Estrada Boa Rural e contempla mais de cinco quilômetros de extensão, fortalecendo a infraestrutura e a mobilidade no interior do município.
“O catarinense não quer promessa, quer resultado. É por isso que a gente está entregando obras que melhoram a vida das pessoas. Essa rodovia dá mais segurança para quem trabalha, para quem transporta a produção e para quem pega a estrada todos os dias. Nosso governo é municipalista de verdade. Não importa se o município é grande ou pequeno, nós estamos presentes com investimentos que atendem aquilo que a população precisa”, afirmou o governador Jorginho Mello.
O secretário de Estado da Infraestrutura e Mobilidade, Ricardo Grando, destacou que os investimentos fazem parte de um amplo planejamento para modernizar a malha viária catarinense.
“Estamos entregando obras estruturantes e planejando as próximas etapas. A SC-305 é uma intervenção que melhora a segurança, a capacidade e a durabilidade da rodovia. Ao mesmo tempo, avançamos com o Estrada Boa Rural para levar infraestrutura de qualidade ao interior. O nosso compromisso é garantir projetos bem executados, com acompanhamento técnico e obras que tenham começo, meio e fim”, ressaltou Grando.
Educação recebe pacote histórico de investimentos
Além das entregas na infraestrutura, o Governo do Estado anunciou um conjunto de ações para fortalecer a educação pública na região de São Lourenço do Oeste. Foram inauguradas as obras de modernização das redes elétricas de nove escolas estaduais pertencentes à Coordenadoria Regional de Educação, etapa fundamental para a instalação de aparelhos de ar-condicionado em todas as unidades da rede estadual.
O governador também autorizou a abertura do processo licitatório para reforma e ampliação da EEB Raul Pompéia, em Campo Erê, e da EEB Sóror Angélica, em São Lourenço do Oeste, além de assinar a ordem de serviço para revitalização e pintura de outras quatro unidades escolares da região. Somadas, as ações representam quase R$ 18 milhões em investimentos.
“Quando investimos em educação, estamos investindo no futuro. Escola boa é escola confortável, segura e preparada para ensinar. Estamos modernizando a estrutura das nossas unidades, entregando notebooks para os professores, uniformes para os estudantes e ampliando oportunidades de qualificação profissional. É assim que construímos um Estado mais forte, começando pela sala de aula”, afirmou o governador.
A secretária de Estado da Educação, Luciane Ceretta, destacou que os investimentos refletem uma transformação que está chegando a todas as regiões de Santa Catarina.
“Estamos promovendo melhorias estruturais que impactam diretamente o aprendizado e as condições de trabalho dos profissionais da educação. A modernização das redes elétricas, as reformas, os novos equipamentos, os uniformes e a ampliação da educação profissional fazem parte de um grande esforço para oferecer mais qualidade, conforto e oportunidades aos nossos estudantes”, disse.
Também foram entregues notebooks aos novos professores efetivos da rede estadual e novos uniformes de inverno para estudantes. Além disso, o Governo do Estado anunciou a abertura de novas turmas de cursos técnicos gratuitos em parceria com o Senai nas áreas de Eletromecânica e Desenvolvimento de Sistemas, ampliando as oportunidades de qualificação profissional para os jovens da região.
Para o prefeito de São Lourenço do Oeste, Agustinho Assis Menegatti, os investimentos representam uma transformação concreta para o município e para toda a região.
“São obras e ações que a nossa população aguardava e que vão trazer resultados por muitos anos. A infraestrutura melhora a mobilidade, fortalece a economia e gera mais segurança. Somos gratos pela parceria do Governo do Estado, que tem olhado para os municípios e ajudado a transformar projetos em realidade”, afirmou o prefeito.
Agências bancárias terão horário especial de atendimento ao público nos dias de jogos da seleção brasileira na Copa do Mundo. O horário de abertura será o habitual de cada agência, já fechamento dos locais será duas horas antes do horário de início do jogo.
Caso a partida se inicie às 14h, o encerramento do atendimento ao público será as 12h. No dia de jogo do Brasil às 16h, o fechamento será 14h. E caso a seleção entre em campo às 17h, as agências fecharão às 15h.
Já os horários de expediente dos postos de atendimento e das agências que funcionam em locais especiais, como shoppings e aeroportos, serão informados diretamente pelo estabelecimento, caso a caso.
Os canais digitais e remotos dos bancos, como internet e aplicativos, assim como as salas de autoatendimento, funcionarão normalmente nos dias de jogos da seleção brasileira, seguindo os horários estabelecidos por cada instituição.
O Pix, que funciona 24 horas todos os dias e feriados, poderá ser feito normalmente.
Em nota, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) explicou que a medida também busca conciliar o atendimento à população com a segurança operacional das agências e dos serviços de transporte de valores.


Participei do XXXIX Congresso Brasileiro de Direito Tributário, promovido pelo Instituto Geraldo Ataliba (IGA) e pelo Instituto Internacional de Direito Público e Empresarial (Idepe), na mesa “Reforma Tributária — Perspectivas Constitucionais”, ao lado de grandes juristas como Misabel Derzi, Roque Carrazza, Robson Maia Lins e Humberto Ávila. Na minha exposição, abordei o tema “Reforma tributária: avanços e retrocessos”.
É interessante notar que as críticas de todos aqueles que analisam a Reforma Tributária do Consumo aprovada têm crescido. O governo federal alegou que fizera uma Reforma Tributária para gerar simplificação.
Na minha palestra, entretanto, mostrei que houve alteração em parte de quatro artigos da Constituição — o 153, sobre o IPI; o 155, sobre o ICMS; o 156, sobre o ISS; e o 195, sobre as contribuições. O poder legislativo não alterou o conteúdo integral dos artigos, apenas regulou uma parte de cada um deles. Para regular esses dispositivos sob o pretexto de simplificar, os parlamentares triplicaram as regras da Constituição sobre os tributos. Ou seja, havia um terço dos artigos colocados na Carta Magna e, para simplificar apenas uma parcela de quatro deles, aumentaram essa proporção. É certo que isso não simplifica; complica.
O Código Tributário Nacional tem 218 artigos para todos os tributos do sistema. Apenas para quatro tributos, já promulgados via lei complementar, são mais de 700 artigos. E ainda se espera um projeto de lei sobre como os estados e municípios de médio e grande porte, que sofrerão perdas, receberão compensação.
Então, todos os tributaristas que estavam na mesa do Congresso fizeram críticas. Roque Carrazza evidenciou que a federação foi amesquinhada. Misabel Derzi apontou problemas concretos da aplicação da lei. Humberto Ávila demonstrou que a vida do contribuinte ficará extremamente complicada. Por fim, eu sustentei que enfrentamos um projeto de poder para tirar força da federação, pois os Estados e os Municípios, em termos de autonomia financeira, ficarão dependentes de um Comitê Gestor, em Brasília.
A consequência é a seguinte: amesquinhamento da federação, aumento da carga tributária e complexidade, em vez de simplificação da legislação.
Eu tenho a impressão de que essa discussão se faz urgente, porque já em 1º de janeiro de 2027 a reforma entrará em vigor e, em 1º de janeiro de 2029, os tributos estaduais e municipais passarão a ser um só.
A centralização de recursos na União sufoca a gestão local e transforma prefeitos e governadores em meros espectadores do orçamento federal. Essa perda de autonomia financeira quebra o pacto federativo clássico e transfere decisões regionais críticas para a burocracia técnica de um órgão centralizador.
O ambiente de negócios também sofrerá com o custo de conformidade para as empresas, que precisarão operar sistemas contábeis duplicados durante o longo período de transição. O que se desenha no horizonte não é a prometida eficiência de mercado, mas um contencioso administrativo sem precedentes na história jurídica do país.
Nós estamos, como tenho divulgado, preparando um livro que deve sair no mês de agosto, “Equívocos e fragilidades da reforma tributária”, para mostrar que passamos a viver realmente aquilo que vai ser uma espécie de curra tributária, e não um projeto de simplificação do processo tributário.
Por isso, temos que pensar seriamente em uma reforma dessa reforma, que ainda não entrou em vigor no sentido de ter eficácia, mas que já desperta profunda preocupação em todos que entendem de direito tributário devido à sua complexidade. Trata-se de um verdadeiro retrocesso institucional que sacrifica a autonomia dos Estados sob o manto de uma falsa modernidade, além de configurar uma engrenagem burocrática que sufoca a livre-iniciativa e pune o contribuinte antes mesmo de sua implementação definitiva.
Ives Gandra da Silva Martins é professor emérito das universidades Mackenzie, Unip, Unifieo, UniFMU, do Ciee/O Estado de São Paulo, das Escolas de Comando e Estado-Maior do Exército (Eceme), Superior de Guerra (ESG) e da Magistratura do Tribunal Regional Federal – 1ª Região, professor honorário das Universidades Austral (Argentina), San Martin de Porres (Peru) e Vasili Goldis (Romênia), doutor honoris causa das Universidades de Craiova (Romênia) e das PUCs PR e RS, catedrático da Universidade do Minho (Portugal), presidente do Conselho Superior de Direito da Fecomercio -SP, ex-presidente da Academia Paulista de Letras (APL) e do Instituto dos Advogados de São Paulo (Iasp).
Fotos: Andreia Tarelow
Em 2025, a região Sudeste ampliou sua liderança em registros de acidentes no transporte de cargas, aumentando em 12% as ocorrências e consolidando-se como o principal epicentro de risco no país. Três dos quatro estados da região - São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro - lideram o ranking. O mapa mostra que o risco se manteve concentrado, mas com tendência de expansão para regiões emergentes, como o Centro-Oeste, que teve um aumento relevante de 14%.
Além disso, apesar de uma queda, quando comparado com dados de 2024, o período da manhã se manteve como o mais crítico, seguido pela tarde, que apresentou um aumento de 14%. Além disso, os riscos se mantiveram concentrados entre quinta (+7%) e sexta-feira (+14,7%).
Os dados são do “Mapa de Acidentes no Transporte de Cargas 2025”, realizado pela nstech, maior empresa de software para supply chain da América Latina e uma das 5 maiores SaaS do Brasil. O estudo é baseado nas informações apuradas pelas gerenciadoras BRK, Buonny e Opentech, que integram o ecossistema da companhia.
“Em um país onde o transporte rodoviário é predominante – movimentando cerca de 65% de toda a carga do Brasil, de acordo com dados da CNT – a segurança nas estradas deixa de ser apenas uma preocupação operacional e se consolida como um elemento estratégico de eficiência, competitividade e gestão de riscos no setor. E é pensando nisso que, anualmente, com o gancho do mês da segurança, comemorado em maio, construímos esse relatório”, afirma Thiago Azevedo, Diretor de Produto da nstech.
Ainda de acordo com o mapa de acidentes, colisões seguem como o principal tipo de ocorrência, com uma trajetória de alta de mais de 5%. Em segundo lugar, os tombamentos cresceram 9,5%, seguidos pelos choques que, apesar da redução de 7,25% com relação a 2024, ainda estão em terceiro lugar no ranking. Saídas de pista, incêndio e capotagem também cresceram, mas em menor volume.
As cargas fracionadas seguem liderando as ocorrências, mas com leve queda com relação ao ano anterior. Seguida pelos setor alimentício, com alta de 4%, os segmentos são, disparadamente, os mais suscetíveis. As cargas siderúrgicas e de medicamentos também aparecem no topo do ranking.
A maior incidência dos acidentes esteve concentrada em motoristas entre 40 e 50 anos, seguidos por profissionais com mais de 50, destacando que o risco está em operações com trabalhadores, em tese, mais experientes. Além disso, os profissionais com vínculo agregado lideram o ranking, o que pode estar associado a menor padronização operacional e maior variabilidade de condução.
Em 2025, de acordo com os dados de monitoramento das gerenciadoras BRK, Buonny e Opentech, foi registrado um aumento de aproximadamente 4,7% de acidentes envolvendo transporte de cargas, em relação a 2024. No entanto, o número de viagens monitoradas pelo ecossistema da nstech cresceu acima desse percentual, com 34,8% quando comparado com o ano anterior, um avanço de 19,7% no valor das cargas monitoradas.
“Os dados mostram que as tecnologias de gerenciamento de riscos e os programas de capacitação de motoristas e prevenção de acidentes têm resultados diretos no aumento da segurança no transporte de cargas, já que, mesmo disparando o número de corridas monitoradas, o número de acidentes não acompanhou esse desenvolvimento”, completa o especialista.
Ainda de acordo com o relatório, a precariedade das rodovias, junto com condições meteorológicas adversas e fatores humanos de conduta e comportamento são as principais causas dos acidentes. Segundo dados da Onisys, produto de prevenção de acidentes da nstech, os principais desvios críticos encontrados são: excesso de velocidade, RPM excedido, aceleração brusca em curva ou arrancada brusca, freada brusca, fadiga (sinais de cansaço, bocejo e sonolência), distração, não uso de cinto de segurança, mão fora do volante, objetos soltos na cabine, uso de celular e interação com objetos.
“Com apoio da tecnologia, é possível mapear quais são e com que frequência esses atos inseguros acontecem ao longo das viagens e, assim, as transportadoras podem atuar de forma mais assertiva, orientando e corrigindo condutas antes que evoluam para situações críticas. Nesse meio, a segurança passa, cada vez mais, pela capacidade de converter dados em decisões operacionais. Mais do que tecnologia, trata-se de uma mudança de mentalidade, em que a segurança deixa de ser reativa e passa a ser contínua, orientada por dados e determinante para a competitividade do negócio”, finaliza Thiago Azevedo.


O futuro do Brasil, os desafios para o desenvolvimento do país e o papel da sociedade na construção de uma nação mais forte estiveram no centro das discussões da plenária da Associação Empresarial de Itajaí (ACII), realizada na noite de segunda-feira (08). O encontro reuniu empresários, lideranças e associados e contou com a palestra do jornalista Paulo Alceu, que abordou o tema “O futuro que nós queremos para o Brasil”. Após a apresentação, os participantes tiveram a oportunidade de interagir diretamente com o palestrante, esclarecendo dúvidas e compartilhando questionamentos sobre os temas abordados.
Ao longo de sua apresentação, Paulo Alceu compartilhou análises e reflexões sobre os desafios enfrentados pelo Brasil, destacando a importância da participação ativa da sociedade na construção de um futuro mais sólido, ético e sustentável. A palestra trouxe uma visão abrangente sobre o cenário nacional, abordando temas relacionados à cidadania, responsabilidade, educação, valores familiares e ao protagonismo da sociedade na transformação do país.
O palestrante ressaltou que as mudanças mais significativas começam nas atitudes individuais e coletivas, defendendo a valorização de princípios como integridade, respeito, compromisso e responsabilidade. Para ele, o fortalecimento desses valores é fundamental para a construção de uma sociedade mais preparada para enfrentar desafios e aproveitar oportunidades.
Ao abordar o contexto atual, Paulo Alceu também destacou exemplos positivos de desenvolvimento e superação encontrados em diferentes regiões do país, especialmente em Santa Catarina, reconhecida por seu espírito empreendedor, capacidade de inovação e força econômica.
A importância da educação, da formação das novas gerações e do fortalecimento das instituições também esteve entre os temas centrais da palestra. Segundo o jornalista, o futuro do Brasil depende da capacidade de unir esforços em torno de objetivos comuns, fortalecendo uma cultura baseada na cooperação, no respeito e no compromisso com o desenvolvimento coletivo.
Para a presidente da ACII, Thaisa Nascimento Corrêa, a palestra proporcionou um momento de grande reflexão para os empresários presentes. Segundo ela, a atenção demonstrada pelo público ao longo de toda a apresentação e a participação ativa durante o espaço de perguntas evidenciaram a relevância dos temas abordados.
“A atenção dos participantes, refletida no silêncio e na concentração durante toda a palestra, demonstrou a relevância do tema abordado. Falar sobre o futuro do Brasil é sempre importante, especialmente em um momento tão desafiador para quem empreende, gera empregos e contribui diariamente para o desenvolvimento do país. A experiência e a vivência do Paulo Alceu trouxeram clareza sobre o cenário que estamos vivendo e ajudaram a ampliar a compreensão dos desafios e das oportunidades que estão à nossa frente. Além disso, os empresários aproveitaram a oportunidade para fazer questionamentos e aprofundar temas que impactam diretamente o ambiente de negócios. Tenho certeza de que todos sairam deste encontro com novos insights e uma visão mais ampla sobre o momento que o Brasil atravessa”, destacou.
A Portos RS passa a contar com uma nova liderança à frente de sua gestão. Fábio Machado assume a presidência da empresa trazendo uma trajetória consolidada no serviço público, marcada pela atuação em áreas estratégicas da administração pública, governança, gestão e assessoramento jurídico.
Formado em Direito pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel), Machado possui mais de 20 anos de experiência no setor público. Sua trajetória teve início em 2009, quando ingressou na gestão pública como chefe do Departamento de Materiais do Serviço Autônomo de Saneamento em Pelotas (Sanep). Entre 2012 e 2015, atuou como consultor jurídico da autarquia.
Em 2016, assumiu a Procuradoria-Geral do Município de Pelotas durante a gestão do então prefeito Eduardo Leite. Na sequência, entre 2017 e 2020, exerceu a função de assessor especial da prefeita Paula Mascarenhas. Já em seu segundo mandato, foi nomeado secretário de Governo e Ações Estratégicas, participando diretamente da formulação e coordenação de políticas públicas e projetos estruturantes para o município.
Fábio Machado ocupava o cargo de coordenador da Assessoria Jurídica da Secretaria Estadual de Habitação e Regularização Fundiária e, desde 2025, também integrava o Conselho de Administração da Portos RS, posição que lhe proporcionou um acompanhamento próximo dos desafios e oportunidades do sistema portuário gaúcho.
Ao assumir a presidência da Portos RS, Machado chega com a missão de dar continuidade ao fortalecimento da gestão portuária, contribuindo para o desenvolvimento da infraestrutura logística do Rio Grande do Sul, a ampliação da competitividade dos portos públicos e o avanço de projetos estratégicos voltados à modernização e à eficiência operacional.
A instituição também registra e reconhece a contribuição de Cristiano Klinger, que presidiu a Portos RS entre 2022 e 2026 e esteve à frente de importantes avanços operacionais, logísticos e institucionais, especialmente durante o processo de transição para empresa pública, marco que fortaleceu a autonomia e governança da organização.
Com a nova gestão de Fábio Machado, a Portos RS segue voltada ao desenvolvimento dos portos públicos gaúchos e ao fortalecimento de seu papel estratégico para a economia do Rio Grande do Sul.


O Brasil celebra o Dia dos Namorados na próxima sexta-feira, 12 de junho, muitos consumidores sairão às compras em busca do presente ideal e o comércio intensifica a divulgação de promoções e ofertas. A Febraban (Federação Brasileira de Bancos) alerta que os consumidores devem redobrar a atenção nas compras e também intensificar os cuidados com o fornecimento de informações pessoais.
Em datas comemorativas, quadrilhas aproveitam o momento para aplicar golpes que causam grande prejuízo, especialmente usando “engenharia social”, que consiste na manipulação do usuário para que ele lhe forneça informações confidenciais para o roubo de dados pessoais.
A aglomeração de pessoas e a distração na hora de pagar compras em comércios de rua criam o ambiente ideal para que golpistas descubram a senha e troquem o cartão. Nesta época do ano também são comuns abordagens de criminosos com páginas falsas que simulam e-commerce; promoções inexistentes enviadas por e-mails, SMS e mensagens de WhatsApp e a criação de perfis falsos que investem em mídia para aparecerem em páginas de buscas e stories de redes sociais.
Criminosos também clonam sites de varejistas famosos para induzir os consumidores ao erro, colocando uma letra a mais no endereço do site, que muitas vezes fica imperceptível para o cliente ou ainda trocando, por exemplo, uma letra “o” pelo número “0”. Por isso, a recomendação é que o cliente faça sua pesquisa de preços, e quando escolher a loja, digite diretamente o endereço do site na barra do navegador.
“O cliente também deve desconfiar de abordagens em que alguém diga que há uma grande oportunidade de compra, pedindo que o pagamento seja feito naquele momento para que não perca o produto. Ainda duvide das promoções cujos preços sejam muito menores que o valor real do produto. Pesquise a média de preços em vários sites conhecidos”, alerta Raphael Mielle, diretor de Serviços e Segurança da Febraban.
Golpe do brinde ou presente
Em datas comemorativas, o cliente também deve tomar cuidado com o golpe do brinde ou presente. Após descobrirem dados pessoais, quadrilhas de criminosos entram em contato com a vítima e dizem que têm um brinde ou presente para entregar e insistem para que a pessoa receba o presente pessoalmente.
Os criminosos chegam a dar algo para a vítima, geralmente flores, bolos ou cosméticos. Alegam que são prestadores de serviços e que não sabem informações de quem realmente pediu para fazer a entrega e pedem um pagamento de uma taxa.
O entregador pode entregar uma maquininha com o visor danificado ou de uma forma que impossibilite a visualização do preço cobrado na tela, sendo um valor acima do real cobrado.
O golpista também usa algum truque e desvia a atenção da pessoa para que a vítima digite a senha no campo destinado ao valor da compra. Isso permite que bandido descubra o código secreto. É importante ressaltar que o campo de senha deve mostrar apenas asteriscos. Em posse da senha do cliente, o bandido pode, posteriormente, trocar o cartão.
Confira abaixo orientações para fazer compras com segurança
Para compras online:
- Sempre desconfie de links encaminhados via WhatsApp ou SMS
- Fique atento às ofertas, duvide de valores muito abaixo do mercado
- Acompanhe as compras realizadas pelo aplicativo do cartão, e caso desconheça alguma transação, bloqueie-a e entre em contato com a administradora
- Nunca clique nos links de promoções vantajosas demais. Para ver a oferta, acesse o site oficial da loja digitando o endereço dela diretamente na barra do navegador
- Ao pagar com boleto, Pix ou transferências sempre confira se o nome do beneficiário é de quem realmente deve receber o valor
- Não selecione a opção “salvar dados do cartão” para utilizar em compras futuras
- Dê preferência para o uso do cartão virtual para as compras online
- Sempre pesquise a reputação de lojas e de vendedores e confira comentários feitos em vendas de outros compradores
- O cadeado HTTPS atesta que determinado site é seguro. O ícone indica que as comunicações entre a página e o dispositivo do usuário estão protegidas por criptografia, o que garante segurança na troca de dados
- Caso receba uma ligação pedindo dados pessoais, desligue e procure o gerente de sua conta imediatamente, de preferência, em outro aparelho de telefone. Lembre-se de que o banco nunca pede seus dados por telefone.
Em lojas físicas:
- Passe você mesmo o cartão na maquininha em vez de entregá-lo para outra pessoa, sempre confira o valor antes de digitar a senha e proteja o código de segurança
- Sempre peça o comprovante impresso
- Se o cartão não passar de primeira, redobre a atenção: não deixe que o levem para longe de você para passar em outra máquina e acompanhe de perto a 2ª tentativa
- Ao terminar de realizar uma compra na maquininha, verifique o nome no cartão para ter certeza de que realmente é o seu. Bandidos podem se aproveitar de distrações para trocar o seu cartão
- Ao utilizar o QR Code para pagamento, confira se o destinatário da transação é o beneficiário correto.
O Ministério do Comércio chinês anunciou a realização de mais de 100 eventos internacionais em 2026 com o objetivo de conectar fornecedores globais ao mercado chinês. As primeiras ações ocorrerão em Belarus e na Alemanha, abrindo novas oportunidades para empresas interessadas em expandir seus negócios com a segunda maior economia do planeta.
Mais do que feiras e rodadas de negócios, essa iniciativa demonstra uma estratégia consistente da China para diversificar fornecedores, ampliar o acesso a produtos de qualidade e fortalecer sua integração comercial com diferentes regiões do mundo.
Para exportadores brasileiros, o movimento merece atenção. Setores como alimentos, bebidas, frutas, proteína animal, produtos industrializados e commodities podem encontrar novas oportunidades em um mercado que continua buscando parceiros internacionais confiáveis.
Enquanto muitos países discutem barreiras comerciais, a China segue investindo em mecanismos para aproximar compradores e fornecedores globais.
Quem acompanha o comércio exterior sabe: grandes oportunidades costumam surgir antes de virarem tendência.
O mercado chinês continua se movimentando. A pergunta é: sua empresa está preparada para aproveitar esse movimento?
Por: André Queiróz


Além da implantação da sala do Qualifica+ Comunidade, os moradores puderam participar de uma confraternização, cantando os parabéns pelos 166 anos de Itajaí e recebendo fatias de bolo distribuídas pela Secretaria Municipal de Assistência Social e Cidadania.


Por André Gomes
Os Estados Unidos citaram o Pix – principal forma de recebimentos dos pequenos negócios brasileiros – em uma investigação comercial sobre “práticas desleais”. De acordo com o documento, o sistema de pagamentos representaria uma forma de concorrência estatal aos cartões de crédito privados. A partir disso, o país norte-americano está analisando uma taxação dos produtos brasileiros em 25%, decisão que pode sair até 15 de julho. De acordo com o Sebrae, a ferramenta facilita os pagamentos e reduz custos para os empreendedores.
Segundo a pesquisa “Hábitos Financeiros dos Pequenos Negócios”, realizada pelo Sebrae e Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe), quase seis em cada 10 donos de pequenos negócios têm o Pix como principal meio de recebimento das vendas. Outros 53% preferem esse instrumento para pagar seus parceiros comerciais.
No caso em particular dos microempreendedores individuais (MEI) a adesão ao Pix foi ainda maior. A pesquisa do Sebrae, revelou que 97% deles usam a plataforma como alternativa de pagamento. Para 28% desses empreendimentos, a modalidade responde por mais de 75% de todo o faturamento e para outros 20%, a forma de pagamento é responsável por cerca de 51% dos recebimentos.
“É uma avaliação injusta e infundada por parte do governo dos Estados Unidos porque o sistema de pagamento não interfere no comércio e nas relações das empresas do setor de cartões de crédito. Mais do que isso, é uma forma de pagamento que não tem mais volta e se tornou a queridinha dos pequenos negócios pelo rápido recebimento e para a manutenção do fluxo de caixa dessas empresas. No fundo, é uma das formas que o setor utiliza para criar mais oportunidades de crescimento e aumentar a geração de empregos”, avalia Rodrigo Soares, presidente do Sebrae.
De acordo com dados do Banco Central, o PIX tem cerca de 170 milhões de usuários Pessoas Físicas (80% da população) e mais de 24 milhões de usuários Pessoas Jurídicas. Anualmente, movimenta mais de R$30 trilhões, o que equivale a quase 3 vezes o PIB brasileiro e quase 20% do PIB norte-americano.
“Este é o tamanho do mercado que seria disputado pelas Big Techs (Apple Pay, Google Pay, Amazon Pay, Meta Pay e Microsoft), se o Banco Central não oferecesse esse serviço de forma gratuita e referência de eficiência mundial” afirma Rodrigo Soares, que ainda arremata “Não se trata de prática desleal de comércio, alegado por Trump para impor aumento de tarifas sobre nossas exportações. Mas sim, disputa de mercado”.
Consolidado
Lançado em 2020, o Pix alcançou um estágio de universalização em menos de quatro anos. De acordo com dados do Banco Central, ele já é o meio de pagamento mais usado pelos brasileiros. Em 2025, o Pix bateu seu recorde histórico anual ao movimentar um total de R$ 35,4 trilhões, registrando quase 80 bilhões de transações. O que representa um crescimento de 33,6% no volume de valores transferidos na comparação com o ano anterior.
Foto: Jonatã Rocha / SecomGOVSC
O governador Jorginho Mello cumpriu uma extensa agenda de compromissos neste sábado, 6, reforçando a proximidade do Governo do Estado com as prefeituras e a valorização das tradições catarinenses. O roteiro incluiu a Festa Municipal de Emancipação de Aurora, que celebra o 62º aniversário, no Alto Vale do Itajaí e a participação na Festa do Pinhão em Lages.
A festividade em Aurora, com programação gratuita que termina neste domingo 7 de junho, movimentou a Praça Nossa Senhora das Dores, no Centro da cidade. O evento reuniu atrações como desfile cívico, shows, feira de artesanato e atividades tradicionais. Na manhã de sábado, ocorreu a Alvorada festiva, que contou com um grande café comunitário e o tradicional Tratoraço, reunindo dezenas de produtores rurais e moradores.
Em sua fala durante o evento, no período da tarde, Jorginho Mello destacou a importância de estar presente nos municípios e reafirmou o compromisso do Estado com o desenvolvimento local. ”É um aniversário que tem que se comemorar. Quando a cidade prospera, a gente fica muito feliz. Eu sou um governador municipalista, é por isso que eu gosto de vir nos municípios. É onde tudo acontece. Se o município vai bem, o Estado vai bem. Nós somos parceiros das prefeituras e estamos aqui para apoiar no que for preciso.”
A festividade também foi palco de importantes entregas para a população local, com a assinatura de ordens de serviço para os novos convênios celebrados com a cidade. Em ato durante o evento, o governador e o prefeito de Aurora, Vanderlei Zandonai, assinaram o documento que atua como marco inicial e autoriza o começo da execução de obras e serviços estruturantes para a cidade.
Os investimentos autorizados garantem melhorias tanto na infraestrutura urbana quanto no apoio ao interior. Entre os projetos contemplados destacam-se o montante de R$ 4,6 milhões para o programa Estrada Boa Rural e cerca R$ 1,2 milhão para a aquisição de britador. A qualidade de vida e o lazer dos moradores também receberam atenção especial, com R$ 1,15 milhão garantido para a revitalização da Praça Central, além de R$ 452 mil para a obra de uma nova e R$ 396 mil para a pavimentação da rua Francisco Klaumann.
Investimentos históricos em prevenção
O governador ainda relembrou os recursos históricos garantidos pelo Estado na área de Proteção e Defesa Civil. Recentemente, foi anunciado investimento de R$ 12 milhões destinados a obras de prevenção a enchentes no Alto Vale do Itajaí. Os recursos contemplam diretamente as cidades de Aurora, Ituporanga e Trombudo Central, obras fundamentais para dragagem e desassoreamento de rios, que garantem mais segurança e resiliência climática para a população e o setor produtivo local.
Celebração da indústria em Rio do Sul
Antes de sua chegada a Aurora, o governador iniciou a manhã de sábado em Rio do Sul, onde participou da cerimônia de comemoração dos 80 anos da empresa Bremer. A companhia é um orgulho para a indústria catarinense, operando nos mercados nacional e internacional com excelência na fabricação de caldeiras e aquecedores industriais. A presença do Executivo Estadual reforça o apoio ao empreendedorismo que gera emprego e renda em Santa Catarina.
36ª Festa Nacional do Pinhão
Para encerrar a agenda de sábado, Jorginho Mello participou da 36ª Festa Nacional do Pinhão, um dos maiores e mais importantes atrativos turísticos da Estação Outono em Santa Catarina.
Esta edição da festa, que ocorre entre os dias 22 de maio e 7 de junho, traz marcos importantes para o turismo do Estado. A programação deste ano foi diversificada para atender a todos os públicos, contando com praça de alimentação com diversos restaurantes, pista de patinação no gelo e uma moderna arena de shows.
O retorno da festa ao Parque Conta Dinheiro representa um momento especial. Pela primeira vez na história, o espaço foi totalmente decorado de forma temática, proporcionando uma experiência imersiva e inesquecível aos visitantes.


O Brasil pode deixar de exportar cerca de US$ 1,8 bilhão por ano em proteínas para a União Europeia após o bloco confirmar a suspensão das compras de determinados produtos de origem animal do país a partir de 3 de setembro de 2026.
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A decisão, oficializada pela Comissão Europeia nesta sexta-feira (5), atinge bovinos, equídeos (cavalos), aves, produtos da aquicultura, mel e tripas. Segundo o documento, publicado no Jornal Oficial da União Europeia, o Brasil não apresentou informações suficientes para comprovar o cumprimento das exigências sanitárias relacionadas ao uso de antimicrobianos na produção animal.
“A Comissão não recebeu informações que garantam que o Brasil aplicou as medidas necessárias para assegurar o cumprimento, até 3 de setembro de 2026, dos requisitos estabelecidos no artigo 3.º do Regulamento Delegado (UE) 2023/905 relativamente a estas categorias” , afirma o texto.
Diante disso, a UE determinou a retirada do Brasil da lista de países autorizados a exportar essas categorias de produtos ao bloco. Em maio, os europeus já haviam anunciado a medida e solicitado garantias adicionais do governo brasileiro sobre o cumprimento das regras que restringem o uso de determinados antimicrobianos, como antibióticos, na pecuária.
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Negociações em andamento
No fim de maio, o governo brasileiro apresentou informações complementares sobre as questões sanitárias envolvendo a exportação desses produtos. Uma reunião virtual foi realizada entre a equipe técnica do Ministério da Agricultura e representantes da Direção-Geral da Saúde e Segurança Alimentar da Comissão Europeia.
Segundo interlocutores que acompanham as negociações, o Brasil apresentou parte das informações exigidas pelo bloco europeu e preparava o envio de novos documentos, mas não havia prazo definido para a conclusão do processo.
O que a UE exige
As garantias solicitadas pela UE precisavam demonstrar que o governo brasileiro é capaz de assegurar que os produtos enviados ao mercado europeu cumprem as normas sobre antimicrobianos adotadas pelo bloco desde 2023.
As exigências envolvem mecanismos de segregação da produção e a comprovação de que produtores e indústrias não utilizam substâncias proibidas pela regulamentação europeia. Também cabe ao governo brasileiro demonstrar que possui instrumentos de fiscalização capazes de verificar o cumprimento dessas regras pelo setor privado.
Foto: Jonatã Rocha / SecomGOVSC
A abertura oficial da 32ª Fenajeep, na noite desta quarta-feira, 3, em Brusque, foi marcada por anúncios do Governo de Santa Catarina para a mobilidade e a segurança viária do Vale do Itajaí. Durante a solenidade, o governador Jorginho Mello inaugurou as obras de revitalização da SC-486 (Rodovia Antônio Heil), entre Itajaí e Brusque, e autorizou o aumento do limite de velocidade de 80 km/h para 100 km/h em um trecho da rodovia, após a conclusão de estudos técnicos realizados pela Secretaria de Estado da Infraestrutura e Mobilidade (SIE).
As obras de revitalização contemplaram os 47,7 quilômetros da rodovia duplicada, com investimento de R$ 12,4 milhões. Os trabalhos incluíram recuperação estrutural do pavimento, fresagem e recomposição de trechos danificados, aplicação de nova capa asfáltica, melhorias na drenagem, limpeza da plataforma da rodovia e implantação de nova sinalização vertical e horizontal.
O governador ainda autorizou o aumento do limite de velocidade no trecho compreendido entre os quilômetros 13,753 e 20 da SC-486, em Brusque. A medida foi embasada por estudos técnicos e busca adequar a velocidade às condições atuais da via, garantindo mais fluidez ao tráfego com segurança.
“Estamos entregando uma rodovia mais segura, mais moderna e preparada para atender quem trabalha, produz e precisa se deslocar todos os dias. Investimos na recuperação do pavimento, melhoramos a sinalização e agora autorizamos a ampliação da velocidade em um trecho que recebeu avaliação técnica criteriosa. Era um pedido da comunidade que a gente tá conseguindo atender pra melhorar a vida das pessoas e impulsionar o desenvolvimento da região”, destacou o governador Jorginho Mello.
O secretário de Estado de Infraestrutura e Mobilidade, Ricardo Grando, esclarece que os usuários já poderão utilizar o trecho com os novos parâmetros em vigor. “A partir desta quinta-feira, os motoristas já podem transitar pelo trecho no novo limite de velocidade e nas próximas semanas a SIE fará a troca da sinalização vertical. Vale ressaltar que o restante do trajeto permanece com os limites de velocidade inalterados, para garantir a segurança nos pontos de intenso movimento urbano”, alerta.
O prefeito de Brusque, André Vechi, ressaltou a importância da parceria entre o Governo do Estado e os municípios para viabilizar investimentos estruturantes. “A revitalização da Antônio Heil era uma demanda importante para toda a região. Essa parceria com o Governo do Estado permite que obras aguardadas pela população saiam do papel e tragam mais segurança, mobilidade e desenvolvimento para Brusque e cidades vizinhas”, afirmou.
Fenajeep movimenta turismo, economia e tradição off-road
Os anúncios do Governo do Estado ocorreram durante a cerimônia de abertura da 32ª Festa Nacional do Jeep (Fenajeep), considerada o maior evento off-road da América Latina. Realizada pelo Brusque Jeep Clube, a programação segue até domingo, 7 de junho, reunindo competidores, expositores e milhares de visitantes de diversas regiões do Brasil e de países vizinhos.
Ao longo dos próximos dias, Brusque se transforma na Capital Nacional do Jeep, sediando provas de velocidade, desafios off-road e atrações voltadas ao universo 4×4. Além do espetáculo esportivo, a Fenajeep tem forte impacto econômico, movimentando hotéis, restaurantes, comércio e diversos segmentos de serviços.
“O sucesso da Fenajeep mostra a força de Brusque e de Santa Catarina. É um evento que projeta o município e o nosso estado para todo o país, atrai turistas, gera emprego, movimenta a economia e fortalece um setor que tem tradição no nosso estado. Tenho orgulho de ver Santa Catarina sediando um evento dessa dimensão”, finalizou o governador.


O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), descartou qualquer possibilidade de votar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que extingue a jornada de trabalho 6x1 direto no plenário. Ele garantiu que a matéria passará por todas as comissões da Casa antes de qualquer análise definitiva.Em pronunciamento, Alcolumbre reforçou que o Senado fará uma avaliação própria do texto vindo da Câmara, rejeitando pressões para acelerar o processo. "Não podemos ser uma Casa carimbadora", pontuou.Os próximos passos no Senado:
Debate na CCJ: Uma reunião com o senador Otto Alencar, presidente da Comissão de Constituição e Justiça, avaliará os rumos do projeto.Comissões especiais: Há pedidos de senadores para a criação de colegiados específicos para debater a proposta.Diálogo com os setores: O presidente defendeu que o Senado ouça trabalhadores e empregadores antes de bater o martelo.Sem pressa: Alcolumbre criticou os ataques e cobranças que vem sofrendo para agilizar a pauta, afirmando que decidirá o cronograma no seu próprio tempo.
A reação da oposição:Enquanto o projeto principal aguarda o despacho da Presidência do Senado, a oposição já recolheu as 41 assinaturas necessárias para tramitar um texto alternativo. Essa contraproposta mantém a jornada atual de até 6 dias e 44 horas semanais, prevendo que novos modelos sejam negociados diretamente entre patrão e empregado, sem a necessidade de sindicatos.Ao finalizar, Alcolumbre defendeu um "tempo razoável" para que os senadores possam aperfeiçoar o texto original de forma equilibrada.
Por Camila Vidal
A ampliação da participação dos microempreendedores individuais (MEI) no Contrata+Brasil esteve entre os principais temas discutidos nesta terça-feira (2), em Brasília, durante reunião entre o presidente do Sebrae Nacional, Rodrigo Soares, e o ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte (MEMP), Paulo Henrique Pereira.
A plataforma, criada para conectar órgãos públicos a prestadores de serviços de pequeno porte, já reúne cerca de 11 mil negócios cadastrados, mais de 6 mil oportunidades publicadas e vem ampliando o número de categorias atendidas, consolidando-se como uma das principais portas de acesso dos pequenos empreendedores ao mercado de compras governamentais.
Sebrae e MEMP discutiram uma estratégia nacional para ampliar o cadastramento de MEIs no Contrata+Brasil, com ações regionalizadas de mobilização e divulgação para expandir o alcance da ferramenta em todo o país.
Para Rodrigo Soares, a parceria entre Sebrae e MEMP será decisiva para ampliar as oportunidades para quem empreende. “Além da educação empreendedora, vamos trabalhar ainda mais fortemente na expansão do Contrata+Brasil. Também discutimos a aplicação da construção de soluções que gerem mais oportunidades, com menor custo, mais renda e mais cidadania para o país”, destacou o presidente do Sebrae.
O ministro Paulo Henrique Rodrigues Pereira ressaltou a importância da atuação do Sebrae no fortalecimento do empreendedorismo brasileiro e reforçou a parceria entre as instituições.
Outro tema discutido no encontro foi o projeto-piloto Pé no Futuro, que visa a formação de jovens empreendedores por meio de mentoria, capacitação e acesso a investimentos. A proposta tem potencial para alcançar até 500 mil pessoas em todo o país.
Pelo Sebrae Nacional, participaram da reunião representantes do Conselho Deliberativo Nacional, do Gabinete da Presidência, da Diretoria Técnica e das Unidades de Políticas Públicas e de Competitividade. A comitiva do MEMP contou com a presença do secretário nacional de Ambiente de Negócios, Maurício Juvenal, além de assessores técnicos da pasta.
Mais sobre o Contrata+Brasil
Lançado em 2025, a plataforma Contrata+Brasil conecta órgãos públicos a prestadores de serviços de pequeno porte em 107 categorias, incluindo atividades incorporadas recentemente, como costura, borracharia, mecânica e restauração de instrumentos musicais. Entre os serviços mais demandados estão pintura, reformas, assentamento de pisos, manutenção de telhados e sistemas de ar-condicionado.


A Praça do Cidadão recebeu mais de 70 pessoas presencialmente em busca de atendimento para negociar suas dívidas com a Prefeitura de Navegantes no primeiro dia do programa Recupera Navega. Descontos de até 100% em juros e multas estão atraindo os contribuintes que querem quitar seus débitos com o município.
Moisés Lauro Alves, que mora no Centro, aproveitou o primeiro dia para negociar sua dívida. “Eu vim aproveitar a oportunidade para acertar o que devo com a Prefeitura. Uma chance que temos de correr dos juros e pagar a conta em dia”, disse.
A aposentada Denise Argenton também viu uma oportunidade de colocar os débitos em dia.
“Eu deixei de pagar os anos que ficaram para trás devido eu ser pensionista e não ter condições e agora, com esse juro reduzido, será muito melhor e poderei quitar minha dívida”.
O Recupera Navega segue até o dia 1º de dezembro. O município oferece três oportunidades de pagamento, entre eles cota única: quem quitar os débitos à vista entre 1º e 30 de junho terá anistia total (100%) das penalidades moratórias. Já para os pagamentos efetuados até 31 de julho, o abatimento cai para 95%, além de opções de parcelamento em até 100 vezes, com descontos regressivos que variam de 90% a 20%, conforme o prazo escolhido.
O valor mínimo das parcelas é de R$ 300, mas para que os contribuintes possam aproveitar, será reduzido para R$100 no caso de pessoas físicas e microempresas.
“O Refis de Navegantes de 2026, o Recupera Navega, de fato, é um sucesso e é o Refis mais importante da história do município. O que nós conseguimos arrecadar agora, principalmente do ISS, irá impactar a arrecadação municipal pelos próximos 50 anos por causa da reforma tributária”, destaca o secretário de Desenvolvimento Econômico e Receita, Thiago Piccoli.
Interessados em participar do Refis podem entrar em contato com a Procuradoria-Geral do Município pelo WhastApp (47) 99187-9941. Além disso, há a opção de buscar atendimento presencial na Praça do Cidadão (Av. Prefeito José Juvenal Mafra, 498, Centro), de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h.
Texto: Marília Cordeiro
Foto: Giliardi Marcos
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) confirmou que a bandeira tarifária para o mês de junho de 2026 será amarela. A decisão, que mantém a mesma cor aplicada em maio, foi divulgada pela agência reguladora.
O valor do acréscimo
Com a bandeira amarela, haverá um custo adicional de R$ 1,88 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. O sistema de bandeiras reflete os custos variáveis da geração de energia e é acionado quando as condições de produção se tornam menos favoráveis.
O motivo da decisão
A permanência da bandeira amarela se deve à combinação de fatores como a redução da geração hidrelétrica, o avanço do período seco e o consequente acionamento de usinas termelétricas, que produzem energia mais cara. Apesar dos bons volumes de chuva em algumas regiões, as projeções para os próximos meses indicam condições ainda desfavoráveis para a geração de energia limpa.
Contexto e dicas
A bandeira verde, que não tem custo extra, vigorou em janeiro, fevereiro, março e abril deste ano, refletindo as boas condições de geração no início do ano. Em maio, a bandeira já havia passado para amarela. Com a confirmação para junho, a tendência é que a conta de luz continue mais cara. Para economizar, a Aneel recomenda o uso consciente de energia, com dicas como substituir lâmpadas por modelos de LED, evitar banhos demorados e desconectar aparelhos eletrônicos da tomada quando não estiverem em uso.



