sábado, 17 de novembro de 2018


A "Hidra" dos bancos

Por Miguel Nozar
Bem, essa terrível imagem da Hidra (monstro mitológico assustador com várias cabeças de serpente e que nasciam duas no lugar quando uma era cortada) se aproxima muito de um fiel retrato do sistema financeiro global: apenas 28 bancos detém, juntos, 90% dos ativos disponíveis entre mais de 100.000 instituições existentes. Ou seja, abraçam uns 60 trilhões de dólares – trilhões mesmo -, o equivalente a 75% de toda a riqueza produzida no mundo, medida pelo Produto Interno Bruto (PIB) em 2014. Uma brutalidade!

A quem interessa

Por Miguel Nozar
A queda aparentemente sem freio da economia brasileira é alegremente festejada nos subterrâneos de Wall Street, em Nova York, e da City, de Londres, antecipando uma festança animada pela queda de valor dos ativos brasileiros, propiciando sua compra a “preços de banana”, na expressão burlona de um executivo londrino do ICAP GROUP. líder mundial do setor de transações e investimentos internacionais.

Davos 2016

Por Miguel Nozar
Davos, a famosa estação de esqui da Suíça foi, uma vez mais, palco do Fórum Econômico Mundial, reunindo quase 3.000 figuras exponenciais dos negócios, das finanças, dos governos e de entidades chaves na condução das atividades que fazem a riqueza (e as tribulações) de nossa civilização nesse princípio de Século XXI.

Poucos com muito

Por Miguel Nozar
Em recente relatório divulgado previamente à reunião de Davos16, a Oxfam, organização líder mundial na sistematização e análise de informações sobre distribuição da riqueza globalizada e que assessora a ONU sobre o tema, publica dados que revelam claramente que vivemos num mundo profundamente desigual, donde apenas 1% da população mundial acumula 99% da riqueza planetária.

O grande desafio: a dívida

Por Miguel Nozar
No andar desvairado desse tempo louco, pleno de incertezas, de presságios calamitosos e de visões apocalípticas, nada mais oportuno que lembrar alguns ensinamentos colhidos da experiência de lideres que souberam afrontar a borrasca e manter o rumo na direção de um desenvolvimento contínuo, sustentável e decisivo para manter viva a esperança de um futuro cada vez melhor.

LA PAUTA ESQUECIDA

Por Miguel Nozar
Em seminário prévio à Reunião de Cúpula do MERCOSUL, realizada no final de dezembro, o ex-presidente do Uruguai, José Mújica, fez referencia à lentidão do processo de integração e a falta e consenso entre os sócios, especialmente Argentina e Brasil, destacando de modo incisivo: “A tragédia é que sacrificamos o porvir de nossos povos no altar de egos e interesses menores. Os dirigentes e os políticos da região serão julgados pela Historia pelos danos que trouxeram à causa comum de um maior e mais justo progresso das nações do bloco”.

O GRANDE DESAFIO

Por Miguel Nozar
A Conferencia Mundial do Clima, COP 21, realizada em Paris sob os auspícios das Nações Unidas – que tem liderado a luta para incentivar os países a implementar medidas urgentes para combater o aquecimento global – finalizou com um acordo histórico que, para muitos cientistas pode significar um ponto de inflexão na desvairada corrida na “construção de um mundo sujo” alheio aos danos causados à Mãe Natureza e nos limites ecológicos do Planeta.

O grande Desafio

Por Miguel Nozar
A Conferencia Mundial do Clima, COP 21, realizada em Paris sob os auspícios das Nações Unidas – que tem liderado a luta para incentivar os países a implementar medidas urgentes para combater o aquecimento global – finalizou com um acordo histórico que, para muitos cientistas pode significar um ponto de inflexão na desvairada corrida na “construção de um mundo sujo” alheio aos danos causados à Mãe Natureza e nos limites ecológicos do Planeta.

UMA LUTA DE TODOS

Por Miguel Nozar
A Conferencia Mundial do Clima, COP-21, realizada em Paris no início de Dezembro, com a presença de 195 países mais a EU, desde já considerada o mais importante encontro global na tentativa de encontrar um consenso para um compromisso entre todas as nações com o objetivo de manter o aumento da temperatura média da Terra, até o fim do Século, dentro de limites que permitam a continuidade de nossa civilização.

OS GEMIDOS DA TERRA

Por Miguel Nozar
Ainda que para muitos possa parecer exagerado – nesse grupo tem destaque muito especial aqueles aferrados ao sistema vigente de produção de riqueza, independente dos danos causados a Natureza – as evidencias científicas e as projeções realizadas pelos melhores especialistas do mundo, não deixam dúvidas de que a mudança climática é o suficiente real e perigosa como para sacudir, de modo catastrófico, as bases de nossa civilização.

CORAGEM PARA MUDAR

Por Miguel Nozar
Resulta por demais evidentes que nos encontramos numa época sem precedentes nos tempos modernos, demarcada por uma conjugação de tendências conflitantes que, tudo parece assim indicar, devem ser os primeiros sinais de uma mudança profunda no relacionamento entre as os povos, as pessoas e as nações e, destes, com o Planeta Terra.

Os grandes amigos do alheio

Por Miguel Nozar
Integrada por 134 países, o Fórum Mundial para a Transparência e a Troca de Informações Tributarias, entidade crida pela OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico), tem pressionado fortemente os governos para cooperar no combate os ilícitos fiscais, modernizando e fazendo cada vez mais eficazes os instrumentos que dificultam essa pratica que desvia centenas de bilhões de dólares de seu uso dentro da legalidade e que, como nefasta consequência, prejudica severamente a boa governança das contas públicas.

Uma grande ironia

Por Miguel Nozar
O Sindicato Nacional dos Procuradores da Fazenda Nacional (Sinprofaz) estima em 550 bilhões o total da sonegação no Brasil em 2015 de responsabilidade de 3.500.000 devedores, sendo que uns 40% desse valor são a parcela que devida por 500 grandes sonegadores.

UM NOVO MUNDO

Por Miguel Nozar
O futuro é, por definição, imprevisível. Embora as empresas e os governos devam preparar cenários que os orientem em suas ações, devemos estar sempre preparados para lidar com eventos extraordinários que alterem, em graus variados, o curso esperado dos acontecimentos. Em outras palavras, temos que admitir que um futuro de céu de brigadeiro não está garantido para nenhum país.

Um novo gigante

Por Miguel Nozar
Nasce a TPP - Parceria Trans-Pacífico, celebrado por 12 países e desde já o maior e mais ambicioso acordo de livre comércio do mundo, integrado por EUA, Japão – 1ª. e 3ª. economias do planeta – somando outros sócios estratégicos como Canadá, Austrália, Nova Zelândia, Malásia, Vietnam, Singapura, Brunei e os latino-americanos mais ativos na participação de pactos internacionais abertos para o mundo: Chile, Peru e México.

NA SOMBRA DO DRAGÃO III

Por Miguel Nozar
A recente visita do presidente chinês Xi Jinping aos EUA, onde manteve longos encontros com o presidente Barack Obama foi, para muitos especialistas internacionais, um momento crucial para a manutenção de um clima de harmonia, cooperação e paz entre as duas maiores economias do mundo e que, de uma forma ou outra, compartem junto com a Rússia a liderança do poder mundial derivado de seus desmedidos arsenais de armas de destruição em massa.

A PRIMEIRA POTENCIA

Por Miguel Nozar
Lembrando a previsão feita pelo Banco Mundial em 2014, Joseph Stiglitz, Prêmio Nobel de Economia em 2001, Diretor do Departamento de Economia da Universidade de Columbia, New York, autor de fama mundial e crítico agudo do sistema liberal-capitalista, em recente estudo publicado no New York Times afirma: "A China entra em 2015 na primeira posição considerando o poder de compra* onde provavelmente ficará por um bom tempo, senão para sempre. “Desta forma, volta para o lugar onde esteve ao longo da maior parte da história humana”.

UM TREMOR PREOCUPANTE

Por Miguel Nozar
Há pouco mais de dois séculos, Napoleão já afirmava: “Deixai a China dormir que quando acordar o mundo tremerá.”.

UM CAMINHO VIRTUOSO

Por Miguel Nozar
A OMC – Organização Mundial do Comércio – não é otimista na evolução das trocas internacionais em 2015, previstas como ligeiramente superiores àquelas de 2014, mas ainda assim algo inferiores aos 4% de crescimento, patamar considerado insuficiente para alavancar um desenvolvimento mais robusto da economia globalizada.

GERANDO PROGRESSO

Por Miguel Nozar
Um reconhecimento internacional

PINCELADAS

Por Miguel Nozar
Numa era que parece afastar pessoas, empresas e países do caminho de um tempo mais venturosos, ajudam assentar nosso universo mental alguns episódios desse tempo de transição:

ENCRUZILHADA

Por Miguel Nozar
Vivemos num mundo de complexidade crescente e distorções avassaladoras, onde forças potentes batalham pela hegemonia de países e de seus múltiplos agrupamentos sociais, tendo como máxima distinção seu apego, sem medida, ao poder, alimentado por seu desprezo aos interesses da maioria.

Uma revolução necessária

Por Miguel Nozar
É importante destacar, uma vez mais, a definição do PNUMA - Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente – que sublinha a imperativa necessidade de uma nova economia que deve dar prioridade à melhoria do bem-estar humano e da igualdade social, ao mesmo tempo em que reduz significativamente os riscos ambientais e a escassez ecológica. Sustenta-se sobre três pilares: Ê pouco intensiva em carbono é eficiente no uso dos recursos naturais e é socialmente inclusiva”.

Uma luta colossal

Por Miguel Nozar
Na esteira de suas constantes advertências sobre o grave problema do clima e coerente com o histórico acordo celebrado com China para controle e redução dos perigos do aquecimento global, o presidente Barack Obama anunciou um plano ambicioso para mudar drasticamente a forma de produzir energia elétrica nos EUA, reduzindo gradual porem efetivamente o uso do carvão como principal fonte de geração desse insumo vital que sustenta “the way of life” da maior economia do mundo. Importante: Não esquecer que 50% da produção de energia elétrica no gigante do norte se originam na queima de carvão. Na China essa proporção é maior: Quase 75%!

Tempos incertos

Por Miguel Nozar
Apesar de que pouco notada e perdida no turbilhão de notícias agourentas sobre os rumos da economia brasileira que, entre outras coisas, ajudam a formar uma visão apocalíptica sobre o futuro, merece destaque o fato de que a balança comercial está tendo uma vigorosa recuperação que, depois dos magros resultados dos três últimos anos, já permite projetar um superavir na faixa dos dez bilhões de dólares. Que, temos que reconhecer, é um excelente resultado, ainda mais que esse feito acontece sem a tradicional ajuda das exportações de commodities, castigadas pela queda da demanda globalizada, a China na cabeça!

Uma casa comum

Por Miguel Nozar
Em Brasília, a reunião de cúpula dos Chefes de Estado dos cinco membros plenos do MERCOSUL – Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai e Venezuela – foi o palco ideal para reiterar as promessas de armonia, cooperação e objetivos comuns no esforço para garantir a solidez do bloco e a procura de um lugar mais destacado no concerto de nações democráticas.

Uma aliança de peso

Por Miguel Nozar
Na sua 7ª reunião anual, na cidade russa de Ufá, as maiores lideranças dos cincos países que integram o BRICS ¬-- Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, esta última ponte estratégica entre Ásia e América do Sul – reiteraram seus propósitos firmes de aprofundar sua cooperação e manter os estreitos vínculos construídos nos últimos anos, priorizando a dinamização de seus mais de 30 acordos de cooperação na área de economia, comércio, tecnologia, energia, educação, inovação, proteção ambiental e serviços estratégicos, tudo com o apoio de políticas comuns que aspiram à consolidação de um mundo mais próspero, mais justo, mais fraterno e que emprega seus máximos esforços para manter um clima de paz mundial.

Os grandes autores

Por Miguel Nozar
Bem, agora temos um Plano Nacional de Exportação, auspiciado pelo Governo Federal que, na sua essência, encerra a promessa de tentar – uma vez mais – dinamizar nossa atuação de vendedores de bens e serviços “Made in Brazil” pelo mundo afora e, com a expectativa de um desempenho excepcional, superar as taxas de crescimento do mercado internacional.

O Plano

Por Miguel Nozar
Finalmente, o governo anuncia o PNE (Plano Nacional de Exportação 2015-2018) com o objetivo manifesto de servir de instrumento para aumentar a participação brasileira nos mercados mundiais.

Mercados e Interesses

Por Miguel Nozar
O mercado - ou melhor, os interesses daqueles que mais podem - é o que predomina nesse nosso mundo globalizado e que se rege, de modo implacável, pela concorrência e não pela cooperação. Isso é natural, desde que o que se busca é a maximação dos benefícios, não o bem comum de toda uma sociedade. E como geralmente ensinam os fatos, estes resultados são alcançados à custa da devastação da natureza e da gestação perversa de desigualdades sociais, malefícios aos que devem somar- se uma escolta sombria de efeitos colaterais.

Assim caminha a humanidade

Por Miguel Nozar
Uma breve análise da economia internacional nas duas últimas décadas revela à formidável evolução do processo de globalização, fortemente alicerçadas nas impressionantes mudanças tecnológicas incorporadas as redes mundiais de comunicação e de transporte. E a internet, tida como a descoberta mais revolucionaria dos tempos modernos, tem lugar de honra!

Paradoxo

Por Miguel Nozar
De acordo com estudo concluído por a OCDE - Organização, para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico – que reúne 34 países e conta entre seus membros alguns dos mais importantes países do planeta – nos últimos dez anos, enquanto a economia global cambaleava imersa na dolorosa crise do sistema utilizado para produção de riqueza, a diferença entre os mais poderosos – que tudo tem – e o restante da humanidade – que pouco ou nada tem – aumentaram de forma significativa, ampliando o potencial de conflitos latentes entre os dois grupos e dificultando a retomada de um desenvolvimento sustentável.

O grande jogo

Por Miguel Nozar
Os chineses demonstram serem excelentes participantes do jogo de xadrez travado entre as potencias que lutam pelo predomínio planetário, trabalhando com celeridade e eficácia para ganhar posições estratégicas no vazio deixado pelos EUA e pela Europa.

Os acordos Brasil-China

Por Miguel Nozar
Os investimentos e os negócios da China com o Brasil são um testemunho evidente da importância estratégica do grande país latino americano para o gigante asiático, que hoje ostenta a posição de segunda economia do mundo e, tudo indica, parte agressivamente para ocupar o primeiro lugar em algum momento da próxima década.

Questões intrigantes e inquietantes

Por Miguel Nozar
Comunicado importante: um grupo seleto dos mais afamados economistas, em badalado seminário sobre alternativas para gerar empregos, concluiu que sem consumo em expansão não pode existir desenvolvimento economicamente sustentável num país com as características do Brasil e, consequentemente, os mercados são fatalmente reduzidos e facilmente eliminados. E, sem mercados, não existem empresas. E, sem empresas, não podem existir empresários.

Cabeça fria e mente aberta

Por Miguel Nozar
Os mais sábios afirmam que as crises são cíclicas, inevitáveis e servem para pôr a prova o direito real do homem à sobrevivência. Tem, para muitos, o efeito de uma capina de proporções gigantescas, que vai possibilitar o desenvolvimento sadio da planta-mãe da prosperidade. Até porque, de um modo ou de outro, tem sido assim desde os tempos bíblicos.

Mundo em chamas

Por Miguel Nozar
O presidente Obama na ocasião das homenagens ao Dia da Mãe Terra, em 22 de Abril, afirmou que “o aquecimento global é um dos mais graves problemas que enfrenta a humanidade”, enfatizando que 2014 foi o ano mais quente registrado na Terra desde 1880, ano do início dos registros climáticos.

Os pequenos

Por Miguel Nozar
Com a luz vermelha piscando, o Brasil patina lastimosamente na manutenção e na geração de novos empregos, exigindo ações inovadoras para ocupar as legiões que buscam e querem participar como atores no desenvolvimento do país que, por outra parte, está longe em registrar índices de crescimento adequados às suas necessidades e potencialidades.

Acreditar

Por Miguel Nozar
A OMC na sua mais recente previsão estima que o comércio mundial deva crescer uns 3% em 2015, resultado próximo aquele alcançado no ano anterior e que, pelo menos, afasta quaisquer ameaças de recessão nas trocas internacionais nesse nosso mundo globalizado que, aos trancos e barrancos, procura a construção de um mundo melhor para seus sete bilhões e quatrocentos milhões de inquietos habitantes.

O caminho das pedras

Por Miguel Nozar
Há mais de 30 meses que as vendas brasileiras para o exterior tropeçam na tirania dos mercados cada vez mais competitivos e difíceis de satisfazer. No entanto, isso não é suficiente para explicar o insucesso de nosso comércio exterior – nossas exportações sequer são suficientes para cobrir as importações – senão que devem ser analisadas como um alerta para introduzir mudanças (radicais) em nosso sistema de vendas para o mundo globalizado, em continua mutação e cada vez mais exigente na qualidade de gestão dos negócios internacionais.

Água

Por Miguel Nozar
Especialistas das Nações Unidas em mudanças climáticas debatem e sugerem soluções para administrar mais eficientemente e evitar a crescente escassez da commodity mais preciosa do planeta, tentando propor ações para evitar aquilo que os pessimistas de plantão não hesitam em batizar como “uma das causas mais prováveis de guerras na segunda metade do Século XXI”.

Competitividade internacional

Por Miguel Nozar
Competir nos mercados internacionais agrupa um conjunto de exigências que são a base para o crescimento sustentável das empresas, fortalecendo a segurança, a rentabilidade e a continuidade do negócio no mercado interno.

É o momento de exportar

Por Miguel Nozar
Uma taxa de cambio irreal sempre tem sido um dos principais reclamos dos setores exportadores e, sem dúvida, pode considerar-se como um dos maiores empecilhos que travam a participação de mais empresas e mais produtos na batalha para conquistar uma melhor posição do Brasil no comércio internacional.

Crise e desigualdade

Por Miguel Nozar
O mundo, em especial as nações ocidentais, continua com sua tarefa gigantesca de equilibrar suas economias e retomar a senda do crescimento, conhecedoras que são que esse é uma necessidade imperiosa para afiançar o bem estar de suas populações nos anos que virão.

Aplainando o futuro

Por Miguel Nozar
Nas últimas três décadas, a China experimentou uma transformação dramática e substancial na medida em que passava de uma economia que obedecia rigidamente os princípios do comunismo ortodoxo para uma nova fase batizada de “socialista de mercado” com o objetivo de extrair o melhor de ambos os sistemas sem perder de vista a necessidade de manter o equilibro de forças que até então eram consideradas antagônicas e naturalmente excludentes.

Uma nova ordem mundial

Por Miguel Nozar
Resulta por demais evidentes que nos encontramos numa época sem precedentes nos tempos modernos, demarcada por uma conjugação de tendências conflitantes que, tudo parece assim indicar, devem ser os primeiros sinais de uma mudança profunda no relacionamento entre as os povos, as pessoas e as nações e, destes, com o Planeta Terra.

Davos 2015

Por Miguel Nozar
Na sua já tradicional reunião anual, o Fórum Econômico Mundial reuniu em Davos (Suíça) algumas das mais notáveis personalidades do planeta que, gostemos ou não, tem muito a ver com o formato que terá nosso mundo nas próximas décadas e que ainda, entre luzes e sombras, compartilha as vicissitudes da crise globalizada que açoita, impiedosa e sem perdoar ninguém, a sociedade desse começo de Século XXI.

Principíos para não esquecer

Por Miguel Nozar
Inúmeros são os fatores que contribuem para a competitividade das exportações dum país e, em particular, de uma empresa que, salvo exceções, podemos resumir em oferecer vantagens palpáveis aos compradores-importadores frente aos produtos/serviços ofertados por outros concorrentes Ou seja, sinteticamente, somos diferentes, somos os melhores!

Os dois lados da moeda

Por Miguel Nozar
Em 2014, as exportações brasileiras não foram satisfatórias – apenas 225 bilhões de dólares - valor insuficiente cobrir os 229 bilhões de dólares de importações deixando, portanto, um saldo negativo de quatro bilhões, o pior resultado do balanço comercial desde 2011.

Podemos competir?

Por Miguel Nozar
Brasil tem atravessado um período comparativamente ruim desde 2011, com suas exportações praticamente estáveis – às vezes, á custa de artifícios contábeis – e lamentavelmente, sem condições de gerar saldos cambiais positivos para aliviar nosso castigado balanço de pagamentos.

Desenvolvimento sustentável

Por Miguel Nozar
Analisando dados de 140 países, recente relatório produzido pela Universidade das Nações Unidas com a colaboração de 20 das mais prestigiosas instituições do mundo, traz à tona uma visão diferenciada do crescimento de uma nação, jogando para o escanteio a exclusividade do PIB - Produto Interno Bruto, medida tradicional da riqueza derivada da produção e o consumo de bens e serviços - do qual estamos fortemente condicionados a usar como avaliação indiscutível da importância e poder de cada nação - para colocar uma nova metodologia para avaliação do desenvolvimento econômico, chamada Índice de Riqueza Inclusiva, IWI, na sigla em inglês.

A corupção

Por Miguel Nozar
A Transparência Internacional, uma das organizações lideres no combate a corrupção a nível mundial, no seu relatório 2014 posiciona o Brasil nem 69º lugar entre os 175 países analisados para medir o nível de corrupção percebida. O relatório, elaborado desde 1995 tem como base os dados e pesquisas sobre corrupção fornecidos por diversas instituições, que posteriormente servem de fundamento as análises de especialistas de diversos nacionalidades.

Caminhos da América

Por Miguel Nozar
Com a liderança da presidente do Chile, Michele Bachelet, chanceleres da América Latina, entre eles os de Brasil, México e Argentina, - os “três grandes” - participaram do seminário "Diálogo sobre Integração Regional: Aliança do Pacífico e MERCOSUL", em Santiago do Chile, com o objetivo de iniciar conversações exploratórias para aplainar os caminhos que possam levar a uma maior integração entre ambos os blocos nas áreas política, econômica, comercial, de infra-instrutora e cultural.

Efeito Positivo

Por Miguel Nozar
Entre outros efeitos colaterais, os resultados das eleições no Brasil tranquilizaram as lideranças europeias que há tempos se esforçam na construção de uma nova ordem internacional para o Século XXI, onde especialmente espaços supranacionais, como a União Europeia (UE) e o MERCOSUL, poderiam configurar uma nova forma de governabilidade mais equilibrada, mais cooperativa e mais solidária.

Os cinco ases

Por Miguel Nozar
A nova arquitetura da economia global coloca no palco a sigla BRICS para batizar uma aliança estratégica que, pelas ações concretas dos últimos cinco anos, tudo leva acreditar está no bom caminho para dar certo com a progressiva integração de quatro grandes países: Brasil, Rússia, China e Índia e, desde 2011, com um 5º membro, a África do Sul, que aparece como a ponte que une Ásia e América. .

Os 20

Por Miguel Nozar
Os “grandes” desse nosso mundo globalizado - que ainda procura um caminho que atenda as necessidades e anseios de seus mais de 7,1 bilhões de habitantes - agrupando as 19 nações mais ricas do mundo mais a União Européia que somam, em conjunto, 85% do poder econômico planetário e, por isso por inércia, podem ditar as regras para toda a humanidade, voltaram a encontrar-se na cúpula anual do grupo em Brisbane, Austrália, na metade do mês de novembro de 2014.

Caminhos que se cruzam

Por Miguel Nozar
A nova economia

Subindo à Tona

Por Miguel Nozar
Um mundo de luzes e sombras

Guerra e Paz

Por Miguel Nozar
Desde tempos remotos, a Historia registra inumeráveis conflitos comerciais que degeneraram em guerras e que, de uma forma ou outra, contribuíram para formatar os espaços políticos desse nosso mundo globalizado.

Uma guerra fantasma

Por Miguel Nozar
No fundo, no fundo mesmo, uma guerra nem sempre reconhecida pela despreocupada sociedade de consumo desvairado que predomina nesse início de Século XXI. Mas que oculta os germes vorazes embalados no marketing do “mais de tudo, cada vez mais”, que podem destruir – e até eliminar – nossa civilização tal como a conhecemos e desfrutamos tão indolentemente,

Socorro! Aqui a Terra! (II)

Por Miguel Nozar
Um tempo muito curto

Não esquecer o Mercosul

Por Miguel Nozar
Normalmente, o sucesso do MERCOSUL é apenas medido nas cifras do intercâmbio comercial entre seus membros, as quais, com seus altos e baixos, são consideradas o termômetro do andamento do processo de integração. Mas é importante não esquecer que o crescimento espetacular do comércio nos últimos 20 anos ofusca outras realizações não menos respeitáveis e, sob certos aspectos, imprescindíveis para a consolidação definitiva do bloco.

O grande desafio

Por Miguel Nozar
Os mais sábios afirmam que as crises são cíclicas, inevitáveis e servem para pôr a prova o direito real do homem à sobrevivência. Têm, para muitos, o efeito de uma capina de proporções gigantescas, que vai possibilitar o desenvolvimento sadio da planta-mãe da prosperidade.

Um mercado impressionante

Por Miguel Nozar
Sem dúvida, a China é uma das peças chaves na recomposição da arquitetura financeiro-econômica global. E de um modo que eles conhecem bem: crescendo de um modo contínuo, sustentável e acelerado o que, trocado a miúdos, significa mais demanda e mercado para o resto do mundo, ajudando a promover o avanço estável da economia global.

O dragão e América Latina

Por Miguel Nozar
A recente gira do presidente da China, XI Xinping por diversos países da América Latina, somado ao encontro com lideres sul americanos na cúpula de Julho, em Fortaleza, contribuiu diretamente para demonstrar o interesse manifesto nesta região do planeta, fazendo assim jus a fama de excelentes jogadores do poker da geopolítica planetária que trabalham com celeridade e eficácia para ganhar posições estratégicas no vazio deixado pelos EUA e pela Europa e confirmam seu apetite por recursos naturais - energia, minerais, alimentos – os quais são à base das exportações latino-americanas para as terras do dragão.

Um novo grande banco

Por Miguel Nozar
Em 1944, no fragor infame da 2ª. Guerra Mundial, na conferência de Bretton Woods (EUA) foi criado o Banco Mundial (BM) e suas instituições satélites –o Fundo Monetário Internacional (FMI) é seu braço financeiro mais importante - que dominaram o mercado de investimentos e ajuda financeira para os países pobres e em desenvolvimento nos últimos 75 anos.

Felicidade e desenvolvimento

Por Miguel Nozar
O saber econômico convencional, do alto de seu comodismo tradicional e dos interesses camuflados que acoberta, teima em comparar a grandeza das nações apenas pelo tamanho de seu Produto Interno Bruto (PIB), medida (aproximada) de toda a riqueza produzida num país ou região num determinado período de tempo. Esclarecendo, riqueza material, concreta, que pode ser estabelecida em unidades monetárias e que pode ser refletida num valor que depois é transformado pela cotação referencial de uma moeda de aceitação geral. No geral, o dólar americano.

Um real salvador - 20 anos

Por Miguel Nozar
Em 1º. de Julho de 1994 foi efetivamente iniciada a implantação do “REAL” como moeda oficial do Brasil, marcando o início de uma reviravolta extraordinária no combate à inflação que já passava dos 45% mensais e que nos últimos 30 anos tinha destroçado, sem piedade e sem trégua, a estrutura econômica e social do País.

Desafios - As causas ocultas

Por Miguel Nozar
Em recente conferencia sobre as causas da crise global proferida para uma seleta platéia no Clube de Madrid - prestigioso fórum mundial integrado por antigos Chefes de Estado e de Governo – o ex Presidente Bill Clinton foi enfático em reconhecer que “os sistemas econômicos mais conhecidos e badalados nos últimos 100 anos– seja o liberal - capitalista, seja o socialista-guardam em suas entranhas os fundamentos do atual desordem na governança global, desde que encobrem e alimentam as verdadeiras causas desses infortúnios”.

Precisam-se heróis

Por Miguel Nozar
Quase 50 anos atrás o slogan da campanha oficial para motivar as empresas a sacudir a poeira do letargo colonial das exportações tradicionais de café, cacau, açúcar, banana e madeira, tomava a forma de “Exportar é a solução”, colocando nas costas das vendas externas o encargo maior na ingente tarefa de acelerar nosso desenvolvimento. Em termos, seria algo assim como o PAC da época, só que, basicamente, sob responsabilidade de empresas privadas que conquistam mercados no exterior.

Para não esquecer

Por Miguel Nozar
Forças gigantescas pugnam pela supremacia global, num mundo onde a única certeza é que tudo deve mudar. No horizonte apenas perceptível dos tempos que virão e buscando acalmar a inquietude dos mais afoitos para decifrar os signos dos Oráculos para tentar predizer o futuro, nada melhor que fazer uma síntese de alguns poucos aspectos que, de um modo ou outro, vai contribuir para demarcar o futuro. E, para alguns, até pode ser bom para aprimorar sua postura como inquilinos temporários do Planeta Terra:

Um puxão de orelhas global

Por Miguel Nozar
Em 1948, pouco antes de sua morte, do alto de sua imensa sabedoria, o profeta da não violência e da liberdade, Mahatan Gandhi, afirmava: “A terra é suficiente grande para atender as necessidades da maioria. Mas é muito pequena para satisfazer a cobiça de poucos”.

Lições que marcam uma era

Por Miguel Nozar
Os salvadores

Medidas perigosas

Por Miguel Nozar
De acordo com os dados compilados pela OMC – Organização Mundial do Comércio – o fantasma do protecionismo está de volta, causando danos irreparáveis ao comércio internacional e, com isso, dificultando o incipiente ritmo de recuperação da economia globalizada que, nos últimos seis anos e com contadas exceções, mal tem conseguido evitar uma recessão catastrófica.

O grande pacto

Por Miguel Nozar
Com a evidente boa vontade externada nos últimos meses por representantes do mais alto nível do MERCOSUL e da UNIÃO EUROPÉIA e com a troca das listas preferenciais de produtos que entrarão, de forma gradual, no processo de redução de gravames de importação, tudo parece indicar (finalmente) que um acordo está próximo e que a longa novela que, se arrastra por mais de 15 anos, terá um final feliz.

O Balanço

Por Miguel Nozar
A História, desde tempos imemoriais, coloca a posse da “terra” no auge das aspirações humanas, como símbolo tangível do sucesso e garantia de segurança futura. Foi também, até quase no final do Século XX, o objetivo de quase a totalidade dos conflitos armados e uma das causas principais das guerras que ceifaram quase 130 milhões de vidas nos últimos 100 anos.

Empresas vencedoras

Por Miguel Nozar
Quando se analisa os motivos do crescimento das empresas “vencedoras” – consideradas como tais àquelas que ingressaram no circuito virtuoso de uma evolução sustentável, com faturamento crescendo acima da taxa setorial; lucratividade de dois dígitos; patrimônio líquido acima de 25% das vendas anuais; investimentos em pesquisas e desenvolvimento de produtos, sistemas, processos e mercados nunca inferiores a 3% da receita bruta; taxa de investimentos em novos negócios na faixa de 20% de seu capital; políticas eficientes de valorização de seu pessoal; missão pautada em princípios compartilhados; compreensão de seu papel social e ambiental e liderança esclarecida com visão estratégica com relação ao futuro – é possível perceber-se que compartilham a mesma visão da importância estratégica das exportações como mecanismo de singular utilidade para ganhar competitividade em todos seu múltiples aspectos.

“Exportar ou morrer”

Por Miguel Nozar
Uma olhada mais atenta para a gestão do Governo Federal na administração de nosso comercio com o exterior revela a luta, convenientemente camuflada, entre os diversos organismos que têm a responsabilidade pela condução de nossos negócios internacionais, vassalos que são de sua origem político-partidária. Essa pugna, pelo mínimo, entre um de seus efeitos colaterais mais indesejáveis, leva a uma fatal perda de eficiência no desenvolvimento economicamente sustentável de nossas exportações, com imensos prejuízos repartidos entre quase 20.000 empresas que incursionam nos concorridos mercados externos, assim como também para outras dezenas de milhares de organizações que lhe prestam apóio. O Brasil paga, nessa penosa situação, mais uma fatura imensa!

Uma corrente ameaçadora

Por Miguel Nozar
A globalização não tem pai nem mãe, não tem profetas nem fundadores, muito menos objetivos, compromissos ou responsáveis. Simplesmente aconteceu em algum momento esquecido nos primórdios da humanidade quando os homens, na luta pela sobrevivência, buscavam pela violência ou pelo convencimento, partilhar os bens que as circunstancias e a natureza colocava a seu alcance.

Trabalho, mais trabalho

Por Miguel Nozar
Em 2013 umas 16.000 pequenas e médias (P&M) empresas brasileiras escolheram os desafios da inovação, da audácia e do risco para enfrentar as mutantes correntes do comércio internacional, tentando colocar a marca “Made in Brasil” nos mercados globalizados, ainda mais ferozmente competitivos nestes tempos de conjunturas desfavoráveis, que levam à demanda ao justo calibre das necessidades em declínio.

Novas batalhas

Por Miguel Nozar
Resultados preocupantes

A porta entreaberta

Por Miguel Nozar
A IX CONFERÊNCIA MINISTERIAL DA OMC (Organização Mundial do Comércio) realizada entre 04-07/12/2013 na paradisíaca ilha de Bali, principal destino turístico da Indonésia, será lembrada por ter sido o palco do mais importante acordo alcançado pela entidade mundial nos últimos 20 anos.

Vergonha e traição!

Por Miguel Nozar
Os malabarismos das autoridades brasileiras – o MIDC, Ministério da Indústria Desenvolvimento e Comércio Exterior é destaque – não conseguiram esconder, uma vez mais, o fracasso gritante dos esforços oficiais para deter a queda das exportações brasileiras em 2013, seguindo a trilha descendente iniciada em anos anteriores.

Uma nova ordem

Por Miguel Nozar
Os mais sábios afirmam que as crises são cíclicas, inevitáveis e servem para pôr a prova o direito real do homem à sobrevivência. Tem, para muitos, o efeito de uma capina de proporções gigantescas, que vai possibilitar o desenvolvimento sadio da planta-mãe da prosperidade. Até porque, de um modo ou de outro, tem sido assim desde os tempos bíblicos.

A globalização

Por Miguel Nozar
Nos últimos anos o avanço espetacular do processo de internacionalização da economia trouxe para cada vez mais perto da realidade o sonho de Adam Smith que já em 1776 alentava a visão de “um mundo unido pelo comércio, irmanado na busca da prosperidade e onde cada nação participava de acordo com suas capacidades”.

Uma nova guerra fria

Por Miguel Nozar
Um dos resíduos mais horrendos que surgiram na esteira da II Guerra Mundial foi a sinistra aliança englobada sob a denominação de complexo industrial-militar que manobra nos obscuros bastidores do poder para gerar negócios suculentos, usando como pano de fundo os conflitos, internos e externos, matéria prima essencial para aumentar a venda de armas letais.

As voltas que o mundo dá

Por Miguel Nozar
O Século XIX esteve amarrado ao poder imperial da Inglaterra. O Século XX permaneceu subordinado ao domínio dos EUA que, nesses últimos anos, está defraudando a todos a medida que perde sua aureola de moralidade e de guia incondicional do caminho que deve ser seguido pelo resto da humanidade.

Tempo de espera

Por Miguel Nozar
Os EUA submeteram a todos nesse nosso mundo globalizado a intermináveis dias de tensão a medida que persistiam as dúvidas sobre a possibilidade real de que republicanos e democratas – as duas grandes políticas que pugnam por dirigir o destino do país - chegassem a um consenso sobre a ampliação do teto da dívida autorizada pelo Congresso para permitir que o Tesouro continuasse a honrar seus compromissos, pagar juros e emitir novos bônus.

Confiança

Por Miguel Nozar
Na medida que a quebra-de-braço entre os republicanos e o governo de Barack Obama revela cruamente que lá também impera o dogma sagrado da politicagem – toma-lá-dá-cá – o mundo globalizado se indaga aflito sobre a probabilidade real de um default na dívida soberana da maior economia do planeta, com data limite para início em 17/10/2013.

Olhar no futuro

Por Miguel Nozar
O caminho

Terras para conquistar

Por Miguel Nozar
Comparativamente, Brasil e China têm duas imensas fronteiras geográficas a conquistar, cada uma com aproximadamente 5.000.000 Km2, pouco habitadas, plenas de riquezas e promessas de uma revolução sem precedentes na ocupação dos seus respectivos territórios. Mas é até uma ousadia comparar a Amazônia brasileira – cuja fragilidade ambiental recém agora começa a ser melhor conhecida e respeitada – com o Oeste da China, de altas montanhas, vales imensos, gigantescas áreas aptas para uso agrícola sem necessidades de agredir o meio ambiente, com grandes reservas minerais, enfim, uma região para desbravar e ocupar economicamente sem agredir o meio ambiente.

Paradoxos

Por Miguel Nozar
Nos últimos cinco anos – período no qual a crise globalizada teima em fazer suas vítimas nos setores mais frágeis do sistema econômico – o Brasil tem demonstrado um vigor invejável na criação de empregos, ainda que recentemente esse crescimento da mão de obra aparece fortemente enfraquecido. Com a luz amarela piscando, são necessárias ações inovadoras para ocupar as legiões que buscam e querem participar como atores no desenvolvimento do país que, por outra parte, está longe em registrar índices adequados às suas necessidades e potencialidades.

O ano da serpente **

Por Miguel Nozar
O globo em xeque

O inimigo lá em casa

Por Miguel Nozar
Sintomas preocupantes

O grande golpe

Por Miguel Nozar
Corrigindo falhas

Os gênios da energia

Por Miguel Nozar
Forças à solta

Encruzilhada

Por Miguel Nozar
Zona de perigo

Armadilha mortal

Por Miguel Nozar
Um relatório devastador

Malditos vestígios do passado

Por Miguel Nozar
O ranço colonialista

Como fazem os que fazem

Por Miguel Nozar
Num mundo globalizado, mutante, exigente e que, gostemos ou não, teima em devorar as empresas que não conseguem acompanhar o rumo incerto dos negócios, a mudança para novos padrões de gestão empresarial é uma necessidade imperiosa para adaptar-se aos tempos modernos. E pouco importa o tamanho - vale para grandes, médias e pequenas organizações - porque os desafios da era digital são qual tsumani que arrasta todo o tradicional para abrir caminho para o “novo”, que exige esforços redobrados de conhecimento, embalado em doses generosas de criatividade, ousadia e talento.

Falam as ruas

Por Miguel Nozar
As multidões que marcham pacificamente - descontados os inevitáveis grupos de baderneiros - trazem uma mensagem bem clara para as elites dirigentes: Basta! Basta de corrupção, de falta de ética, de desperdício, de ganância desenfreada, de falta de transparência, de mau uso dos recursos públicos, de desfaçatez, de governança anêmica e de ignorar sistematicamente as verdadeiras necessidades e interesses da maioria.

Verdades inconvenientes

Por Miguel Nozar
No girar desse mundo louco, é bom parar de vez em quando e reflexionar sobre algumas verdades que, todavia que molestas, podem ajudar a mudar nossa percepção da realidade. Por exemplo:

A NOVA ALIANÇA DO PACÍFICO

Por Miguel Nozar
O alvorecer do Século XXI sinalizou claramente que esse novo tempo coloca as terras do sol nascente no epicentro da economia global e que, sem dúvida, terão a marca vitoriosa de um novo poder asiático encabeçado por China, secundada por Índia, Coréia do Sul, Indonésia, Singapura, Malásia e outros tigres ansiosos por partilhar riqueza e poder.

PARADIGMAS DO FUTURO

Por Miguel Nozar
Um mundo novo

O Dia da Mãe Terra

Por Miguel Nozar
Em 22 de Abril, sob os auspícios das Nações Unidas desde 2009, se celebra o DIA INTERNACIONAL DA MÃE TERRA que procura trazer um momento especial de reflexão a seus ingratos filhos e, nessa homenagem, lembrar da urgente obrigação de harmonizar o crescimento da economia e as necessidades da sociedade com a preservação da natureza.

UM NOVO PODER

Por Miguel Nozar
A nova arquitetura da economia global coloca no palco a sigla BRICS para batizar uma aliança estratégica que - tudo leva a acreditar pelas ações concretas dos últimos cinco anos – está no bom caminho para dar certo com a progressiva integração de quatro grandes países: Brasil, Rússia, China e Índia e, desde 2011, um 5º membro, a África do Sul, que aparece como a ponte que une Ásia e América.

Aprenderemos um dia

Por Miguel Nozar
Forças gigantescas pugnam pela supremacia num mundo onde a única constante é a mudança. No horizonte apenas perceptível dos tempos que virão, buscando acalmar a inquietude dos mais afoitos para decifrar os signos dos Oráculos, nada melhor que fazer uma pequena síntese daquilo que já é parte do saber convencional nos quatro cantos do mundo e que, de um modo ou outro, vai contribuir para demarcar o futuro. E, para alguns, até pode ser bom para aprimorar sua postura como inquilinos do Planeta Terra.

Armas para ganhar as guerras dos mercados

Por Miguel Nozar
Não sem razão que o desempenho exportador da maioria dos países asiáticos – a China na cabeça – desperte admiração e até uma pouco disfarçável inveja dos principais “players” dos negócios globalizados, destacando-se o Brasil entre aqueles que muito gostariam acompanhar o dinamismo de seus “colegas” nas terras do sol nascente.

Marketing de Exportação

Por Miguel Nozar
Fatos que fazem história

A FEIRA INTERNACIONAL DE NEGÓCIOS

Por Miguel Nozar
Juízos apressados

COMPETITIVIDADE INTERNACIONAL

Por Miguel Nozar
Nestes momentos de indefinição é fundamental usar todos os mecanismos disponíveis para manter posições competitivas e colocar a empresa no justo calibre de suas potencialidades.

O MUNDO, MEU MERCADO

Por Miguel Nozar
Uma observação

BRASIL + CHINA VI

Por Miguel Nozar
Logística & Estratégia

Brasil-China V

Por Miguel Nozar
Um tempo de mudanças

Brasil + CHINA IV

Por Miguel Nozar
Os descendentes daqueles que ergueram a Grande Muralha – ainda povoada pelos espíritos dos mais de 100.000 operários que perderam a vida durante sua construção – são especialistas em vislumbrar os acontecimentos futuros, notadamente no campo econômico, onde exercem com desenvoltura suas predições apoiadas nas melhores mentes que militam nas suas universidades, mestres em integrar os conhecimentos ocidentais com aqueles cunhados na sabedoria oriental.

BRASIL+CHINA (III)

Por Miguel Nozar
O grande jogo

Brasil + China (II)

Por Miguel Nozar
Ainda que pouco mencionado, importante é lembrar que, com relação ao Brasil, a China não guarda nenhuma lembrança negativa do passado que pode ter permanecido no subconsciente coletivo como, pelo contrário, é o caso com as potencias colonialistas da Europa assim como com os EUA, o Japão, a Rússia e a Índia. Com o Brasil, os sentimentos ou não existem - por desconhecimento - ou são positivos e, sem exagerar, em muitos casos, muito positivos.

BRASIL + CHINA (I)

Por Miguel Nozar
Nos últimos 30 anos a China experimentou uma transformação dramática e substancial na medida em que passava de uma economia centralizada, que obedecia rigidamente os princípios do comunismo ortodoxo, para um novo regime econômico, que eles denominam “socialismo com características chinesas” ou, para muitos, “socialismo de mercado”.

UMA LUTA TITÂNICA

Por Miguel Nozar
Pouco mais de 21.000 organizações brasileiras são as que participam como exportadoras do comércio exterior do país, sendo aproximadamente 6.000 classificadas como grandes empresas que respondem por mais de 80% das vendas ao exterior.

UMA MISTURA MUITO LUCRATIVA

Por Miguel Nozar
A notícia da intervenção pelo BCB (Banco Central do Brasil) no Banco BVA, com sede no Rio de Janeiro, não deve surpreender além da conveniência de um polido “quem iria imaginar”. Agora, considerando o monto de passivos envolvidos (desviados?) nessa e em outras intervenções do BCB na terra descoberta por Cabral, tudo isso não é mais que uma minúscula parte das tramóias das finanças geridas pelo “sistema”.

A Tríade

Por Miguel Nozar
Cume Empresarial China-América Latina, realizada recentemente em Hangzhou, importante cidade de China, com 6.500.000 de habitantes, foi o palco para o encontro de mais de 1.000 lideranças econômicas reunidas com o objetivo de traçar o caminho para o aumento substancial das relações econômicas entre ambas as partes nos próximos dez anos.

UM DEUS INDIFERENTE

Por Miguel Nozar
Muitos afirmam – provavelmente com razão – que o qüinqüênio 2008-2012 será lembrado também, além de palco da primeira catástrofe econômica do Século XXI, como o período do início do fim do capitalismo, pelo menos tal como o conhecemos hoje, dependente que é do poder anônimo, tirânico e absoluto do “deus mercado”, que dita as regras e a forma do “sistema”.

Fios da Meada

Por Miguel Nozar
Um ano atrás, mais precisamente em 17/09/2011, aconteceu um fato inimaginável que estremeceu Wall Street, a rua-símbolo do “sistema liberal&capitalista”, quando milhares de manifestantes, num movimento espontâneo, ocuparam a famosa rua para protestar contra as injustiças do modelo econômico&financeiro, aos gritos de “o dia inteiro, a semana inteira, fechar Wall Street”. ( All day, all week, shut down Wall Street!)

UMA GRANDE AMEAÇA

Por Miguel Nozar
O segundo semestre de 2012 vem confirmando a desaceleração do nível de atividade economica e, como é de praxe, trazendo o rosário de suas penosas secuelas, visíveis no aumento do desemprego, na contração do comércio internacional, na diminução dos investimentos e no debacle financeiro, esse último um vilão tradicional, causante dos maiores disabores, que sempre está a postos para cumprirr seu papel de aumentar os danos de qualquer crise que azoita o conturbado sistema de poduzir riqueza deste mundo globalizado,

UMA LONGA CAMINHADA

Por Miguel Nozar
Com base no Programa de Metas do Milênio estabelecido pelas Nações Unidas em 2000 para ser cumprido até 2015, foi recém lançado um Plano que deve investir 40 bilhões de dólares nos próximos três anos destinados a acelerar o cumprimento de um desses objetivos: Eliminar as desigualdades entre os sexos e valorização da mulher.

UM PEDÁGIO PLANETÁRIO

Por Miguel Nozar
E bom lembrar que em 14 de dezembro de 2005 entrou em vigor a Convenção das Nações Unidas contra a Corrupção, documento fundamental que cristaliza a preocupação do organismo internacional, depois de quase 67 anos de existência, com relação a um dos mais alarmantes malefícios da sociedade globalizada e que, abertamente ou às escondidas, cobra uma parcela importante da qualidade de vida de toda a humanidade e, pior ainda, faz mais distante o sonho de um futuro melhor para seus membros menos afortunados.

GLOBALIZAÇÃO & CRISE

Por Miguel Nozar
Um alentado estudo do londrino “The Economist” - desde 1843, uma das bíblias do pensamento econômico ortodoxo - analisa a crise que açoita as grandes economias do planeta destacando a seguinte questão: “Os governos não podem repetir os erros do passado e adotar medidas recessivas que possam contribuir para o aprofundamento da crise que pretendem combater. É importante injetar confiança nos mercados e buscar soluções que possam afastar a possibilidade de uma recessão de conseqüências inimagináveis”.

Na Esteira da Crise

Por Miguel Nozar
Um alentado estudo do londrino “The Economist” - desde 1843, uma das bíblias do pensamento econômico ortodoxo - analisa a crise que açoita as grandes economias do planeta destacando a seguinte questão: “Os governos não podem repetir os erros do passado e adotar medidas recessivas que possam contribuir para o aprofundamento da crise que pretendem combater. É importante injetar confiança nos mercados e buscar soluções que possam afastar a possibilidade de uma recessão de conseqüências inimagináveis”.

Os gênios do mal

Por Miguel Nozar
Um dos elementos que marcaram o início do Renascimento – um tempo magnífico que deu início a longa caminhada da Europa para afastar-se de vez da idade das trevas – foi à consolidação de um sistema bancário, lá por 1.400, liderado pela Casa dos Médici, de Florença, que alguns, com acre ironia, denominam de Banqueiros de Deus, tal sua íntima relação com a Santa Sé, para a qual monopolizavam os serviços de arrecadação e de corporate banking, no linguajar de hoje.

A tempestade e a oportunidade

Por Miguel Nozar
Europa, que já foi o farol-guia da humanidade, treme assolada por uma crise financeira de tal magnitude que sepulta as esperanças de uma rápida volta aos tempos de bonança na economia global. E para agravar mais esse quadro sombrio, os EE. UU. também patinam no chão escorregadio de uma recuperação incerta. Mas o pior é que a China, que já foi a tábua de salvação nos tempos aziagos de 2007/2008, começa a demonstrar fraqueza, açoitada pela queda de seus principais mercados de exportação e a redução de investimentos.

SOCORRO! AQUI É A TERRA

Por Miguel Nozar
Duas gigantescas e aterradoras “ilhas de lixo”, maiores que a superfície conjunta dos estados de Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, vagam no meio das correntes do Pacífico Norte e do Atlântico Norte que, é bom lembrar, são as áreas do planeta mais beneficiadas pelo desenvolvimento econômico global.

OS QUATRO ASSES (I)

Por Miguel Nozar
Na luta pela hegemonia do planeta - globalizado, inquieto, sofrido e que ainda vacila na escolha de seu rumo nas areias do tempo - em 2001, Jim O’NEILL, na ocasião economista-chefe do departamento econômico do banco Goldman Sachs – que, verdade seja dita, naqueles tempos mantinha a credibilidade de uma das mais prestigiosas instituições financeiras do mundo, longe das comentadas tramóias da atualidade - consultou sua bola de cristal e produziu um possante estudo no qual antecipava,lá por 2050,uma nova arquitetura da ecomomia global, colocando no palco a sigla BRIC para batizar o possível predomínio que deveria surgir de uma aliança estratégicade de quatro grandes países: Brasil, Rússia, China e Índia.

Guerra sem quartel

Por Miguel Nozar
Na Cúpula de Washington sobre Segurança Nuclear, finalizada em 13/04/2010, na qual participaram 47 nações, - inclusive o Brasil - foram alcançados importantes acordos para reduzir o risco de uma catástrofe de consequencias inimagináveis, sendo consensual entre os participantes o imperativo de uma intensa colaboração entre todos e a necessidade do estrito cumprimento das normas da AIEA – Agência Internacional de Energia Atómica – organismo diretamente subordinado às Nações Unidas.

ATAQUE FRONTAL

Por Miguel Nozar
Em março de 2010, no transcorrer da XI Assembléia Popular Nacional - APN é o orgão legislativo máximo da China – foram analisadas, debatidas e definidas as grandes metas e os caminhos que o colosso asiático deve trilhar para atingir seus objetivos políticos, econômicos, financeiros, sociais, estatégicos, ambientais e internacionais.

GUERRA & PAZ

Por Miguel Nozar
Em 1776, no clássico “Riqueza das Nações”, Adam Smith pontificava sobre o fim dos conflitos entre nações que, na sua visão, seriam empurrados para um canto esquecido “por exércitos de empresários que atravessariam as fronteiras com o único objetivo de negociar e potencializar suas vantagens comparativas”. Mundo ideal, que descortinava um cenário internacional unido pelo comércio e que, de certo modo, antecipava alguns dos aspectos positivos do processo de globalização que se solidificaria mais de duzentos anos mais tarde.

GUERRA COMERCIAL

Por Miguel Nozar
No comércio internacional é preciso entender que são os interesses que regulam as relações entre as nações, num esquema de “tomalá-dacá”. E ponto final, a despeito de toda a retórica gasta por diplomatas, políticos, governantes e negociadores.

UM NOVO GRANDE MERCADO

Por Miguel Nozar
Em 2009, ano crucial para demarcar o límite da maior crise econômico-financeira dos últimos 80 anos, foram aplicadas muitas soluções inovadoras para reduzir o choque das ondas destrutivas geradas pelo aumento do desemprego, a queda do consumo, a falta de perspectivas e a paralisia causada pelo medo às imagens sombrias que antecipavam tempos futuros de muito sofrimento. Era preciso soluções urgentes para evitar o pior e, pelo menos, evitar o efeito dominó disseminado pela convulsão do aparelho liberal-capitalista que, agora sim, expunha sua execrável face oculta. De maneira especial, era necessário reduzir o impacto negativo da crise nas camadas da população que menos têm e que, sob qualquer ponto de vista, mais pagam pelas falhas dos “senhores do sistema”.

A NOVA FRONTEIRA

Por Miguel Nozar
Comparativamente, Brasil e China têm duas imensas fronteiras geográficas a conquitar, cada uma com aproximadamente 5.000.000 Km2, pouco habitadas, plenas de riquezas e promessas de uma revolução sem precedentes na ocupação dos seus respectivos territorios. Mas é até uma ousadia comparar a Amazonia brasileira – cuja fragilidade ambiental recém agora começa a ser respeitada, cuja natueza não suportarta a presença humana irrestrita sem danos irreparaveis a nossa biodiversidade, cujas terras são planas, facilmente degradáveis e inundaveis – com o Oeste da China, de altas montanhas, vales imensos, gigantescas áreas aptas para uso agrícola sem necessidades de agredir o meio ambiente, com grandes reservas minerais, enfim, uma região para desbravar e ocupar economicamente sem mais delongas.

DILEMA

Por Miguel Nozar
La por 1972, Jigme Syngie Wangchuck, então rei do Butão – pequeno país encravado nas alturas dos Himalaias, esprimido entre a China e a India - idealizou o conceito de Felicidade Interna Bruta (FIB), unindo preceitos budistas às expectativas que reservava para seu povo. Era, senão outra coisa, uma inovadora visão de que o verdadeiro progresso de uma coletividade humana surge quando o desenvolvimento espiritual e o desenvolvimento material são simultâneos, assim se complementando e reforçando mutuamente. Isso, em contraponto com o mecanismo clássico de medida da riqueza de uma nação, resumida no PIB (Produto Interno Bruto).

AMEAÇA LATENTE

Por Miguel Nozar
Com indisfarçável alegria, aguçada com generosas doses dos mais caros champagnes que o dinheiro pode comprar, os donos e os principais executivos das grandes corporações internacionais e seus braços mediáticos festejavam a decisão da Suprema Corte de Justiça dos EE. UU que permite a empresas privadas financiar, sem limites, candidatos a cargos eletivos. E, inclusive, para fazer ainda mais calamitosa essa infeliz resolução, também permite financiar campanhas contra, possibilitando uma gigantesca censura prévia àqueles que não se dobram aos desígnios dos poderosos.

GARRAS MUITO AFIADAS

Por Miguel Nozar
Faz menos de uma geração que eram contados os economistas que se atreviam apostar que a China poderia um dia situar-se entre as maiores economias do mundo. No início da década dos 80, no principio da corrida para o futuro da era Deng, pesava fortemente em contra de qualquer visão mais otimista tanto o pesado fardo dos tempos de Mao e o preconceito de ser um país comunista – que, no imaginário divulgado pela CIA, seus dirigentes comiam criancinhas no café da manhã - como o abismo aparentemente instransponível de suas terríveis deficiências econômicas e sociais. E ainda: era longe, pouco conhecido, escondida pelo véu dos mistérios do Oriente e abrigando a maior massa de famintos do mundo.

A SACUDIDA DO DRAGÃO

Por Miguel Nozar
2009 vai ser lembrado como o ano no qual a China igualou os EUA como o principal parceiro comercial do Brasil. Mas ainda, porque com US$ 20 bilhões de compras no mercado brasileiro, os chineses podem ostentar o título de ser o principal cliente do país, ultrapassando a liderança histórica dos americanos.

UM PREÇO MUITO ALTO

Por Miguel Nozar
Em Copenhague, na Conferencia da ONU sobre mudança climática, que reúne quase 200 países, no meio do entrechocar furioso dos interesses das grandes corporações e das tentativas de jogar “nos outros” a culpa e a responsabilidade pela solução do problema, os países ricos, os emergentes e os pobres não tem outra saída que chegar a um consenso sobre os compromissos, as tarefas e os custos exigidos pelo agravamento do aquecimento global, acertando, em conjunto, as medidas para diminuição drástica da emissão de gases de efeito estufa.

COPENHAGUE 2009 . SOCORRO!

Por Miguel Nozar
07 de Dezembro de 2009: A maior e mais importante conferência sobre mudanças climáticas da história foi aberta em Copenhague com a participaçã0 de 192 países e mais de 15.000 especialistas em mudanças climática e preservação ambiental.

AS EMPRESAS DO FUTURO

Por Miguel Nozar
Numerosas são as indagações sobre as características dessa ordem que deve surgir da maior crise econômico-financeira dos tempos modernos, com predições conflitantes que pretendem estabelecer os novos caminhos do desenvolvimento e do bem estar das pessoas nos tempos que virão. Mas é quase consensual que no campo empresarial, para tentar o sucesso nesse cenário multifacetado, é necessário, melhor, é fundamental, uma mudança radical na cultura de gestão dos negócios, enterrando os ícones do passando para dar espaço aos novos deuses que guiarão os escolhidos pelos incertos caminhos do futuro

PREMISSAS

Por Miguel Nozar
Forças gigantescas pugnam pela supremacia num mundo onde a única constante é a mudança. No horizonte apenas perceptível dos tempos que virão, buscando acalmar a inquietude dos mais afoitos para decifrar os signos dos Oráculos, nada melhor que fazer uma pequena síntese daquilo que já é parte do saber convencional nos quatro cantos do mundo e que, de um modo ou outro, vai contribuir para demarcar o futuro. E, para alguns, até pode ser bom para aprimorar sua postura como inquilinos do Planeta Terra.

UM VENTO DO OCIDENTE

Por Miguel Nozar
Faz pouco mais de 37 anos , em Fevereiro de 1972, que numa reviravolta histórica o então presidente Richard Nixon visitou a China do carismático Mao e iniciou uma aproximação entre os dois gigantes que, ainda com altos e baixos, perdura firme até o presente.

OFENSIVA

Por Miguel Nozar
Os chineses demonstram ser excelentes jogadores do poker da geopolítica planetária e, de modo especial, nos últimos 5 anos têm trabalhado com celeridade e eficácia para ganhar posições estratégicas no vazio deixado pelos EUA e pela Europa.

TEMPOS DE LUZES E SOMBRAS

Por Miguel Nozar
Felizmente, parece que mais luzes de que sombras e, embora possam vir ainda muitos sobressaltos, os sinais indicam que o pior já passou.

OS ARQUITETOS DO FUTURO

Por Miguel Nozar
OS ARQUITETOS DO FUTURO

PROFECIAS

Por Miguel Nozar
Visionário, o então presidente da Korea do Sul, Park Chung-hee´s, afirmava, em 1980, na conferência de apertura da (ASEAN – Associação de Nações do Sudeste Asiático:"O Século XXI será o século do Pacífico. Desde já, as poderosas nações ocidentais podem preparar-se para uma revolução que sacudirá os alicerces da economia mundial e mudará, quem sabe para sempre, o equilibro do poder”.

A Tríade

Por Miguel Nozar
A VI Cume Empresarial China-América Latina, realizada recentemente em Hangzhou, importante cidade de China, com 6.500.000 de habitantes, foi o palco para o encontro de mais de 1.000 lideranças econômicas reunidas com o objetivo de traçar o caminho para o aumento substancial das relações econômicas entre ambas as partes nos próximos dez anos.

UMA MISTURA MUITA LUCRATIVA

Por Miguel Nozar
A notícia da intervenção pelo BCB (Banco Central do Brasil) no Banco VBA, com sede no Rio de Janeiro, não deve surpreender além da conveniência de um polido “quem iria imaginar”. Agora, considerando o monto de passivos envolvidos (desviados?) nessa e em outras intervenções do BCB na terra descoberta por Cabral, tudo isso não é mais que uma minúscula parte das tramóias das finanças geridas pelo “sistema”.

UMA LUTA TITÂNICA

Por Miguel Nozar
Pouco mais de 21.000 organizações brasileiras são as que participam como exportadoras do comércio exterior do país, sendo aproximadamente 6.000 classificadas como grandes empresas que respondem por mais de 80% das vendas ao exterior.

ERGUER AS BARRICADAS

Por Miguel Nozar
Quando a economia mundial afunda ou apenas mostra sinais de uma possível recessão ou cresce abaixo das expectativas, os mercados estremecem e buscam proteção para manter suas fatias nos negócios, “duela a quién duela”, parafraseando o ex-presidente Collor.

BRASIL + CHINA (I)

Por Miguel Nozar
Nos últimos 30 anos a China experimentou uma transformação dramática e substancial na medida em que passava de uma economia centralizada, que obedecia rigidamente os princípios do comunismo ortodoxo, para um novo regime econômico, que eles denominam “socialismo com características chinesas” ou, para muitos, “socialismo de mercado”.

BRASIL + CHINA VI

Por Miguel Nozar
Logística & Estratégia

Um puxão de orelhas globa

Por Miguel Nozar
Em 1948, pouco antes de sua morte, do alto de sua imensa sabedoria, o profeta da não violência e da liberdade, Mahatan Gandhi, afirmava: “A terra é suficiente grande para atender as necessidades da maioria. Mas é muito pequena para satisfazer a cobiça de poucos”.

Um real salvador - 20 anos

Por Miguel Nozar
Em 1º. de Julho de 1994 foi efetivamente iniciada a implantação do “REAL” como moeda oficial do Brasil, marcando o início de uma reviravolta extraordinária no combate à inflação que já passava dos 45% mensais e que nos últimos 30 anos tinha destroçado, sem piedade e sem trégua, a estrutura econômica e social do País.

Um real salvador - 20 anos

Por Miguel Nozar
Em 1º. de Julho de 1994 foi efetivamente iniciada a implantação do “REAL” como moeda oficial do Brasil, marcando o início de uma reviravolta extraordinária no combate à inflação que já passava dos 45% mensais e que nos últimos 30 anos tinha destroçado, sem piedade e sem trégua, a estrutura econômica e social do País.

O dragão e América Latina

Por Miguel Nozar
A recente gira do presidente da China, XI Xinping por diversos países da América Latina, somado ao encontro com lideres sul americanos na cúpula de Julho, em Fortaleza, contribuiu diretamente para demonstrar o interesse manifesto nesta região do planeta, fazendo assim jus a fama de excelentes jogadores do poker da geopolítica planetária que trabalham com celeridade e eficácia para ganhar posições estratégicas no vazio deixado pelos EUA e pela Europa e confirmam seu apetite por recursos naturais - energia, minerais, alimentos – os quais são à base das exportações latino-americanas para as terras do dragão.
Autor:

Miguel Nozar

Economista e consultor, Sócio-Diretor de Nozar & Associados, Diretor Executivo do BTC -Brazilian Trade Center, especialista em marketing internacional e gestão estratégica, dedica uma parte importante de seu tempo ao estudo, desenvolvimento e implantação dos mecanismos que fazem possível a inserção internacional das empresas brasileiras no mundo globalizado, competitivo e em guerra comercial permanente.

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